sábado, 16 de novembro de 2019

Sinfonia na manhã de novembro


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A sinfonia do passaredo me acorda
Neste  primeiro sábado de novembro...
É o novembro das madrugadas quentes
É o novembro das almas  que se tocam
É o novembro dos pensamentos que atiçam as mentes...

Reviro as páginas antigas de meus bagunçados apontamentos
E me vêm à mente as  lembranças de momentos
De antigas primaveras, antigos verões
De antigos versos, antigas melodias e canções
Porque, simplesmente, é novembro!

É uma manhã pra  pensar em ti
É uma  manhã pra rezar por ti.
É uma manhã para olhar o céu e nada pedir
Apenas agradecer por estar aqui
Apenas me alegrar por existir!


Me voltam os embalos das noites e tardes dançantes
De corpos que bailam, que acalentam, que seduzem
Há  lábios rosados, azulados,  vermelhos que reluzem
Há  risos que me afagam e  mãos que me conduzem
Há um rosto num corpo, um corpo a me provocar...

Eu divago no despertar pela  soberana orquestra
Harmoniosa  na manhã de novembro, extensa aldeia em festa
Não haverá, jamais, outra sensação como esta:
Regida pela mão de Deus, habilidosa Maestra
Vem como a suave brisa,  vem me acariciar.

Euclides Riquetti

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

O Quarto Encontro da Família Richetti/Riquetti em Capinzal - Reedição





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          A Quarta Richettada, ou Riquettada, ou seja, o IV Encontro da Família Richetti/Riquetti começa hoje, à noite, em Capinzal. O evento se dá no Centro Educacional Celso Farina, próximo à Área de Lazer Dr. Arnaldo Favorito, ao CTG e à Ponte Pênsil. Tivemos, já, duas edições em Cascavel, PR, e uma em Paraí, RS, onde se concentra a maior descedência de Paschoale Richetti e Maria Margherita Cornara, que vieram da Itália em 18 de janeiro de 1977, quando o patriarca tinha 33 anos, à cidade de Caxias do Sul. O casal veio de Cesiomaggiore, província de Belluno, na Itália.

         Paschoale e Margherita, meus bisavôs, tiveram os filhos  Benjamino, Justina, Júlia, Felipe, Albertina, Frederico, Maria Agnese, Eugênio Josue, Guerino Santo (que não é o meu pai, é tio dele), e duas meninas falecidas ainda na infância.  A maioria dos descendentes deles se concentra em Paraí e região, no Rio Grande do Sul. Frederico Richetti, meu avô, que casou-se com Genoveva Píccoli, a Nona, vieram em 1925 ao Oeste de Santa Catarina.  Os netos, provenientes dos filhos Marcelino e César, foram para Cascavel, no Paraná. Mas os descendentes de Paschoale se espalharam por diversos estados brasileiros e pelo exterior, na  na Europa e nas Américas.Os de Marietina, casada com Valentin Baretta, Margherita, casada com Ambrósio Baretta, Vitalle, casado com Joana Dambrós, e Victório, que casou-se primeiro com Gelmina Muraro, depois com Maria Lucietti, ficando viúvo de ambas, casou-se com Corina Dambrós, permaneceram na região de Capinzal e Ouro, ou se mandaram para outros estados e países.

          Relatos nos dão conta de que nosso bisnono,  Paschoale naseu em 18 de abril de 1843, em Cesiomaggiore, na Itália, e faleceu em 18 de abril de 1910, tendo chegado em Caxias do Sul provavelmente em 18 de janeiro de 1877.

          Na noite desta sexta-feira, uma agnolinada para receber a parentada. E, no sábado, muita festa e confraternização no mesmo local, com missa às 10 h 30 min na Matriz São Paulo Apóstolo.

Parabéns aos primos capinzalenses e ourenses que organizaram o evento.

Euclides Riquetti
21-04-2017

O Terceiro Encontro da Família Richetti/Riquetti em Paraí - Reedição

Acontece neste sábado, 16-11-2019 - novo encontro da Família Richetti/Riquetti em São Jorge - RS - Veja como foi o terceiro, em Paraí

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         Revivendo... na preparação para o quarto Encontro, em Capinzal - SC, dias 21 e 22 de abril de 2017.

           Nossa Família Richetti (Ricchetti, Riquetti, Riqueti e agregados), reuniu-se, pela terceira vez, em Paraí, no Rio Grande do Sul, neste final de semana, dias 01 e 02 de maio de 2015. Foi uma festa belíssima que nos foi proporcionada pelos primos "Richetti", descendentes do nono Paschoale Richetti e da nona Maria Margherita Corona, italianos que aportaram no litoral gaúcho e se fixaram na Serra Gaúcha, em Caxias do Sul,  no início do terceiro quarto do século XIX. Tiveram como filhos Benjamino, Justina, Júlia, Felipe, Albertina, Frederico, Maria Agnese, Eugênio Josue, Guerino Santo (que não é o meu pai, é tio dele).   Quase um século e meio de vida brasileira, com seus descendentes espalhando-se, no ínicio do Século XX,  pelo Oeste de Santa Catarina, depois pelo Paraná e, em seguida, por muitos estados brasileiros e mesmo pelo exterior, na Europa e nas Américas.

          Relatos nos dão conta de que nosso bisnono  Paschoale naseu em 18 de abril de 1843, em Cesiomaggiore, na Itália, e faleceu em 18 de abril de 1910, tendo chegado em Caxias do Sul provavelmente em 18 de janeiro de 1877.

           Falantes, sorridentes, carismáticos, gostam de uma alegre cantoria e de um bom vinho. E foi em clima de alegria,  desde a sexta à tarde, quando fomos recebidos pelo primo Celso Richetti no salão paroquial da Igreja Matriz de Paraí, até o fim de tarde de domingo. Uma deliciosa sopa de anholini,  com vinho Cabernet Sauvignon produzido pelos Irmãos Richetti, de Linha São Luiz, Paraí, "esquentaram" a noite. Filhos de Severino Richetti e outros nos animaram com sua cantoria. Jantamos, eu e meu irmão Hiroito, com o pessoal do Tio Vitalle, de Capinzal e Ouro,  sendo uma alegria revermos a turma, capitaneada pelo Sérgio "Van Johnson", o Riqueti da Churrascaria, de Capinzal.

          Hospedados no Hotel Katedral, já ali reencontramos a turma de Cascavel, pouco mais de 4 dezenas de Richettis & Riquettis. Divertidos e simpáticos, já foram nos provocando a sediarmos  a "Quarta Richettada",  em Capinzal e Ouro, o que foi confirmado na tarde de sábado. Nossa turma assumiu o compromisso de editarmos a festa por aqui em dois anos. Vamos nos organizar , sob a coordenação do primo Maicon, para que nossos parentes possam divertirem-se muito bem aqui também, em 2017.

          A celebração da Santa Missa foi muito bonita. Igreja cheia, com dois celebrantes, ofertório e cantos bem arranjados e entoados, equipe litúrgica bem preparada, o brasão da família diante do altar, as bandeiras das delegações postadas nos mastros ao lado do altar. Irmã Gentila Richetti, uma pessoa simpaticíssima, conduziu a imagem de Nossa Senhora pelo corredor central, colocando-a no altar. Foi um momento de muita emoção, que nos contagiou a todos.

         Após a missa, a foto oficial do Terceiro encontro da Família Richetti, na escadaria diante da Igreja. Mais de 500 Richettis participaram do evento, muito bem organizado pela Comissão Organizadora local. Conversamos muito com primos e primas, vimos o tio Victório, 88 anos,  se reencontrar com seu primo João, o Joanim, filho do Egídio, 85 anos, casado com Madalena Canali, moradores de Paraí.  São  os dois mais idosos que restam dos descendentes de Paschoale. Uma motivação a mais vermos ambos se reencontrando.

         Após o almoço,  foram apresentadas mídias com a historia da família, uma performance do humorista Edgar Maróstica e ainda danças pelo grupo CTG lços da Amizade, que nos brindou com coreografias perfeitas.

          Participar do Terceiro Encontro da Família Richetti foi uma grande alegria. Conheci muitos primos, conversei com pessoas de todas as idades, revi alguns que eu não via há muito tempo, conheci um pouco mais de nossa História, algumas cidades da região de Paraí,  onde moram muitos de meus primos, em que se concentra a maioria dos descendentes de meu bisnono Paschoale.

          Obrigado, primos, pela receptividade e pela organização do evento. E que Deus lhes dê muita saúde para que possamos nos reencontrar muitas e muitas vezes ainda.

         Carinhoso abraço em todos!

Euclides Riquetti
03-05-2015

O Segundo Encontro da Família Richetti/Riquetti em cascavel - PR - Reedição

Neste sábado, 16-11-2019 - novo Encontro em São Jorge - RS - veja como foi o segundo, em Cascavel - 2013


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Grupo artístico - cultural da Família Richetti/
Riquetti, animando a festa em Cascavel - PR
em 2013



            Estivemos em Cascavel neste sábado. Não poderíamos, jamais, deixar de participar do Segundo Encontro da Família Richetti, que é organizado pelos primos filhos dos meus tios Marcelino e César, irmãos de meu pai, Guerino. Estavam lá muitos dos Richetti, Ricchetti e Riquetti. Do Sul, do Centro-oeste e do Paraguai.  Em Cascavel e região, reside a maioria dos filhos dos tios Marcelino e César, irmãos de meu pai.

          Os do Tio Marcelino eram originários de Rio Pardo, interior de Campos Novos e para lá se dirigiram há uns 50 anos. São pioneiros no bairro Nova Cidade, onde ajudaram a fundar e erigir a Igreja de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos. Iniciaram-se nas atividades de marcenaria, passaram a produzir carrocerias de caminhões e, com o passar dos anos, a descendência numerosa foi diversificando auas atividades e ocupações, mas mantendo-se unidos enquanto família. Os filhos do Tio César e da  Tia Rosina (Baretta), no bairro São Paulo, desenvolveram serviços em oficina mecânica e fornecimento de peças de reposição para veículos automotores.  Nossos primos criaram sólidas raízes na cidade.

          No sábado, fui um dos primeiros a chegar, antes das sete horas, sendo recebido pelo primo Alceu. Logo depois chegou a Cristiane, veio toda arrumada, já havia, como ela mesmo disse, ido ao salão arrumar o cabelo e fazer maquiagem, queria estar bem na foto.  Postei-me à entrada e fui cumprimentando os que chegavam. O Primo Jaime, uma liderança familiar e cultural  incontestável, a Rosane, com seus filhos, o José Luiz, de Campo Grande, MS, dos Richetti de Paraí, o casal Nestor e Iracema, de Porto Alegre. Depois a Neiva Scalsavara com seu marido italiano Alessando,  e o menino Lorenzo. A Vero com a Eduarda, o Luciano e o Claudinei; o Celso, liderando a turma de Paraí. E fui reconhecendo alguns como o Giovane (marido da Cris) e a menina Brendha;  a Marinês e o Guisti, que no ano passado nos brindaram com suas danças; o primo Nilvo, o Juvelino, a Dilma e todos os outros, impossível enumerar. O Orlando Surdi com a prima Deonilda e os filhos também muito simpáticos e solícitos.
        
          Depois do café, a belíssima celebração da Santa Missa, com a participação do Tio Victório, a esposa e a Tânia, e os primos Sérgio, Nilson Maicon, de Ouro e Capinzal. Revi a Monalysa com o Samir e a Valentina, mais a prima Adiles, que vieram de Florianópolis. Foram  muitos abraços, belas lembranças que ficarão em minha mente para sempre. Na missa, comentada pela Rosane, os jovens tocando e entoando belas canções. Emoção em ouvir "Nossa Senhora", aquela canção do Roberto Carlos. A entrada apoteótica, com três meninas, a Eduarda e as duas meninas Dartora, numa bela coreografia, seguidas de uma família de imigrantes italianos, depois um grupo de parentes vestindo a camiseta do evento, na cor branca e com mangas curtas em vermelho e verde, as cores da Itália. E o Medalhão símbolo, confeccionado em couro, tudo muito harmônico. Cerca de 50 pessoas no cortejo coreografado, uma árvore com os nomes dos Richettis já falecidos. Tudo muito emocionante e bem organizado, as letras das canções em dois telões.

         Ao meio-dia o almoço, com um delicioso costelão no cardápio e, à tarde, a programação cultural, esta simplesmente espetacular. Uma encenação intercalada com diversas performances de dois grupos elegantemente trajados,  em suas vestimentas com características da imigração italiana, apresentando danças muito bem coreografadas. Na abertura, o Jonathan, filho do primo Jânio, surpreendeu a todos ao chamar a manorada Amanda, entregando-lhe uma flor e pedindo-a em casamento. Pedido feito, pedido aceito.  Isso emocionou muito os presentes, pois foi um gesto muito romântico de parte dele, uma forte demonstração de seu amor por ela.

          Na sequência, após as apresentações, um show musical com o Jurandi e um companheiro dele, de Lacerdópolis e  o Rodriguez, casado com uma da família, professor em Curitiba, que manda bem numa acordeona e nas canções nativistas.  Uma programação bem organizada, tudo perfeito, bonito. alegre. Uma confraternização muito autêntica, singela, belíssima, contagiante. Agora, já escolhido o local do próximo encontro: Paraí, RS. Estaremos lá, certamente!

          A hospitalidade desse pessoal de Cascavel é extraordinária. A dedicação deles em organizar tudo direitinho merece nosso aplauso e agradecimento. Alías, quero agradecer ao primo Juvelino pos nos ter conduzido à Rodoviária para a volta.

Um grande abraço em todos e que venha o Terceiro Encontro dos Richetti, Ricchetti, Riquetti e agragados, em Paraí!

Euclides Riquetti
17-11-2013

Encontro da Família Richetti/Riquetti em Cascavel (Primeiro) Reedição

          
Neste dia 16-11-2019 - acontece o mais um "Encontro da Família Richetti/Riquetti" - em São Jorge, no Rio Grande do Sul. Vejam como foi nosso primeiro evento, em 2012 - em Cascavel - PR


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Patriarca Frederico Richetti, meu avô e matriarca
Genoveva Píccoli Riquetti - naturais de Caxias do
Sul.


       Participamos, neste feriadão, do Primeiro Econtro da Família Richetti/Riquetti em Cascavel, Paraná. Foi uma experiência emocionante e renovadora para mim. Fiquei sabendo que  iria acontecer há três semanas, quando estava em viagem de férias pelo litoral catarinense e minha decisão de participar  deu-se na mesma hora. Meu primo Jaime Richetti havia ligado para minha filha, Caroline, e ela informou-me sobre isso. 
         Viajamos na sexta-feira, 12, bem cedinho, e logo após o meio-dia, chegamos a Casavel, aquela progressista e bela cidade do Grande Oeste Paranaense. À tardinha fui ao local do Encontro, o salão de festas da Igreja de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, localizada nas proximidades da Rodovia BR 277, na saída para Curitiba. Os descendentes de meu tio, Marcelino Richetti, foram os pioneiros daquele ponto de Cascavel, onde iniciaram uma empresa e até hoje a maioria ali reside. Dos filhos dele, o Hilário e o Alcides deixaram seus entes e moram no Céu. É uma turma numerosa e a ideia de se realizar a festa veio justamente da Dilma, uma das filhas, e foi abraçada pelos filhos do Tio César que ali residem, no Parque São Paulo, o Jaime, o Juvelino e o Jânio. E recebemos muita atenção da Vero. Mas o time organizador estava muito forte e o evento teve um nível de organização excelente, tanto que, em 2013, vai-se repetir na mesma cidade.
          Na chegada, encontrei muitos dos meus primos, de diversos graus, com os quais fui- me entrosando. Dentre eles estava o Dirceu, marido da Célia, o Alao, o Carlinhos, nosso fogueteiro e marido da Everly, o Geovani Fabian, marido da Cristiane. Alguns eu conhecia de redenet, como a Marinês  e  a Neiva, que casou-se com um  italiano de Veneza,  muito simpático e divertido. A Rosane, filha do Hilário e da Fiorentina, e irmã do Gilmar e do Altemio, fez o comentário na missa, em que foram homenageados a Irmã Zulmira e o tio Victório Richetti, o único  filho vivo  do Nono Frederico.
          Reencontrei o Samir Machado, marido da prima Monalysa, o Celso Richetti de Paraí, que trouxe consigo o Danilo, filho do Guerino   ( primo do Guerino meu pai ). Aliás, no meio de muitos reencontros, acabei descobrindo uma sobrinha dele, a Marli, descendente do Benjamim, e fiz a aproximação dos dois, pois nem sabiam da existência um do outro. Conheci o Ângelo Lourival Ricchetti, de Saão Paulo, escritor, de  outro ramo familiar que não o dos descendentes de Pascoal, meu bisavô, que veio de Veneza.  Conversei muito com o Reinildo Galvão, casado com uma prima, e que mora em Curitiba. E com os filhos do Surdi e da prima Deonilda, que vieram de Araucária,  com a prima Iraci Durigon, de Toledo , com a prima Adiles e outras que vieram de Florianópolis.  Reencontrei o Nilvo e o Juventino, filhos do Marcelino, meus primos com idade maior que a minha.  Conversar  e movimentar muito as mãos enquanto falamos, é uma característica presentes em todos nós.
       É claro que não poderei falar de todos os que encontrei e conheci, mas para mim foi tudo muito gratificante.
          Aconteceram apresentações arísticas que deram muito brilho à fesa, com danças típicas e até dança do ventre, com a jovem Vanessa.
          Com apenas um mês desde a idealização e a realização, o acontecimento foi marcante, e todos os que trabalharam pelo seu sucesso merecem nosso aplauso e reconhecimento sincero. Agradeço pela oportunidade de participar e conclamo a todos os que não puderam fazê-lo desta vez, que o façam no dia 12 de outubro de 2013, quando teremos o Segundo Encontro da Família Richetti.
          Uma curiosidade que percebi  na lista telefônica do Hotel: O Juvelino Riquetti é irmão de Jaime e do Jânio Richetti. Bem, eu sou Riquetti neto do Frederico Richetti, tenho parentes com pelo menos quatro  grafias distintas.
          Um grande abraço aos cerca de 300 que estavam lá, gente bonita e inteligente,  e que no próximo ano possamos reunir pelo menos uns 600. Agardeço à Marinês por ter-me mandado um e-mail bem bacana e que li ao chegar em casa.
Euclides Riquetti
14-10-2012