Meu imaginário saudosista me leva de volta à infância em Capinzal. Anos: 1961 a 1964 - Os ensaios de marcha lá no Mater Dolorum, pela Rua Carmelo Zóccoli, em direção ao Sul, para os lados da Pagnoncelli & Hachmann, até as imediações da Fundição. Muitos ensaios, não havia professores de Educação Física ainda. As professoras nos orientavam e as freiras comandavam. E havia o José Carlos Souza que não pisava com o pé esquerdo na batida do Bumbo. A Irmã Terezinha ia à loucura, a professora Marilene Lando tentava insistir para que ele aprendesse. Acho que ele fazia de propósito para zoar com elas...
Desfile pela Rua Felip Schmidt, no Distrito de Ouro, saindo do Posto de Gasolina que se localizava no meio da Rua da Praia, que depois virou Governador Jorge Lacerda. Indo em direção à Ponte Nova. Havia calçamento apenas até defronte à casa do Amélio Dalsasso. Depois, marchávamos no pó (ou no barro): Soldado que se prezava e amava o Brasil era corajoso, valente, e com muito garbo e peito firme marchava, sem olhar para os lados, sem piscar os olhos: "A fronte erguida, o olhar brilhante..." - como no Hino a Capinzal!
Passávamos pela ponte, dobrávamos à direita defronte ao Cine Glória e íamos até o Campo de Futebol. Ali, um palco especialmente feito com tábuas cedidas pelos Hachmann, os alunos ouvindo os discuros. Uma menina magrela, cabelos escuros, saia azul e camisa social branca com uma logomarca à esquerda, na posição do bolso: BP, de Beliário Pena! A jovem Inelvis, filha do Joanin Serena, lia um texto enaltecendo nossa Pátria, pela qual deveríamos morrer se necessário fosse... E, garbosamente, cantávamos o Hino Nacional.
Os alunos do Belisário Pena com seu uniforme azul e branco. Num daqueles anos fizeram-lhes umas camisas de brim Santista, azul marinho, com aquelas "golas de padres". O Rosito Masson, o Ademar Miqueloto, O Irenito, o Olino Neis, todos com aquelas camisas bonitas. Nós, do Mater, também no azul e branco. Mas as Normalistas, ah, essas, sim, com aquelas saias bordô e as camisas marfim/beje, encantadoras. Meu pai, único homem em meio a elas, calça social preta e camisa branca... Mas, muito bonito, era o uniforme do Ginásio Padre Anchieta, com calça social preta ou azul marinho (bem escuro), e aquele uniforme paramilitar, com uns babados na frentes, umas franjas, e quepe igualmente em azul-marinho. Simplesmente espetacular!
Todos os estudantes eram obrigados a marchar. Nos anos anteriores ao Governo Militar e também durante. O espírito cívico era algo sagrado que havia em nós. Claro que isso não era unanimidade. Mas havia o respeito pela Pátria em cada um de nós. Podíamos não concordar com os governos, mas queríamos o melhor para nosso país... E querer o melhor para o Brasil era querer o melhor para nós mesmos, nossas famílias.
E os alunos do Ginásio Normal Juçá Barbosa Callado: Calça de Tergal verde e camisa branca. A maioria pessoas já adultas, que viram no ginásio noturno a oportunidade de estudar. Ah, para todos os uniformes, de todos os colégios, sapatos pretos. Em algumas situações, congas brancas, para algumas alas, especificamente.
Minhas últimas lembranças de desfiles como estudante me remetem ao ano de 1971, quando concluí meu Técnico em Contabilidade pela então Escola Técnica de Comércio Capinzal: calças pretas e camisa social manga longa vermelho royal. A escola não costumava desfilar, mas convidada que foi, não queria recusar e a sugestão do Diretor Professor Antônio Maliska foi aceita: "Se é para aparecer, então vamos aparecer". E fomos com aquela roupa bem chamativa. Orgulhosos!
E as fanfarras, muito bem ensaiadas, com os bumbos, caixas, taróis, pratos e cornetas. Lembro, com muita saudade. E, quando vejo fotos antigas daqueles tempos, sinto uma inefável saudade... não sei se dos sentimentos cívicos ou... da força de nossa juventude!
Euclides Riquetti
07-09-2013
sábado, 7 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
A Canção do vento que sopra
Eu quero que o vento que sopra na tarde faceira
Me traga as lembranças sutis de seu rosto rosado
Espero sentir o prazer de abraçar essa bela campeira
De quem guardo um retrato bonito, porém desbotado.
Eu quero, sonhando, enconstar os meus lábios nos seus lábios vermehos
E acariciar os seus ombros enquanto se mira, se olha no espelho... (Bis)
Eu quero que as folhas nas plantas ressurjam agora
Setembro está aí, vêm as flores enfeitar a paisagem
E deixar nosso mundo tão belo como foi outrora
Isso podemos, eu posso, sim, posso, não me falta coragem.
Eu quero, sonhando, encostar os meus lábios nos seus lábios vermelhos
E acariciar os seus ombros enquanto se mira, se olha no espelho...(Bis)
Eu quero poder lhe dizer com palavras sinceras
Que valeu ter voltado a meus braços, trazer seu calor
Pois valeram os anos de aguardo, os anos de espera
Compensados com muito carinho, apego e amor.
Eu quero poder encostar os meus lábios nos seus lábios vermelhos
E acariciar os seus ombros enquanto se mira, se olha no espelho... (Bis)
Euclides Riquetti
06-09-2013
Me traga as lembranças sutis de seu rosto rosado
Espero sentir o prazer de abraçar essa bela campeira
De quem guardo um retrato bonito, porém desbotado.
Eu quero, sonhando, enconstar os meus lábios nos seus lábios vermehos
E acariciar os seus ombros enquanto se mira, se olha no espelho... (Bis)
Eu quero que as folhas nas plantas ressurjam agora
Setembro está aí, vêm as flores enfeitar a paisagem
E deixar nosso mundo tão belo como foi outrora
Isso podemos, eu posso, sim, posso, não me falta coragem.
Eu quero, sonhando, encostar os meus lábios nos seus lábios vermelhos
E acariciar os seus ombros enquanto se mira, se olha no espelho...(Bis)
Eu quero poder lhe dizer com palavras sinceras
Que valeu ter voltado a meus braços, trazer seu calor
Pois valeram os anos de aguardo, os anos de espera
Compensados com muito carinho, apego e amor.
Eu quero poder encostar os meus lábios nos seus lábios vermelhos
E acariciar os seus ombros enquanto se mira, se olha no espelho... (Bis)
Euclides Riquetti
06-09-2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Eu quero dizer a você (canção)
Traz-me o sorriso o pensamento que vem
Na noite de inverno aqui do Sul
Vem me encantar com o seu olho azul
Com o belo sorriso que você tem...
E depois da noite vem o novo dia
E a lembrança da hora sonhada, encantada
Na viola dedilho uma linda toada
O meu coração é só alegria...
Eu quero dizer a você: meu amor é sincero
Só quero dizer a você o quanto eu a quero! (Bis)
Eu quero dizer a você um poema de amor
Que fique no seu coração por onde se for
E quando na noite voltar-me o sorriso bonito
Farei outro poema dizendo-lhe tudo o que eu sinto...
Eu quero dizer a você: meu amor é sincero
Só quero dizer a você o quanto eu a quero! (Bis)
Que venha a mim o seu belo e suave sorriso
Pra animar o meu dia, é disso que eu tanto preciso
Pra animar o meu dia, é disso que eu tanto preciso!!!...
Na noite de inverno aqui do Sul
Vem me encantar com o seu olho azul
Com o belo sorriso que você tem...
E depois da noite vem o novo dia
E a lembrança da hora sonhada, encantada
Na viola dedilho uma linda toada
O meu coração é só alegria...
Eu quero dizer a você: meu amor é sincero
Só quero dizer a você o quanto eu a quero! (Bis)
Eu quero dizer a você um poema de amor
Que fique no seu coração por onde se for
E quando na noite voltar-me o sorriso bonito
Farei outro poema dizendo-lhe tudo o que eu sinto...
Eu quero dizer a você: meu amor é sincero
Só quero dizer a você o quanto eu a quero! (Bis)
Que venha a mim o seu belo e suave sorriso
Pra animar o meu dia, é disso que eu tanto preciso
Pra animar o meu dia, é disso que eu tanto preciso!!!...
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Paulo Stuart Wright X José Waldomiro Silva - Dois Grandes Catarinenses
Estão acontecendo em Florianópolis, na nossa bela Ilha da Magia, eventos que visam a esclarecer e recuperar a história de um joaçabense "desaparecido" há exatos 40 anos: Paulo Stuart Wright, político catarinense nascido em Helval d ´Oeste, em 1933, quando esta ainda era um Distrito do muncípio de Joaçaba. Filho de um presbítero americano, Lothan Ephrain Wright e de Dona Maggie Belle Müller Wright. Foi militante do Grupo Ação Popular. No dia 04 de setembro de 1973, depois de levado para o Doi-Codi da Capital Paulista, foi dado como "desaparecido" ou "morto".
Os cidadãos brasileiros e catarinenses têm informações sobre ele sempre referindo-se como político que foi cassado quando era deputado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, por decoro parlamentar. A alegação foi um despautério: Não aceitava usar gravata, e outras atitudes de pouca significação. Na verdade, era um "rebelde com causa". Com muita causa!
O rapaz Paulo Stuart Right sempre foi muito bondoso e atencioso com as pessoas. Dizia-me, ontem, o Névio Ziero, aqui em Joaçaba, que quando era menino ia entregar leite na casa do Paulo, ali um pouco acima de onde hoje se situa o Hotel Jaraguá. Este era uma figura extraordinária, inteligente, estudado e querido pela juventude. Tinha ideais bem definidos. Ela atencioso com os mais simples, os humildes. Um fundador de sindicatos. Cursou Engenharia na Faculdade de Engenharia da UFRGS e pós-graduou-se nos Estados Unidos.
Após seus estudos universitários foi para os Estados Unidos e voltou pós-graduado. Antes, já se candidatara a Vereador, não sendo eleito. Aos 27, já de volta do Norte da América para Joaçaba, candidatou-se a Prefeito, concorrendo pelo PTB/PDS. Perdeu por 9 votos, apenas, para o José Waldomiro Silva, da UDN, que já havia sido prefeito e duas vezes deputado estadual. (E não por 11votos, como consta em material publicado pelo Brasil Nunca Mais). Foram 4.284 para Silva e 4.275 para Stuart, segundo o próprio, em seu livro de memórias.
Duas pessoas extraordinárias, o perdedor e o vencedor. Paulo Stuart Wright, desolado com a derrota por tão pouco, foi para Florianópolis, vindo dois anos depois a eleger-se deputado. Cassado, foi para os Estados Uniudos e depois exilou-se no México. Nos três países onde viveu foi um notável mobilizador social das classes operárias, provavelmente herdando de sua mãe, conhecida aqui por Dona Bela, missionária como seu esposo, esse espírito de ajudar o próximo.
José Waldomiro Silva, na maturidade, escreveu o livro: "O Oeste Catarinense - Memórias de um Pioneiro", em que relata sua vida desde os 8 anos, quando a fazenda de seu avô, ali nas proximidades de Zortéa, foi dizimada e ele foi com seu pai abater gado para vender para os trabalhadores da Estrada de Ferro, em 1910, ano de sua inauguração. Aos 12, já empunhava uma Winchester 44, quando trabalhava numa farmácia do Farmacêutico Cavalcanti, ali onde há o prédio dos Beviláqua, em Capinzal, para defender-se dos revoltosos do Contestado. Conheci o Sr. Valdomiro em 1982, quando ele visitou o Sr. Ivo Luiz Bazzo, na Prefeitura do Ouro, e me foi por este apresentado.
Dizia-me, ontem, o amigo Raul Furlan, (com quem convivo desde janeiro de 1989, quando ele assumiu como Prefeito em Joaçaba e eu em Ouro. Dividimos, com os demais, a sua angústia pelo acidente que seu filho tivera, e que somente sobreviveu por ter tido o melhor atendimento médico possível e as mãos de Deus protegendo-o.), que quando da abertura das urnas, restando apenas uma a abrir, a que se localizava no prédio da Prefeitura Municipal, o Stuart estava com uma boa dianteira em relação ao Valdomiro. Furlan era militante do mesmo partido, o PTB, e tinha uma preocupação: Ali, na área central da cidade, moravam os pioneiros, mais conservadores, e a tendência era muito forte em favor da UDN. E isso se confirmou, causando grande decepção ao corajoso Stuart, de apenas 27 anos, que mudou-se para a Capital Catarinense para, dois anos depois, eleger-se deputado estadual.
Veja, leitor, dois cidadãos que andaram por caminhos opostos, mas ambos com sua dignidade. Se buscarmos a história de Wright, veremos que nosso Estado perdeu um grande político, com um futuro brilhante pela frente. E a de Silva também é meritória. Ambos têm muita semelhança. Diferenças, apenas ideológicas. Mas, ambos, vencedores! Orgulho de nossa História, de nosso Vale do rio do Peixe, de Santa Catarina!
Euclides Riquetti
04-09-2013 - 40 anos do desaparecimento de
Paulo Stuart Right
Cabelos de tranças
Mulher dos cabelos de tranças
Que já foi menina, que já foi criança
Que já encantou meninos
E deixou lembranças...
Mulher da pele da cor do pinhão
Dos olhos da cor da noite
Que já teve todos sonhos
Do coração...
Mulher dos talentos incontáveis
Das palavras amáveis
Dos gestos irretocáveis...
Mulher das tardes nubladas e das manhãs ensolaradas
Mulher das noites estreladas
Que sonhou nas madrugadas...
Mulher que já foi menina, que já foi criança
Que já encantou meninos
E deixou lembranças...
Mulher: menina, moça, senhora
Hoje avó, criança outrora
Mas sempre mulher!
Mulher de sentimentos profundos
Da voz maviosa
Declamadora talentosa
Que nos sensibiliza:
Amiga, humilde, despreendida:
Amiga Amiga!
Euclides Riquetti
03-09-2013
Que já foi menina, que já foi criança
Que já encantou meninos
E deixou lembranças...
Mulher da pele da cor do pinhão
Dos olhos da cor da noite
Que já teve todos sonhos
Do coração...
Mulher dos talentos incontáveis
Das palavras amáveis
Dos gestos irretocáveis...
Mulher das tardes nubladas e das manhãs ensolaradas
Mulher das noites estreladas
Que sonhou nas madrugadas...
Mulher que já foi menina, que já foi criança
Que já encantou meninos
E deixou lembranças...
Mulher: menina, moça, senhora
Hoje avó, criança outrora
Mas sempre mulher!
Mulher de sentimentos profundos
Da voz maviosa
Declamadora talentosa
Que nos sensibiliza:
Amiga, humilde, despreendida:
Amiga Amiga!
Euclides Riquetti
03-09-2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
As andorinhas da noite (soneto)
Voam, silenciosas, na noite, as andorinhas
Como a que não querer que as vejamos
Abanam suas asas pequeninhas
Que as sustentam em seus voos calmos e planos.
Voam, silenciosas, sobre os telhados
Sobre os quartos onde dormem as crianças
Vagam diante das janelas de vidros espelhados
Timidas em seus voares e em suas andanças.
Voam, silenciosas, as andorinhas singelas
Voam com a delicadeza e a sua sutilidade
Sobre as casas verdes, brancas e amarelas.
E seu voo é como o dos anjos protetetores
Que cuidam dos lares, das praças, e da cidade
Vigiando tudo, nos céus dos esplendores.
Euclides Riquetti
02-09-2013
Como a que não querer que as vejamos
Abanam suas asas pequeninhas
Que as sustentam em seus voos calmos e planos.
Voam, silenciosas, sobre os telhados
Sobre os quartos onde dormem as crianças
Vagam diante das janelas de vidros espelhados
Timidas em seus voares e em suas andanças.
Voam, silenciosas, as andorinhas singelas
Voam com a delicadeza e a sua sutilidade
Sobre as casas verdes, brancas e amarelas.
E seu voo é como o dos anjos protetetores
Que cuidam dos lares, das praças, e da cidade
Vigiando tudo, nos céus dos esplendores.
Euclides Riquetti
02-09-2013
domingo, 1 de setembro de 2013
Um Norte pro seu Coração
Seu coração precisa
De norteadores seguros
Não pode andar à deriva
Nem em mares escuros.
Um coração que sempre busca
O mar da tranquilidade
Evita a turbulência brusca
Deseja amor e lealdade.
(Seu coração está longe
De ser um coração cigano
Se eu chamar ele responde
Está em meu primeiro plano.)
Dê um norte pro seu coração
Trace-lhe um caminho por onde andar
Não deixe que uma fugaz ilusão
O faça sofrer e chorar...
Euclides Riquetti
01-09-2013
De norteadores seguros
Não pode andar à deriva
Nem em mares escuros.
Um coração que sempre busca
O mar da tranquilidade
Evita a turbulência brusca
Deseja amor e lealdade.
(Seu coração está longe
De ser um coração cigano
Se eu chamar ele responde
Está em meu primeiro plano.)
Dê um norte pro seu coração
Trace-lhe um caminho por onde andar
Não deixe que uma fugaz ilusão
O faça sofrer e chorar...
Euclides Riquetti
01-09-2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Atrativos Turísticos na Serra Gaúcha
A região da Serra Gaúcha é pródiga em atrativos turísticos naturais. Posso assegurar que tem lá o equivalente ao que há no litoral catarinense. Aqui em Santa Catarina, belíssimas praias, muito sol. Nossa propaganda é o sol e o calor no verão e... muita gente bonita. Lá, o frio, a irregularidade topográfica, os vinhedos, muitos empreendimentos de cultura e lazer e... muita gente bonita também!
Ora, dizer que somos privilegiadíssimos é redundante, é chover no molhado. É preciso ver, estar presente, sentir o clima, fazer a interação devida e sim, poder dizer: Nosso Sul é um verdadeiro paraíso! Caxias do Sul uma cidade industrial basicamente colonizada por italianos, onde se realiza a grandiosa Festa da Uva. Bento Golçalves, com o Caminho de Pedras, os parreirais e as cantinas de vinho de altitude que competem com os melhores do mundo. E o conjunto Nova Petrópolis/Gramado/Canela com sua grande evolução em termos de nos ofertar suas confecções, os chocolates, sua cultura, natureza e e os empreendimentos arrojadíssimos.
Algo que muito nos encantou, em Gramado, foi a visitação ao conjunto de museus que é oferecido para um pacote de visitações. Sabe, leitor, aquele dia de chuva que você precisa cuidar-se um pouco e buscar atrativos "indoor"? Pois dois núcleos de museus, com dois departamentos cada um, salva o seu dia. O primeiro, o Museu de Cera: Simplesmente fantástico. Eu já o conhecia de reportagem televisiva, mas estar lá, presente, até tirar fotos com personagens da arte cinematográfica é simplemente maravilhoso: Estátuas que parecem reais, de Michael Jackson, Elvis Presley, Marylim Monroe, Lady Di, Woopy Goldberg, Paul Mac Cartney, Elton John, Indiana Jones, Ayrton Senna, Santos Dummont, Charles Chapplin, Einstein e outros é algo divino e que nos leva a pensar o quanto o ser humano já evoluiu em termos de técnicas de reproução de imagens físicas ou digitais.
Em anexo a este, o Harley Motos Show, com suas potentes e clássicas motocicletas Harley-Davidson, com uma dezena e meia de exemplares, decorando uma choperia, numa reprodução de um ambiente americano, é algo impagável... e inesquecível aos nossos olhos. Coisa de encantar até quem nunca sentiu nenhuma atração por esse tipo de veículo. E o som-ambiente inglês, e ornamentos de neon trazidos da Alemanha, tudo muito harminizado, fino.
Depois, num segundo núcleo, mas dois museus extraordinários: O Super Carros, com possantes veículos importados que vão das Ferraris vermelhas até os Camaros Amarelos atualíssimos. Para quem gosta de carros, a delícia de fotografá-los e adminrá-los. Mas, quem não gosta de carros bonitos? Só indo lá e ver para crer nas maravilhas que a tecnologia moderna nos pode oferecer.
E, finalmente, o mais extraordinário deles, em minha opinião, que combina com meu jeito saudosista de ser: o "Hollywood Dreams Cars". Impressionante! Logo na entrada, um Cadillac Eldorado Biarritz modelo 1957, de uma cor perolizada pink, conversível, com assentos brancos, tudo devidamente harmonizado, díficil de se imaginar que, há mais de 50 anos, pudessem fabricar carros com tamanha tecnologia e beleza. E, mesmo que você procure intensamente com seus olhos, estará longe de encontrar qualquer defeito em sua conservação.
Parece que reuniram toda a coleção de preferência da geração Elvis Presley e colocaram lá para que víssemos. Ford, Lincoln, Mercury, Chevrolet, todos com suas irretocáveis pinturas originas e seus estofamentos exuberantes. Que maravilha! Tem razão o locutor que recebe os turistas em dizer que o automóvel americano era o sonho de todo o endinheirado brasileiro nas décadas pré 1960.
Tudo isso, os quatro museus, em dois pontos diferentes da cidade, você pode visitar por R$ 70.00, (R$ 60,00 para grupos de turistas).
É porque os atrativos são diversificados na região que para lá se dirigem milhões de turistas todo o ano, de todas as procedências. Há opções de lazer, compras, hospedagem e gastronômica, para fazer com que o turista sempre deseje voltar. Foi meu quarto tour por lá, mas pretendo ir outras vezes. Que Deus permita que viva muitos anos e possa conhecer os que ainda não o fiz. Eu recomendo para você também!
Euclides Riquetti
31-08-2013
Ora, dizer que somos privilegiadíssimos é redundante, é chover no molhado. É preciso ver, estar presente, sentir o clima, fazer a interação devida e sim, poder dizer: Nosso Sul é um verdadeiro paraíso! Caxias do Sul uma cidade industrial basicamente colonizada por italianos, onde se realiza a grandiosa Festa da Uva. Bento Golçalves, com o Caminho de Pedras, os parreirais e as cantinas de vinho de altitude que competem com os melhores do mundo. E o conjunto Nova Petrópolis/Gramado/Canela com sua grande evolução em termos de nos ofertar suas confecções, os chocolates, sua cultura, natureza e e os empreendimentos arrojadíssimos.
Algo que muito nos encantou, em Gramado, foi a visitação ao conjunto de museus que é oferecido para um pacote de visitações. Sabe, leitor, aquele dia de chuva que você precisa cuidar-se um pouco e buscar atrativos "indoor"? Pois dois núcleos de museus, com dois departamentos cada um, salva o seu dia. O primeiro, o Museu de Cera: Simplesmente fantástico. Eu já o conhecia de reportagem televisiva, mas estar lá, presente, até tirar fotos com personagens da arte cinematográfica é simplemente maravilhoso: Estátuas que parecem reais, de Michael Jackson, Elvis Presley, Marylim Monroe, Lady Di, Woopy Goldberg, Paul Mac Cartney, Elton John, Indiana Jones, Ayrton Senna, Santos Dummont, Charles Chapplin, Einstein e outros é algo divino e que nos leva a pensar o quanto o ser humano já evoluiu em termos de técnicas de reproução de imagens físicas ou digitais.
Em anexo a este, o Harley Motos Show, com suas potentes e clássicas motocicletas Harley-Davidson, com uma dezena e meia de exemplares, decorando uma choperia, numa reprodução de um ambiente americano, é algo impagável... e inesquecível aos nossos olhos. Coisa de encantar até quem nunca sentiu nenhuma atração por esse tipo de veículo. E o som-ambiente inglês, e ornamentos de neon trazidos da Alemanha, tudo muito harminizado, fino.
Depois, num segundo núcleo, mas dois museus extraordinários: O Super Carros, com possantes veículos importados que vão das Ferraris vermelhas até os Camaros Amarelos atualíssimos. Para quem gosta de carros, a delícia de fotografá-los e adminrá-los. Mas, quem não gosta de carros bonitos? Só indo lá e ver para crer nas maravilhas que a tecnologia moderna nos pode oferecer.
E, finalmente, o mais extraordinário deles, em minha opinião, que combina com meu jeito saudosista de ser: o "Hollywood Dreams Cars". Impressionante! Logo na entrada, um Cadillac Eldorado Biarritz modelo 1957, de uma cor perolizada pink, conversível, com assentos brancos, tudo devidamente harmonizado, díficil de se imaginar que, há mais de 50 anos, pudessem fabricar carros com tamanha tecnologia e beleza. E, mesmo que você procure intensamente com seus olhos, estará longe de encontrar qualquer defeito em sua conservação.
Parece que reuniram toda a coleção de preferência da geração Elvis Presley e colocaram lá para que víssemos. Ford, Lincoln, Mercury, Chevrolet, todos com suas irretocáveis pinturas originas e seus estofamentos exuberantes. Que maravilha! Tem razão o locutor que recebe os turistas em dizer que o automóvel americano era o sonho de todo o endinheirado brasileiro nas décadas pré 1960.
Tudo isso, os quatro museus, em dois pontos diferentes da cidade, você pode visitar por R$ 70.00, (R$ 60,00 para grupos de turistas).
É porque os atrativos são diversificados na região que para lá se dirigem milhões de turistas todo o ano, de todas as procedências. Há opções de lazer, compras, hospedagem e gastronômica, para fazer com que o turista sempre deseje voltar. Foi meu quarto tour por lá, mas pretendo ir outras vezes. Que Deus permita que viva muitos anos e possa conhecer os que ainda não o fiz. Eu recomendo para você também!
Euclides Riquetti
31-08-2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Propagar no papel... o amor sem fim!
Apenas um pedaço de papel!
Mas se fosse pintor
Apenas o pincel...
Ou, então, só um violão
Se fosse apenas cantor, ou se fosse menestrel!
Mas, para o poeta
Com sua alma inquieta
Apenas um pedacinho de papel.
Branco, quadrado ou retangular
E um lápis para rabiscar
Uns versos com sabor... de mel.
O poeta busca dentro de si
A força para harmonizar as palavras
E os vocábulos certos
Para compor os versos...
Ah, poeta que brotou de dentro de mim
Eu poderia ter tido outras formas de viver
As minhas epopeias.
Mas fui logo escolher
O desafio às ideias
De propagar, no papel, o amor... sem fim!
Euclides Riquetti
30-08-2013
Mas se fosse pintor
Apenas o pincel...
Ou, então, só um violão
Se fosse apenas cantor, ou se fosse menestrel!
Mas, para o poeta
Com sua alma inquieta
Apenas um pedacinho de papel.
Branco, quadrado ou retangular
E um lápis para rabiscar
Uns versos com sabor... de mel.
O poeta busca dentro de si
A força para harmonizar as palavras
E os vocábulos certos
Para compor os versos...
Ah, poeta que brotou de dentro de mim
Eu poderia ter tido outras formas de viver
As minhas epopeias.
Mas fui logo escolher
O desafio às ideias
De propagar, no papel, o amor... sem fim!
Euclides Riquetti
30-08-2013
Dormem o anjos
Dormem os anjos
Mas dormem vigilantes
O seu sono reconfortante
Dormem os anjos!
Dormem pensando nas crianças que precisam proteger
Dormem pensando nos velhinhos e em você!
Dormem os anjos o tenro sono da noite de geada
Dormem com as asas protegendo o peito
Porque assim, desse jeito
Também se protegem
Na madrugada.
Dormem angelicalmente...
Dormem na manhã nevoenta e cinzenta
Porque nas manhãs de sol
Precisam voar por aí
Protegendo os passarinhos
... e as borboletas!
Anjos de azul, de rosa, de branco
Anjos do sorriso franco
Anjos de nossa guarda
Que cuidam de nós... e de nossa casa
Cuidem também dos outros anjos
Enquanto dormem
Com seus olhos semiabertos!
Dormem os anjos docemente
Dormem os anjos pensando nas gentes!
Euclides Riquetti
29-08-2012
Mas dormem vigilantes
O seu sono reconfortante
Dormem os anjos!
Dormem pensando nas crianças que precisam proteger
Dormem pensando nos velhinhos e em você!
Dormem os anjos o tenro sono da noite de geada
Dormem com as asas protegendo o peito
Porque assim, desse jeito
Também se protegem
Na madrugada.
Dormem angelicalmente...
Dormem na manhã nevoenta e cinzenta
Porque nas manhãs de sol
Precisam voar por aí
Protegendo os passarinhos
... e as borboletas!
Anjos de azul, de rosa, de branco
Anjos do sorriso franco
Anjos de nossa guarda
Que cuidam de nós... e de nossa casa
Cuidem também dos outros anjos
Enquanto dormem
Com seus olhos semiabertos!
Dormem os anjos docemente
Dormem os anjos pensando nas gentes!
Euclides Riquetti
29-08-2012
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Frio da saudade...
Vem-me o frio inspirador
O frio que vem também vai
Porém eu prefiro o calor
Que vem acalmar os meus ais!
Vem o frio inclemente
Congelar os pés dos operários
Que trabalham, arduamente
Para garantir os seus salários...
Só não congela meu coração
Por onde circula o sangue quente
Que espanta a desolação
E aquece a alma da gente.
Mesmo assim me traz a saudade
Dos tempos lá do Leãzinho
De brincar até bem tarde
Lá no sítio do Padrinho.
Saudades do Padre que vinha
Montado em seu cavalinho
Frei Crespin que sempre tinha
Uma palavra de carinho.
Pode parecer criancice
Relembrar daqueles tempos
Mas era só faceirice
Alegria em cada momento.
Tenho sim, tenho saudades
Da capela e da escolinha
E das sinceras amizades
Que cultivei naquela linha.
Quantas vezes eu rezei
Nossa Senhora de Lourdes, me escuta!
A Santa que tanto louvei
De mãos postas em sua gruta!
Agora, tantos anos depois
Ainda as amizades mantenho
E do tempo que se foi
Saudades, saudades eu tenho!
Euclides Riquetti
28-08-2013
O frio que vem também vai
Porém eu prefiro o calor
Que vem acalmar os meus ais!
Vem o frio inclemente
Congelar os pés dos operários
Que trabalham, arduamente
Para garantir os seus salários...
Só não congela meu coração
Por onde circula o sangue quente
Que espanta a desolação
E aquece a alma da gente.
Mesmo assim me traz a saudade
Dos tempos lá do Leãzinho
De brincar até bem tarde
Lá no sítio do Padrinho.
Saudades do Padre que vinha
Montado em seu cavalinho
Frei Crespin que sempre tinha
Uma palavra de carinho.
Pode parecer criancice
Relembrar daqueles tempos
Mas era só faceirice
Alegria em cada momento.
Tenho sim, tenho saudades
Da capela e da escolinha
E das sinceras amizades
Que cultivei naquela linha.
Quantas vezes eu rezei
Nossa Senhora de Lourdes, me escuta!
A Santa que tanto louvei
De mãos postas em sua gruta!
Agora, tantos anos depois
Ainda as amizades mantenho
E do tempo que se foi
Saudades, saudades eu tenho!
Euclides Riquetti
28-08-2013
A aulinha da Jujuba
Quatro dias longe da Jujubinha. Na viagem pela Serra gaúcha, lembrávamos de sua delicadeza, de seu carinho para conosco. Dá-nos muito carinho porque recebe muito carinho de nós. As crianças, hoje, em razão de as famílias terem um diminuto número de filhos, recebem muito mais atenção. Não há aquela que não tenha o amor e a paparicação de tios e avós. E das dindas, claro! E, com a nossa Júlia não é diferente.
Pois que na manhã de ontem, 6,30 da manhã ela já aportou em nossa casa. Carinhosamente, passou a mão "na careca do vovô". Foi conferir se era eu mesmo que já havia retornado. Era, felizmente, para ambos. Nós nos damos maravilhosamente bem. Nos finais de tarde, na hora de ir para a casa dela, ali ao lado da nossa, costuma dizer: "Quero ir na cabeça do vovô!". E lá vou eu...Digo-lhe" Eu levo você, mas tem que embarcar na Rodoviária. E lá vai ela correndo para a varanda da frente da casa, esperar que eu a alce por sobre a cabeça, sentando-a em meus ombros. E vamos...Depois, o desembarque na imaginária Rodoviária da casa dela! Com muita alegria. Então ela me diz: "Agora vá pra sua casa! Eu vou ficar aqui com a mamãe, na minha casinha!"
Temos nossos "esquemas" de comunicação, nossos signos convencionados de linguagem, através de gestos, das falas, das expressões faciais. E, com a vovó, costumamos fazer nossas brincadeiras, nossa interação agradável.
Mas nesta segunda, ela veio cedo e nos enquadrou: "Agora a Profe Júlia vai dar aula pros irmãos Vovô e Vovó". Fiquem bem quietinhos! E continuou: "Nós vamos fazer um passeio num sítio. Escutem bem para fazer tudo direitinho. Vou fazer umas anotações em meu caderno ( e, com a caneta, garatujava nas linhas de seu cadernão...,) Vocês precisam levar calçados para o passeio: os meninos, botas para pular sobre as poças de água. E as meninas tênis para pular sobre as poças de água também! E levar um lanchinho para dar para os coelhos: lá tem o Coelho Titio, a Coelha Titia, o Coelhinho Criança e a Coelhinha Criança. Tem o Coelhino Irmão e a Coelhinha Irmã. Mas também tem o Coelhinho Bebê. E não pode passar a mão neles, só pegar pelas orelhas. Só a Profe Júlia é que pode passar a mão nos irmãos coelhinhos... E vou dar os bilhetes para vocês levarem para casa. Agora me sigam em silêncio, senão vocês vão ficar no berçário!"
A Jujuba parece que esteja sempre encenando uma pequena peça teatral. Age e fala com naturalidade e seridade, certamente que representando seu cotidiano escolar. Reproduz, em casa, o que vivencia no CEI Girassol, onde estuda.
Estamos curtinho muito ser alunos de nossa neta. Momentos que lembraremos por toda a nossa vida e que não voltarão mais. Certamente que você, mamãe, dinda ou vovó, deve estar a navegando seus pensamentos a lembrando de por quantas situações semelhantes você já vivenciou. Crianças, certamente, são nossa alegria de viver!
Euclides Riquetti
27-08-2013
Pois que na manhã de ontem, 6,30 da manhã ela já aportou em nossa casa. Carinhosamente, passou a mão "na careca do vovô". Foi conferir se era eu mesmo que já havia retornado. Era, felizmente, para ambos. Nós nos damos maravilhosamente bem. Nos finais de tarde, na hora de ir para a casa dela, ali ao lado da nossa, costuma dizer: "Quero ir na cabeça do vovô!". E lá vou eu...Digo-lhe" Eu levo você, mas tem que embarcar na Rodoviária. E lá vai ela correndo para a varanda da frente da casa, esperar que eu a alce por sobre a cabeça, sentando-a em meus ombros. E vamos...Depois, o desembarque na imaginária Rodoviária da casa dela! Com muita alegria. Então ela me diz: "Agora vá pra sua casa! Eu vou ficar aqui com a mamãe, na minha casinha!"
Temos nossos "esquemas" de comunicação, nossos signos convencionados de linguagem, através de gestos, das falas, das expressões faciais. E, com a vovó, costumamos fazer nossas brincadeiras, nossa interação agradável.
Mas nesta segunda, ela veio cedo e nos enquadrou: "Agora a Profe Júlia vai dar aula pros irmãos Vovô e Vovó". Fiquem bem quietinhos! E continuou: "Nós vamos fazer um passeio num sítio. Escutem bem para fazer tudo direitinho. Vou fazer umas anotações em meu caderno ( e, com a caneta, garatujava nas linhas de seu cadernão...,) Vocês precisam levar calçados para o passeio: os meninos, botas para pular sobre as poças de água. E as meninas tênis para pular sobre as poças de água também! E levar um lanchinho para dar para os coelhos: lá tem o Coelho Titio, a Coelha Titia, o Coelhinho Criança e a Coelhinha Criança. Tem o Coelhino Irmão e a Coelhinha Irmã. Mas também tem o Coelhinho Bebê. E não pode passar a mão neles, só pegar pelas orelhas. Só a Profe Júlia é que pode passar a mão nos irmãos coelhinhos... E vou dar os bilhetes para vocês levarem para casa. Agora me sigam em silêncio, senão vocês vão ficar no berçário!"
A Jujuba parece que esteja sempre encenando uma pequena peça teatral. Age e fala com naturalidade e seridade, certamente que representando seu cotidiano escolar. Reproduz, em casa, o que vivencia no CEI Girassol, onde estuda.
Estamos curtinho muito ser alunos de nossa neta. Momentos que lembraremos por toda a nossa vida e que não voltarão mais. Certamente que você, mamãe, dinda ou vovó, deve estar a navegando seus pensamentos a lembrando de por quantas situações semelhantes você já vivenciou. Crianças, certamente, são nossa alegria de viver!
Euclides Riquetti
27-08-2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Uma fugidinha para Gramado
Morar numa cidade nova é sempre muito bom, porque você consegue fazer novos amigos com facilidade. E, na quinta-feira à noite saímos para o Rio Grande do Sul, com um grupo organizado pela Professora Vera da Silva e seu marido Celso Perotôni, o Pero. Reencontramos o Seu José e a Dona Helena, originários de Treze Tílias, mas que têm um empreendimento em Capinzal, a Pedreira Capinzal. Quando viaja, o casal leva com eles filhos, genro e netos. É nossa terceira viagem com eles, incluindo um Cruzeiro pelo Nordeste, há dois anos. Todos muito simpáticos. Ainda, a família do Valdir Patzlaf, que conheci recetemente, empresário aqui de Joaçaba, e o Casagrande com a esposa, Silrlei, simpaticíssimos. . E a Dona Adelaide (Lindner) Guerreiro, uma pessoa muito culta, elegante e gentil. Só gente boa no pedaço!
Nosso foco era Gramado, o principal destino Turístico do Inverno Sul Brasileiro. Há poucos dias aconteceu ali o Festival de Cinema de Gramado, que reúne as melhores produções, diretores e atores do nosso Cinema. No momento estava acontecendo um Congresso de Mineradores de Carvão. Na cidade há uma constante programação de eventos de todos os gêneros e de todos os tamanhos. Há acomodações e restaurantes para todos os gostos e todas as possibilidades.
É meu quarto tour por lá. O primeiro fiz com alunos da Escola Sílvio Santos, do Ouro, com as professoras Vanda Rech, Jane Doin de Oliveira e Jussara Bertola. Depois um com carro, hospedando-nos em Nova Petrópolis. Há seis anos, com um grupo de Prefeitos de nosso Vale do Rio do Peixe e, agora, outro com os amigos aqui de Joaçaba. Em cada visita, mais novidades. Lugares exuberantes a conhecer, mais de 50 hotéis e 50 restaurantes somente em Gramado, bons hotéis e pousadas também em Caxias do Sul, Nova Petrópolis, Canela e Bento Gonçalves. Um comércio bastante diversificado na área do vestuário, chocolates e vinhos.Chocolate caseiro, confecções e malhas da produção local e vinhos de altíssima qualidade. Vinhos de parreiras de altitude, as europeias, e colonial, com as uvas americanas. Tudo muito tentador.
Houve grande evolução nos serviços oferecidos aos turistas em todas as cidades. O frio é um grande atrativo e acontece em todas as épocas do ano, principalmente em Gramado. Lembro que uma vez, na Parada do Natal, estava muito frio na cidade. E, ainda, produzem neve artifical para o grande desfile que acontece em algumnas noites de dezembro. A cidade das hortênsias respira turismo.
E todas as ações são muito bem articuladas ali. As pessoas sabem dar informações precisas, os atendentes das lojas, hotéis e restaurantes são muito atenciosos e conhecem bem a cidade onde trabalham. Ficamos hospedados no Hotel Sky, onde os serviços são de excelência e a climatização é muito boa. Em todo o ambiente interno era possível andar vestido com apenas uma camiseta, enquanto lá fora o clima estava com um frio próximo entre zero e dois graus. Já há 15 anos possuem um sistema integrado de informações pela internet que permitem que o cidadão descubra de há vagas para hospedagem, se houve desistências. Foi com isso que, em 2000, descobrimos uma vaga para a semana Santa, na Pousada Pinheiros, em Nova Petrópolis, quando um casal havia cancelado sua reserva. Ali acontece o Turismo bem profissional, efetivamente.
Sobre algumas atrações de lá estarei escrevendo ainda nesta semana. E, por enquanto, continuo recomendando aos amigos a ida para a Serra Gaúcha. Quem não conhece ainda, procure conhecer. E, quem já foi, que volte, pois sempre há novidades.
Euclides Riquetti
26-08-2013
Nosso foco era Gramado, o principal destino Turístico do Inverno Sul Brasileiro. Há poucos dias aconteceu ali o Festival de Cinema de Gramado, que reúne as melhores produções, diretores e atores do nosso Cinema. No momento estava acontecendo um Congresso de Mineradores de Carvão. Na cidade há uma constante programação de eventos de todos os gêneros e de todos os tamanhos. Há acomodações e restaurantes para todos os gostos e todas as possibilidades.
É meu quarto tour por lá. O primeiro fiz com alunos da Escola Sílvio Santos, do Ouro, com as professoras Vanda Rech, Jane Doin de Oliveira e Jussara Bertola. Depois um com carro, hospedando-nos em Nova Petrópolis. Há seis anos, com um grupo de Prefeitos de nosso Vale do Rio do Peixe e, agora, outro com os amigos aqui de Joaçaba. Em cada visita, mais novidades. Lugares exuberantes a conhecer, mais de 50 hotéis e 50 restaurantes somente em Gramado, bons hotéis e pousadas também em Caxias do Sul, Nova Petrópolis, Canela e Bento Gonçalves. Um comércio bastante diversificado na área do vestuário, chocolates e vinhos.Chocolate caseiro, confecções e malhas da produção local e vinhos de altíssima qualidade. Vinhos de parreiras de altitude, as europeias, e colonial, com as uvas americanas. Tudo muito tentador.
Houve grande evolução nos serviços oferecidos aos turistas em todas as cidades. O frio é um grande atrativo e acontece em todas as épocas do ano, principalmente em Gramado. Lembro que uma vez, na Parada do Natal, estava muito frio na cidade. E, ainda, produzem neve artifical para o grande desfile que acontece em algumnas noites de dezembro. A cidade das hortênsias respira turismo.
E todas as ações são muito bem articuladas ali. As pessoas sabem dar informações precisas, os atendentes das lojas, hotéis e restaurantes são muito atenciosos e conhecem bem a cidade onde trabalham. Ficamos hospedados no Hotel Sky, onde os serviços são de excelência e a climatização é muito boa. Em todo o ambiente interno era possível andar vestido com apenas uma camiseta, enquanto lá fora o clima estava com um frio próximo entre zero e dois graus. Já há 15 anos possuem um sistema integrado de informações pela internet que permitem que o cidadão descubra de há vagas para hospedagem, se houve desistências. Foi com isso que, em 2000, descobrimos uma vaga para a semana Santa, na Pousada Pinheiros, em Nova Petrópolis, quando um casal havia cancelado sua reserva. Ali acontece o Turismo bem profissional, efetivamente.
Sobre algumas atrações de lá estarei escrevendo ainda nesta semana. E, por enquanto, continuo recomendando aos amigos a ida para a Serra Gaúcha. Quem não conhece ainda, procure conhecer. E, quem já foi, que volte, pois sempre há novidades.
Euclides Riquetti
26-08-2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Onde anda você?
Onde anda você, que saiu a caminhar pelos trilhos dos raios de meu sol?
Onde anda você, que ainda não disse a ninguém para onde foi e nem quando vai voltar?
Onde anda você, que me fitava com seu olhar de brilho sem igual?
Onde anda você, com seus belos olhos de cor do mar?
Onde anda você, que no meu frágil coração causa turbulências?
Onde anda você, que me encantou com sua voz e rosto angelical?
Onde anda você, que na minha vida traçou as linhas da belevolência?
Onde anda você, com sua beleza ímpar, beleza sem igual?
Talvez eu possa encontrar você no meio das estrelas que cintilam
Talvez eu possa encontrar você andando nos raios de meu sol ameno
Talvez eu possa encontrar você nas noites de sereno...
Talvez eu possa encontrar você em meio às luzes que ainda brilham
Sim, porque você será o alento para minh´alma tão sofrida
Será, por certo, só você, pois só você será a luz de minha vida!
Euclides Riquetti
25-08-2013
Onde anda você, que ainda não disse a ninguém para onde foi e nem quando vai voltar?
Onde anda você, que me fitava com seu olhar de brilho sem igual?
Onde anda você, com seus belos olhos de cor do mar?
Onde anda você, que no meu frágil coração causa turbulências?
Onde anda você, que me encantou com sua voz e rosto angelical?
Onde anda você, que na minha vida traçou as linhas da belevolência?
Onde anda você, com sua beleza ímpar, beleza sem igual?
Talvez eu possa encontrar você no meio das estrelas que cintilam
Talvez eu possa encontrar você andando nos raios de meu sol ameno
Talvez eu possa encontrar você nas noites de sereno...
Talvez eu possa encontrar você em meio às luzes que ainda brilham
Sim, porque você será o alento para minh´alma tão sofrida
Será, por certo, só você, pois só você será a luz de minha vida!
Euclides Riquetti
25-08-2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
O sorriso da criança
Há, em cada criança, um sorriso especial
Expressão singela de ingenuidade
Há a beleza na sua infantilidade
Há a leveza de um olhar angelical.
O seu amanhecer, em cada dia que se inicia
Se reveste de carinho e de muito amor
Traz paz ao nosso mundo, lhe dá cor
Traz em cada gesto a sua indizível alegria.
Ah, crianças que são a grande dádiva de Deus
Crianças que são a alegria de nosso mundo
Em cada abraço um afirmar profundo
Da lealdade e dos afetos seus...
Euclides Riquetti
23-08-2013
Expressão singela de ingenuidade
Há a beleza na sua infantilidade
Há a leveza de um olhar angelical.
O seu amanhecer, em cada dia que se inicia
Se reveste de carinho e de muito amor
Traz paz ao nosso mundo, lhe dá cor
Traz em cada gesto a sua indizível alegria.
Ah, crianças que são a grande dádiva de Deus
Crianças que são a alegria de nosso mundo
Em cada abraço um afirmar profundo
Da lealdade e dos afetos seus...
Euclides Riquetti
23-08-2013
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