terça-feira, 31 de dezembro de 2019
Dezembro nos dando adeus... amigos partiram...
O mês de dezembro e o ano estão terminando. Muito calor aqui no Sul, muita gente se movimentando, buscando as praias para banhar-se. Mas, para muitos, não houve alegria...
Nos últimos dias tivemos perdas que nos comoveram. Primeiro, dois dias antes do Natal, houve aquele acidente aqui em Joaçaba, em que o Luciano Matos de Souza, 38 anos, marido da colega professora e diretora escolar Lúcia Giacometti, pai do Luiz Miguel, bateu-se, com sua moto, contra o carro de seu pai. Ele deixara aqui o caminhão de seu trabalho, pegara a moto e voltava para sua casa, em Ouro, para passar o Natal com a esposa e os filhos. A última vez que o vi, foi há pouco tempo, quando houve uma festa em comemoração ao aniversário da Escola Prefeito Sílvio Santos, em que recebemos homenagens. Veio à mesa onde estávamos, conversamos, perguntou-me sobre o Fabrício, falou-me do menino dele. Agora, o fim trágico a despedida...
Depois foi o acidente com o Cléo Azevedo, 35 anos, meu ex-aluno, dos tempos da Sílvio Santos, que capotou seu carro no Bairro Navegantes, no Ouro. Encontrei-o algumas vezes, neste ano, aqui em Joaçaba, num restaurante, onde fazia suas refeições aos sábados, junto com seus patrões e colegas de trabalho, os Vanzin. Vários de seus colegas também foram meus alunos. Joguei futebol com ele para o time do Bairro Navegantes, eu já veterano e ele jovem, uma dúzia de anos atrás. Trabalhava na construção civil, tinha esposa e filha. O seu principal legado foi a doação de seus órgãos vitais, que foram retirados no Hospital Santa Terezinha, o HUST, na semana passada, e encaminhados para dar vida nova a outras pessoas. Um gesto humano da família, algo muito bonito. Seu coração vai continuar a pulsar em outro corpo, mas é algo seu que aqui permanece. Fique bem, amigo!
Agora, no fim de semana, a perda da Sílvia Morais, uma jovem senhora, 39 anos, que foi minha aluna no Sílvio Santos. A Sílvia viveu sua infância no Pinheiro alto, Ouro, neta do Seu Alcides, filha do Ivande, meus amigos e companheiros de jornada política, no final dos anos 80. Era uma menina quieta, educadíssima, estudiosa, que gostava de ler e escrever. Seu corpo foi encontrado após o Natal, no apartamento em que morava, em Capinzal. Lamento muito a sua partida e fico imaginando o quanto sua família deve estar sentida pela inestimável perda.
Pois que Deus conforte as famílias de todos eles, que possam superar tudo isso, que recomecem outra vez, que busquem amar os que ficaram. A eles e a todos os amigos e conhecidos que partiram, desejo que encontrem uma paz verdadeira onde estiverem.
Carinhosamente,
Euclides Riquetti e família
31-12-2019
Feliz ano novo!
Nada de decepções
Nada de desilusões
Apenas alegria
Muita alegria!
Alegria que brota do coração
Alegria que se propaga
Que chega acalmar a alma
Alegria de montão
A vida em comemoração!
Muita alegria para mim
Pra ti, pra nós
Jamais ficarmos sós
Simples assim:
Alegria pra ti e pra mim!
Alegria que impulsiona
Que leva a novos caminhos
Sem dores e sem espinhos:
A alegria que se soma
Se eterniza e tem aroma!
Alegria com aroma de flor
De beleza e muita cor
Alegria com muita paz
A alegria que a vida nos traz:
A alegria de ter o teu amor.
Feliz ano novo!
Euclides Riquetti
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
Reflexão para final de ano (crônica)
Lembro que um dos jovens senhores que vinham até lá era o Vitalino Bazzo, com chapéu de feltro cinza, terno da mesma cor, de um xadrez discreto. (Foi na década de 1970 que os paletós "xadrezão" entraram na moda. Combinavam com aquelas calças boca-de-sino e os cabelos longos das pessoas). E havia o Américo Módena, o Fernande Maziero, o Dirceu Viganó, o Nézio e o Vilson Rech, o Alcides Antonietto, o Nelson Falk, o Itacir Dambrós, o Valdir Baretta, que se misturavam com outros mais jovens e com meus tios. Tinham chapéu de feltro, que eram os chiques. Alguns, de palha. Comprei um aos 9 anos, quando já estava morando na cidade e trabalhava. Lavava louça e lustrava a casa para uma prima. Com meu primeiro salário, comprei um belo chapéu.... Ah, e trabalhar não tirou nenhum pedaço de mim, não me queixo disso, mas me orgulho, pois aprendi a valorizar todas as minhas coisas.
Na época, havia um cidadão que vinha da Estação Avaí, que ficava do outro lado do Rio do Peixe ,o Sérgio Martins, e ia ver a namorada, filha de um dos muitos Barettas que ali moravam, do Serafim. E tinha algo que dava inveja a todos os outros: um par de galochas de borracha, pretas. Era um material bem elástico e flexível, um "sapato maior que envolvia um sapato menor", que não deixava que o de couro embarrasse, nem que nele entrasse umidade. E ainda tinha um guarda-chuva com as varetas de madeira, bem grande. Vinha a pé, passava pela balsa ou bote, vinha de uma distância de dois quilômetros e meio para ver a namorada. Quando passava defronte à bodega, todos o invejavam. Naquele tempo não conhecíamos ainda as capas chuva, de nylon, que apareceram por lá apenas uns cinco anos depois. Imagine o sucesso dele se tivesse também uma capa de chuva. Ter uma, foi um de meus sonhos de adolescência, que não pude realizar, pois só "quem podia" conseguia ter uma. (Só consegui comprar um chapéu...)
Era o tempo em que não havia tratores para trabalhar. Colhíamos trigo com foicinhas, usávamos as enxadas para carpir, as máquinas pica-paus para plantar milho. E trilhadeira alugada para colher o trigo. Havia máquinas acionadas a mão para debulhar ou moer milho. Depois vieram equipamentos a gasolina e os elétricos. Foi uma "revolução na roça".
E, relembrando dessas coisas, das galochas que caíram em desuso, lembrei-me do cinzeiro que meu pai ganhou de uma aluna, lá do Belisário Pena, do 4º ano, a Cássia. Isqueiro era um presente bonito para um aniversário, dias dos pais, formaturas. (Agora, eu não daria cinzeiros ou isqueiros para ninguém). E davam também abotoaduras, algumas combinadas com um filete metálico que prendia a gravata, tudo ornando e combinando. E, antes ainda, as mulheres usavam luvas e chapéus, que as tornavam mais elegantes. Bonitas não, pois bonitas elas já eram, apenas que os ornamentos as deixavam mais atraentes, chamativas, engraçadas.
Hoje os sonhos de consumo são outros, criaram outrs necessidades para nós, encontraram outras formas de nos atrair, contagiar. As máquinas de escrever foram substituídas por computadores com impressoras. Muitos deixaram de fumar e dar um isqueiro ou um cinzeiro de presente é coisa muito brega e deselegante. Luvas, agora, para o trabalho, para pilotar motos, ou proteger contra o frio. As máquinas fotográficas convencionais foram substituídas por digitais. Os filmes de pelícola 35 mm estão dando lugar a sistemas digitalizados. As vitrolas , os gravadores de rolo ou fita, os toca-discos, deram lugar a mídias moderníssimas, chegando-se aos blue rays.
Muitos acessórios clássicos, tão presentes nas novelas e filmes de época e revistas podem voltar à nossa mente nesses dias em que paramos para refletir a chegada de mais um final de ano. Pensar nos chapéus de feltro, nas abotoaduras, nas luvas das senhoras, nos isqueiros, nos cinzeiros, nas galochas, nas agulhas dos toca-discos e nos discos de vinil. Quanta coisa mudou e quanto ainda tudo vai mudar. Até as bodegas das colônias desapareceram, junto com a energia da juventude de muitos amigos que se foram ou que estão aí, resistindo ao tempo. Olhamos para trás e vemos um filme que nos traz simples, mas saudosas lembranças. E nos resta pedir saúde a Deus, e que nossas ideias não caiam de uso, não se tornem obsoletas também!
Euclides Riquetti
Nós vamos ficar bem...

Nós poderemos voltar a ficar bem
Se buscarmos pequenas soluções
Poderemos resolver tudo e ir além
Se controlarmos nossas emoções.
As vidas das pessoas são sujeitas
A percalços que as atormentam
A muitos conflitos e turbulências
Às situações que as alimentam.
Calma, muita calma é preciso
Mesmo que isso pareça impossível
Mas poderá voltar-nos o sorriso
Se acontecer-nos algo imprevisível.
Diálogo, coração muito aberto
Franqueza e muita determinação
A solução pode estar muito perto
Desde que abrandemos o coração!
Apenas isso!
Euclides Riquetti
Se buscarmos pequenas soluções
Poderemos resolver tudo e ir além
Se controlarmos nossas emoções.
As vidas das pessoas são sujeitas
A percalços que as atormentam
A muitos conflitos e turbulências
Às situações que as alimentam.
Calma, muita calma é preciso
Mesmo que isso pareça impossível
Mas poderá voltar-nos o sorriso
Se acontecer-nos algo imprevisível.
Diálogo, coração muito aberto
Franqueza e muita determinação
A solução pode estar muito perto
Desde que abrandemos o coração!
Apenas isso!
Euclides Riquetti
Espero,sutilmente, pelo amanhecer
Espero, sutilmente, pelo amanhecer
Para admirar as plantas e gramados
As flores das roseiras a resplandecer
Canteiros verdes de chuva molhados.
Olho pela janela da contemplação
Transponho os vidros goticulados
Tenho um cenário na imaginação
A perfeição do dia tão esperado.
Ouço o cantar do alegre passaredo
Anunciando a chegada do novo dia
E inspirado na manhã e nos segredos
Mergulho-me no sonho e na poesia.
Um novo dia, novas expectativas
Que venha o sol depois da chuva
Que venha energia e força positiva
A harmonia que a vida nos arruma.
Euclides Riquetti
domingo, 29 de dezembro de 2019
Ser um dia chamado Sol

Ser um dia chamado Sol
Ser um astro na Primavera
Ser a semana do girassol
Ou a resposta que você espera...
Ser a estrela que a orienta
Ser o Norte que você busca
Ser o sorriso que você ostenta
Ou o brilho com que me ofusca...
Ser papel em que você escreve
Ser o teclado em que você digita
Ser o silêncio nem que seja breve
Ou o olhar que a deixa bonita...
Ser a alegria que você persegue
Ser a tristeza que você refuta
Ser a vitória que você consegue
Ser a canção que você escuta...
Quero ser sol, estrela, papel
Quero ser luz, alegria, o infinito
Quero ser giz, quero ser pincel
Quero pintar seu corpo bonito!
Euclides Riquetti
O amor tem fim ?
Apenas um pedaço de papel!
Mas se fosse pintor
Apenas o pincel...
Ou, então, só um violão
Se fosse apenas cantor, ou se fosse menestrel!
Mas, para o poeta
Com sua alma inquieta
Apenas um pedacinho de papel.
Branco, quadrado ou retangular
E um lápis para rabiscar
Uns versos com sabor... de mel.
O poeta busca dentro de si
A força para harmonizar as palavras
E os vocábulos certos
Para compor os versos...
Ah, poeta que brotou de dentro de mim
Eu poderia ter tido outras formas de viver
As minhas epopeias.
Mas fui logo escolher
O desafio às ideias
De propagar, no papel, o amor... sem fim!
Euclides Riquetti
Mas se fosse pintor
Apenas o pincel...
Ou, então, só um violão
Se fosse apenas cantor, ou se fosse menestrel!
Mas, para o poeta
Com sua alma inquieta
Apenas um pedacinho de papel.
Branco, quadrado ou retangular
E um lápis para rabiscar
Uns versos com sabor... de mel.
O poeta busca dentro de si
A força para harmonizar as palavras
E os vocábulos certos
Para compor os versos...
Ah, poeta que brotou de dentro de mim
Eu poderia ter tido outras formas de viver
As minhas epopeias.
Mas fui logo escolher
O desafio às ideias
De propagar, no papel, o amor... sem fim!
Euclides Riquetti
Porque o tempo passa...

Porque o tempo passa
É preciso nascer
E é preciso crescer
Porque o tempo passa..
Porque o tempo passa
É preciso estudar
E é preciso trabalhar
Porque o tempo passa...
Porque o tempo passa
É preciso viver
É preciso dar e receber
Porque o tempo passa...
Porque o tempo passa
É preciso caminhar
É preciso amar
Porque o tempo passa...
Porque o tempo passa
Será inevitável sofrer
Será inevitável morrer
Porque o tempo passa!
Euclides Riquetti
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
Quando a esperança renascer das cinzas
Quando a esperança renascer das cinzas
E então o verde corar todos os gramados
Quando as florinhas amarelas voltarem
Nos campos do Sul de céu azulado...
Quando os seus cabelos forem sacudidos
Pelo vento fresco da manhã de solidão
Quando sua voz movimentar os sentidos
E eu poder ouvir a sua doce canção...
Quando no horizonte eu puder vislumbrar
A silhueta imaginária de seu corpo elegante
Quando na noite, de novo, puder recordar
As linhas doces e a beleza de seu semblante..
Eu saberei que valeu a pena!
Euclides Riquetti
E então o verde corar todos os gramados
Quando as florinhas amarelas voltarem
Nos campos do Sul de céu azulado...
Quando os seus cabelos forem sacudidos
Pelo vento fresco da manhã de solidão
Quando sua voz movimentar os sentidos
E eu poder ouvir a sua doce canção...
Quando no horizonte eu puder vislumbrar
A silhueta imaginária de seu corpo elegante
Quando na noite, de novo, puder recordar
As linhas doces e a beleza de seu semblante..
Eu saberei que valeu a pena!
Euclides Riquetti
Partilhar sonhos de luz

Busque a realização de seus sonhos
Não deixe que nada a atrapalhe
Busque-os com seu rosto risonho
Pois sem eles a vida pouco vale.
Procure realizá-los com sabedoria
Com a astúcia e a calma necessária
A luta pelos sonhos que contagiam
Não deve ser isolada ou solitária.
Buscar os sonhos mas não deixar
Que eles se sobreponham ao real
Realidade e sonhos, um belo par
Caminhando juntos em especial.
Quero viver os seus sonhos azuis
Contar na noite as estrelas do céu
Quero viver os seus sonhos de luz
Partilhar sonhos de luz e de véu.
Euclides Riquetti
08-01-2015
Não deixe que nada a atrapalhe
Busque-os com seu rosto risonho
Pois sem eles a vida pouco vale.
Procure realizá-los com sabedoria
Com a astúcia e a calma necessária
A luta pelos sonhos que contagiam
Não deve ser isolada ou solitária.
Buscar os sonhos mas não deixar
Que eles se sobreponham ao real
Realidade e sonhos, um belo par
Caminhando juntos em especial.
Quero viver os seus sonhos azuis
Contar na noite as estrelas do céu
Quero viver os seus sonhos de luz
Partilhar sonhos de luz e de véu.
Euclides Riquetti
08-01-2015
Levanto-me cedo

Levanto-me cedo, dia chegando
Para ouvir o canto dos passarinhos
Que começam a sair dos ninhos
E me apraz ouvi-los cantando...
Levanto-me cedo, manhã gostosa
Ar fresco, leve, limpo e puro
Para ver os animaizinhos no escuro
Esperando pelo raiar da aurora...
Levanto-me para ter mais tempo
De ficar pensando em quem eu quero
Para contar com o seu amor sincero
Que vem a mim trazido pelo vento...
Levanto-me porque é um novo dia
É hora de viver a vida intensamente
É hora de comemorar efusivamente
De vivermos a vida com alegria!
Euclides Riquetti
24-02-2018
Quando a esperança renascer das cinzas
Quando a esperança renascer das cinzas
E então o verde corar todos os gramados
Quando as florinhas amarelas voltarem
Nos campos do Sul de céu azulado...
Quando os seus cabelos forem sacudidos
Pelo vento fresco da manhã de solidão
Quando sua voz movimentar os sentidos
E eu poder ouvir a sua doce canção...
Quando no horizonte eu puder vislumbrar
A silhueta imaginária de seu corpo elegante
Quando na noite, de novo, puder recordar
As linhas doces e a beleza de seu semblante..
Eu saberei que valeu a pena!
Euclides Riquetti
E então o verde corar todos os gramados
Quando as florinhas amarelas voltarem
Nos campos do Sul de céu azulado...
Quando os seus cabelos forem sacudidos
Pelo vento fresco da manhã de solidão
Quando sua voz movimentar os sentidos
E eu poder ouvir a sua doce canção...
Quando no horizonte eu puder vislumbrar
A silhueta imaginária de seu corpo elegante
Quando na noite, de novo, puder recordar
As linhas doces e a beleza de seu semblante..
Eu saberei que valeu a pena!
Euclides Riquetti
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Nas ondas do sonho
(Tainá Hinckel, na Guarda do Embaú, onde mora,
litoral de Santa Catarina)
Nas ondas do sonho
Ganhei teu abraço
Um beijo gostoso
Um olhar carinhoso
Depois do cansaço...
Nas ondas do sonho
Enrolaste-me em laço
Entreguei-me de todo
A teu corpo cheiroso
Perdi-me em seus braços!
Mulher carinhosa
Na tarde de verão
Na tarde gostosa
Me atacas fogosa
Roubas meu coração.
E nas ondas do sonho
Me levas embora
Com teus beijos de fogo
De amor e de gozo
Me levas, senhora
Me levas embora.
E eu
Por minha própria vontade
Me deixo levar!
Leva-me
Para algum lugar
Onde possas me amar
E me fazer sonhar.
Leva-me
E não me deixes voltar!

Busque a realização de seus sonhos
Não deixe que nada a atrapalhe
Busque-os com seu rosto risonho
Pois sem eles a vida pouco vale.
Procure realizá-los com sabedoria
Com a astúcia e a calma necessária
A luta pelos sonhos que contagiam
Não deve ser isolada ou solitária.
Buscar os sonhos mas não deixar
Que eles se sobreponham ao real
Realidade e sonhos, um belo par
Caminhando juntos em especial.
Quero viver os seus sonhos azuis
Contar na noite as estrelas do céu
Quero viver os seus sonhos de luz
Partilhar sonhos de luz e de véu.
Euclides Riquetti
08-01-2015
Não deixe que nada a atrapalhe
Busque-os com seu rosto risonho
Pois sem eles a vida pouco vale.
Procure realizá-los com sabedoria
Com a astúcia e a calma necessária
A luta pelos sonhos que contagiam
Não deve ser isolada ou solitária.
Buscar os sonhos mas não deixar
Que eles se sobreponham ao real
Realidade e sonhos, um belo par
Caminhando juntos em especial.
Quero viver os seus sonhos azuis
Contar na noite as estrelas do céu
Quero viver os seus sonhos de luz
Partilhar sonhos de luz e de véu.
Euclides Riquetti
08-01-2015
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Quando a saudade bater em sua porta

Quando a saudade bater em sua porta
Talvez você nem mesmo se dê conta
Mas isso agora já pouco nos importa
Pois a realidade já não amedronta...
Quando a saudade fizer sentir a dor
A dor da perda sem ter a reparação
É porque ainda em nós resta o amor
E só o amor nos dará compensação...
Sempre que retornar aquela tristeza
Aquela que vem com dor e saudade
Que vem por causa de nossa frieza
Ela nos alerta para uma realidade...
O mundo é mais do que gosto e prazer
É feito para o amor e o entendimento
A alegria deve sobrepor-se ao sofrer
É preciso dar asas ao bom sentimento!
Euclides Riquetti
Talvez você nem mesmo se dê conta
Mas isso agora já pouco nos importa
Pois a realidade já não amedronta...
Quando a saudade fizer sentir a dor
A dor da perda sem ter a reparação
É porque ainda em nós resta o amor
E só o amor nos dará compensação...
Sempre que retornar aquela tristeza
Aquela que vem com dor e saudade
Que vem por causa de nossa frieza
Ela nos alerta para uma realidade...
O mundo é mais do que gosto e prazer
É feito para o amor e o entendimento
A alegria deve sobrepor-se ao sofrer
É preciso dar asas ao bom sentimento!
Euclides Riquetti
Ficarei te esperando
Ficarei te esperando
Na beira do Mar
Pra te ver mergulhando
Pra te ver nadar...
Serei como a areia
A afagar os teus pés
Bela e doce sereia
Doce e bela mulher...
Nas águas do Arroio, sim
Quando vais te banhar
Vais te lembrar de mim
De mim vais te lembrar...
Nas tardes mais quentes
Nas manhãs mais frias
Pensarás como sempre
Na nossa alegria...
Pois estarei te esperando
Na beira do Mar
Num Arroio nadando
Pra poder te abraçar...
Euclides Riquetti
Na beira do Mar
Pra te ver mergulhando
Pra te ver nadar...
Serei como a areia
A afagar os teus pés
Bela e doce sereia
Doce e bela mulher...
Nas águas do Arroio, sim
Quando vais te banhar
Vais te lembrar de mim
De mim vais te lembrar...
Nas tardes mais quentes
Nas manhãs mais frias
Pensarás como sempre
Na nossa alegria...
Pois estarei te esperando
Na beira do Mar
Num Arroio nadando
Pra poder te abraçar...
Euclides Riquetti
Seus olhos entristecidos

Navegam seus olhos fundos, entristecidos
Buscando no horizonte algumas respostas
Talvez buscando entender alguns desatinos
Escrevendo o poema certo nas linhas tortas.
Navegam seus olhos bonitos nas incertezas
Buscando entender os difíceis mistérios da vida
No rio que leva distante, em suas correntezas
Histórias de traumas, de lutas, confrontos e brigas.
Navegam seus olhos com medo de ver as verdades
Estradas que levam no tempo, na busca da cura
E trazem consigo lembranças e muitas saudades
Dos tempos de amor, de ilusão e aventura.
Navegam seus olhos e, ao longe, encontram os meus
Despertos na espera do encontro que tanto desejam
Que aguardam respostas que venham de dentro dos seus
Respostam que acalmem meu ser e também me protejam.
Eu olho seus olhos, seguro suas mãos e você nem me vê
Em pensamentos, desejos, pecados, pecados, desejos
Só quero sentir o perfume sutil que vem de você
E, se possível, roubar de seus lábios apenas um beijo.
Um beijo do amor sentido e não correspondido
Um beijo para não mais ser esquecido!
Um beijo meu
Um beijo seu
Nada mais!
Euclides Riquetti
Buscando no horizonte algumas respostas
Talvez buscando entender alguns desatinos
Escrevendo o poema certo nas linhas tortas.
Navegam seus olhos bonitos nas incertezas
Buscando entender os difíceis mistérios da vida
No rio que leva distante, em suas correntezas
Histórias de traumas, de lutas, confrontos e brigas.
Navegam seus olhos com medo de ver as verdades
Estradas que levam no tempo, na busca da cura
E trazem consigo lembranças e muitas saudades
Dos tempos de amor, de ilusão e aventura.
Navegam seus olhos e, ao longe, encontram os meus
Despertos na espera do encontro que tanto desejam
Que aguardam respostas que venham de dentro dos seus
Respostam que acalmem meu ser e também me protejam.
Eu olho seus olhos, seguro suas mãos e você nem me vê
Em pensamentos, desejos, pecados, pecados, desejos
Só quero sentir o perfume sutil que vem de você
E, se possível, roubar de seus lábios apenas um beijo.
Um beijo do amor sentido e não correspondido
Um beijo para não mais ser esquecido!
Um beijo meu
Um beijo seu
Nada mais!
Euclides Riquetti
A CANÇÃO QUE VEM DO NADA
Não sei se você ouve
A canção que vem do nada.
Mas sei que eu a ouço sempre
Quando ando pela estrada. 

Não sei como eu ouço
A canção que vem do nada
Que não tem sequer letra
Mas que em mim está gravada.
Mas eu sei que ouço
E sei que ela me agrada
Porque é animadora
A canção que vem do nada.
Talvez ela me traga
Uma saudade desgraçada
Mas fico muito feliz
Com a canção que vem do nada.
Talvez você possa ouvir
A melodia exacerbada
Que insere em seu coração
Uma canção que vem do nada.
Talvez possamos ouvir juntos
A canção que vem do nada
E que nos traz boas lembranças
De nossa história passada.
Meu coração também consegue
Ouvir a que vem do nada
A canção maravilhosa
Em mim eternamente gravada!
É a canção do coro dos anjos
Que me chega na madrugada
E que me faz sentir você
Mesmo que venha do nada!
Euclides Riquetti
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)

