terça-feira, 13 de agosto de 2019

Talvez as madrugadas se escondam



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Talvez que as madrugadas se escondam
Preciosamente, atrás da cortina branca
Tocadas por tua alma encantada e santa
Beijadas por teus doces lábios rosados
Ternamente,  em cor suave,  adocicados.

Ando à procura de que me respondam
Àquelas perguntas nem bem formuladas
Intimamente em tua alma guardadas...
Versos escritos pelas próprias mãos
Quando me perco na mais forte paixão.

Sabem os deuses de meus sentimentos
Eternamente moldados e esculpidos
Mergulhados nos sonhos dos cupidos
Platinados pelo passar de tantos anos
Medianamente teimosos e profanos.

Sempre, a cada dia, em todos os lugares
Brilham teus olhos de musa inspiradora ...
Cantam os anjos a canção alentadora
Achada nos cadernos e nas partituras
Trazidas nas madrugadas frias e puras.

Amada sejas, sejas mulher muito amada
Sempre esperando pela mais bela flor 
Prazeres satisfeitos com muito amor! 
Sedenta de meu afago e de meus beijos...
Trazendo em Teu peito os ternos desejos.

Euclides Riquetti
25-05-2017




Ombros morenos

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Quero beijar seus ombros morenos
Deliciosamente serenos..
Beijar suas mãos bonitas
Graciosamente catitas..
Beijar seus olhos cativantes
Amavelmente brilhantes...
Enfim, seus lábios rosados
Com maestria desenhados!

Quero acariciar seus ombros macios
Deliciosamente saborosos e  sadios..
Acariciar suas mãos elegantes
Graciosamente atraentes...
Acariciar seus olhos encantadores
Amavelmente sedutores...
Beijar seus lábios provocantes
Que me levam a excitações...
Estonteantes!

Apenas isso...
Bem assim!

Euclides Riquetti
26-05-2017

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Poetas precisam de paixão


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Poetas precisam de paixão
Precisam de inspiração...
Precisam tanto do ar
Quanto precisam do mar...

Navegam entre a calmaria
E a turbulência...
Rezam a Ave Maria
Com eloquência...

Poetas endoidecem
E até padecem...
Padecem por falta de amor
E do perfume de uma flor...

Imergem nas incertezas
Dos mares bravios...
São capazes de proezas
Que nunca antes se viu...

Poetas anciãos ou meninos
Todos buscam um destino:
Declarar o amor e a paixão
A quem querem de coração...

E eu, que sou poeta louco
Mas não sou herói nem bandido
Dou-te meus poemas todos
Dou-te meu cuore ferido!

Euclides Riquetti
14-01-2016

A Educação nos Tempos da Democracia



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        Após a redemocratização do País, com o restabelecimento das eleições diretas para escolhermos o Presidente da República, fomos governados por Fernando Collor/Itamar Franco, Fernando Henrique, Lula , e Dilma, Os três últimos nos governaram por uma período que totaliza 21 anos e oito meses. Entrei para a escola com 8 anos, estudei durante 15, e neste tempo, consegui concluir meu curso universitário, com Licenciatura Plena em Letras/Inglês poucos dias antes de completar 23 anos. Fiz carreira como professor, trabalhando por 31 anos em sala de aula, em instituições públicas, particulares e comunitárias, fui diretor de escola e Secretário Municipal de Educação. Mas, sobretudo, busquei aprofundar-me nos assuntos da aprendizagem, mais do que nas políticas educacionais, que sempre foram muito voláteis. Li e ainda leio muito sobre o assunto, e observo o ser humano constantemente. Formo meus conceitos sociológicos e navego por outras ciências que dizem respeito ao homem e à mulher. 

       Seguidamente, troco umas ideias sobre Educação com professores experientes, profundos conhecedores do assunto. e procuro chegar a uma reflexão sobre o que faltou para nossa sociedade, em especial para a juventude, não apenas pelo fraco aproveitamento escolar, a evasão, a deficiência em saberem calcular e a má qualidade na escrita, e mesmo na interpretação do que é lido. De uma forma geral, por falta de interesse ou mesmo por deficiência, vemos pouca evolução na aprendizagem. Houve maior titulação do professor, foi-lhe garantido um piso nacional de salários, as escolas melhoraram a oferta de recursos tecnológicos, o meio virtual suplantou o físico ( e para mim, em termos de aprendizagem, não mudou muito, pois ganhamos de um lado e perdemos de outro).

       Mas os baixos índices do aproveitamento escolar são menos graves do que nos resultou a falha desses governos no campo social, onde se falou muito e não se agiu pontualmente, resultando-nos uma sociedade frágil, debilitada e desigual, e isso se acentua gradativamente. E, sobretudo, violenta!

        Se tomarmos os números da violência, veremos que as mortes ocorrem em maiores percentuais envolvendo  pessoas que estão nas faixas abaixo dos 35 anos. Então, as pessoas que estão sendo mortas, vítimas do tráfego, do tráfico,  de qualquer tipo de violência física ou com armas, e as que estão matando, estavam cursando o Ensino Fundamental à época desses três governos. Os que começaram a alfabetizar-se nos primeiros anos de Governo FHC já poderiam ter cumprido quase que dois ciclos completos de estudo. E os nascidos no governo  pós militar, quando a disciplina de escancarou,  são justamente os que estão mais envolvidos em crimes,  porque falharam a Educação e o Social. Os adultos, que frequentaram ou não as escolas nesses anos, ou que nunca experimentaram o apoio do serviço social, ainda são os que estão menos envolvidos em episódios de violência e, pela formação pessoal e familiar herdada, sabem respeitar para serem respeitados.

       Falharam. Não fizeram o que tinha que ser feito. As famílias se degeneraram. O respeito para com o semelhante sumiu. Os meios de comunicação ajudaram a banalizar a seriedade, evidenciando como direito para as pessoas o “fazer o que se quer e dizer as bobagens que se quer”, tudo em nome da Democracia, o que é um equívoco. Considero o comportamento humano no Brasil, principalmente nos meios onde “produz a cultura” através de obtenção de dinheiro fácil, sob os auspícios de governos, com o nosso dinheiro, uma temeridade. E é ali onde mais se propagou a ideia de um pretenso direito de se fazer o que quer em nome da liberdade e da cultura. Enquanto isso, as pessoas sérias e trabalhadoras, as que estudam e buscam vencer na vida através do estudo e do trabalho, acabam sofrendo como vítimas dos oportunistas e aproveitadores e almejam uma importante mudança na sociedade. O novo Governo está tentando acabar com a bagunça. Enquanto isso, aquela emissora que perdeu a mamadeira nas tetas do Governo, com seus jornalistas raivosos e que se acham os donos da verdade, está temerosa com a entrada da emissora de TV da CNN News no Brasil, que vem contratando uma equipe de jornalistas fabulosa, com nomes da envergadura de William Waak, Evaristo Costa, Mari Palma, Phelipe Siani e Luciana Barretto, e outros mais. A Tv aberta está para a Tv a cabo, como o telefone fixo está para os smartphones!

Euclides Riquetti
Publicado no Jornal Cidadela - Joaçaba - SC - 
em 09-08-2019

Tecendo Versos...





Tecendo versos, carpinto uma poesia
Traçando linhas sutis ou curvas tortas
Batendo asas nas ondas das melodias
Vai minha alma pra ver se te importas
Planar nos ares com leveza e maestria
Longe de meus olhos que te buscam
Alentar as saudades que me ofuscam...

Por mares te busco nos ventos bravios
Trilhando os ares, na manhã ensolarada
Decidido a te encontrar em calor ou frio
Olhando por você na longa madrugada.
Presença constante enquanto eu sorrio
Luto pelo teu amor com forte devoção
Retorno  pra te buscar na nova jornada
Teimando em conquistar o teu coração.

Motivo de minha inspiração e vontades
Sorriso largo que me seduz e me encanta
Alentos para meu ser e minhas vaidades.
Nave a navegar, és voz que chora e canta
Vais pelo universo buscar tua felicidade
Rezando  pelo Deus que nos fortalece.
Quando o sol volta , de novo, a brilhar
Tento chegar até ti, para poder te beijar!

Euclides Riquetti
27-05-2017

Viciei-me em você!



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Viciei-me em você
Deliciosamente
Freneticamente
Viciadamente!

Viciei-me em você
Com toda a energia
Com a sua alegria
Com sua maestria!

Viciei-me em você
Não devia ser assim
Deveria gostar de mim
Gostar, amar,  enfim!

Viciei-me em você
Viciei-me errado
O vicio do pecado
Desalmado!

Deliciosamente
Freneticamente
Viciadamente!

Euclides Riquetti

Voejam meus sonhos




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Voejam meus sonhos sobre os escombros
Sobre ruínas de uma realidade corrompida
Paira sobre a tua alma a nódoa enegrecida
Planam sobre ti todos os meus assombros.

Revoam os pássaros e cantam as cigarras
Correm as águas turbulentas, avolumadas
Batem nas pedras tristes e esbranquiçadas
Esvoçam teus olhos em meio a algazarras.

Velejam os barcos nos mares dos tempos
E tu não vens... tu não voltas... tu choras
E vão-se meses, as semanas, vão as horas
E vêm as dores a abalar meus sentimentos

Euclides Riquetti
Voejam meus sonhos

Pedi pra garça




Pedi pra garça levar meu recado
De menino travesso
De menino apaixonado
E entregar pra gaivota
Que bronzeia suas costas
Na beira do mar...

Pedi pra garça que lhe dissesse
Que em alguma cidade
Há alguém que não a esquece
Que a ama de coração
Que reza por ela com devoção
Em algum lugar...

E a garça cumpriu com a missão:
Levou o poema do poeta
Para alojar em seu coração!
E o recado mandado
Pelo romântico enamorado
Se espalhou pelo ar.

E todo mundo viu
Todo mundo percebeu
E todo mundo sentiu
Que um poeta louco
Quer pelo menos um pouco
Seus lábios beijar!

Euclides Riquetti

domingo, 11 de agosto de 2019

Meu pai: uma lição para toda a minha vida

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          Dia dos pais, dia de reflexão! Dia de, quem ainda o tem, dispensar-lhe o abraço carinhoso, dizer-lhe que o ama, talvez dar-lhe um presente bonito, quem sabe uma camisa, uma calça, ou um par de sapatos. Ou uma assinatura de jornal ou revista, quem sabe um livro. Dia de levá - lo para um almoço, provavelmente  ver um jogo de futebol, jogar uma sinuca, tomar um sorvete. Dia de comemorar!

          Recebi telefonema do filhão Fabrício, que mora com a esposa Luana e o filhinho Ângelo em São José dos Pinhais. Não tem como dar-nos um abraço mútuo. Telefonema da Michele, que estava  em Ponta Grossa e mora em Curitiba, sempre muito alegre e preocupada com a gente.  Falei com a Caroline, que está na casa dela, em Joaçaba. . A Carol que nos deu a Júlia, com quem a gente se entende muito bem. Coisas que muito valorizo, fico contente, gosto que me liguem a toda hora, que me contem sobre o seu trabalho, o seu lazer, as suas inquietações. Gosto deles, tenho amor extremado por eles, são a razão de nossa vida.

          Tive um pai maravilhoso, perdi-o em 1977, ele tinha apenas 55 anos. Guerino era seu nome, nome de "guerreiro". Era uma pessoa muito culta, tenho muita semelhança com ele, assim como tenho com meu filho. Lembrei-me, hoje, que minha mãe fazia um bolo para ele no Dia dos Pais. Sempre! Ele comprava refrigerantes, coisa que não era muito comum na época.  E nós lhe dávamos alguma uma coisa,  simples que fosse, tipo um par de meias, algo assim. Mas era de nosso coração.

          Mesmo depois de 42 anos, lembro-me dele como se tudo fosse como na época. Sonho muito com ele. Ele sempre me parece estar bem. Mostra sua calma, sua capacidade de compreender-nos. Quando ele se foi, encomendei uma placa de bronze com sua foto em porcelana, com a gravação de frase: "In médio virtus". Pode ser também "In médio stat virtus".  Foi a frase do filósofo Aristóteles que ele me mandou numa carta que me escreveu nos temos em que eu estava na Faculdade, em União da Vitória, para dar-me um conselho. A frase em latim,  que me pauta até os dias de hoje. "A virtude está no meio". Quando o encontrei, perguntei-lhe o que queria dizer com isso. Respondeu-lhe: "Não seja um muito pra frente, um prafrentex, como vocês jovens costumam dizer. Mas nem um "pratrás", um para trás, que se deixa passar a perna pelos outros, ou alguém que não acompanha a evolução das coisas, do mundo".

          Foi uma grande lição que ele me deixou, além de muitas outras: trabalhar e progredir honestamente, estudar, respeitar para ser respeitado. Agora, lembrar sempre disso, rezar sempre por ele,  ter isso em conta e dar aos filhos o mesmo carinho que meu pai me deu...
Atualizado em 11/08-2019 - em Canasvieiras - Florianópolis - SC
Euclides Riquetti

Obrigado, mãe! Obrigado a todas as mães!







 

           Mãe:

          Não escreverei uma bela mensagem de amor, nem direi que a minha foi a melhor mãe do mundo. Apenas direi que a perdi há treze anos, tão logo entramos no novo milênio. E que ela me deu boa educação e ajudou-me nos momentos mais difíceis. Vibrou quando nasceram minhas filhas e meu filho. Chorou quando perdemos meu pai e meu irmão. Comemorou comigo as minhas vitórias e chorou comigo os meus reveses. Foi minha mãe, foi o que um filho pode esperar dela. E sei que sempre morei em seu coração!

          Mas, nesta data tão especial, fico a lembrar daquelas mães que perderam seus filhos, contrariando a lógica de que são os filhos que devem enterrar os pais. Rezo por elas porque sei o quanto sofreram com as perdas que não podem ser compensadas por serem definitivas. Rezo por elas e sempre que posso lhes manifesto meu afeto, carinho e  meu sentimento humano.  Mas sei que, apesar de tudo, elas não esquecem jamais dos filhos que geraram, amaram e perderam.

          Rezo para aquelas que foram mãe e pai, pois perderam o companheiro  e tiveram que dar conta de prover seus filhos de educação, instrução e sustento. E por aquelas cujos filhos foram para longe dizendo que voltariam e que se esqueceram de voltar...

          Rezo também para que meus filhos e os dos outros pais possam ter-nos por muito tempo. E nós também possamos tê-los da mesma forma. E me sinto como um menino frágil que sente as coisas com o coração,  mas impossibilitado de evitar que a dor esteja presente no coração das mães.

          Rezo pelas mães jovens para que,  no mundo difícil, intolerante e constantemente mutável,  possam ter energia para cuidarem dos filhos que geraram. Rezo pelas mães que são  minhas amigas  pessoais e  virtuais que, no Dia das Mães, postam nas redes sociais  as fotos de seus amados filhos sorridentes que as deixam felizes e orgulhosas. Rezo pelas mães já avós, pois  são mães duplamente.

           Rezo! Rezo porque acredito que um Ser Supremo pode ajudar a  amenizar os sofrimentos, pode dar esperanças de que um dia todos se encontrarão novamente  e para que haja a vida eterna, quando as mães e os filhos possam estar todos juntos, um dia, no céu!

Obrigado, mãe, obrigado a todas as mães!

Euclides Riquetti

Feliz aniversário, Mãe! Feliz aniversário, pai!



 

 
 
          Minha mãe estaria de aniversário, hoje, se estivesse ainda conosco. Meu pai faria aniversário no dia 07 de agosto. Nasceu em 1921. Minha mãe  neste 11 de agosto, nascida em 1923.  Eram leoninos... Viveram juntos até 18 de junho de 1977, quando ele nos deixou vitimado por grave doença. Tinha 55 anos. Ela nos deixou em 09 de janeiro de 2000, na chegada do novo milênio, aos 76. Hoje, estão lado a lado, no campo santo da Vila São José, em Ouro. Lá está com eles o mano Ironi, que se foi em 04 de maio de 1998, aos 51 anos.  Estão perto dos seus familiares, da família Baretta e Richetti/Riquetti.

         Saudades, dá saudades, sim...  Sempre! É tudo como se fosse ontem, como se o tempo não tivesse passado, como se nada houvesse mudado. Sentimentos reais e verdadeiros são permanentes, eternos, não fugazes. Sentimentos, laços de família, são a expressão do amor mais singelo e verdadeiro, aquele que não se apaga, não se extingue, não se deixa abalar.

         Saudades, dá saudades, sim... Porque quem amou e foi amado não esquece nunca. Não importa se foi uma vida de facilidades ou dificuldades. Não importa que os dias tenham sido diferentes, que em alguns tenham havido tempestades ou alegrias... Importa, sim, é que tenham sido vividos com intensidade, que tenha havido o respeito mútuo, o amor mútuo. Importa, sim, que a memória nos compila a irmos em busca das lembranças que estão escondidas em nosso ideário. Importa que tenhamos a condição de perceber que um dia eles foram importantes e que isso não se extingue. Importa que guardemos em nosso coração uma elevada gama de carinho para podermos expressar nosso afeto para com eles. E, minha maneira de homenageá-los é reviver os sentimentos e lembrar dos bons momentos. E, sempre que possível, manifestar-me aqui, dividindo com meus leitores minha sensibilidade.

          Feliz aniversário, mãe Dorvalina. Feliz aniversário, pai Guerino!

Euclides Riquetti

Guerino Riquetti (Richetti) - O Seminarista - década de 1930 - Vila Pompeia - SP

Replay:

 Descobri, na web! Quem procura, acha! Fotos de meu pai e seus colegas do Seminário São Camilo, da Vila Pompeia, em São Paulo, na adolescência dele. Encontrei no "Acervo da Provincia Camiliana do Brasil"... E está aqui para os seus familiares se deliciarem...

 

 

A06.P008.F010

http://acervo.camilianos.org/files/original/A06.P008.F010.jpg

 No plano superior, o segundo da esquerda para a direita, meu pai, Guerino Richetti... O segundo da direita para a esquerda, o primo de minha mãe, Albino Baretta, também noviço, mais tarde "Padre Albino Baretta".

 

Título



Guerino Riquetti/Richetti - meu pai!




http://acervo.camilianos.org/files/original/A01.P011.F022.jpg

No terceiro plano, o segundo da direita para a esquerda, meu pai, então Guerino Richetti, ( o mais alto) depois tornando-se Riquetti, aos 16 anos de idade, no Seminário São Camilo, na Vila Pompeia, em São Paulo. Encontrei isso hoje na web Emocionei-me... em outras palavras: primeiro muita alegria, depois lágrimas de saudades... de nosso querido pai! E, no mesmo terceiro plano, o segundo da esquerda para a direita, o noviço Albino Baretta (que tornou-se padre Albino), parente e colega de Guerino, ambos personagens de minha crônica...

 

Título

Colaborador

Pe. Antonio Longato & Pe. Carlos Pigatto

Idioma

pt-br
 http://acervo.camilianos.org.br/files/original/E458.N0405.jpg

Edificação do Seminário São Camilo, na época.