domingo, 18 de outubro de 2026

Num poema, no brilho do luar

 


 




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Olhe para o universo vasto e estrelado
Contemple a beleza deste nosso céu
Olhe para o teto imenso e enluarado
Que se veste  com este santo véu.

Olhe para a beleza do medalhão prateado
Que compõe o cenário que nos cobre
Olhe todo este mundo santo e encantado
Que nos presenteia com seu retrato nobre.

Olhe, intensamente, para nunca mais esquecer
E marque cada canto de nosso belo espaço
Guarde, carinhosamente, enquanto você viver.

Abra sua janela, busque-me em algum lugar
Receba, com toda a paixão,  meu carinhoso abraço
Que lhe mando num poema, no brilho do luar.

Euclides Riquetti

O abraço que não ganhei

 



O abraço que não ganhei

O perfume que não senti

O amor que eu não vivi

O beijo que não te dei

Foi quase ao anoitecer

Me fez falta, podes crer!


A rosa que fotografei

Aquela da cor amarela

Ou seria branca a cor dela?

Que no recado colei

Ainda restou perfumada

Na mente bem gravada..


Com a saudade eu fiquei

Está segura, controlada

Mas não ficará guardada

Tu sabes, eu também sei

Só tu poderás libertá-la

Só eu te poderei dá-la!


Euclides Riquetti

Amanhecer de 18-10-2026









Dos tempos do Palmeirinhas da Rua da Cadeia e do Campo Municipal de Capinzal

 


 

 

Em pé: Darci Lucietti, o Tostão, Luiz Pàulo Andrioni, Irineu (Nico de Oliveira), Ivo Santo Guerra (Bode  Branco), Moacir Damião Richetti e Euclides Riquetti (Pisca). Agachados: Antônio José Doin (Zezo), Pedro Pelegrini, Cid Ney Surdi, Adelir Paulo Lucietti (Paulinho) e Altivir Souza. Tostão, Andrioni, Nico e Pelegrini e Altevir, in memorian). O estádio municipal, que pertencia à RFFSA foi transformado na atual Praça Pedro Lélis da Rocha e a Rodoviária Municipal, em Capinzal. O cenário de fundo é onde se localizam a Telefônica, a Celesc, o INSS e o Centro Educacional Prefeito Celso Farina. O esquadrão acima era o infanto-juvenil, que ao final dos anos 60 ocupou o lugar do tradicional juvenil do Palmeirinhas. 


Dos tempos do Palmeirinhas da Rua da Cadeia e do Campo Municipal de Capinzal

       Na década de 1960, Capinzal detinha os times do Associação Esportiva Vasco da Gama, Arabutã Futebol Clube, Grêmio Esportivo São José (no Distrito de Ouro), Indústria Reunidas Ouro, categoria adultos e aspirantes. Na área rural, dezenas de times nos dois lados do Rio do Peixe. Na categoria juvenil, tivemos o EGO - Esporte Ginasial Olímpico, formado por estudantes do antigo Ginásio Padre Anchieta. Em meados dos anos 60, formaram o Grêmio Esportivo Operário (que iniciou como Pedreiros Futebol Clube, fundado pelos descendentes de Ângelo (Gigi) Gramázzio. Todos eles mandavam seus jogos no estádio Municipal. Nas categorias infanto-juvenil, havia o Botafogo FR (Capinzal), o Juvenil do GE São São José, e o Sociedade Esportiva Palmeiras (Ouro), que iniciou com o nome de Palmeirinhas da Rua da Cadeia. Também tivemos o Vasquinho (dos familiares de Ernesto Zortéa), o Fluminense (de Rogério Caldart) e o Ameriquinha, dos Baratieri. 

      O futebol era amador, mas as rivalidades eram fortíssimas. Arabutã e Vasco utilizavam as tardes de domingo. São José e Ouro os sábados à tarde. As equipes juvenis utilizavam as manhãs de domingo. Não sobrava tempo para o gramado se recuperar. O centro do campo era um chão de terra vermelha, pois não dava tempo de o gramado se recuperar. Saudades dos jogos, das encrencas, das rifas de ferro elétrico e guarda-chuva para comprar bolas e uniformes. E o futebol era garra, dedicação, arte e nos duas chuvosos, umas sacas de serragem da empresa Hachmann jogada nas áreas dos goleiros nos permitiam jogar. Bolas pesadas, velhas e duras, que faziam doer os pés da garotada.

       Vivi esses bons tempos, fui feliz!


Euclides Riquetti

30-12-2023 - REEDIÇÃO

Um sorriso bonito

 





Um sorriso bonito enfeita a janela
Da casa dela...

Uma flor vermelha enfeita o jardim
Cultivado por mim...

Um perfume suave o ar contagia
E me traz alegria...

Um poema romântico me encanta
Enquanto ela dança...

Uma canção de ninar me embala
Enquanto ela fala...

E, enquanto eu escrevo seu nome
Ela apenas dorme...

Porque ainda é de manhãzinha
E eu espero pelo novo sol!

Euclides Riquetti

Beatriz na janela

 



 

Beatriz na janela

Cândida, singela

Astuta, esperta 

Na medida certa!


Beatriz, a superação

A vitória da vida

Pequenina paixão

Menina querida!


Beatriz, agilidade

Muita tenacidade

Puro encantamento

Venceu pelo tempo!


Beatriz serenidade

Anja de verdade

Parabéns, Beatriz

Felicidades, Beatriz!


Euclides Riquetti

Abençoa, Meu Deus, as pessoas de bem

 


 


 
 
 
 

 
 

sábado, 17 de outubro de 2026

Querer-te

 






Querer-te em todas as horas do dia

Querer-te na fresca madrugada

Para que eu possa matar a nostalgia

Querer-te para que te sintas amada.


Querer-te porque és muito atraente

Querer-te porque és bela e sensual

Porque isso me soa bem normal

Querer-te deliciosa e envolvente.


Querer-te, apenas por muito desejar-te

Querer-te porque é bom te querer

Querer-te comigo em toda a parte...


Querer-te abraçada, olhando o mar

Apenas pelo prazer de te beijar e ter

Pelo gosto de ter, pelo prazer de amar!


Euclides Riquett

Sábado de sol e de cor

 



 


 



Sábado de sol e de cor
Dia de alegria desmedida
De andar livre na vida
Nada de tristeza, nem dor.

Sábado com muita euforia
Dia das doces sensações
De dar asas às emoções
Nada de melancolia.

Sábado dos corpos sarados
Dos corações atirando setas
Dos corações sendo flechados.

Dia de comemoração
Nas almas de todos os poetas
Que escrevem com amor e paixão!

Euclides Riquetti

O primeiro sapato de salto alto da Gisele Bündchen

 


 



          Horizontina é uma cidade do Noroeste do Rio Grande do Sul. Está quase que com 20.000 habitantes. A fama da cidade veio, inicialmente, por ser sede da SLC, a fabricante das colheitadeiras de grãos famosíssima. Hoje a antiga SLC é de propriedade da John Deere Brasil e fabrica ali uma grande diversidade de máquinas agrícolas.

          Porém, nas duas presentes décadas, a cidade ficou muito mais conhecida em razão de ser o berço de nascimento da top model Gisele Bündchen. A mais poderosa modelo da atualidade, também considerada uma das 100 mulheres mais poderosas do mundo, nasceu em 20 de julho de 1980. Também é relacionada entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil. Mais um mês e a esposa de Tom Brady, o famoso jogador de futebol americano, completa 35 anos. O casal tem dois filhos.

            "La Bündchen" é uma pessoa de sucesso. Poucas modelos conseguiram sustentar-se por 20 anos em nível tão alto. Tanto que já amealhou aproximadamente Um Bilhão de Reais.  Modelo, atriz,  empresária e filantropa, Gisele tem um patrimônio superior a isso.

          Acompanho a vida da modelo como já acompanhei a da Shirley Malmann e outras gaúchas. Aliás, a mulher gaúcha é sempre exemplo de beleza e elegância. E, mais que isso, modelo de determinação. Sabem o que querem!

          O caso de Bündchen é o de uma pessoa fadada ao sucesso. Mas não que este tenha caído do céu espontaneamente. Na escola, em seus estudos de Primeiro Grau, era uma aluna muito forte lá em Horizontina. Obtinha notas muito altas. Era uma grande líder, capitã do time de voley da cidade. Um de seus professores costuma dizer que ela era tão talentosa e determinada que, se não fosse modelo, certamente chegaria à seleção brasileira de voleibol.

          GB teve duas participações no cinema: Em 2004 protagonizando "Taxi", no papel de Vanessa; e em 2006, uma participação especial em "O Diabo Veste Prada", no papel de Serena. Agora, depois de considerar o desfile que fez na São Paulo Fashion Week, em março deste ano, o último de sua carreira, seus fãs esperam por vê-la atuando novamente no cinema.

          Um vídeo de 1995,  que circula pela internet e foi reproduzido no programa Profissão Repórter, da TV Globo nesta semana, mostra-a em seu baile de debutantes, juntamente com duas irmãs. Era a mais alta dentre todas as debutantes. Naquele dia, usou seu primeiro salto de saltos altos. E, desde então, anda com desenvoltura e elegância sobre eles.

          Trabalhou como modelo fotográfico e em desfiles para Valentino, Zara, Bulgari, Versace, Victoria,s Secret,  Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, Dolce & Gabbana, Colcci, etc. Foi capa  de revistas como Vogue, Arena, Marie Claire, Vanity Fair, Forbes, Newsweek, Time e Rolling Stone.       
          É  provável que tenha  aparecido em mais de quinhentas capas de revistas. É a segunda mulher que mais fez isso, perdendo apenas para a deslumbrante Princesa Lady Di.

          Embora não use isso para se promover ( e nem precisa disso), pratica permanentemente a filantropia, principalmente defendendo causas ambientais e humanitárias.

         Gisele Bündchenm é uma brasileira que muito nos orgulha!

Euclides Riquetti
17-06-2015

Rosas de Santa Luzia

 


 


 


(foto: Miriam Carmignan)


Rosas de Santa Luzia  


Belas rosas avermelhadas

Adornam nossa Santa Luzia

A capela de cor azul clara

Fica perto de minha moradia.


Na parte alta da cidade

Joaçaba - Santa Catarina

Amavelmente cuidada

Onde o capricho predomina!


Santa Luzia, nossa Padroeira

Pelos moradores venerada

Sua imagem está ali, altaneira

Por todos nós admirada.


Rezemos à Luzia abençoada

Que nos protege e nos guia

Para uma semana coroada

De êxito em todos os dias!


Euclides Riquetti

Loba mulher

 




Loba mulher dos sonhos cor-de-rosa
Loba mulher dos pensamentos que anuem
Dos lábios que me retribuem
Dos pecados que os meus diluem.

Loba mulher dos cabelos molhados
Desalinhados
Perfumados...

Loba mulher de cabelos e olhos encastanhados
Delicados
Encantados...

Loba mulher
Dos sonhos e encantos
Que provocam meus prantos
(Prantos nada santos...)

Loba mulher fervilhosa
Deliciosa
Dos sonhos azuis, dos sonhos cor-de-rosa:
Loba mulher!


Euclides Riquetti

Deixa que o perfume dos ventos te acaricie

 

 


 



Deixa que o perfume dos ventos te acaricie
Afague tua pele e beije teus  lábios que eu tanto desejo
Erice  teus cabelos macios  e aplaque  teus medos
Permite  que o perfume dos ventos se delicie...

Deixa que a brisa da noite refresque teu corpo fogoso
Apalpe teus seios, teus braços, com toda a ternura
Que leve pra ti  os aromas  e toda doçura
E que a noite se transforme em algo sublime  e gostoso.

Deixa-te navegar na distância numa  viagem bonita
Ultrapassar as barreiras que te impedem de ser feliz
Voa pelos ares da mente na imensidão infinita

Deixa  que teu rosto receba o carinho de minhas mãos
E sente  o seu  toque sensual que você sempre quis
Deixa-te trazer até mim, embalada pelo som da minha canção!

Euclides Celito Riquetti

www.blogdoriquetti.blogspot.com 

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Para cada mulher, uma flor

 







Para cada mulher, uma flor
Para cada flor, um sorriso de mulher
Para as flores
De todas as cores
O sorriso que cada uma delas quer
E o meu para você
Se você também quiser.

Para seu rosto de finos traços
As carícias de minhas mãos
E muitos beijos e abraços...

Para os seus olhos brilhantes
Em tempos de muita emoção
Os encantos mais cativantes...

Para você, em especial
Um poema simples, talvez até banal
Mas um recado muito sincero
Uma mensagem bem legal
Pra lhe dizer que eu a quero
Pra não perdê-la jamais!

Euclides Riquetti

Visite o Blog do Riquetti - poemas e crônicas de
Euclides Celito Riquetti

Os ventos que vêm do mar


 

Os ventos que vêm do mar
Me trazem  os murmúrios da antiga canção
Me lembram o amor e a louca paixão
Os ventos que vêm do mar.

Os ventos que vêm do mar
Despertam sentimentos adormecidos
Instintos que  jazem  escondidos
E que voltam a se  animar.

Os ventos que sopram pro mar
Levam de volta os meus lamentos
Que se vão a velejar.

Os ventos que sopram pro mar
Levam as tristezas e os meus sofrimentos
Para me deixarem em paz.

Euclides Riquetti

O Breda, o Buick e o Smith & Wesson - para homenagear Kurtz Brecht - o Fritz Chapeador


 


 





     Vi recentemente,  num site regional, que perdemos o amigão "Fritz Chapeador", morador em Ouro, SC, masque se aposentou trabalhando em Capinzal - em sua oficina próxima à área de lazer Doutor Arnaldo Favorito. Então, estou reeditando a crônica que escrevi em 22-04-2013 e que ele é uma dos personagens reais. Os filhos dele foram meus alunos de Inglês e Português, na Escola Sílvio Santos ou na CNEC. 

          O Horácio Heitor Breda era gaúcho de Flores da Cunha. Veio para Videira bem jovem  e, depois, foi convidado a trabalhar nas Indústrias Reunidas Ouro, na antiga Rio Capinzal. Era um excelente moço de escritório, entendia de tudo, um autêntico contabilista. Trabalhou uns anos por aqui e depois foi embora, lá para Maringá. Era bom administrador e empreendedor, foi trabalhar por conta em sociedade com um irmão.

          No início da década de 1950 o recém emancipado Município de Capinzal tinha uma forte divisão política. Na margem esquerda do Rio do Peixe, onde havia o principal núcleo populacional e a melhor infraestrutura, inclusive com dois hospitais, hotéis e a estação do trem, situava-se a sede municipal e havia a predominância política do partido PSD. O PTB também tinha sua força. Mas, à margem direita, o Distrito de Ouro, antigo Abelardo Luz, tinha a predominância política da UDN. E os udenistas pensaram numa estratégia para ganhar as eleições. Ivo Luiz Bazzo, jovem militante desta, foi de jipe, com um amigo, até Maringá e convidou o Breda para voltar à cidade e  concorrer a Prefeito do Município de Capinzal.

          Para a época, bastava que o candidato e estivesse residindo cidade há seis meses do dia da eleição. Então, trouxeram o Sr. Breda para residir na casa do Ivo Luiz Bazzo, ali na Rua do Comércio. Ficou ali morando, candidataram-no e  elegeram-no Prefeito de Capinzal. Em seu mandato foi inaugurada a Ponte Irineu Bornhausen, que ligou as duas margens do rio, e ainda adquiriu da família Sartori uma edificação de alvenaria, no Distrito de Ouro, onde instalou a Prefeitura. A sede municipal era na margem esquerda e a Prefeitura na margem direita do Rio do Peixe. Breda fez grandes realizações no município que governou de 1954 a 1959.

          Entrevistei o Breda, por telefone, há 5 anos, no estúdio da Rádio Capinzal, com o apoio do Ademir Pedro Belotto. Produzimos um vídeo em DVD com meu texto e a narração do Belotto. Colhi imagens em álbuns fotográficos e escutei do Ivo Luiz Bazzo, do Nélito Colombo  e do Pedro Zaleski mutas histórias sobre o Breda. Então, eu tive os argumentos para fazer-lhe as perguntas, a que ele habilmente respondeu.  Foi muito amável e mantenho o material comigo, vou preservar.

          Mas as boas partes da história não são as da política. Era conhecido como exímio atirador. Costumava passar (a pé) pela Ponte Pênsil Padre Mathias Michelizza e  observar as águas então límpidas do Rio do Peixe. E, lá de cima, via os peixes na água. Mirava seu reluzente revólver "38 Smith  & Wesson" e acertava o exemplar que escolhesse. Amigos iam retirar os peixes da água e dar-lhes o melhor destino, a grelha ou a frigideira.

          O Kurtz Brecht, também conhecido como Fritz, foi um dos melhores latoeiros/funileiros (chapeador) de automóveis da história da cidade. Agora aposentado, sempre que o encontro nosso "Chapeador", levo com ele um bom papo. Pois ele me contou que, na época em que era Prefeito, o Breda levou um Buick, carro formidável e fabricado em Detroit, para que fizesse uns reparos, deixasse "nos trinques".  O moço Fritz abriu o porta-malas e descobriu, enrolado numa manta, um reluzente rifle. Disse-lhe o Breda que era para caçar "bichos grandes". Ficaram muito amigos. O Breda deixou fama como atirador.

          Ao término do mandato, Breda voltou para Maringá, onde continuou a trabalhar com negócios próprios e, em 2007, foi morar na Agronômica, em Florianópolis. Em muitos encontros promovidos pelo SEBRAE em que participei, conversei e obtive informações sobre ele com um rapaz casado com uma de suas netas. Até lhe mandei um CD do Grupo Píccola Itália Del Oro, para que escutasse. Há um ano não tinha mais notícias dele. No sábado, 13 de abril, recebi a informação de que ele havia falecido. Aguardei que sites regionais trouxessem notícias sobre o fato, mas nada descobri. Apenas o site de uma Funerária da Capital indicava a hora do sepultamento, no Jardim da Paz, em Florianópolis. Também não soube que tivessem decretado Luto Oficial na cidade onde foi Prefeito. Ontem, o DC trouxe em seu obituário uma nota sobre seu falecimento, colocada por familiares. E vi no facebook uma postagem do Dr. Lourenço Brancher mencionando isso. E comentários de amigos que lamentam que as pessoas que fizeram a história das cidades sejam facilmente esquecidas.

          Aos amigos e familiares do Breda, aquele rapaz alto e elegante, chapéu de feltro, paletó cinza, que governou Capinzal e se constituiu num  dos grandes pilares de sua História, manifesto minhas mais sinceras condolências. Foi muito gratificante ter ouvido das pessoas que o conheceram sobre seus feitos e sua habilidade como administrador público. Sempre o admirei. E, nas vezes que falei com ele ao telefone, senti a firmeza de uma pessoa de sentimentos nobres, humilde, bom caráter, e com alto espírito público: "Grande Horácio Heitor Breda"!

Euclides Riquetti
22-04-2013