sábado, 14 de maio de 2016
Quando meu coração manda meus olhos
Quando meu coração manda meus olhos te procurarem
Nas ruelas ou vielas de alguma cidade
E eles se alam para te buscarem
É porque ele já sente saudade...
Quando meus olhos saem para te ver em algum lugar
E se vão seguindo apenas alguns rastros
De perfumes que exalas para que eu os possa cheirar
Apenas sigo os brilhos que emanam os astros.
Quando meu corpo encontra o teu e o deseja abraçar
Para te dar os afagos e carinhos de que precisas
E minha canção encontra a tua alma que vem pelo ar
Os anjos abençoam nosso dia e nossas vidas..
Então eu faço uma oração para que continuem nos abençoando
Em todos os dias e em todos os lugares
Porque meus olhos sabem que precisam continuar sempre te procurando
Onde houver desertos, florestas ou mares.
Porque precisam levar-te meu recado:
"Eu te amo!"
Apenas isso... bem assim!
Euclides Riquetti
14-05-2016
Sábado de sol e de cor
Sábado de sol e de cor
Dia de alegria desmedida
De andar livre na vida
Nada de trizteza, nem dor.
Sábado com muita euforia
Dia das doces sensações
De dar asas às emoções
Nada de melancolia.
Sábado dos corpos sarados
Dos corações atirando setas
Dos corações sendo flechados.
Dia de comemoração
Nas almas de todos os poetas
Que escrevem com amor e paixão!
Euclides Riquetti
Dia de alegria desmedida
De andar livre na vida
Nada de trizteza, nem dor.
Sábado com muita euforia
Dia das doces sensações
De dar asas às emoções
Nada de melancolia.
Sábado dos corpos sarados
Dos corações atirando setas
Dos corações sendo flechados.
Dia de comemoração
Nas almas de todos os poetas
Que escrevem com amor e paixão!
Euclides Riquetti
Nasceu um girassol
Nasceu um girassol na beira da estrada
É uma planta divinamente colorida
Que me parece acompanhar, toda exibida
Uma mulher bonita, uma dama encantada.
Nasceu um girassol amarelo, um girassol
Com caule verde e sementes cheirosas
Com caule verde e sementes deliciosas
Um girassol amarelo da cor dourada do sol.
O girassol, do alto de sua soberana majestade
Olhou-me e sorriu seu sorriso largo e generoso
Convidou-me para um colóquio de amizade.
O girassol me sorriu com sua sutil vaidade
Num gesto de garbo, gentil, carinhoso
Me fez lembrar de você com muita saudade...
Euclides Riquetti
É uma planta divinamente colorida
Que me parece acompanhar, toda exibida
Uma mulher bonita, uma dama encantada.
Nasceu um girassol amarelo, um girassol
Com caule verde e sementes cheirosas
Com caule verde e sementes deliciosas
Um girassol amarelo da cor dourada do sol.
O girassol, do alto de sua soberana majestade
Olhou-me e sorriu seu sorriso largo e generoso
Convidou-me para um colóquio de amizade.
O girassol me sorriu com sua sutil vaidade
Num gesto de garbo, gentil, carinhoso
Me fez lembrar de você com muita saudade...
Euclides Riquetti
Perto de teu belo sorriso
Não tenhas medo, tu sabes que eu preciso
Ver melhor teu rosto, sentir teu perfume
Olhar nos teus olhos, que me condenam e punem
Mas preciso chegar perto de teu belo sorriso!
Não te preocupes, não sou um bandido
Nem te justifiques, não dê explicações
Peço-te que entendas as minhas razões
Eu apenas tenho um coração ferido!
Não me rejeites, procura me entender
Sou apenas um homem que tem sangue nas veias
Que tem fogo na alma para te aquecer.
Mais uma vez eu te imploro e eu te digo
Quero ser só teu, espero que creias
Que preciso estar perto de teu lindo sorriso!
Euclides Riquetti
Ver melhor teu rosto, sentir teu perfume
Olhar nos teus olhos, que me condenam e punem
Mas preciso chegar perto de teu belo sorriso!
Não te preocupes, não sou um bandido
Nem te justifiques, não dê explicações
Peço-te que entendas as minhas razões
Eu apenas tenho um coração ferido!
Não me rejeites, procura me entender
Sou apenas um homem que tem sangue nas veias
Que tem fogo na alma para te aquecer.
Mais uma vez eu te imploro e eu te digo
Quero ser só teu, espero que creias
Que preciso estar perto de teu lindo sorriso!
Euclides Riquetti
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Não há tempo que possa apagar...
Não há tempo que possa apagar
Algo que possa ter existido
Algo que se queira lembrar
Não importa quando tenha acontecido
Mas que até hoje nos faz sonhar...
Não há tempo que apague
Memórias que estão registradas
Como não há luz que não se propague
Pela imensidão das estradas
Quando a saudade nos invade...
Nada há que possa impedir
Que os corações pulsem eternamente
Enquanto ainda houver um sentir
Ou uma lembrança latente
Que nos resgate um pequeno sorrir...
Nada há que extinga da nossa mente
Bons momentos que nós vivemos
Que estarão sempre presentes
Nos sentimentos que ainda temos
Doces, ternos e envolventes...
Euclides Riquetti
Algo que possa ter existido
Algo que se queira lembrar
Não importa quando tenha acontecido
Mas que até hoje nos faz sonhar...
Não há tempo que apague
Memórias que estão registradas
Como não há luz que não se propague
Pela imensidão das estradas
Quando a saudade nos invade...
Nada há que possa impedir
Que os corações pulsem eternamente
Enquanto ainda houver um sentir
Ou uma lembrança latente
Que nos resgate um pequeno sorrir...
Nada há que extinga da nossa mente
Bons momentos que nós vivemos
Que estarão sempre presentes
Nos sentimentos que ainda temos
Doces, ternos e envolventes...
Euclides Riquetti
Ande, sutilmente, pelos caminhos do sol
Ande, sutilmente pelos caminhos do sol, e vá encontrar o que você procura. Estenda, gentilmente, suas mãos a quem você ama e entregue-lhe, incondicionalmente, o seu coração, com sua alma desprovida de incertezas, e seus olhos de inefável beleza. Vai, siga em frente, sem preocupar-se com pedras que possam estar em seu caminho, com plantas que em vez de flores lhe oferecem somente os espinhos.
Abra seu sorriso franco que a torna feliz, retribua, com alegria, a cada manifestação carinhosa, e dispense a todos sua atitude generosa. Seja compreensiva com os que duvidam de você, mostre-lhes que você é sincera e verdadeira, porte-se com altivez e galhardia, mas não se esqueça de exercitar, em cada momento, a sua humildade. Você é mais você, em todas as circunstâncias.
Permita, em cada dia, um renascer dentro de você, enseje expectativas em cada um que espera que lhe proporcione algo, esperanças que possam se renovar, possibilidades que se possam reabrir, caminhos que possam, novamente, ser percorridos. Situe-se ao lado do bem, não se importando se os outros pensam diferentemente de você. O que importa, sim, é a paz que restará em seu interior e que você fará resultar nos outros.
Dirija seu pensamento para o Altíssimo, faça-lhe orações despretensiosas, mas carregadas de boas intenções. Queira a felicidade para todos, independente de a terem ou não perdoado em seus pecados ou a aplaudido em suas vitórias, pois a vida nem sempre é dada a derrotas, e nem sempre a conquistar a glória.
Ande, sutilmente, pelos caminhos do sol. E, depois que tiver feito tudo isso, sem que lhe fosse de obrigação ou compromisso, colha as flores que nasceram perto de você, nos caminhos que você trilhou, nos jardins onde as plantou. E verá, certamente, que tudo lhe valeu a pena!
Euclides Riquetti
Abra seu sorriso franco que a torna feliz, retribua, com alegria, a cada manifestação carinhosa, e dispense a todos sua atitude generosa. Seja compreensiva com os que duvidam de você, mostre-lhes que você é sincera e verdadeira, porte-se com altivez e galhardia, mas não se esqueça de exercitar, em cada momento, a sua humildade. Você é mais você, em todas as circunstâncias.
Permita, em cada dia, um renascer dentro de você, enseje expectativas em cada um que espera que lhe proporcione algo, esperanças que possam se renovar, possibilidades que se possam reabrir, caminhos que possam, novamente, ser percorridos. Situe-se ao lado do bem, não se importando se os outros pensam diferentemente de você. O que importa, sim, é a paz que restará em seu interior e que você fará resultar nos outros.
Dirija seu pensamento para o Altíssimo, faça-lhe orações despretensiosas, mas carregadas de boas intenções. Queira a felicidade para todos, independente de a terem ou não perdoado em seus pecados ou a aplaudido em suas vitórias, pois a vida nem sempre é dada a derrotas, e nem sempre a conquistar a glória.
Ande, sutilmente, pelos caminhos do sol. E, depois que tiver feito tudo isso, sem que lhe fosse de obrigação ou compromisso, colha as flores que nasceram perto de você, nos caminhos que você trilhou, nos jardins onde as plantou. E verá, certamente, que tudo lhe valeu a pena!
Euclides Riquetti
Carpintar versos
Euclides - no Parque Municipal de
Belo Horizonte - MG
Vou sair por aí
Para carpintar versos românticos
Quero escrever tantos, tantos
Para ti!
Versos com palavras bonitas
Palavras bem escolhidas
Para ti!
Que meus versos te encantem pretendo
Que talvez não sejam perfeitos, entendo
Mas, se contiverem defeitos, que entendas:
Também os tenho!
E, na imperfeição de meus versos
Eu e meus poemas certos ou incertos
Haveremos de andar pelos parques ou praças
Pelas ruas e pelas calçadas
De mãos dadas...
Minha mãos
Nossa imaginação
Nossas almas abençoadas!
Enquanto isso...
Vou carpintando meus versos
Nossos versos!
Euclides Riquetti
13-05-2016
Nem todas as rosas são vermelhas
Rosas, amo-as e lhes tenho devoção
De todas as cores, de todos os matizes
Amam-nas as donzelas e as meretrizes
Amam-nas princesas e imperatrizes
Sim, amam-nas com paixão!
Nem todas as rosas são vermelhas
Nem tudo o que brilha no céu são estrelas!
As rosas são as flores da nobreza
Perfumam e exalam encantamento
Imagens que se fixam no pensamento
Odores que se espalham pelo firmamento
A propagar o seu charme e sua beleza!
Nem todas as rosas são vermelhas
Nem tudo o que brilha no céu são estrelas!
Ofereço-lhe as rosas e as estrelas
Os perfumes e os brilhos que deleitam
Os jardins e as noites que elas enfeitam
Os laços de amor que em nós se estreitam
Rosas champanhe, brancas e vermelhas!
Euclides Riquetti
De todas as cores, de todos os matizes
Amam-nas as donzelas e as meretrizes
Amam-nas princesas e imperatrizes
Sim, amam-nas com paixão!
Nem todas as rosas são vermelhas
Nem tudo o que brilha no céu são estrelas!
As rosas são as flores da nobreza
Perfumam e exalam encantamento
Imagens que se fixam no pensamento
Odores que se espalham pelo firmamento
A propagar o seu charme e sua beleza!
Nem todas as rosas são vermelhas
Nem tudo o que brilha no céu são estrelas!
Ofereço-lhe as rosas e as estrelas
Os perfumes e os brilhos que deleitam
Os jardins e as noites que elas enfeitam
Os laços de amor que em nós se estreitam
Rosas champanhe, brancas e vermelhas!
Euclides Riquetti
quinta-feira, 12 de maio de 2016
O doce lembrar das folhas dos plátanos
Soltam-se a flutuar as folhas de plátanos exuberantes
Que, em tons multicores outonais cingem a paisagem
Se os verdes cedem o lugar aos alaranjados vicejantes
Os avermelhados se sobrepõem e lhe dão passagem...
Se, no verão, nos oxigenam com os refrescantes ares
Depois do rebrotar nos meses da cândida primavera
Elas sombrearão todos os gramados de jardins e lares
Que enfeitam e presenteiam com inefável quimera...
E, sobretudo, atiçam nossas lembranças infindáveis
Remetem-nos a render-nos aos seus encantos mil
Fascinam-nos com os cenários mais inimagináveis.
Oh, singelo redesenhar dos mais bucólicos sonhares
Singelo acalentar do sentimento mais puro e sutil
Plátanos multicores plantados em celestiais altares!
Euclides Riquetti
12-05-2016
O portal dos sonhos
Quadro de Euclides Riquetti - acrílico sobre tela
Passarei pelo portal dos sonhos para te buscar
Andarei por estradas bucólicas e por asfaltos
E no mar infinito do tempo irei te encontrar
Em caminhos de calmaria, sem sobressaltos...
Retratarei em tela as emoções e sentimentos
Transformarei meus devaneios em realidade
Buscarei teus olhos meigos e sempre atentos
E nos horizontes largos animarei saudades.
E escreverei meus sonetos de amor e de paixão
Espalharei meus versos pelas estradas e os ares
Irei, navegando na manhã pela imensidão...
E chegarei a ti, chegarei animado e contente
Esperarei o grácil momento de me abraçares
E ganharei teus beijos, ganharei certamente!
Euclides Riquetti
12-05-2016
Futebol no céu - crônica
Futebol no Céu (crônica em homenagem a amigos que se foram)
O Táti, zagueirão do Arabutã, morreu e foi pro céu. Lá, tinha uma organização de talentos, que eram alojados por setores. Eram pessoas que um dia brilharam aqui na terra e que o destino as levou para morar lá em cima. Tinha o setor dos atletas famosos: Denner, Adilson, Dirceu e Everaldo, que morreram em acidente de carro; Garrincha, que bebeu além da conta; Serginho e Wagner Bacharel, que morreram em campo; e muitos outros, fora os europeus. Todos estes ouviam, atentamente, os conselhos do Mestre Telê Santana. Tinha o setor dos artistas: Cazuza, que teve aids; o Dollabella, que bebeu todas; o Chacrinha, que animava a Terezinha; o Bossunda, cujo o humor era maior que a bunda; Paulo Autran, esbanjando simpatia; o Paulo Gracindo, nosso Zeca Diabo; Nair Bello, Mussun e Zacarias, que nos fizeram rir muitos dias ( e muitas noites de nossos invernos e verões). João Paulo agora forma dupla com Leandro, e até que combina:" Leandro e João Paulo"! Tinha também O dos talentos políticos: Rui Barbosa, que defendia a honra: Tancredo Neves, a democracia; Toninho Malvadeza, a Bahia; Brizola, que ia contra "os interésses" da burguesia; e Jânio Quadros, que tropeçava nos cadarços de seus sapatos tortos. O Airton Senna driblava as curvas do Reino de São Pedro, o Dílson Funaro dava cruzados nos brasileiros, enquanto os Mamonas Assassinas encantavam, com suas irreverências, os milhares de jovens que morreram, infelizmente, após as baladas de sábado à noite, em acidentes com carros e motos.
O Táti olhou tudo, curiosamente, e procurava por algo. Caminhou por entre as árvores e em meio a muitas roseiras e cravos, lavou a cabeçona numa fonte de água, passou a mão nos olhos e, ao abri-los, deparou com um monte de conhecidos: Lá estava o Bailarino, com algumas sacolas, cheias de camisas, calções e meias: Havia as azuis e brancas, da São José; as pretas e amarelas, do Penharol; as verdes e amarelas, do Grêmio Lírio; as brancas e pretasd, do Vasco da Gama; e, finalmente, as brancas e vermelhas, do Arabutã. Sentiu-se em casa. Finalmente encontrara sua tribo: O Bailarino, poeta, sábio, filosofava e escalava o time: O Orlando vai ser o Goleiro, mas não pode cair do cavalo, pois o Roque Manfredini, que ficou sepultado lá em Porto União, vai ficar na reserva, porque este jogo não é pra profissional. Na lateral direita, o Darci Moretto, pois o irmão dele, o Valcir Moretto, vamos aproveitar na ponta direita, que ele gostava de jogar também lá. na zaga, vamos deixar a posição vaga, pois logo, logo vamos receber um zagueirão que está chegando, e vai ser a principal contratação da temporada. Na zaga, o Tchule, que além de bom de bola, gosta de tocar bateria e batucar um samba. Na esquerda, o Urco, que poderá ser o juiz; daí fica o Jonei Cassiano de sobreaviso, para aquele lado, pois ele sabe defender e apoiar muito bem. Cabeça de área, um problema que é fácil de resolver: deixamos o Olivo Susin mais plantado e o Alberi, que é acostumado a arrumar bombas injetoras, com liberdade pra sair jogando e injetar a bola no ataque. O Jundiá, que é liso e tá meio pesadinho, fica com a oito, armando pro Moretto na linha de fundo, pro Camomila, nas esquerda; e, no ataque, o Alcir Masson, nosso matador, bem na frente, chutando forte e reclamando com o juiz. Bem, eu, o Baixinho, escalo o time e entro lá pelo segundo tempo. O Rogério Toaldo, vai ficar de curinga, e me ajudar a cobrar a mensalidade.
Aí chegou o Juca Santos, Glorioso Presidente, e perguntou: "e o Zagueiro, o Capitão, que você não escalou ainda?"
Bailarino apontou para o lado e gritou: "Chega, Táti, que a número três tá guardada pra você! E daqui a pouco vai chegar um convidado especial: O Guaraná! vamos ter que arrumar uma brechinha também pra ele".
Euclides C. Riquetti - Ouro - SC - escrita em 23-01-2008 e plublicada no Jornal ""A Semana" - Capinzal-SC
O Táti olhou tudo, curiosamente, e procurava por algo. Caminhou por entre as árvores e em meio a muitas roseiras e cravos, lavou a cabeçona numa fonte de água, passou a mão nos olhos e, ao abri-los, deparou com um monte de conhecidos: Lá estava o Bailarino, com algumas sacolas, cheias de camisas, calções e meias: Havia as azuis e brancas, da São José; as pretas e amarelas, do Penharol; as verdes e amarelas, do Grêmio Lírio; as brancas e pretasd, do Vasco da Gama; e, finalmente, as brancas e vermelhas, do Arabutã. Sentiu-se em casa. Finalmente encontrara sua tribo: O Bailarino, poeta, sábio, filosofava e escalava o time: O Orlando vai ser o Goleiro, mas não pode cair do cavalo, pois o Roque Manfredini, que ficou sepultado lá em Porto União, vai ficar na reserva, porque este jogo não é pra profissional. Na lateral direita, o Darci Moretto, pois o irmão dele, o Valcir Moretto, vamos aproveitar na ponta direita, que ele gostava de jogar também lá. na zaga, vamos deixar a posição vaga, pois logo, logo vamos receber um zagueirão que está chegando, e vai ser a principal contratação da temporada. Na zaga, o Tchule, que além de bom de bola, gosta de tocar bateria e batucar um samba. Na esquerda, o Urco, que poderá ser o juiz; daí fica o Jonei Cassiano de sobreaviso, para aquele lado, pois ele sabe defender e apoiar muito bem. Cabeça de área, um problema que é fácil de resolver: deixamos o Olivo Susin mais plantado e o Alberi, que é acostumado a arrumar bombas injetoras, com liberdade pra sair jogando e injetar a bola no ataque. O Jundiá, que é liso e tá meio pesadinho, fica com a oito, armando pro Moretto na linha de fundo, pro Camomila, nas esquerda; e, no ataque, o Alcir Masson, nosso matador, bem na frente, chutando forte e reclamando com o juiz. Bem, eu, o Baixinho, escalo o time e entro lá pelo segundo tempo. O Rogério Toaldo, vai ficar de curinga, e me ajudar a cobrar a mensalidade.
Aí chegou o Juca Santos, Glorioso Presidente, e perguntou: "e o Zagueiro, o Capitão, que você não escalou ainda?"
Bailarino apontou para o lado e gritou: "Chega, Táti, que a número três tá guardada pra você! E daqui a pouco vai chegar um convidado especial: O Guaraná! vamos ter que arrumar uma brechinha também pra ele".
Euclides C. Riquetti - Ouro - SC - escrita em 23-01-2008 e plublicada no Jornal ""A Semana" - Capinzal-SC
Apenas mais uma manhã...
Uma manhã banal
Como outras manhãs banais
Pode ser uma manhã casual
Como outras tais e tais.
Uma manhã tentadora
O meu corpo a te querer
A lembrança encantadora
O que mais pretender?
A manhã inspiradora
Os pensamentos saudosos
Tua pele macia, sedutora
Os momentos só nossos...
O que mais querer?
Querer uma manhã de querer
Apenas mais uma manhã
E, numa manhã, podes crer
Poder crer no amanhã.
A tarde de um amanhã
De um ontem, de um hoje, de um sempre
Pode ser, de repente
Apenas uma tarde vilã...
Mas sempre haverá um mais e um mais
Um bom motivo pra viver
E então, as manhãs banais
Serão manhãs colossais
Serão aquelas manhãs, tais e tais
Que tanto quero reviver!!!
Pois, queiramos ou não, o tempo passa...
(E nós vamos envelhecendo...)
Como outras manhãs banais
Pode ser uma manhã casual
Como outras tais e tais.
Uma manhã tentadora
O meu corpo a te querer
A lembrança encantadora
O que mais pretender?
A manhã inspiradora
Os pensamentos saudosos
Tua pele macia, sedutora
Os momentos só nossos...
O que mais querer?
Querer uma manhã de querer
Apenas mais uma manhã
E, numa manhã, podes crer
Poder crer no amanhã.
A tarde de um amanhã
De um ontem, de um hoje, de um sempre
Pode ser, de repente
Apenas uma tarde vilã...
Mas sempre haverá um mais e um mais
Um bom motivo pra viver
E então, as manhãs banais
Serão manhãs colossais
Serão aquelas manhãs, tais e tais
Que tanto quero reviver!!!
Pois, queiramos ou não, o tempo passa...
(E nós vamos envelhecendo...)
E eu, aqui, m você!
Euclides Riquetti
Euclides Riquetti
quarta-feira, 11 de maio de 2016
O levante do luar dourado
Levanta-se, no fim da tarde, no eldorado
O luar dourado que resplandece
E, ao levitar sobre o mar, extensamente ondulado
De um prateado fulguroso se reveste
Para abençoar o horizonte santificado.
Levanta-se, com a cor do ouro casto e polido
O luar fogoso a redesenhar o agreste
E, ao escalar as nuvens, no acorde sustenido
Energiza os coqueirais perfilados do nordeste
No quadro fantástico pela natureza esculpido.
E os sonhos dos amantes e dos enamorados
Juntam-se no vagar das ondas da imaginação
Enquanto os ideais já quistos e projetados
Juntam-se no eternizar do poema e da canção
No concerto dos ventos gentis ali soprados.
Euclides Riquetti
O luar dourado que resplandece
E, ao levitar sobre o mar, extensamente ondulado
De um prateado fulguroso se reveste
Para abençoar o horizonte santificado.
Levanta-se, com a cor do ouro casto e polido
O luar fogoso a redesenhar o agreste
E, ao escalar as nuvens, no acorde sustenido
Energiza os coqueirais perfilados do nordeste
No quadro fantástico pela natureza esculpido.
E os sonhos dos amantes e dos enamorados
Juntam-se no vagar das ondas da imaginação
Enquanto os ideais já quistos e projetados
Juntam-se no eternizar do poema e da canção
No concerto dos ventos gentis ali soprados.
Euclides Riquetti
De Santa Catarina
Praia de Pajuçara - Maceió - Al
Veio chegando gente...
Uma tropa gente fina
Vieram de onde?
Lá de Santa Catarina!
Vieram cá pro Nordeste
Comeram camarão em bobó
Êta gente cabras da peste
Até dançaram o forró!
Bateram pernas pra todos os lados
Brincaram na areia, pisaram no cisco
Mas o que os deixou maravilhados
Foi navegarem no São Francisco!
Suco de caju, graviola e goiaba
Tapioca da hora, paneladas de cuscuz
Macaxera e peixe, que barrigada!
Muita alegria com essa gente do Sul.
Foi bom conhecer pessoas tão educadas
Verdadeiros laços de verdadeira amizade
Que possamos nos rever em outras jornadas
E que desde amanhã já sintamos saudades.
Dias em que vivemos momentos incríveis
De Joaçaba, Concórdia, Xanxerê. Chapecó e São Miguel
Guardaremos em nós os amigos inesquecíveis
Que fizemos na viagem a Maceió!
Praia do Francês, Maragogi, do Gunga e Marapé
Beleza indescritível que restará na História
Natureza pródiga como a baixa da maré
Paisagens exuberantes que guardaremos na memória.
Abençoa, Deus esses bons viajantes
Nós e nossos caros companheiros
Que nossos futuros sejam longos e brilhantes
Abençoa, deus, todos nós, brasileiros!
Obrigado a todos pela agradável companhia
Obrigado pelo sorriso alegre e espontâneo
Obrigado pelo Boa tarde, pelo Bom dia
Obrigado a vocês, caros conterrâneos!
E que possamos nos reencontrar em outras oportunidades
Não importa quando, nem em qual lugar
E que os reencontros venham precedidos das saudades
Para que juntos possamos comemorar!
Euclides Riquetti
Composto em 08-06-2015 - na despedida de
Maceió, declamado para os amigos da excursão
protagonizada pelo SESC/SC.
Uma tropa gente fina
Vieram de onde?
Lá de Santa Catarina!
Vieram cá pro Nordeste
Comeram camarão em bobó
Êta gente cabras da peste
Até dançaram o forró!
Bateram pernas pra todos os lados
Brincaram na areia, pisaram no cisco
Mas o que os deixou maravilhados
Foi navegarem no São Francisco!
Suco de caju, graviola e goiaba
Tapioca da hora, paneladas de cuscuz
Macaxera e peixe, que barrigada!
Muita alegria com essa gente do Sul.
Foi bom conhecer pessoas tão educadas
Verdadeiros laços de verdadeira amizade
Que possamos nos rever em outras jornadas
E que desde amanhã já sintamos saudades.
Dias em que vivemos momentos incríveis
De Joaçaba, Concórdia, Xanxerê. Chapecó e São Miguel
Guardaremos em nós os amigos inesquecíveis
Que fizemos na viagem a Maceió!
Praia do Francês, Maragogi, do Gunga e Marapé
Beleza indescritível que restará na História
Natureza pródiga como a baixa da maré
Paisagens exuberantes que guardaremos na memória.
Abençoa, Deus esses bons viajantes
Nós e nossos caros companheiros
Que nossos futuros sejam longos e brilhantes
Abençoa, deus, todos nós, brasileiros!
Obrigado a todos pela agradável companhia
Obrigado pelo sorriso alegre e espontâneo
Obrigado pelo Boa tarde, pelo Bom dia
Obrigado a vocês, caros conterrâneos!
E que possamos nos reencontrar em outras oportunidades
Não importa quando, nem em qual lugar
E que os reencontros venham precedidos das saudades
Para que juntos possamos comemorar!
Euclides Riquetti
Composto em 08-06-2015 - na despedida de
Maceió, declamado para os amigos da excursão
protagonizada pelo SESC/SC.
terça-feira, 10 de maio de 2016
Se eu soubesse pintar...
Quadro de Euclides Riquetti - acrílico sobre tela
Se eu soubesse pintar
Começaria pelo teu rosto contente
Pincelaria teu corpo envolvente
Poria vermelho nas unhas de teus pés...
Se eu pudesse pintar
Pintar-te-ia com roupas pretas
Que te tornam bonita, atraente
Que te deixam morena fascinante...
Se eu soubesse pintar
Pintar-te-ia como és:
Com toda a tua exuberância
Com tua beleza e elegância.
Se eu pudesse pintar
Pintaria teu rosto com tinta clara
Cor da primavera que chegara
E o próprio verão cobrir-te-ia com verniz...
Mas, todo o teu corpo
Idealizado, desejado
Eu jamais conseguiria concretizar!
Não eu, nem outro:
Ninguém conceberia o ideal de tua perfeição...
Mas teu beijo
Sensual, gostoso, (ardoroso?)
Eu levaria!
Tuas palavras
Doces, amáveis, (adoráveis?)
Eu também as levaria!
E teus olhos fugidios teriam que fitar os meus e dizer:
"Eu te amo!"
Euclides Riquetti
Começaria pelo teu rosto contente
Pincelaria teu corpo envolvente
Poria vermelho nas unhas de teus pés...
Se eu pudesse pintar
Pintar-te-ia com roupas pretas
Que te tornam bonita, atraente
Que te deixam morena fascinante...
Se eu soubesse pintar
Pintar-te-ia como és:
Com toda a tua exuberância
Com tua beleza e elegância.
Se eu pudesse pintar
Pintaria teu rosto com tinta clara
Cor da primavera que chegara
E o próprio verão cobrir-te-ia com verniz...
Mas, todo o teu corpo
Idealizado, desejado
Eu jamais conseguiria concretizar!
Não eu, nem outro:
Ninguém conceberia o ideal de tua perfeição...
Mas teu beijo
Sensual, gostoso, (ardoroso?)
Eu levaria!
Tuas palavras
Doces, amáveis, (adoráveis?)
Eu também as levaria!
E teus olhos fugidios teriam que fitar os meus e dizer:
"Eu te amo!"
Euclides Riquetti
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