sábado, 16 de maio de 2015

O anjo azul sobrevoou as flores

O anjo azul sobrevoou as flores na tarde cinzenta
Estendeu suas asas e planou divino sobre meu jardim
Abençoou primeiro as rosas champanhe e as magentas
Depois o cravo bordô, o lírio amarelo e o vaidoso jasmim.

O anjo azul entoou um cântico santamente sagrado
Secundado por clarinetes com seus acordes triunfantes
Alegrou-nos com seus versos docemente cadenciados
Encantou-nos com a harmonia das notas ressonantes.

O anjo azul azulou com sua túnica discreta a manhã nova
O anjo azul enfeitou com seus cabelos dourados a manhã ditosa
O anjo azul te protegeu com suas armas em todas as horas...

E eu esperei por ele enquanto olhava pela minha janela
E eu rezei por ele e pedi por ele na oração venturosa
Enquanto o dia passava e eu ficava a esperar por ela...

Euclides Riquetti
17-05-2015

Caso Mariane Telles - Polícia de Joaçaba desvenda o mistério

          No início da noite desta sexta-feira, o Delegado Regional de Política de Joaçaba, Daniel Régis, juntamente com sua equipe de investigadores, dentre eles os competentes Juliano Pedrini e Maneco, apresentaram à Imprensa, em entrevista coletiva, o acusado de matar a jovem Mariane Telles, estagiária do SENAI de Joaçaba, no dia 16 de março. Após 60 dias de intensa investigação, houve decretação de prisão temporária do jovem Vagner Fernandes do Nascimento, 22 anos, casado, jardineiro contratado por uma empresa terceirizada, que prestava serviços junto àquela  Instituição.

          A sociedade joaçabense e regional vinha cobrando resultados nas investigações. Como é de se esperar, muitas especulações vinham sendo feitas com relação à autoria do crime e a maneira como o mesmo ocorreu. Ao confessar o crime, Nascimento declarou que mantinha um caso amoroso com a jovem e que, num desentendimento com ela, em razão de ela estar pressionando-o para tornar público o seu namoro, o que ele não poderia fazer por ser casado, após brigarem, acabou matando-a e ocultando o cadáver num local próximo à residência dos pais dele, no interior do município de Jaborá.

          Nas redes sociais, os comentários estão pipocando muito. Internautas contestam a versão do autor confesso do crime. Dizem, em sua grande maioria, que ele estaria buscando uma justificativa para um crime bárbaro. O Delegado Daniel Régis, emocionado em relação à estreita relação que manteve com os pais de Mariane, foi bem didático em sua entrevista, não fazendo pré-julgamentos, mas sim afirmando que os próximos 30 dias de prisão serão necessários para se esclarecer com mais precisão todos os fatos relacionados à morte. E que poderá solicitar mais 30 dias de prazo à Justiça, para que as circunstâncias do crime possam ser esclarecidas.  E, provavelmente, venha a ocorrer a prisão preventiva, de modo que Nascimento possa ficar detido até o julgamento.

          Imagino que a perícia realizada pelo IGP deva servir para confirmar ou refutar as informações prestadas pelo autor confesso em seu depoimento. Também considero que os pré-julgamentos em relação à vitima não devam ser emitidos, pois a verdade somente o autor e Mariane é que sabem, e ela não está mais aqui para se defender.

          Importante ressaltar que Dona Ingrid, a mãe, muito emocionada, declarou que tinha, no período das investigações,  a sensação de que o autor era o rapaz que está preso, porque ele não conseguia olhar diretamente nos olhos dela e ainda pelo fato de que era originário da região onde o corpo foi encontrado, no dia 16 de abril, exatamente um mês após o desaparecimento. Sabe-se, desde o início das investigações, que a Polícia tinha fortes convicções de que o autor deveria ser ligado a ela e fazer parte do seu círculo de trabalho, o que eu agora está confirmado.

          Agora, com o conhecimento da autoria do crime, a Polícia tem mais material para conduzir suas investigações, principalmente o carro do autor, que foi apreendido. Tem-se o conhecimento que não apenas a família da vítima está abalada, mas também a do autor, que não se conforma com o que aconteceu. Lamentavelmente!

          Agora, a sociedade considera que teve a resposta que queria. Parabeniza a Polícia pela eficiência de seu trabalho e aguarda todos os detalhes e a conclusão do inquérito.

Aos familiares e amigos de Mariane, nosso afetuoso abraço!

Euclides Riquetti
16-05-2015

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Os primeiros pingos da chuva


 

Quando os primeiros pingos da chuva rolaram na vidraça
E embaçaram teu rosto angelical
Me pareceu que foram as tristes lágrimas
De uma despedida bem sentimental
Há muito tempo acontecida.

Quando meu pensamento misturou-se às gotas da chuva
E meu coração pulsou intensamente
Pareceu-me reviver aquele dia
Em que em mim morreu toda a alegria
Pois foste embora de repente...

Quando meu corpo de moveu para procurar o teu
E não encontrou  mais teus lábios junto aos meus
O mundo se tornou uma grande incerteza
O mundo então perdeu sua beleza
Ficou sem o sorriso de era meu e teu...

Euclides Riquetti

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Uma lágrima de cristal

Uma lágrima de cristal
Rolou em teu rosto
Belo
Perfeito
Natural...

Não era uma lágrima de desgosto
Nem de desconforto
Era apenas uma lágrima casual
Como tantas outras que caem
Em momento especiais.

Uma lágrima límpida
Transparente
Insípida
Intransigente
Que apenas queria cair
Rolar
Sumir
No mar!

Uma lágrima de cristal
Como uma joia preciosa
Esplendorosa
Excepcional
De  beleza colossal
Num semblante divinal.

Apenas uma lágrima tímida
Fugidia
Que chegou para me dar bom dia
E foi-se embora
Venturosa.

Euclides Riquetti

quarta-feira, 13 de maio de 2015

A celebração do amor e da vida

Celebro o amor porque celebro a vida
Celebro a vida porque celebro o amor
Celebro ambos com alegria desmedida
Abstratos ou concretos, a vida sem dor!

Celebro cada um dos momentos felizes
Nos anos, nos meses, nas semanas e dias
Pois não sabemos do amanhã, bem o dizes
Se virão tristezas ou se virão alegrias.

Importam as alegrias  mais que as primeiras
Pois que elas nos animam e nos confortam
Importam as sensações mais verdadeiras.

Importa a mim e a ti a felicidade presente
Os teus abraços e beijos também importam
Importa-nos sermos felizes hoje e sempre!

Euclides Riquetti
13-05-2015





terça-feira, 12 de maio de 2015

Há algo especial em você...

Há algo muito especial em você
Não sei se é o brilho no seu olhar
Ou o seu modo de sorrir e de falar
E isso é bem difícil de descrever
Mas há algo muito especial em você.

Inexplicável, indizível, diferente
Impossível de não ser percebido
Talvez um segredo bem escondido
Que a torna assim tão atraente
Encantadora, sedutora, envolvente.

Mas, o que pode a alma esconder
Num corpo que busca afagos, busca abrigo
Que espera meu abraço ensandecido
Meus beijos, meu desejo, meu querer
E ser o algo especial que há em você?

Euclides Riquetti

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Havia um sol...

 
Havia um sol a aquecer a tua  aura serena
Um sol que migrou e foi brilhar lá bem longe
Pra encantar uma tímida e frágil falena
Que além do meu vale verde se esconde.

Havia um brilho lunar a pratear teus encantos
Um luar que amenizou a aflição de tua alma
Pra acalmar os teus ais, teus choros e prantos
E fazer-te mais doce, mais terna e  mais calma.

Havia um pedido de perdão e um desculpar-se
Pois um de nós dois, certamente que errou
Um pergunta sem resposta, apenas um calar-se.

Um calar-se que faz sofrer, que nos fere e pune
Mas que não apaga um sentimento que ficou
Pois o tempo que apaga é o mesmo que une....

Euclides Riquetti

domingo, 10 de maio de 2015

Quando me deste o céu

Quando me deste o céu, eu te dei o mar
Quando me  deste o sol, eu te dei meu sorriso
Quando me deste as estrelas, eu te dei o luar
E descobri que tu és tudo de que eu tanto preciso.

Quando me propuseste sonhos, eu te permiti sonhar
Quando me disseste adeus, eu permiti o teu retorno
Quando me ofereceste carícias, te permiti me amar
E vi que tu és mais do que um simples adorno...

Quando a chuva molha as gramíneas e as plantas
Quando a chuva molha as pétalas das roseiras
Quando a chuva molha o corpo com que me encantas

Eu me entrego em divagações ternas e saudosas
Eu me inspiro em suas risadas doces e faceiras
Eu me perco em suas curvas belas e formosas.

Euclides Riquetti
10-05-2015

sábado, 9 de maio de 2015

Mãe

Mãe - das dadivosas mãos, mãe
Mãe - das caridosas bênçãos, mãe.

Mãe dos filhos gerados e amados
Mãe dos filhos cuidados e guiados.

Mãe - da vida dedicada, mãe
Mãe - da lida abnegada, mãe.

Mãe das manhãs azuis, esperançosas
Mãe das noites negras e chorosas.

Mãe - do filho perfeito e bem nascido
Mãe - do sagrado leito ali estendido.

Mãe do olhar bondoso mas austero
Mãe do falar que assusta mas sincero.

Mãe - do amor em plena difusão
Mãe - da flor, da alma e coração.

Mães são apenas mães:
Não dependem de elogios
Não dependem de flores
Não esperam por presentes.

Apenas rezam por seus filhos.
E eu rezo por elas.

Felicidades a todas as mães:
À minha, à tua, às mães das outras mães.

Euclides Riquetti

Pra dizer que eu te amo

Pra dizer que eu te amo moverei o mundo
Dar-te-ei as flores de todas as estações
Mostrar-te-ei meu amor sincero e  profundo
Colocarei peito a peito os nossos corações.

Pra dizer que eu te amo farei mil loucuras
Dar-te-ei os versos de minhas canções
Mostrar-te-ei com beijos de infinita doçura
Viverei contigo as mais fortes emoções.

E, se tu me amas, dize-me com franqueza
Entrega-me teu corpo em desmedida paixão
Mostra-me com teus olhos de candura e beleza...

Se me amas de verdade, vem me acariciar
Vem trazer alento para o meu coração
Traze-me tua alma que eu a quero afagar....

Euclides Riquetti
07-05-2015

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Brincadeiras de Criança - (Palestrando no SESC Joaçaba)

          Na terça, 05, a convite da Coordenadora Liliana Demarchi, fui bater um papinho gostoso com crianças dos Projetos Educativos do SESC em Joaçaba, onde também sou aluno. Havia uma motivação especial em palestrar para os alunos 46 alunos das professoras Fabiula e Danieli: ia recontar experiências que vivi em minha infância, relatar sobre as brincadeiras que costumávamos fazer naqueles tempos difíceis, mas não menos divertidos do que agora, vividos em Capinzal e Ouro, minha terra natal.
          As crianças estavam com os olhinhos acesos, muito bem postados, educados, atentos: disciplinados! E, como é bom poder fazer interação com crianças que gostam de ouvir as histórias que temos pra contar. Costumo introduzir minhas conversas com uma historinha descontraída e, em no máximo 1 minuto, há quem já esteja levantando o dedinho para fazer perguntas. Na verdade, à medida que a gente vai mencionando fatos, eles vão ligando-os com outros de sua vivência. A maioria das "brincadeiras de criança" não são mais praticadas, uma vez que elas foram sendo substituídas por jogos eletrônicos, coisas de seus brinquedos "importados", dos computadores e dos celulares.
          A ideia do pessoal do SESC em revivenciar experiências de outras épocas e trazê-las à luz os alunos tem forte apelo pedagógico e merece nosso apoio. Iniciei mostrando-lhes um bilboquê, aquele brinquedo de madeira que consistia em uma espécie de campânula maciça, com um furo, ligada por um cordão a um pino, também de madeira, que, após movimentos de habilidade, deve introduzir-se à peça maior. Fiz alguns "pontos" e contei-lhes que, na minha adolescência, na época do Mater Dolorum e do Padre Anchieta, em Capinzal, ou nas brincadeiras da Rua da Cadeia, em Ouro, todos tínhamos o hábito de jogar com o dito brinquedo. Também levei uma bolinha de borracha e desenhei no quadro como jogávamos os "tacos", ou "betes" com as casinhas (forquilhas de galhos de plantas), naqueles tempos memoráveis. Todos os alunos já jogaram peteca e alguns já sabem até como fazê-las.
          Alguns já conheciam ambos os brinquedos. Até tentaram praticar o jogo do bilboquê, mas isso não é coisa que se aprende assim tão facilmente: requer treino e dedicação. No meu tempo de adolescência,  havia exímios bilboqueiros, como o Aldemir Costenaro (o Gauchino), Ézio Andrioni ( o Bijujinha) e o Antoninho Carleto (o Volpatinho).
          Também lhes relatei sobre as brincadeiras de Tarzan, com os cipós,  as Cinco Marias, a Gata Cega, o Esconde-esconde, Carrinhos de Rolimãs (Taca-le pau, Marco Véio!), Pingue-pongue, Bolicas de Vidro, Bonecas de Porcelana e de Panos, Balanços com Cordas, Jogo de Pular Cordas, Canoas de Butiá ou Palmeiras deslizando em gramados de potreiros, Bolas de Meias, Brincadeiras de Guerra com índios e soldados, Caçador, e muitas outras.
          Pude constatar que boa parte deles já ouviu falar dessas brincadeiras. Os seus avôs e avós, pais, ou mesmo tios, lhes falaram ou ensinaram sobre elas. Alguns vovôs já fizeram brinquedos assim para eles. No andar da carruagem, todos eles deram depoimentos e me fizeram perguntas ou relataram sobre o que aprenderam com as pessoas mais velhas. Têm entendimento de que as pessoas se divertiam, antigamente, mesmo não tendo os brinquedos que temos hoje.
          Posso asseverar que a experiência foi excelente e a amizade travada com eles foi recíproca. Nesta tarde, quando eu saí de minha aula, encontrei-os no corredor e me cobraram quando é que eu ia escrever a crônica sobre isso.
          Pois aqui está o relato. E foi uma alegria tê-los conhecido e podido compartilhar com eles minhas experiências.

          Grande abraço em todos os amigos do SESC Joaçaba.

Euclides Riquetti
06-05-2015

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Desenhei teu coração na areia

Maio - mês da mãe, da noiva, da mulher...

Fria manhã cinzenta de maio
Mês da mãe, da noiva, da mulher
Manhã que inspira o desejo da noite
Da cama, do lençol, de alguém que se quer...

Fria manhã dos pensamentos perdidos
Dos sentimentos doridos
Do amor escondido
Do olhar proibido!

Fria manhã das almas confusas
Das palavras difusas
Das mensagens escusas...

Fria manhã do encontro casual
Do olhar fatal
Do tratamento legal!

Bom dia!!!
Com muita alegria
Com carinho, amor, nostalgia...


Euclides Riquetti

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Fragmentos poéticos


           Primeiro canto
Preciso roubar um beijo teu
Por isso eu quero estar perto de ti
Quero que tu sintas o beijo meu
Quero te sentir, sentir, sentir...

             Segundo canto
Beijar-te-ei com ardor, eternamente
Perder-me-ei  em ti,  perdidamente
E em ti me inspirarei para compor
Por ti exaltarei o meu amor
Para  ti escreverei por hoje e sempre...

             Terceiro canto
Sonhei contigo, sonhei , sonhei,  amei
Sonhei  contigo, amei,  sonhei, sonhei
Sonhei contigo, nas noites em que as estrelas adormeceram...
E nas noites em que elas reviveram:
Sonhei contigo, sonhei, amei, sonhei!...

               Último canto
Há uma cumplicidade entre nós dois
Uma palavra que rima com felicidade
Há uma pequena distância que não conta
Porque depois, depois da saudade
Vem sempre o reencontro, o amor de verdade

Euclides Riquetti

domingo, 3 de maio de 2015

O Terceiro Encontro da Família Richetti em Paraí

          Nossa Família Richetti (Ricchetti, Riquetti, Riqueti e agregados), reuniu-se, pela terceira vez, em Paraí, no Rio Grande do Sul, neste final de semana, dias 01 e 02 de maio de 2015. Foi uma festa belíssima que nos foi proporcionada pelos primos "Richetti", descendentes do nono Paschoale Richetti e da nona Maria Margherita Corona, italianos que aportaram no litoral gaúcho e se fixaram na Serra Gaúcha, em Caxias do Sul,  no início do terceiro quarto do século XIX. Tiveram como filhos Benjamino, Justina, Júlia, Felipe, Albertina, Frederico, Maria Agnese, Eugênio Josue, Guerino Santo (que não é o meu pai, é tio dele).   Quase um século e meio de vida brasileira, com seus descendentes espalhando-se, no ínicio do Século XX,  pelo Oeste de Santa Catarina, depois pelo Paraná e, em seguida, por muitos estados brasileiros e mesmo pelo exterior, na Europa e nas Américas.

          Relatos nos dão conta de que nosso bisnono  Paschoale naseu em 18 de abril de 1843, em Cesiomaggiore, na Itália, e faleceu em 18 de abril de 1910, tendo chegado em Caxias do Sul provavelmente em 18 de janeiro de 1877.

           Falantes, sorridentes, carismáticos, gostam de uma alegre cantoria e de um bom vinho. E foi em clima de alegria,  desde a sexta à tarde, quando fomos recebidos pelo primo Celso Richetti no salão paroquial da Igreja Matriz de Paraí, até o fim de tarde de domingo. Uma deliciosa sopa de anholini,  com vinho Cabernet Sauvignon produzido pelos Irmãos Richetti, de Linha São Luiz, Paraí, "esquentaram" a noite. Filhos de Severino Richetti e outros nos animaram com sua cantoria. Jantamos, eu e meu irmão Hiroito, com o pessoal do Tio Vitalle, de Capinzal e Ouro,  sendo uma alegria revermos a turma, capitaneada pelo Sérgio "Van Johnson", o Riqueti da Churrascaria, de Capinzal.

          Hospedados no Hotel Katedral, já ali reencontramos a turma de Cascavel, pouco mais de 4 dezenas de Richettis & Riquettis. Divertidos e simpáticos, já foram nos provocando a sediarmos  a "Quarta Richettada",  em Capinzal e Ouro, o que foi confirmado na tarde de sábado. Nossa turma assumiu o compromisso de editarmos a festa por aqui em dois anos. Vamos nos organizar , sob a coordenação do primo Maicon, para que nossos parentes possam divertirem-se muito bem aqui também, em 2017.

          A celebração da Santa Missa foi muito bonita. Igreja cheia, com dois celebrantes, ofertório e cantos bem arranjados e entoados, equipe litúrgica bem preparada, o brasão da família diante do altar, as bandeiras das delegações postadas nos mastros ao lado do altar. Irmã Gentila Richetti, uma pessoa simpaticíssima, conduziu a imagem de Nossa Senhora pelo corredor central, colocando-a no altar. Foi um momento de muita emoção, que nos contagiou a todos.

         Após a missa, a foto oficial do Terceiro encontro da Família Richetti, na escadaria diante da Igreja. Mais de 500 Richettis participaram do evento, muito bem organizado pela Comissão Organizadora local. Conversamos muito com primos e primas, vimos o tio Victório, 88 anos,  se reencontrar com seu primo João, o Joanim, filho do Egídio, 85 anos, casado com Madalena Canali, moradores de Paraí.  São  os dois mais idosos que restam dos descendentes de Paschoale. Uma motivação a mais vermos ambos se reencontrando.

         Após o almoço,  foram apresentadas mídias com a historia da família, uma performance do humorista Edgar Maróstica e ainda danças pelo grupo CTG lços da Amizade, que nos brindou com coreografias perfeitas.

          Participar do Terceiro Encontro da Família Richetti foi uma grande alegria. Conheci muitos primos, conversei com pessoas de todas as idades, revi alguns que eu não via há muito tempo, conheci um pouco mais de nossa História, algumas cidades da região de Paraí,  onde moram muitos de meus primos, em que se concentra a maioria dos descendentes de meu bisnono Paschoale.

          Obrigado, primos, pela receptividade e pela organização do evento. E que Deus lhes dê muita saúde para que possamos nos reencontrar muitas e muitas vezes ainda.

         Carinhoso abraço em todos!

Euclides Riquetti
03-05-2015