quarta-feira, 15 de maio de 2019

Relembrando do amigo Vítor Savaris





          O primeiro dia da semana veio com o sol emanando energias altamente positivas em seus raios dourados. A temperatura estava agradável e as pessoas se animavam na ida à escola, ao trabalho, ou simplesmente na prazenteira caminhada pelas ruas do Parque e Jardim Ouro. Mas a harmonia da tarde foi quebrada por uma notícia indesejável, mas real... e era alterada toda a rotina tão costumeira ali em Ouro.

           Pela meia tarde ligaram-me vários amigos, em sequência, para informar-me que o nosso amigo Vítor  Savaris tinha falecido. Lamentei muito, pois convivi com ele os últimos 16 anos, tendo-o como colega na atividade pública. Adversários que fomos, tornamo-nos companheiros de jornadas desde 1996. E fomos criando laços de amizade muito fortes. Entendíamo-nos muito bem, nutríamos um forte respeito mútuo.

          Conheci o Savaris nos tempos em que lecionei e trabalhei em Zortea, a partir de 1977,  quando este era ainda um Distrito de Campos Novos. A família dos Savaris (o Nono Selvino e a Nona Amélia), pais do Vítor, moravam ali perto, no Pouso Alto, nas margens do Rio Pelotas. Tinham atividades agropecuárias e um areial. Exerciam forte liderança na comunidade, gostavam de política e de futebol. Eram gremistas fanáticos, todos eles. Até tinham um  time de futebol, o Grêmio de Pouso Alto. E ele, magro e muito alto, era atacante pelo lado esquerdo, corria muito. Marquei-o em alguns jogos nos tempos de aspirante do Grêmio Esportivo Lírio. Na verdade, éramos dois magricelos e ambos muito corredores. Na época já dava para perceber que ele era gente muito boa.
     
          Em março de  1980 voltei a morar em Ouro e, um ano depois, ele também foi lá residir, no Bairro Parque e Jardim Ouro. Não havia sequer 50 famílias ainda por lá. Hojé é o mais populoso daquela cidade. Com forte liderança na Capela São João Batista e no clube de futebol local, foi-se tornando muito conhecido. Lecionei para seus filhos, os quais eram muito educados e dóceis. Recebiam do Vítor e da Nilda um alto padrão de educação familiar.

          Savaris chegou a ser vereador e ocupou o cargo de Secretário Municipal de Transportes e Obras nas administrações dos prefeitos Sérgio Durigon, José Camilo Pastore e Neri Luiz Miqueloto. Conhecia todos os cantos do território do Município e era muito dado com todos os colegas de trabalho. Em 2012 concorreu a Vice-prefeito mas não obteve o resultado que esperava. Pouco tempo depois, foi acometido por doença muito grave, que ceifou sua vida nesta segunda-feira.

          Menos de 60 anos, aposentado há um ano, jovem para os tempos atuais, uma pessoa de grande vitalidade, mas que teve muitos abalos em sua vida.  E acabou não resistindo à doença, infelizmente.

          Na última vez que conversei com ele, estava muito animado, disse-me que tinha ido com os irmãos ver um jogo do seu Grêmio em Porto Alegre, na nova Arena do Clube. Acreditava que iria melhorar, poder curtir a família, ter muitos netos... Mas isso não foi possível!

          Resta-nos guardar dele as boas lembranças do futebol, dos churrascos, da amizade e lealdade no trabalho. Posso asseverar, em qualquer situação, que ele foi um grande amigo... Resta-me rezar a Deus para que lhe dê a Felicidade Eterna, no Reino de Sua Glória! Fique bem, amigo Savaris!

Euclides Riquetti
10-09-2013

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Ouço melancólicas canções outonais

Resultado de imagem para imagens canções outonais


Ouço melancólicas canções outonais
Que chegam para ferir minha alma triste
Canções que eu não ouvira jamais
Que atiçam uma dor que em mim existe.

É uma dor pela impotência de ajudar
De onde brotam sentimentos de desgosto
Que eu espero de minha mente extirpar
Ainda antes dos frios do mês de agosto.

Canções outonais revolvem meu passado
Expõem-me lembranças doces e pueris
Levam-me a tempos que lembro com grado.

Canções outonais levam meu pensamento
Para os olhares mais puros e infantis
Canções que chegam flutuando no vento.

Euclides Riquetti
14-05-2019






A rosa champanhe e o girassol








Cuida a rosa champanhe, quieta
O girassol imponente e vaidoso
Com seu olhar tímido e receoso
Na tarde clara, quente e discreta.

O girassol é rei e a rosa é rainha
No reino encantado do jardim
Solitários, acenam ao jasmim
Embevecido a namorar a vinha.

Descreve o poeta este cenário
Do palco da natureza cândida
Do palco da nobreza lânguida
E toca o sino lá no campanário.

Buscando o seu rosto delicado
Eu me entrego à doce harmonia
Do céu prateado ao fim do dia
Por Deus protegido, abençoado.

E eu aguardo a noite silenciosa
Em que seu perfume vem beijar
Em que você cavalga pelo luar
A sua alma a me esperar ansiosa.


Euclides Riquetti

Amar com paixão

Busco, não sei onde, a resposta de que eu preciso
Para a pergunta simples, algo me parece faltar
Talvez uma nuvem clara, quem sabe o teu sorriso
Pois sinto-me um notívago, um andante a vagar.

Procuro nas estrelas, talvez nos vastos oceanos
Nas montanhas marrom-cinza, talvez nos verdes vales
Na perdição dos corpos, dos pensamentos mundanos
O remédio para minha dor, a cura para  meus males.

Busco, procuro, mas não encontro nenhuma resposta
Procuro, procuro, mas não tenho um endereço certo
A vida não é apenas um jogo, nem uma simples aposta.

A vida é sentir com os olhos, é ver com o coração
É perceber o calor no inverno, e ver água no deserto
É a entrega da alma e do corpo, é amar com paixão!

Euclides Riquetti

domingo, 12 de maio de 2019

O último poema... Minha homenagem ao saudoso André Franquini


Relembrando do grande e jovem amigo... com muito carinho!


          "Professor, faz um poema pra mim?" - Quantas vezes ouvi essa pergunta nos anos em que lecionei lá na Escola Sílvio Santos, no Ouro!
       
          Sempre estimulei meus alunos a escreverem textos diferenciados, em qualquer modalidade que fosse. Aprendíamos a "fazer redação"  juntos. E, como sempre tive em mente de que "se aprende fazer fazendo", e que, para estimular, precisamos dar o exemplo, não apenas mandando fazer ou pedindo para que façam, eu escrevia simultaneamente. Fazer junto para que pudessem sentir que é possível, com liberdade, sem amarras e com estímulo, criar algo que possa encantar alguém. E o poema, ou qualquer texto poético, me encantam, sim!

          E, quando volto a lembrar, saudosamente, de meus alunos, lembro-me de suas atitudes, seus gestos, seus movimentos, alguns com extrema sensibilidade, leitores, criadores. Lembro daqueles que não conseguiam fazer algo extraordinário, mas eu lhes dizia que o importante era que conseguissem transmitir, mesmo que da maneira mais simples, aquilo que  sentissem. E, muitas vezes, sentiam, mas tinham alguns bloqueios, eram acometidos pelo indizível, o inefável, como dizia nosso professor de Literatura, o Francisco Filipak, lá na Fafi, em União da Vitória, no início da década de 1970, quando éramos grandes sonhadores, eu e meus colegas. Sonhadores, porque almejávamos ter um bom emprego, uma carreira profissional e, quem sabe, um dia termos nossos textos publicados em algum lugar.

          Para dar uma certa materialidade ao que os alunos produziam, tínhamos um grupo de professores de Capinzal e Ouro que trabalhava unido. Dedicávamos um bimestre escolar para trabalhar a poesia na sala de aula. Dávamos as condições para que os alunos escrevessem, estimulando-os a lerem suas criacões para a turma, E alguns até tinham talento para a declamação, com serenidade e desinibição. Escreviam, liam, declamavam... Depois, eles mesmos  indicavam as que devessem ser mostradas ao público,  além do âambito da sala de aula. Organizávamos apresentações nos eventos da Escola e, parte das produções,  iam para o "Recital de Poesias", que realizávamos no auditório do Colégio Mater Dolorum. No palco deste, os alunos se superavam, recebiam os aplausos e se emocionavam.

          Um dos anos mais marcantes foi o de 1998. Realizamos o Recital, um aluno fazia a locução, ( e, destes,  dois seguiram a carreira e são bem sucedidos: o Éder Luiz, do portal ederluiz.com;  e o Marlo Matiello, da Rádio Capinzal e do portal vejaovale.com.br), e foi um evento maravilhoso. Até filmamos em vídeo. Passamos o filme nas escolas nas semanas seguintes, pois isso gerava muita motivação, já visando as ações seguintes nas escolas.

          Meu aluno André Franquini, do Ensino Médio, declamou um poema de sua autoria, muito bonito. Ele era estudioso e talentoso. Era um orgulho para seus pais e suas irmãs.  Nosso também. Vimos o vídeo, ficou muito bom. Ele estava contente. Declamou com camisa branca e um colete bordô, que guardo até hoje comigo...  E, agora,  estou eu cá, com as palavras saindo com dificuldade, não sei mais por onde seguir...

          Acontece que, numa noite da  primavera daquele ano, eu dei a última aula da noite na sala dele.  Ele me fez muitas perguntas,  era indagador, um investigador da vida, um irrequieto perguntador, mas um sereno e educado ouvinte. E emitia sua opinão com elegância, moderação. Era muito querido pelos colegas e pelos professores.

          No outro dia, fui a Joaçaba e, na volta, quando chegava ao Parque e Jardim Ouro, vi um movimento de pessoas ali na Rodovia, os policiais com suas pranchetas, algo acontecera, eu sentia em mim algo preocupante. Desci do carro e fui ver. Perguntei a uma pessoa o que havia acontecido e me disse que houve um acidente, que um menino descera pela rua lateral  com sua bicicleta sem freios, vinha freando a roda da frente com a sola do tênis, fazia isso sempre, mas naquele dia não deu certo e fora parar embaixo do rodado traseiro de um caminnhão.  Perguntei se o haviam levado ao Hospital e me disseram que não,  que ele perdeu a vida ali mesmo... Era nosso aluno André!

          Ficamos todos abalados. Uma comoção, um grande desespero tomou conta de todos nós, amigos dele e da família. As duas irmãs e a mãe  foram alunas minhas. O pai, meu amigo pessoal. O André, aquele doce rapaz com que eu muito me afinava, tínhamos em comum o hábito de gostar de poesias, de  compor, de declamá-las, tinha partido...

          Na cerimônia religiosa de despedida, rodaram o vídeo com ele declamando. Parecia uma despedida dele... havia uma angústia em suas palavras, em seus gestos, em sua expressão... Algo marcante, que ainda me faz chorar quando lembro daquele menino, um rapaz já, que gostava de poesia...Deve estar no céu, dividindo seus poemas com os anjos...

Euclides Riquetti
29-07-2013

Feliz dia das titias mães!

Resultado de imagem para fotos mães adotivas


       As titias mães estão sempre presentes na vida de quase todas as famílias. São aquelas que, por uma ou outra razão, não puderam ou não desejaram ter filhos. Mas amam seus sobrinhos ou afilhados como se fosse seus próprios filhos.

       As titias mães gostam de acarinhar crianças. As titias mães gostam de sentir-se mamães de coração. Essas titias mães são eivadas de grande sensibilidade. Elas amam como se fossem verdadeiras mães biológicas.

       Elas gostam de dar presentes maravilhosos para seus filhos de coração. Elas dão muito amor e carinho para eles. Elas têm uma grande reserva de amor armazenada no coração, e quando encontram as crianças que protegem, derramam baldes de bênçãos e carinhos sobre elas.

       Na verdade, as mulheres são muito mais sensíveis que os outros seres. O sentimento de mãe está mesmo naquelas que não tiveram filhos. Há, também, as mães que adotam crianças, são as mães adotivas. Adotam as crianças num primeiro momento, mas dispensam a elas tanto amor que acabam por serem adotadas por estas.

       Nesta dia tão importante no nosso calendário, quero desejar felicidades à Titia Mamãe Michele, que ontem e hoje esteve acarinhando Ângelo, filho do Fabrício e da Luana, em São José dos Pinhais. Ela que sempre dá muito carinho à afilhada Júlia, filha da Caroline. Também à Maria Eduarda, filha da sua amiga e comadre Luciana Traverso.


A todas as mães, biológicas ou de coração, um carinhoso e santo abraço!

Euclides Riquetti
12-05-2019
     
     

Dormem os sonhos na madrugada






Dormem os sonhos durante a madrugada
Cuidados pelos anjos que não dormem
Dotados de asas brancas que se abrem
Quando voam pela vastidão estrelada...

Savanas e campos, jazem adormecidos
Preparados para abrigar corpos dourados
Lentamente tornados em jardins floridos
Lotados pelos lírios alegres e coloridos...
Elucidam mistérios perdidos no passado
Vertidos em versos cândidos compostos
Cuidadosa e harmonicamente dispostos
Cantados no coro dos anjos anunciados.

Real cenário que se organiza na ilusão
Nada igual haverá no mundo, não haverá
Procuro dar asas à força  da imaginação.
Barcos me levam para te buscar no mar
Profundas águas embalam meu coração...

Levo na mente o desejo de teus lábios
Adocicados de prazer e efêmero desejo
Doces como os ventos dos presságios
Pedem por teu corpo e por teus beijos!

Euclides Riquetti
25-01-2017

Torta de morango, com nata



Quero torta de morango, com nata
Quero comer a delícia
Com um pouco de malícia
E te fazer uma serenata.

Quero torta de morango, com nata
Quero devorá-la inteira
Na tarde prazenteira
Em que o amor me arrebata.

Quero que tenha chantili
Recheio de coco e  chocolate
Enquanto meu coração bate
De tanto amor que tem por ti.

De  morango avermelhado
Quero com doce de leite
Que me queira, que me aceites
Sou eterno namorado!

Euclides Riquetti

sábado, 11 de maio de 2019

Meu livro "Crônicas do Vale do Rio do Peixe e outros lugares" - onde comprar


Resultado de imagem para fotos livro Crônicas do Vale do Rio do Peixe e outros lugares riquetti



       Lancei, há 30 dias, em Ouro, meu livro “Crônicas do Vale do Rio do Peixe e outros lugares” – que envolvem lugares e personagens reais das cidades de Capinzal, Ouro, Zortea, Joaçaba, Lacerdópolis, Treze Tílias, Porto União, União da Vitória e Curitiba. Cidades onde morei ou onde tive incursões. 

Os livros estão disponíveis e podem ser adquiridos, ao valor de R$ 20,00, nos seguintes locais:

1)      Loja DECOR SHOP, em Capinzal, nos altos da Rua XV de Novembro,  loja no prédio da Rede Feminina de Combate ao Câncer.

2)      Casa do Artesanato, conhecida como a “Casa de Vidro”, na Praça Pio XII, centro de Ouro. 

3)      Comigo mesmo – quando me encontrarem na rua. Para as cidades de Capinzal, Ouro-Lacerdópolis, Joaçaba, Herval D ´Oeste e Luzerna, faço a entrega em domicílio.

4)      Estou verificando a forma mais fácil e barata de enviar livros por algum meio de transporte, sendo que, neste caso, os custos de remessa serão incluídos, aumentando um pouco o seu preço. 

Fiquei muito contente com a receptividade pelos meus leitores e agradeço pelo prestigiamento. Se puderem indicar aos amigos, agradeço. Se eu tiver êxito em meu planejamento de distribuição, poderei editar “Crônicas de Rio Capinzal”, com histórias e personagens do território do antigo Distrito de Rio Capinzal, que compreendeu, no passado, as atuais Capinzal, Piratuba, Ouro, Lacerdópolis e Presidente Castello Branco.



Abraço sincero do

Euclides Riquetti 

11-05-2019

Adorável Pecadora

Resultado de imagem para Adorável Pecadora marilyn imagens


About Marilyn Monroe:



          Pessoas são providas de virtudes e defeitos. Não há o "ser perfeito", praticamente não há unanimidade sobre coisas e pessoas, tanto que existe um dito munto popular: "toda a unanimidade é burra". Então, há convergências de opinião maiores ou menores. Num julgamento, quando tribunais de juízes decidem por unanimidade, embora seja a decisão que eles têm como a justa, há pessoas que não concordam com eles. Também nas câmaras legislativas, votações por unanimidade, contra ou a favor de algo, são condenáveis por uma maioria ou minoria dos cidadãos contextuados como "opinião pública".

          Uma dessas unanimidades, por seu talento e beleza, foi Norma Jeane Mortenson, americana, que fez par com Ivo Livi, ítalo-francês, em "Let´s make love", que literalmente pode ser traduzido como "Vamos fazer amor" ou "Façamos amor". O filme, entretanto, teve seu título lançado ao Brasil, em 1960, como "Adorável Pecadora".  Ah, leitor (a), começas a buscar uma faísca de entendimento?  É um dos 30 filmes estrelado por "La Monroe". Melhor, agora, né? Ah, o né? (não é?), seria o "isn´t it?" dos americanos, da turma lá de Los Angeles, onde a celebridade nasceu como Norma Jeane e,  aos 18 anos, adotou o nome Marilyn porque era bastante popular entre os americanos e, Monroe, porque era o sobrenome de sua avó materna. E o italiano da Toscana, Ivo Livi, virou o franco "Yves Montand", que também fez mais de 30 filmes e, dizem, até namorou a atriz. Ambos atuavam como atores e cantores.

          Contrariando a opinião de muitos de que pessoas muito bonitas arrumam emprego nos meios artísticos pela sua beleza, Marilyn Monroe tinha muito talento. Nasceu em 1926, viveu até em orfanato, casou-se, pela primeira vez, aos 16, trabalhou em fábrica,  divourciou-se aos 20, quando fez seu primeiro contrato com a 24th Century Fox, ganhando US 125.00 por semana, o que era bastante para a época. Fora descoberta pelo fotógrafo Davis Conover, e dali para o estrelato foi uma questão de tempo, curto tempo.

          No filme que assisti, e recomendo para você, produzido em 1960,  ela é uma atiz de teatro que sensibiliza um rico empresário, bilionário, interpretado por Montand. Sensual, encantadora, jovial e sedutora. Passam-se, no filme, aquelas cenas de comédia romântica, que assistíamos no Cine Glória, em nossa adolescência. Na época, achávamos aqueles "filmes de amor" muito chatos. Preferíamos o "Tarzan", o "Mazzarópi", o "Ringo" (Guiliano Gemma), e outros westerns, com uma mega troupe de atores holliudianos. Agora, comparo-o aos modernos filmes românticos a que assisto no Telecine Touch.

Ah, La Monroe disse, um dia: "Eu também tenho sentimentos. Ainda sou humana. Tudo o que eu quero é ser amada pela pessoa que sou e pelo meu talento". É, amigo (a), talento e beleza inquestionáveis, na atriz que nos deixou com apenas 36 anos, muito sucesso, e cuja a morte até hoje não foi bem explicada. Sou seu fã, Marilyn Monroe.

Euclides Riquetti
03-06-2012

Não me importa qual o perfume das flores


Resultado de imagem para fotos de flores perfumadas




Não me importa qual o perfume das flores
Todas elas me atraem  e me seduzem
Não importa quais sejam as suas cores
Mas sim os encantos que produzem...

Não importam quais as mãos que as plantaram
Todas o fizeram com amor e com carinho
Não importa com quais  águas as regaram
Ou se tenham ramos ternos  ou de espinhos...

Importa-me, sim, que sejam flores, apenas isso
Que possam deleitar-nos com sua doce singeleza
E que possam sorrir  com todo o garbo e todo o viço...

Flores de todas as cores, matizes e perfumes
Flores que inspiram os poetas por sua beleza...
Flores que te entrego porque tu  me seduzes...

Euclides Riquetti

Vento moreno de outono



 
 
 
 
 
Venta o vento moreno de outono
Venta e venta...
Cai a pálida folha, vencida no tempo
E venta o vento.

Brilha o brilho do sol brilhante
É maio, maio de mês
É a noiva que noiva, que sonha
Sonha com a noite da primeira vez...

Cintila a estrela prateada
Na madrugada
E sibila o vento na gélida  noite
Embala a noite, adentro avançada...

Escreve o poeta o poema, e a noite
É a moça, a musa
E os versos, dispersos, não rimam: fascinam
E a noite provoca, encanta, abusa!

E viva você, tema do canto
Viva, viva!
Como o barco que vai, flutuando, leve
Na noite breve
Festiva!

Euclides Riquetti
07-05-1997