domingo, 15 de fevereiro de 2026

Nas areias claras dos desertos




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Porei as letras de teu nome em meu diário
Quem sabe bordadas em pano de algodão
Que eu  guardarei com zelo extraordinário
Para utilizar na letra de uma nova canção.

Um nome dissílabo, talvez até paroxítono
E quem sabe uma silhueta em frente ao mar
Um nome que eu pronunciarei em uníssono
Uma tela que eu pintei apenas pra te retratar...

E, se as letras não formarem a combinação
As palavras para que eu componha os versos
Procurarei nas areias claras a inspiração:

Com uma varinha mágica  eu configurarei
Teu rosto nas areias claras dos desertos
E, se o vento o apagar, de novo eu o farei.

Euclides Riquetti

No Cid Gonzaga, a Mila eu encontrei

 



No Cid Gonzaga, a Mila encontrei

Na Festa Junina de 73

Era jovem e bonita 

E foi por quem  eu me encantei.


Uma mocinha carinhosa 

De sorriso excepcional

Um encanto de menina

A paixão foi natural.


Com sonhos, muitos sonhos

A serem realizados

Mila era  cheia de virtudes

E eu fiquei apaixonado.


Foi amor à primeira vista

Foi paixão tão repentina

Eu um jovem acadêmico

E a Mila ainda bem menina.


Dançamos e rimos risos

Com sorrisos e sorrisos 

Eu com cabelo encaracolado

E os seus longos e lisos.


Foi fácil combinação 

Com bom entendimento

Ganhei o seu  coração

E veio o nosso casamento.


Filhos e netos chegados

Foram a  alegria da gente 

Os sonhos realizados 

E a alma está contente.


Foi no Cid Gonzaga

Foi lá em Porto União

Foi no Cid Gonzaga

Que eu roubei seu coração. 


Euclides Riquetti

15-02-2026

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Rosas de Santa Luzia

 


 


(foto: Miriam Carmignan)


Rosas de Santa Luzia  


Belas rosas avermelhadas

Adornam nossa Santa Luzia

A capela de cor azul clara

Fica perto de minha moradia.


Na parte alta da cidade

Joaçaba - Santa Catarina

Amavelmente cuidada

Onde o capricho predomina!


Santa Luzia, nossa Padroeira

Pelos moradores venerada

Sua imagem está ali, altaneira

Por todos nós admirada.


Rezemos à Luzia abençoada

Que nos protege e nos guia

Para uma semana coroada

De êxito em todos os dias!


Euclides Riquetti

26-09-2021

Meu lado bem Paraná

 


 



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Eu tenho dentro de mim um lado bem Paraná
E sei bem quando angariei, sei bem como aconteceu
Foi algo que não morreu, de quando morei por lá
E ficou dentro de mim esse meu lado Paraná!

Ficou dentro de minha alma, gravou-se  na minha  memória
Misturou-se com meu sangue o vinho que fui tomar
Não me esqueço dos bons tempos ali em União da Vitória
E dos amigos que fiz, quando ali  fui estudar.

Pesquei no Rio Iguaçu, nadei em suas águas brandas
Li poemas do Furlani e os romances do Zé  Cleto
Tive aulas com Nelson Sicuro, professor naquelas bandas
E com o Geraldo Feltrin aprendi um  Inglês esperto.

Agora,  depois de décadas,  ali volto em meu pensamento
Pras dragas retirando areia e no fundo a verde paisagen
Lembranças da ponte do arco que resta  através do tempo
Do Cristo no alto do morro, protegendo a bela cidade.

Dos poetas herdei a veia que me tornou compositor
Com os colegas da Fafi eu aprendi a me portar
Nas danças dos domingos à tarde eu fui encontrar o amor
E tornei-me um verdadeiro Bicho do Paraná!

Euclides Riquetti

Sentir o perfume de teus cabelos

 






 

Sentir o perfume de teus cabelos castanhos
O calor em teu corpo exuberante e sedutor
Beijar os teus lábios com frenesi e ardor
Distanciar-nos dos pensamentos mais tacanhos.

Sentir que teus olhos têm o brilho da alegria
O pulsar de teu coração que se acelera
Amar tudo o que fazes com paixão e quimeras
Que tenhas paz interior e permanente euforia.

Sentir em ti a mais intensa reciprocidade
A confiança que está na alma branqueada
Dividir contigo a nobreza da cumplicidade.

Somar sonho com sonho, vislumbrar horizontes
Querer da vida presente o que se teve na passada
Beber das águas das mais puras fontes.

Euclides Riquetti

Eu te espero pro café da manhã...


 


 



Eu te espero pro café da manhã
Eu e as uvas e minhas maçãs
Quero ouvir de baladas a tangos
Quero tortas, biscoitos, morangos.

Eu te espero porque eu preciso
Reencontrar o teu doce sorriso
Quero sentir teu perfume frutado
Quero morder o teu lábio rosado.

Eu te espero porque sinto saudades
Eu te quero com virtudes e defeitos
Quero viver nosso amor de verdade
Quero olhar pros teus olhos perfeitos.

Eu te espero pro café da manhã
Eu, meus versos e meus poemas
Vem meu sol, vem meu talismã
Vem tornar minhas horas amenas!

Euclides Riquetti

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Quem vai proteger você? Quem vai me proteger? - Minha coluna no Jornal Cidadela



       A simples observação da evolução etária de pessoas de minhas redondezas, mais as experiências vividas propriamente com familiares e amigos, me remetem à sucessiva reflexão sobre o futuro das pessoas que, legal e atualmente, são abrangidas, de direito, pelo Estatuto do Idoso, mas que, no geral, de fato, não o são na vida real. Por bem ou por mal, ou seja, pelo sentido humanitário, pessoas se esforçam e até se sacrificam pelas suas pessoas queridas, pelos seus genitores, pelos seus irmãos. Mas, por obrigação de Lei, ou por mal?,  no que diz respeito ao Poder Público, pouco ou nada evoluímos. E isso é real e bem verdadeiro!

       Defendo a lógica de que as crianças, quanto mais o tempo passa, mais conseguem se defender, ganham vitalidade física e mental. Estudam, aprendem, compreendem e evoluem em sua capacidade de se defenderem. Os idosos, no entanto, têm um caminho muito difícil pela frente, coma gradativa perda da força física e, também, de sua capacidade cognitiva. Doenças degenerativas comprometem sua capacidade de articular-se, mental e fisicamente. Muitas vezes acabam por se tornar um fardo para a família. Mas esse fardo precisa ser dividido com quem de dever, ou seja, o Poder Público.

       Cresceu o número de educandários infantis, que há três décadas chamavam de creches, surgiram escolas, públicas ou privadas, onde a criança pode ser entregue para ser educada e protegida, há severa fiscalização para que ofereçam o melhor e o mais seguro para as crianças que lhes são confiadas. Porém, não se verificam ações e projetos, com a mesma força, para com o ser humano que já vai de sua fase adulta produtiva para a idosa. O envelhecimento é geral é uma realidade e é muito debatido quando se fala na despesa que a Previdência e a Seguridade Social têm para atender o grande e crescente contingente de idosos em todas as partes do mundo. E, no Brasil, não é diferente.

       Tenho me reportado a muitas pessoas com quem converso de que, no momento em que algum prefeito colocar em execução algum projeto no sentido de oferecer aos idosos e seus familiares um local físico onde os com limitação física ou mental possam ficar, ao menos durante o dia, teremos um efeito dominó e outros, para não ficarem para trás, também passarão a tais iniciativas. Mas o debate em torno do assunto tem sido tímido ou completamente ausente no meio político. Aqui em Joaçaba, há grande expectativa em relação ao projeto da Administração Sartori e Dresch, que vão implantar um centro de convivência aqui próximo de minha casa, em lugar bem adequado, nas proximidades da Apae.

       Jamais nos esqueçamos de que, todos nós, em algum momento, não teremos mais a energia de que dispomos, e talvez não tenhamos renda suficiente para pagar cuidadores. As pessoas trabalham, têm que buscar o seu sustento, e nem sempre têm, na família, pessoas que possam cuidar de quem precisa de cuidado e muita atenção.

       Perdas muito sentidas em Joaçaba: Dona Lourdes Rosalina (Poletto) Dassi e Daiane Guerra Dalbosco – O fim de semana foi de muita tristeza em Joaçaba, pois perdemos duas pessoas queridas e atuantes. Primeiro, Dona Lourdes, 87, que  faleceu na sexta, 30. Artista plástica, ensinou e cultivou a arte de pintar em telas e em cerâmicas, com reconhecimento  em todo o estado de Santa Catarina e em algumas capitais. E no sábado, 31, a jovem senhora Daiane, esposa do advogado Juliano Souza, filho do ex-vereador Valdir Souza e Jacinta Riquetti, recentemente falecida. Deixou os meninos Joaquim, 14, e Matteo, 9 anos. Quanta tristeza, quanta dor na família. Famílias Souza, Dalbosco, Riquetti, Andrioni, todos chorando a perda tão prematura. Que Deus conforte os familiares e lhes dê animo para encarar a vida!

       A Segurança e o combate à corrupção – Esses serão os dois temais que estarão na pauta dos debates nas eleições deste ano, principalmente na esfera federal. Outros temas também terão muita importância, como Educação, Saúde e Meio Ambiente, mas não tanto quanto segurança e corrupção. O Brasil é um país onde a população pisa em ovos, não tem paz, há grande apreensão das famílias com relação à sua segurança. A corrupção que nunca acaba e que faz com que o dinheiro do contribuinte escorra pelo ralo, enquanto lhe falta principalmente atendimento ideal à saúde, precisa ser debatida e os candidatos, em todas as esferas e modalidades, precisam nos dizer o que farão para redução.

Euclides Riquetti – Escritor – www.blogdoriquetti.blogspopt.com

Meu artigo no Jornal  Cidadela - Joaçaba SC - recentemente

Um horizonte azul cor do céu

 


 


 


 




Há um horizonte azul a nos esperar
E corpos que  flutuam embalados em canções
Nas ruas da terra , através das gerações.
No azul da cor do céu, no  azul da cor do mar.

Há um horizonte azul  a nos amparar
Em todas planícies verdes deste mundo
Nos mares que cobrem do sol  rotundo
E ombros que me esperam pra chorar.

Havia um horizonte azul no teu olhar
Que me buscou entre os andantes do universo
E um doce abraço teu a me chamar:

Agora, em cada nova manhã de invernos e verões
O Poeta   te exalta  em prosa e verso
Ó  musa de meus encantos e paixões!

Euclides Riquetti

Vagam, na noite, pensamentos mundanos


 


 





Vagam pensamentos na noite escura
Levam meus pecados até o seu coração
Vagam nas ondas da imaginação.
Sobrepõem-se às  turbulências, pedras e agruras
Vão buscar alento na imensidão.

Vagam meus pensamentos que se misturam aos seus
Levam-lhe os desejos que excitam minha  mente
Vagam sem amarras, abertamente
Levam aos seus lábios os beijos que são meus
Vão dizer a você o que minha alma sente.

Pensamentos entendem códigos indecifráveis
Têm a liberdade que o corpo não tem
E criam cenários inimagináveis.

Pensamentos, ah, pensamentos mundanos
Vaguem libertos até encontrarem meu bem
Alguém que possa entender meus sentimentos profanos.

Euclides Riquetti

Razões para viver

 


 


 


 



Procure encontrar razões para viver
Imaginando que cada manhã é apenas o início de um novo dia
E que, mesmo que nem tudo  esteja como é de seu querer
Sempre haverá  motivos para se  ter alegria.

Procure olhar ao seu redor com mais atenção
E ver quanta gente se importa com você
Há muito amor em cada ser, em cada coração
E sempre  uma fonte de água onde possa  beber.

Nunca deixe que o pessismismo a contamine
Nem que a desesperança venha alojar-se em seu interior
Haverá sempre um tempo para que Deus determine
Quanto poder amar e quanto receber de  amor.

Acredite na força do bem que pode nos ajudar
E enseje pensamentos sempre muito positivos
Conjugue, diariamente, amar e sonhar
Os verbos balsâmicos que nos mantêm vivos.

E, mesmo que as coisas não aconteçam como espera
Lembre que o tempo pode  curar todas  as feridas
Depois do inverno voltará a primavera
Para florir a minha, a tua, as nossas vidas!

Euclides Riquetti

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Da Por que meu pai teve que abandonar o seminário? Ainda bem... Crônica de memórias


 

 
Ponte Irineu Bornhausen - Liga Ouro e Capinzal - 1956


          Na década de 1950, as cidades de Santa Catarina eram muito pacatas. As do Oeste e Meio-Oeste Catarinense eram pequenas. Seus moradores vieram entre 30 e 50 anos antes, a maioria originários da Serra Gaúcha, onde se situam Caxias do Sul, Farroupilha, Bento Gonçalves e outras cidades, cujos distritos originaram muitas outras. Eram filhos e netos de imigrantes italianos, que ali chegaram a partir da década de 1970. Meu familiares, de parte de minha mãe, os Baretta, chegaram em 1876. Os Richetti vieram de datas próximas às deles. Para Santa Catarina, para o antigo Distrito de Abelardo Luz, o primeiro nome da vila onde hoje se situa o Município de Ouro, vieram em meados da  década de 1920. Meu pai, Guerino,  nasceu em 1921,  e minha mãe, Dorvalina Adélia,  em 1923. Viraram moradores da Linha Bonita, embora meu pai tenha morado em outras paragens do nosso antigo Município de Cruzeiro, hoje Joaçaba.

          Ouvir as histórias que eles e os tios me contavam sempre me foi muito interessante. Ser antigo me permitiu ter vivido quando ainda nem se sabia que TV existia. E,  rádio, só alguns tinham. Dizem que na época da Segunda Guerra Mundial, quando as pessoas iam para a cidade (1939 a 1945), passavam na casa do André e da Dona Elza Colombo para saber notícias da Guerra, pois havia expedicionários nossos combatendo na Europa, mais precisamente na Itália.

          Foi justamente durante essa Grande Guerra que meu pai fugiu do Seminário,  do Instituto São Camilo, de São Paulo. Com nove anos (1932),  ingressou no Seminário de Iomerê, ele e outros vizinhos, um Boaretto, tio do Leonir, Prefeito de Capinzal, o Albino  Baretta, Padre que faleceu há poucos anos,  e não me recordo bem qual o outro.

          Em 1994 realizamos, na Linha Bonita, o Primeiro Encontro da Família Baretta, idealizado pelo amigo Albino Baretta, não o Padre, mas o filho do Pierim. O Catequista, Ministro da Eucaristia, que cuidou do irmão dele, paraplégico, o Neto, por cerca de 30 anos e que mora em Capinzal. Foi uma festa e tanto. Vieram familiares de diversos estados brasileiros. E também veio, de São Paulo, o outro Albino, o Padre, que já estava velhinho, com mobilidade limitada. Perguntei-lhe se fora amigo de meu pai, em São Paulo. Ele nada respondeu. Mais adiante o primo Rozimbo me contou o porquê de o Albino não gostar de meu pai e eu o compreendi. Fiquei muito contente por ele não gostar de meu pai. A Festa da Família Baretta foi algo bonito. Repetiu-se uma vez, mas depois não mais aconteceu.

          Devo minha vida justamente ao Padre Albino Baretta. Albino significa "alvo", "branco", bem claro. Mas foi justamente porque ele era inquieto, e aquele que viria a ser meu pai também, que eu existo. Senão vejamos:

          Os seminaristas do São Camilo, de Iomerê,  foram todos para São Paulo, na Vila Pompéia, onde meu pai ficou de 1932 a 1942, tendo, então, 19 anos. Fez ali o Colegial, equivalente ao hoje Ensino Médio, que já foi Segundo Grau. Estudava Filosofia que, pela regra, são dois anos de Filosofia e três de Teologia para que o Noviço se torne Padre. Meu pai usava batina escura, era alto e magrão, tinha óculos clássicos. Aprendera Canto Orfeônico, Francês, Italiano, até tocava piano e órgão. Gostava muito de História e Geografia, tinha sempre excelentes notas. Mas também gostava de trabalhar, costume ou hábito de todos os descendentes de italianos. Sabia lidar com o serrote, o martelo, a marreta, o nível, o metro, a colher de pedreiro, o esquadro. Os mais limitados iam de enxada, foice, picareta... Ele, bom de cálculo (ensinou-me a calcular medições de terras e volumes quando eu estava no segundo ano primário), era pedreiro. E, no Seminário, sempre havia o que fazer. Herdara do Nono Frederico as habilidades.

          Bem, num dia daqueles, estava meu pai a construir uma cancha de bochas, lá na Vila Pompéia, quando o colega Albino Baretta começou a dar palpites, em vez de ajudar. Meu pai deu-lhe uma marretada no dedão de um pé e foi sangue para tudo o que é lado.

          À noite, a Cúpula Diretiva do Seminário, embuída do maior senso de justiça, reuniu-se para decidir o futuro do rebelde Guerino. Era uma decisão difícil, que ficou adiada para a manhã seguinte. Precisavam analisar tudo, calmamente, mas, à espreita, o réu já percebia que seu destgino seria a rua, a expulsão, uma vergonha para a Família Italiana, em plena Segunda Guerra Mundial. Então, enquanto todos dormiam, jogou uma trouxa de roupas pela janela do quarto, saiu devagarinho e silenciosamente pelo corredor, sem ser percebido, e adeus seminário. É por isso que o Padre Albino é responsável por eu existir. E, terei imenso prazer erm lhe proporcionar, cara leitora, a continuidade dessa história, em próxima crônica. Enquando isso, a Marjorie Estiano e a Fernanda Montenegro ganham um descanso merecido.


Euclides Riquetti
25-03-2012

Cai a chuva macia no verão da gente

 


 






Cai a chuva macia no verão da gente
Nestas tardes quentes de dezembro
Vem refrescar o corpo e minha mente
Tem sido assim desde que me lembro...

Chuvas de verão,  sempre esperadas
Regam os milharais e molham a terra
E as carreiras de plantas enfileiradas
Que aqui vicejam desde a primavera.

Tornam tenras as tardes enfadonhas
Põem ânimo nos corpos preguiçosos
E refrescam as almas mais medonhas.

Mas, depois que ela vem e vai embora
Movem-se meus instintos pecaminosos
Então meu rosto ri e minh' alma chora!

Euclides Riquetti

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Foi como um sonho de verão

 

                                            Vera Cristina Boff Zortéa - 1979 


Foi como um sonho de verão

Foi emoção e encantamento

O registro inefável do casamento

Tempos de amor e paixão...


Foi depois da Primavera

Um novo ano era chegado

O sonho então realizado

Para Caio e para  Vera!


Então família é chegada 

Um menino e as maninhas

São três belas Princesinhas 

Na família consagrada...


Numa vila nascedoura 

História nova sendo escrita

Por pessoas tão bonitas

E uma foto eternizadora.  


Mesmo os anos já passados

Nos ficaram na memória

E entre tropeços e glórias

Sonhos foram realizados.


Agora milhões de orações

A mente que jamais esquece

Ficou o amor que enobrece

Gravado nos corações!


Euclides Riquetti

13-02-2025

















Busque a realização dos seus sonhos!

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Busque a realização de seus sonhos

Não deixe que nada a  atrapalhe
Busque-os com seu rosto risonho
Pois sem eles a vida pouco vale.

Procure realizá-los com sabedoria
Com a astúcia e a calma necessária
A luta pelos sonhos que contagiam
Não deve ser isolada ou solitária.

Buscar os sonhos mas não deixar
Que eles se sobreponham ao real
Realidade e sonhos,  um belo par
Caminhando juntos em especial.

Quero viver os seus sonhos azuis
Contar na noite as estrelas do céu
Quero viver os seus sonhos de luz
Partilhar sonhos de luz e de véu.

Euclides Riquetti

www.blogdoriquetti.blogspot.com 

Nas ondas do sonho

 


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(Tainá Hinckel, na Guarda do Embaú, onde mora,
litoral de Santa Catarina)


Nas ondas do sonho
Ganhei  teu abraço
Um beijo gostoso
Um olhar carinhoso
Depois do cansaço...

Nas ondas do sonho
Enrolaste-me em laço
Entreguei-me de todo
A teu corpo cheiroso
Perdi-me em seus braços!

Mulher carinhosa
Na tarde de verão
Na tarde gostosa
Me atacas fogosa
Roubas meu coração.

E nas ondas do sonho
Me levas embora
Com teus beijos de fogo
De amor e de gozo
Me levas, senhora
Me levas embora.

E eu
Por minha própria vontade
Me deixo levar!

Leva-me
Para algum lugar
Onde possas me amar
E me fazer sonhar.
Leva-me
E não me deixes voltar!

Euclides Riquetti
www.blogdoriquetti.blogspot.com