Seu coração precisa
De norteadores seguros
Não pode andar à deriva
Nem em mares escuros.
Um coração que sempre busca
O mar da tranquilidade
Evita a turbulência brusca
Deseja amor e lealdade.
(Seu coração está longe
De ser um coração cigano
Se eu chamar ele responde
Está em meu primeiro plano.)
Dê um norte pro seu coração
Trace-lhe um caminho por onde andar
Não deixe que uma fugaz ilusão
O faça sofrer e chorar...
Euclides Riquetti
01-09-2013
domingo, 1 de setembro de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Atrativos Turísticos na Serra Gaúcha
A região da Serra Gaúcha é pródiga em atrativos turísticos naturais. Posso assegurar que tem lá o equivalente ao que há no litoral catarinense. Aqui em Santa Catarina, belíssimas praias, muito sol. Nossa propaganda é o sol e o calor no verão e... muita gente bonita. Lá, o frio, a irregularidade topográfica, os vinhedos, muitos empreendimentos de cultura e lazer e... muita gente bonita também!
Ora, dizer que somos privilegiadíssimos é redundante, é chover no molhado. É preciso ver, estar presente, sentir o clima, fazer a interação devida e sim, poder dizer: Nosso Sul é um verdadeiro paraíso! Caxias do Sul uma cidade industrial basicamente colonizada por italianos, onde se realiza a grandiosa Festa da Uva. Bento Golçalves, com o Caminho de Pedras, os parreirais e as cantinas de vinho de altitude que competem com os melhores do mundo. E o conjunto Nova Petrópolis/Gramado/Canela com sua grande evolução em termos de nos ofertar suas confecções, os chocolates, sua cultura, natureza e e os empreendimentos arrojadíssimos.
Algo que muito nos encantou, em Gramado, foi a visitação ao conjunto de museus que é oferecido para um pacote de visitações. Sabe, leitor, aquele dia de chuva que você precisa cuidar-se um pouco e buscar atrativos "indoor"? Pois dois núcleos de museus, com dois departamentos cada um, salva o seu dia. O primeiro, o Museu de Cera: Simplesmente fantástico. Eu já o conhecia de reportagem televisiva, mas estar lá, presente, até tirar fotos com personagens da arte cinematográfica é simplemente maravilhoso: Estátuas que parecem reais, de Michael Jackson, Elvis Presley, Marylim Monroe, Lady Di, Woopy Goldberg, Paul Mac Cartney, Elton John, Indiana Jones, Ayrton Senna, Santos Dummont, Charles Chapplin, Einstein e outros é algo divino e que nos leva a pensar o quanto o ser humano já evoluiu em termos de técnicas de reproução de imagens físicas ou digitais.
Em anexo a este, o Harley Motos Show, com suas potentes e clássicas motocicletas Harley-Davidson, com uma dezena e meia de exemplares, decorando uma choperia, numa reprodução de um ambiente americano, é algo impagável... e inesquecível aos nossos olhos. Coisa de encantar até quem nunca sentiu nenhuma atração por esse tipo de veículo. E o som-ambiente inglês, e ornamentos de neon trazidos da Alemanha, tudo muito harminizado, fino.
Depois, num segundo núcleo, mas dois museus extraordinários: O Super Carros, com possantes veículos importados que vão das Ferraris vermelhas até os Camaros Amarelos atualíssimos. Para quem gosta de carros, a delícia de fotografá-los e adminrá-los. Mas, quem não gosta de carros bonitos? Só indo lá e ver para crer nas maravilhas que a tecnologia moderna nos pode oferecer.
E, finalmente, o mais extraordinário deles, em minha opinião, que combina com meu jeito saudosista de ser: o "Hollywood Dreams Cars". Impressionante! Logo na entrada, um Cadillac Eldorado Biarritz modelo 1957, de uma cor perolizada pink, conversível, com assentos brancos, tudo devidamente harmonizado, díficil de se imaginar que, há mais de 50 anos, pudessem fabricar carros com tamanha tecnologia e beleza. E, mesmo que você procure intensamente com seus olhos, estará longe de encontrar qualquer defeito em sua conservação.
Parece que reuniram toda a coleção de preferência da geração Elvis Presley e colocaram lá para que víssemos. Ford, Lincoln, Mercury, Chevrolet, todos com suas irretocáveis pinturas originas e seus estofamentos exuberantes. Que maravilha! Tem razão o locutor que recebe os turistas em dizer que o automóvel americano era o sonho de todo o endinheirado brasileiro nas décadas pré 1960.
Tudo isso, os quatro museus, em dois pontos diferentes da cidade, você pode visitar por R$ 70.00, (R$ 60,00 para grupos de turistas).
É porque os atrativos são diversificados na região que para lá se dirigem milhões de turistas todo o ano, de todas as procedências. Há opções de lazer, compras, hospedagem e gastronômica, para fazer com que o turista sempre deseje voltar. Foi meu quarto tour por lá, mas pretendo ir outras vezes. Que Deus permita que viva muitos anos e possa conhecer os que ainda não o fiz. Eu recomendo para você também!
Euclides Riquetti
31-08-2013
Ora, dizer que somos privilegiadíssimos é redundante, é chover no molhado. É preciso ver, estar presente, sentir o clima, fazer a interação devida e sim, poder dizer: Nosso Sul é um verdadeiro paraíso! Caxias do Sul uma cidade industrial basicamente colonizada por italianos, onde se realiza a grandiosa Festa da Uva. Bento Golçalves, com o Caminho de Pedras, os parreirais e as cantinas de vinho de altitude que competem com os melhores do mundo. E o conjunto Nova Petrópolis/Gramado/Canela com sua grande evolução em termos de nos ofertar suas confecções, os chocolates, sua cultura, natureza e e os empreendimentos arrojadíssimos.
Algo que muito nos encantou, em Gramado, foi a visitação ao conjunto de museus que é oferecido para um pacote de visitações. Sabe, leitor, aquele dia de chuva que você precisa cuidar-se um pouco e buscar atrativos "indoor"? Pois dois núcleos de museus, com dois departamentos cada um, salva o seu dia. O primeiro, o Museu de Cera: Simplesmente fantástico. Eu já o conhecia de reportagem televisiva, mas estar lá, presente, até tirar fotos com personagens da arte cinematográfica é simplemente maravilhoso: Estátuas que parecem reais, de Michael Jackson, Elvis Presley, Marylim Monroe, Lady Di, Woopy Goldberg, Paul Mac Cartney, Elton John, Indiana Jones, Ayrton Senna, Santos Dummont, Charles Chapplin, Einstein e outros é algo divino e que nos leva a pensar o quanto o ser humano já evoluiu em termos de técnicas de reproução de imagens físicas ou digitais.
Em anexo a este, o Harley Motos Show, com suas potentes e clássicas motocicletas Harley-Davidson, com uma dezena e meia de exemplares, decorando uma choperia, numa reprodução de um ambiente americano, é algo impagável... e inesquecível aos nossos olhos. Coisa de encantar até quem nunca sentiu nenhuma atração por esse tipo de veículo. E o som-ambiente inglês, e ornamentos de neon trazidos da Alemanha, tudo muito harminizado, fino.
Depois, num segundo núcleo, mas dois museus extraordinários: O Super Carros, com possantes veículos importados que vão das Ferraris vermelhas até os Camaros Amarelos atualíssimos. Para quem gosta de carros, a delícia de fotografá-los e adminrá-los. Mas, quem não gosta de carros bonitos? Só indo lá e ver para crer nas maravilhas que a tecnologia moderna nos pode oferecer.
E, finalmente, o mais extraordinário deles, em minha opinião, que combina com meu jeito saudosista de ser: o "Hollywood Dreams Cars". Impressionante! Logo na entrada, um Cadillac Eldorado Biarritz modelo 1957, de uma cor perolizada pink, conversível, com assentos brancos, tudo devidamente harmonizado, díficil de se imaginar que, há mais de 50 anos, pudessem fabricar carros com tamanha tecnologia e beleza. E, mesmo que você procure intensamente com seus olhos, estará longe de encontrar qualquer defeito em sua conservação.
Parece que reuniram toda a coleção de preferência da geração Elvis Presley e colocaram lá para que víssemos. Ford, Lincoln, Mercury, Chevrolet, todos com suas irretocáveis pinturas originas e seus estofamentos exuberantes. Que maravilha! Tem razão o locutor que recebe os turistas em dizer que o automóvel americano era o sonho de todo o endinheirado brasileiro nas décadas pré 1960.
Tudo isso, os quatro museus, em dois pontos diferentes da cidade, você pode visitar por R$ 70.00, (R$ 60,00 para grupos de turistas).
É porque os atrativos são diversificados na região que para lá se dirigem milhões de turistas todo o ano, de todas as procedências. Há opções de lazer, compras, hospedagem e gastronômica, para fazer com que o turista sempre deseje voltar. Foi meu quarto tour por lá, mas pretendo ir outras vezes. Que Deus permita que viva muitos anos e possa conhecer os que ainda não o fiz. Eu recomendo para você também!
Euclides Riquetti
31-08-2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Propagar no papel... o amor sem fim!
Apenas um pedaço de papel!
Mas se fosse pintor
Apenas o pincel...
Ou, então, só um violão
Se fosse apenas cantor, ou se fosse menestrel!
Mas, para o poeta
Com sua alma inquieta
Apenas um pedacinho de papel.
Branco, quadrado ou retangular
E um lápis para rabiscar
Uns versos com sabor... de mel.
O poeta busca dentro de si
A força para harmonizar as palavras
E os vocábulos certos
Para compor os versos...
Ah, poeta que brotou de dentro de mim
Eu poderia ter tido outras formas de viver
As minhas epopeias.
Mas fui logo escolher
O desafio às ideias
De propagar, no papel, o amor... sem fim!
Euclides Riquetti
30-08-2013
Mas se fosse pintor
Apenas o pincel...
Ou, então, só um violão
Se fosse apenas cantor, ou se fosse menestrel!
Mas, para o poeta
Com sua alma inquieta
Apenas um pedacinho de papel.
Branco, quadrado ou retangular
E um lápis para rabiscar
Uns versos com sabor... de mel.
O poeta busca dentro de si
A força para harmonizar as palavras
E os vocábulos certos
Para compor os versos...
Ah, poeta que brotou de dentro de mim
Eu poderia ter tido outras formas de viver
As minhas epopeias.
Mas fui logo escolher
O desafio às ideias
De propagar, no papel, o amor... sem fim!
Euclides Riquetti
30-08-2013
Dormem o anjos
Dormem os anjos
Mas dormem vigilantes
O seu sono reconfortante
Dormem os anjos!
Dormem pensando nas crianças que precisam proteger
Dormem pensando nos velhinhos e em você!
Dormem os anjos o tenro sono da noite de geada
Dormem com as asas protegendo o peito
Porque assim, desse jeito
Também se protegem
Na madrugada.
Dormem angelicalmente...
Dormem na manhã nevoenta e cinzenta
Porque nas manhãs de sol
Precisam voar por aí
Protegendo os passarinhos
... e as borboletas!
Anjos de azul, de rosa, de branco
Anjos do sorriso franco
Anjos de nossa guarda
Que cuidam de nós... e de nossa casa
Cuidem também dos outros anjos
Enquanto dormem
Com seus olhos semiabertos!
Dormem os anjos docemente
Dormem os anjos pensando nas gentes!
Euclides Riquetti
29-08-2012
Mas dormem vigilantes
O seu sono reconfortante
Dormem os anjos!
Dormem pensando nas crianças que precisam proteger
Dormem pensando nos velhinhos e em você!
Dormem os anjos o tenro sono da noite de geada
Dormem com as asas protegendo o peito
Porque assim, desse jeito
Também se protegem
Na madrugada.
Dormem angelicalmente...
Dormem na manhã nevoenta e cinzenta
Porque nas manhãs de sol
Precisam voar por aí
Protegendo os passarinhos
... e as borboletas!
Anjos de azul, de rosa, de branco
Anjos do sorriso franco
Anjos de nossa guarda
Que cuidam de nós... e de nossa casa
Cuidem também dos outros anjos
Enquanto dormem
Com seus olhos semiabertos!
Dormem os anjos docemente
Dormem os anjos pensando nas gentes!
Euclides Riquetti
29-08-2012
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Frio da saudade...
Vem-me o frio inspirador
O frio que vem também vai
Porém eu prefiro o calor
Que vem acalmar os meus ais!
Vem o frio inclemente
Congelar os pés dos operários
Que trabalham, arduamente
Para garantir os seus salários...
Só não congela meu coração
Por onde circula o sangue quente
Que espanta a desolação
E aquece a alma da gente.
Mesmo assim me traz a saudade
Dos tempos lá do Leãzinho
De brincar até bem tarde
Lá no sítio do Padrinho.
Saudades do Padre que vinha
Montado em seu cavalinho
Frei Crespin que sempre tinha
Uma palavra de carinho.
Pode parecer criancice
Relembrar daqueles tempos
Mas era só faceirice
Alegria em cada momento.
Tenho sim, tenho saudades
Da capela e da escolinha
E das sinceras amizades
Que cultivei naquela linha.
Quantas vezes eu rezei
Nossa Senhora de Lourdes, me escuta!
A Santa que tanto louvei
De mãos postas em sua gruta!
Agora, tantos anos depois
Ainda as amizades mantenho
E do tempo que se foi
Saudades, saudades eu tenho!
Euclides Riquetti
28-08-2013
O frio que vem também vai
Porém eu prefiro o calor
Que vem acalmar os meus ais!
Vem o frio inclemente
Congelar os pés dos operários
Que trabalham, arduamente
Para garantir os seus salários...
Só não congela meu coração
Por onde circula o sangue quente
Que espanta a desolação
E aquece a alma da gente.
Mesmo assim me traz a saudade
Dos tempos lá do Leãzinho
De brincar até bem tarde
Lá no sítio do Padrinho.
Saudades do Padre que vinha
Montado em seu cavalinho
Frei Crespin que sempre tinha
Uma palavra de carinho.
Pode parecer criancice
Relembrar daqueles tempos
Mas era só faceirice
Alegria em cada momento.
Tenho sim, tenho saudades
Da capela e da escolinha
E das sinceras amizades
Que cultivei naquela linha.
Quantas vezes eu rezei
Nossa Senhora de Lourdes, me escuta!
A Santa que tanto louvei
De mãos postas em sua gruta!
Agora, tantos anos depois
Ainda as amizades mantenho
E do tempo que se foi
Saudades, saudades eu tenho!
Euclides Riquetti
28-08-2013
A aulinha da Jujuba
Quatro dias longe da Jujubinha. Na viagem pela Serra gaúcha, lembrávamos de sua delicadeza, de seu carinho para conosco. Dá-nos muito carinho porque recebe muito carinho de nós. As crianças, hoje, em razão de as famílias terem um diminuto número de filhos, recebem muito mais atenção. Não há aquela que não tenha o amor e a paparicação de tios e avós. E das dindas, claro! E, com a nossa Júlia não é diferente.
Pois que na manhã de ontem, 6,30 da manhã ela já aportou em nossa casa. Carinhosamente, passou a mão "na careca do vovô". Foi conferir se era eu mesmo que já havia retornado. Era, felizmente, para ambos. Nós nos damos maravilhosamente bem. Nos finais de tarde, na hora de ir para a casa dela, ali ao lado da nossa, costuma dizer: "Quero ir na cabeça do vovô!". E lá vou eu...Digo-lhe" Eu levo você, mas tem que embarcar na Rodoviária. E lá vai ela correndo para a varanda da frente da casa, esperar que eu a alce por sobre a cabeça, sentando-a em meus ombros. E vamos...Depois, o desembarque na imaginária Rodoviária da casa dela! Com muita alegria. Então ela me diz: "Agora vá pra sua casa! Eu vou ficar aqui com a mamãe, na minha casinha!"
Temos nossos "esquemas" de comunicação, nossos signos convencionados de linguagem, através de gestos, das falas, das expressões faciais. E, com a vovó, costumamos fazer nossas brincadeiras, nossa interação agradável.
Mas nesta segunda, ela veio cedo e nos enquadrou: "Agora a Profe Júlia vai dar aula pros irmãos Vovô e Vovó". Fiquem bem quietinhos! E continuou: "Nós vamos fazer um passeio num sítio. Escutem bem para fazer tudo direitinho. Vou fazer umas anotações em meu caderno ( e, com a caneta, garatujava nas linhas de seu cadernão...,) Vocês precisam levar calçados para o passeio: os meninos, botas para pular sobre as poças de água. E as meninas tênis para pular sobre as poças de água também! E levar um lanchinho para dar para os coelhos: lá tem o Coelho Titio, a Coelha Titia, o Coelhinho Criança e a Coelhinha Criança. Tem o Coelhino Irmão e a Coelhinha Irmã. Mas também tem o Coelhinho Bebê. E não pode passar a mão neles, só pegar pelas orelhas. Só a Profe Júlia é que pode passar a mão nos irmãos coelhinhos... E vou dar os bilhetes para vocês levarem para casa. Agora me sigam em silêncio, senão vocês vão ficar no berçário!"
A Jujuba parece que esteja sempre encenando uma pequena peça teatral. Age e fala com naturalidade e seridade, certamente que representando seu cotidiano escolar. Reproduz, em casa, o que vivencia no CEI Girassol, onde estuda.
Estamos curtinho muito ser alunos de nossa neta. Momentos que lembraremos por toda a nossa vida e que não voltarão mais. Certamente que você, mamãe, dinda ou vovó, deve estar a navegando seus pensamentos a lembrando de por quantas situações semelhantes você já vivenciou. Crianças, certamente, são nossa alegria de viver!
Euclides Riquetti
27-08-2013
Pois que na manhã de ontem, 6,30 da manhã ela já aportou em nossa casa. Carinhosamente, passou a mão "na careca do vovô". Foi conferir se era eu mesmo que já havia retornado. Era, felizmente, para ambos. Nós nos damos maravilhosamente bem. Nos finais de tarde, na hora de ir para a casa dela, ali ao lado da nossa, costuma dizer: "Quero ir na cabeça do vovô!". E lá vou eu...Digo-lhe" Eu levo você, mas tem que embarcar na Rodoviária. E lá vai ela correndo para a varanda da frente da casa, esperar que eu a alce por sobre a cabeça, sentando-a em meus ombros. E vamos...Depois, o desembarque na imaginária Rodoviária da casa dela! Com muita alegria. Então ela me diz: "Agora vá pra sua casa! Eu vou ficar aqui com a mamãe, na minha casinha!"
Temos nossos "esquemas" de comunicação, nossos signos convencionados de linguagem, através de gestos, das falas, das expressões faciais. E, com a vovó, costumamos fazer nossas brincadeiras, nossa interação agradável.
Mas nesta segunda, ela veio cedo e nos enquadrou: "Agora a Profe Júlia vai dar aula pros irmãos Vovô e Vovó". Fiquem bem quietinhos! E continuou: "Nós vamos fazer um passeio num sítio. Escutem bem para fazer tudo direitinho. Vou fazer umas anotações em meu caderno ( e, com a caneta, garatujava nas linhas de seu cadernão...,) Vocês precisam levar calçados para o passeio: os meninos, botas para pular sobre as poças de água. E as meninas tênis para pular sobre as poças de água também! E levar um lanchinho para dar para os coelhos: lá tem o Coelho Titio, a Coelha Titia, o Coelhinho Criança e a Coelhinha Criança. Tem o Coelhino Irmão e a Coelhinha Irmã. Mas também tem o Coelhinho Bebê. E não pode passar a mão neles, só pegar pelas orelhas. Só a Profe Júlia é que pode passar a mão nos irmãos coelhinhos... E vou dar os bilhetes para vocês levarem para casa. Agora me sigam em silêncio, senão vocês vão ficar no berçário!"
A Jujuba parece que esteja sempre encenando uma pequena peça teatral. Age e fala com naturalidade e seridade, certamente que representando seu cotidiano escolar. Reproduz, em casa, o que vivencia no CEI Girassol, onde estuda.
Estamos curtinho muito ser alunos de nossa neta. Momentos que lembraremos por toda a nossa vida e que não voltarão mais. Certamente que você, mamãe, dinda ou vovó, deve estar a navegando seus pensamentos a lembrando de por quantas situações semelhantes você já vivenciou. Crianças, certamente, são nossa alegria de viver!
Euclides Riquetti
27-08-2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Uma fugidinha para Gramado
Morar numa cidade nova é sempre muito bom, porque você consegue fazer novos amigos com facilidade. E, na quinta-feira à noite saímos para o Rio Grande do Sul, com um grupo organizado pela Professora Vera da Silva e seu marido Celso Perotôni, o Pero. Reencontramos o Seu José e a Dona Helena, originários de Treze Tílias, mas que têm um empreendimento em Capinzal, a Pedreira Capinzal. Quando viaja, o casal leva com eles filhos, genro e netos. É nossa terceira viagem com eles, incluindo um Cruzeiro pelo Nordeste, há dois anos. Todos muito simpáticos. Ainda, a família do Valdir Patzlaf, que conheci recetemente, empresário aqui de Joaçaba, e o Casagrande com a esposa, Silrlei, simpaticíssimos. . E a Dona Adelaide (Lindner) Guerreiro, uma pessoa muito culta, elegante e gentil. Só gente boa no pedaço!
Nosso foco era Gramado, o principal destino Turístico do Inverno Sul Brasileiro. Há poucos dias aconteceu ali o Festival de Cinema de Gramado, que reúne as melhores produções, diretores e atores do nosso Cinema. No momento estava acontecendo um Congresso de Mineradores de Carvão. Na cidade há uma constante programação de eventos de todos os gêneros e de todos os tamanhos. Há acomodações e restaurantes para todos os gostos e todas as possibilidades.
É meu quarto tour por lá. O primeiro fiz com alunos da Escola Sílvio Santos, do Ouro, com as professoras Vanda Rech, Jane Doin de Oliveira e Jussara Bertola. Depois um com carro, hospedando-nos em Nova Petrópolis. Há seis anos, com um grupo de Prefeitos de nosso Vale do Rio do Peixe e, agora, outro com os amigos aqui de Joaçaba. Em cada visita, mais novidades. Lugares exuberantes a conhecer, mais de 50 hotéis e 50 restaurantes somente em Gramado, bons hotéis e pousadas também em Caxias do Sul, Nova Petrópolis, Canela e Bento Gonçalves. Um comércio bastante diversificado na área do vestuário, chocolates e vinhos.Chocolate caseiro, confecções e malhas da produção local e vinhos de altíssima qualidade. Vinhos de parreiras de altitude, as europeias, e colonial, com as uvas americanas. Tudo muito tentador.
Houve grande evolução nos serviços oferecidos aos turistas em todas as cidades. O frio é um grande atrativo e acontece em todas as épocas do ano, principalmente em Gramado. Lembro que uma vez, na Parada do Natal, estava muito frio na cidade. E, ainda, produzem neve artifical para o grande desfile que acontece em algumnas noites de dezembro. A cidade das hortênsias respira turismo.
E todas as ações são muito bem articuladas ali. As pessoas sabem dar informações precisas, os atendentes das lojas, hotéis e restaurantes são muito atenciosos e conhecem bem a cidade onde trabalham. Ficamos hospedados no Hotel Sky, onde os serviços são de excelência e a climatização é muito boa. Em todo o ambiente interno era possível andar vestido com apenas uma camiseta, enquanto lá fora o clima estava com um frio próximo entre zero e dois graus. Já há 15 anos possuem um sistema integrado de informações pela internet que permitem que o cidadão descubra de há vagas para hospedagem, se houve desistências. Foi com isso que, em 2000, descobrimos uma vaga para a semana Santa, na Pousada Pinheiros, em Nova Petrópolis, quando um casal havia cancelado sua reserva. Ali acontece o Turismo bem profissional, efetivamente.
Sobre algumas atrações de lá estarei escrevendo ainda nesta semana. E, por enquanto, continuo recomendando aos amigos a ida para a Serra Gaúcha. Quem não conhece ainda, procure conhecer. E, quem já foi, que volte, pois sempre há novidades.
Euclides Riquetti
26-08-2013
Nosso foco era Gramado, o principal destino Turístico do Inverno Sul Brasileiro. Há poucos dias aconteceu ali o Festival de Cinema de Gramado, que reúne as melhores produções, diretores e atores do nosso Cinema. No momento estava acontecendo um Congresso de Mineradores de Carvão. Na cidade há uma constante programação de eventos de todos os gêneros e de todos os tamanhos. Há acomodações e restaurantes para todos os gostos e todas as possibilidades.
É meu quarto tour por lá. O primeiro fiz com alunos da Escola Sílvio Santos, do Ouro, com as professoras Vanda Rech, Jane Doin de Oliveira e Jussara Bertola. Depois um com carro, hospedando-nos em Nova Petrópolis. Há seis anos, com um grupo de Prefeitos de nosso Vale do Rio do Peixe e, agora, outro com os amigos aqui de Joaçaba. Em cada visita, mais novidades. Lugares exuberantes a conhecer, mais de 50 hotéis e 50 restaurantes somente em Gramado, bons hotéis e pousadas também em Caxias do Sul, Nova Petrópolis, Canela e Bento Gonçalves. Um comércio bastante diversificado na área do vestuário, chocolates e vinhos.Chocolate caseiro, confecções e malhas da produção local e vinhos de altíssima qualidade. Vinhos de parreiras de altitude, as europeias, e colonial, com as uvas americanas. Tudo muito tentador.
Houve grande evolução nos serviços oferecidos aos turistas em todas as cidades. O frio é um grande atrativo e acontece em todas as épocas do ano, principalmente em Gramado. Lembro que uma vez, na Parada do Natal, estava muito frio na cidade. E, ainda, produzem neve artifical para o grande desfile que acontece em algumnas noites de dezembro. A cidade das hortênsias respira turismo.
E todas as ações são muito bem articuladas ali. As pessoas sabem dar informações precisas, os atendentes das lojas, hotéis e restaurantes são muito atenciosos e conhecem bem a cidade onde trabalham. Ficamos hospedados no Hotel Sky, onde os serviços são de excelência e a climatização é muito boa. Em todo o ambiente interno era possível andar vestido com apenas uma camiseta, enquanto lá fora o clima estava com um frio próximo entre zero e dois graus. Já há 15 anos possuem um sistema integrado de informações pela internet que permitem que o cidadão descubra de há vagas para hospedagem, se houve desistências. Foi com isso que, em 2000, descobrimos uma vaga para a semana Santa, na Pousada Pinheiros, em Nova Petrópolis, quando um casal havia cancelado sua reserva. Ali acontece o Turismo bem profissional, efetivamente.
Sobre algumas atrações de lá estarei escrevendo ainda nesta semana. E, por enquanto, continuo recomendando aos amigos a ida para a Serra Gaúcha. Quem não conhece ainda, procure conhecer. E, quem já foi, que volte, pois sempre há novidades.
Euclides Riquetti
26-08-2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Onde anda você?
Onde anda você, que saiu a caminhar pelos trilhos dos raios de meu sol?
Onde anda você, que ainda não disse a ninguém para onde foi e nem quando vai voltar?
Onde anda você, que me fitava com seu olhar de brilho sem igual?
Onde anda você, com seus belos olhos de cor do mar?
Onde anda você, que no meu frágil coração causa turbulências?
Onde anda você, que me encantou com sua voz e rosto angelical?
Onde anda você, que na minha vida traçou as linhas da belevolência?
Onde anda você, com sua beleza ímpar, beleza sem igual?
Talvez eu possa encontrar você no meio das estrelas que cintilam
Talvez eu possa encontrar você andando nos raios de meu sol ameno
Talvez eu possa encontrar você nas noites de sereno...
Talvez eu possa encontrar você em meio às luzes que ainda brilham
Sim, porque você será o alento para minh´alma tão sofrida
Será, por certo, só você, pois só você será a luz de minha vida!
Euclides Riquetti
25-08-2013
Onde anda você, que ainda não disse a ninguém para onde foi e nem quando vai voltar?
Onde anda você, que me fitava com seu olhar de brilho sem igual?
Onde anda você, com seus belos olhos de cor do mar?
Onde anda você, que no meu frágil coração causa turbulências?
Onde anda você, que me encantou com sua voz e rosto angelical?
Onde anda você, que na minha vida traçou as linhas da belevolência?
Onde anda você, com sua beleza ímpar, beleza sem igual?
Talvez eu possa encontrar você no meio das estrelas que cintilam
Talvez eu possa encontrar você andando nos raios de meu sol ameno
Talvez eu possa encontrar você nas noites de sereno...
Talvez eu possa encontrar você em meio às luzes que ainda brilham
Sim, porque você será o alento para minh´alma tão sofrida
Será, por certo, só você, pois só você será a luz de minha vida!
Euclides Riquetti
25-08-2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
O sorriso da criança
Há, em cada criança, um sorriso especial
Expressão singela de ingenuidade
Há a beleza na sua infantilidade
Há a leveza de um olhar angelical.
O seu amanhecer, em cada dia que se inicia
Se reveste de carinho e de muito amor
Traz paz ao nosso mundo, lhe dá cor
Traz em cada gesto a sua indizível alegria.
Ah, crianças que são a grande dádiva de Deus
Crianças que são a alegria de nosso mundo
Em cada abraço um afirmar profundo
Da lealdade e dos afetos seus...
Euclides Riquetti
23-08-2013
Expressão singela de ingenuidade
Há a beleza na sua infantilidade
Há a leveza de um olhar angelical.
O seu amanhecer, em cada dia que se inicia
Se reveste de carinho e de muito amor
Traz paz ao nosso mundo, lhe dá cor
Traz em cada gesto a sua indizível alegria.
Ah, crianças que são a grande dádiva de Deus
Crianças que são a alegria de nosso mundo
Em cada abraço um afirmar profundo
Da lealdade e dos afetos seus...
Euclides Riquetti
23-08-2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
E, nosso planejamento, onde está?
Fiquem um bom tempo sem ver os noticiários matutinos da TV brasileira. Mas, numa manhã desta semana, resolvi dar uma conferida para ver o que estão dizendo. E quanta decepção!
Ouvi que a Câmara Municipal de Juazeiro do Norte consome açúcar, óleo de peroba e vassouras em quantias inimagináveis para tão poucos funcionários e tão pouca área física a manter. Também que 17 % das casas do Brasil não possuem água tratada. Imaginem, então, qual o percentual de casas sem o sistema de esgotamento sanitário. Mas isso não é novidade. Seria chover no molhado dizer que na história de nosso país não se investiu em redes de esgoto porque obras enterradas não " dão" votos. E, a novidade dos desmandos e falcatruas em algumas (muuuuitas...) casas legislativas do Brasil não mais nos surpreende!
E, uma notícia que se apresneta como muito preocupante, não é a de que o Governo vai trazer médicos cubanos para trabalhar no Brasil, pois isso é apenas uma questão de tempo, sabemos da proximidade ideológica dos governos e que isso acabaria contecendo. Mas a não submissão destes às regras de validação de seus certificados é uma questão muito séria. Irão trabalhar nas áreas onde há carência de médicos, possivelmente nessas cidades que não têm água tratada...
O que me leva a escrever um pouco mais sobre isso é uma simples constatação: Os 400 médicos que virão de Cuba têm idade acima de 35 anos e um mínimo de 16 anos de atuação médica. Trinta e cinco (35) menos 16 é igual a 19. No Brasil, mesmo aqueles que entram precocemente na Universidade, dificilmente formam-se antes dos 22, 23. E aí vem a residência, etc. etc... Os cubanos vão passar por três semanas em curso, no idioma do nosso país, e depois serão levados ao trabalho. Os seus ordenados, uma espécie de bolsa, serão repassados pelo Governo Brasileiro ao Governo Cubano, que repassará somente uma parte aos médicos... que virão. Os brasileiros, em sua maioria, também estão-se manifestando contrariamente a isso. Confisco do dinheiro deles...
E, finalmente, a notícia que mexe com o meu, o seu, o nosso bolso: Os combustíveis terão que ser majorados por causa da alta do dólar. Aí vem a indagação: vendemos carros com generosos descontos para salvar os empregos e o crescimento econômico. Não temos estradas e ruas para suportarem o número de carros andando pr aí. Ficamos à mercê do preço internacional do petróleo porque não somos auto-sufientes na sua produção e temos que importar o que nos falta. Então, colocamos na rua mais carros do que ali cabem e não produzimos petróleo suficiente para movê-los. Isso denota uma tremenda falta de articulação, de consonância entre nossos ministérios e o Governo em si. E, nosso Planejamento, como anda?
Euclides Riquetti
23-08-2013
Ouvi que a Câmara Municipal de Juazeiro do Norte consome açúcar, óleo de peroba e vassouras em quantias inimagináveis para tão poucos funcionários e tão pouca área física a manter. Também que 17 % das casas do Brasil não possuem água tratada. Imaginem, então, qual o percentual de casas sem o sistema de esgotamento sanitário. Mas isso não é novidade. Seria chover no molhado dizer que na história de nosso país não se investiu em redes de esgoto porque obras enterradas não " dão" votos. E, a novidade dos desmandos e falcatruas em algumas (muuuuitas...) casas legislativas do Brasil não mais nos surpreende!
E, uma notícia que se apresneta como muito preocupante, não é a de que o Governo vai trazer médicos cubanos para trabalhar no Brasil, pois isso é apenas uma questão de tempo, sabemos da proximidade ideológica dos governos e que isso acabaria contecendo. Mas a não submissão destes às regras de validação de seus certificados é uma questão muito séria. Irão trabalhar nas áreas onde há carência de médicos, possivelmente nessas cidades que não têm água tratada...
O que me leva a escrever um pouco mais sobre isso é uma simples constatação: Os 400 médicos que virão de Cuba têm idade acima de 35 anos e um mínimo de 16 anos de atuação médica. Trinta e cinco (35) menos 16 é igual a 19. No Brasil, mesmo aqueles que entram precocemente na Universidade, dificilmente formam-se antes dos 22, 23. E aí vem a residência, etc. etc... Os cubanos vão passar por três semanas em curso, no idioma do nosso país, e depois serão levados ao trabalho. Os seus ordenados, uma espécie de bolsa, serão repassados pelo Governo Brasileiro ao Governo Cubano, que repassará somente uma parte aos médicos... que virão. Os brasileiros, em sua maioria, também estão-se manifestando contrariamente a isso. Confisco do dinheiro deles...
E, finalmente, a notícia que mexe com o meu, o seu, o nosso bolso: Os combustíveis terão que ser majorados por causa da alta do dólar. Aí vem a indagação: vendemos carros com generosos descontos para salvar os empregos e o crescimento econômico. Não temos estradas e ruas para suportarem o número de carros andando pr aí. Ficamos à mercê do preço internacional do petróleo porque não somos auto-sufientes na sua produção e temos que importar o que nos falta. Então, colocamos na rua mais carros do que ali cabem e não produzimos petróleo suficiente para movê-los. Isso denota uma tremenda falta de articulação, de consonância entre nossos ministérios e o Governo em si. E, nosso Planejamento, como anda?
Euclides Riquetti
23-08-2013
Águas de Setembro
Vêm aí as águas claras de setembro
As águas das noites de primavera
Que precedem as águas mornas de novembro
Anunciando que tem verão já em dezembro
E o Natal que a criança tanto espera!
Vêm aí os raios de sol mais dourados em outubro
Mês das crianças e de nossa Padroeira
Quando em suas tardes o céu se tinge de rubro
E em cada hora um novo encanto eu descubro
No bailar da natureza dançadeira!
Vêm aí as noites estreladas em prataria
Que precedem os dias encalorados do verão
Quando do passado eu lembro com nostalgia...
Da infância que só meu trouxe a felicidade
E da juventude que vivi com intensa emoção
E das paixões em efervecente ebulição!
Euclides Riquetti
22-08-2013
As águas das noites de primavera
Que precedem as águas mornas de novembro
Anunciando que tem verão já em dezembro
E o Natal que a criança tanto espera!
Vêm aí os raios de sol mais dourados em outubro
Mês das crianças e de nossa Padroeira
Quando em suas tardes o céu se tinge de rubro
E em cada hora um novo encanto eu descubro
No bailar da natureza dançadeira!
Vêm aí as noites estreladas em prataria
Que precedem os dias encalorados do verão
Quando do passado eu lembro com nostalgia...
Da infância que só meu trouxe a felicidade
E da juventude que vivi com intensa emoção
E das paixões em efervecente ebulição!
Euclides Riquetti
22-08-2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
O que há no além?
Quando eu era criança e ia à Catequese, os catequistas me falavam no Mistério da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. E, sempre que a palavra mistério chegava até mim, vinha com muita força, dúvida, ensejando indagação... Como, realmente, teria começado o mundo? Por que, justamente aqui, neste Planeta Terra, existiu vida e, pelo que se sabia, somente aqui? E, sendo nosso planeta uma esfera, (e os demais possivelmente esferas por viverem a rodar e isso provoca, com os muitos anos, o alisamento das superfícies e, consequentemente o seu arredondmento,), pendurada ao nada, sendo tão pesada, por que não vai parar lá pra baixo? Mas, pra baixo de quê?
E, o "pra baixo de quê" me induzia a pensar também no "além de", ou seja, o que poderia haver além, depois, bem mais distante do que nossos planetas e todos os corpos celestes conhecidos... E, até hoje, estou sem resposta! E me conformo porque você, leitor, leitora, também, em sua limitação igual à minha, não tem nenhuma resposta. Também se deve ter indagado, muitas e muitas vezes, sobre o que há além do mundo conhecido...
Mistério, tudo mistério, uma vastidão inexplorada e que, pensar nela, nos pode levar à loucura! Então, muito mais conveniente, confortável, é aceitar o mundo como nos é apresentado, conformando-se em ficar sem nehuma resposta, sem saber o que existe "além do além"!
Mas, não é apenas essa condição que me atormenta. Há o pensar no futuro: o que será de nós quando nos mudarmos para o andar lá de cima, e nosso corpo voltar a ser pó, como muito bem propagado pelas Escrituras? E eu, que em meus versos proclamo a existência de minha alma, a que atribuo estados e adjetivos, abundantemente, ao tentar dar beleza aos meus poemas, o que penso que acontecerá com ela quando eu não estiver mais aqui para descrevê-la? Pelo menos, para esta eu tenho uma crença, um norte, que me foi passado pela minha religião e mesmo por algumas filosofias: minha alma é imortal! E eu acredito, fielmente, nisso!
Sonho em um dia, quando eu me for, encontrar, lá no além, onde quer que esse além esteja, onde quer que se esconda, todas as pessoas com quem convivi e que um dia perdi. E passo a lembrar-me de meus pais, meu irmão, meus parentes e amigos que partiram antes de mim. E, se for verdade que seus espíritos estão por aqui, vendo-me e ouvindo, isso me é maravilhoso. Eu não sou um materialista, sou em espiritualista. Não sei em que linha, filosofia, pensamento, eu possa me enquadrar, mas espero, firmemente, que realmente haja vida depois da morte. Quero continuar a viver. Quero ter a punição pelos meu erros, mas quero ter a compensação pelas minhas boas ações e pelas minnhas boas virtudes. Quero, sim!
E você, pensa o que sobre isso?
Euclides Riquetti
21-08-2013
E, o "pra baixo de quê" me induzia a pensar também no "além de", ou seja, o que poderia haver além, depois, bem mais distante do que nossos planetas e todos os corpos celestes conhecidos... E, até hoje, estou sem resposta! E me conformo porque você, leitor, leitora, também, em sua limitação igual à minha, não tem nenhuma resposta. Também se deve ter indagado, muitas e muitas vezes, sobre o que há além do mundo conhecido...
Mistério, tudo mistério, uma vastidão inexplorada e que, pensar nela, nos pode levar à loucura! Então, muito mais conveniente, confortável, é aceitar o mundo como nos é apresentado, conformando-se em ficar sem nehuma resposta, sem saber o que existe "além do além"!
Mas, não é apenas essa condição que me atormenta. Há o pensar no futuro: o que será de nós quando nos mudarmos para o andar lá de cima, e nosso corpo voltar a ser pó, como muito bem propagado pelas Escrituras? E eu, que em meus versos proclamo a existência de minha alma, a que atribuo estados e adjetivos, abundantemente, ao tentar dar beleza aos meus poemas, o que penso que acontecerá com ela quando eu não estiver mais aqui para descrevê-la? Pelo menos, para esta eu tenho uma crença, um norte, que me foi passado pela minha religião e mesmo por algumas filosofias: minha alma é imortal! E eu acredito, fielmente, nisso!
Sonho em um dia, quando eu me for, encontrar, lá no além, onde quer que esse além esteja, onde quer que se esconda, todas as pessoas com quem convivi e que um dia perdi. E passo a lembrar-me de meus pais, meu irmão, meus parentes e amigos que partiram antes de mim. E, se for verdade que seus espíritos estão por aqui, vendo-me e ouvindo, isso me é maravilhoso. Eu não sou um materialista, sou em espiritualista. Não sei em que linha, filosofia, pensamento, eu possa me enquadrar, mas espero, firmemente, que realmente haja vida depois da morte. Quero continuar a viver. Quero ter a punição pelos meu erros, mas quero ter a compensação pelas minhas boas ações e pelas minnhas boas virtudes. Quero, sim!
E você, pensa o que sobre isso?
Euclides Riquetti
21-08-2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Passa o tempo, sutilmente, passa...
Passa o tempo, sutilmente passa
Passa pra mim e pra você também
Infelizmente, nosso tempo passa
(E você não vem e não me abraça)
Rápido, mas quieto, ele vai além...
Passa pra mim e pra você o tempo
Manhã vem, tarde vai, noite vem mais uma vez
Passa o dia de sol, passa o cinzento
(E eu caminhando só, eu no relento...)
Caminhando e pensando em você!
Passa o tempo como passa a vida!
Passa e nos deixa seus sinais
Há a hora da chegada, a hora da partida!
(A hora esperada, e a que quero esquecida...)
E há aquelas que eu quero mais e mais!
Euclides Riquetti
20-08-2013
Passa pra mim e pra você também
Infelizmente, nosso tempo passa
(E você não vem e não me abraça)
Rápido, mas quieto, ele vai além...
Passa pra mim e pra você o tempo
Manhã vem, tarde vai, noite vem mais uma vez
Passa o dia de sol, passa o cinzento
(E eu caminhando só, eu no relento...)
Caminhando e pensando em você!
Passa o tempo como passa a vida!
Passa e nos deixa seus sinais
Há a hora da chegada, a hora da partida!
(A hora esperada, e a que quero esquecida...)
E há aquelas que eu quero mais e mais!
Euclides Riquetti
20-08-2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Vagam na noite pensamentos (sentimentos) mundanos
Vagam pensamentos na noite escura
Levam meus pecados até o seu coração
Vagam nas ondas da imaginação.
Sobrepõem-se às turbulências, pedras e agruras
Vão buscar alento na imensidão.
Vagam meus pensamentos que se misturam aos seus
Levam-lhe os desejos que excitam minha mente
Vagam sem amarras, abertamente
Levam aos seus lábios os beijos que são meus
Vão dizer a você o que minha alma sente.
Pensamentos entendem códigos indecifráveis
Têm a liberdade que o corpo não tem
E criam cenários inimagináveis.
Pensamentos, ah, pensamentos mundanos
Vaguem libertos até encontrarem meu bem
Alguém que possa entender meus sentimentos profanos.
Euclides Riquetti
19-08-2013
Levam meus pecados até o seu coração
Vagam nas ondas da imaginação.
Sobrepõem-se às turbulências, pedras e agruras
Vão buscar alento na imensidão.
Vagam meus pensamentos que se misturam aos seus
Levam-lhe os desejos que excitam minha mente
Vagam sem amarras, abertamente
Levam aos seus lábios os beijos que são meus
Vão dizer a você o que minha alma sente.
Pensamentos entendem códigos indecifráveis
Têm a liberdade que o corpo não tem
E criam cenários inimagináveis.
Pensamentos, ah, pensamentos mundanos
Vaguem libertos até encontrarem meu bem
Alguém que possa entender meus sentimentos profanos.
Euclides Riquetti
19-08-2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Alemão - (Waldemar Pilger) caminhos distanciados
Há coisas que acontecem em nossa vida que nos surpreendem por demais. E, no afã de reencontrar antigos amigos, tenho vasculhado seus nomes através do Doctor Google, meu grande companheiro nessa tarefa. Na quinta-feira, à noite, por alguma razão o nome de meu colega de Ginásio Padre Anchieta, Waldemar Pilger, me veio à memória. Estudamos em 65 e 66, rspectivamente, na primeira e na segunda série do antigo ginasial. O "Alemão" era de Lajeado Mariano, município de Piratuba, e trabalhava no Bar do Canhoto, em Capinzal.
O meu amigo tinha uma irmã que era amiga de minha irmã Iradi e de minhas primas. Ela morava com os Caldart, ali no Ouro. Lembro muito bem de ambos. Pela sua descendência germânica, eram pssoas de pele, olhos e cabelos claros. O rapaz tinha um bom porte físico, era dois anos mais velho do que eu.
Mas o tempo separa, involuntariamente, as pessoas, e o Waldemar sumiu de nossa cidade. Em 1972, quando fui morara em Porto União da Vitória, , reencontrei-o. Parece-me que se virava trabalhando como pintor, mas com o tempo tornou-se professor. Uma tia sua possuía um restaurante, o "Meu Cantinho", onde comprei marmitas por um ano, em 1975. Depois disso, nunca mais ouvi falar dele, ninguém me informava de seu paradeiro.
Lembro que em nossa época de ginásio costumávamos jogar bola na quadra do Padre Anchieta durante o recreio e, no sábado, fazíamos Educação Física. Nosso professor era o Frei Gilberto, de nome Giovani Tolu, padre vindo da Itália. O Alemão era de jogar bola com calças sociais, compridas e de uma cor cáqui muito clara. E camisa social branca. (Naquele tempo só uns raros universitários conseguiam ter uma calça Lee, importada. E agasalhos eram raridades...)
No aniversário da Escola, em 1966 fizeram uma grande atividade recreativa, em dia letivo. . Lembro que fomos escalados para uma competição que consistia em nos amarrarem vendas nos olhos, tipo "gata-cega" e nos davam um pedaço de madeira roliça, como se um pedaço de cabo de vassoura. E tínhamos que ir, olhos vendados, até um cordão estendido ao longo da quadra, próximo do muro de pedras de contenção do acesso ao Hospital Nossa Senhora das Dores. Quando julgávamos estar no ponto certo, tínhamos que bater, até derrubar uma lata e ajuntar. Nela havia um número e quem tivesse um que coincidisse com outro que havia na mesa da organização, ganhava um prêmio.
O Alemão foi lá e derrubou umas 5 latas e isso enfureceu o Frei, que era muito nervosinho, e armou uma grande briga com ele. Pior que sua mãe tinha vindo vê-lo e encontrou-o na briga com o doublê de padre e diretor. Isso o deixou muito envergonhado, ficando com a face bem vermelha, o que acontecia com todos nós quando em situações embaraçosas. Lembro que peguei a lata número 7 e ganhei um pequeno prêmio.
Outros grupos tinham que calcular quantos grãos de feijão havia num vasilhame. Podiam pesar até 50 gramas e fazer um cálculo matemático que permitisse obter o resultado aproximado de grãos num Kg. Inventavam brincadeiras simples mas divertidas e inteligentes. Meu amigo Altivir Souza foi chutar bolas num pneu de jipe... Cada aluno chutava uma série de 5 bolas. Havia muitas boas brincadeiras que os professores prepararam, até uma gincana.
Falei qu fiquei uns 40 anos sem notícias do Alemâo. Na semana, vibrei quando vi alguns perfis no facebook. Havia o de um jovem, Waldemar Pilger, que mora em Foz do Iguaçu e trabalha na Iatipu Binacional. E outro de uma senhora com uma foto junto com o marido, Waldemar. Mandei-lhes proposta de amizade no facebook e o jovem aceitou. Tão logo perebi isso perguntei-lhe se era filho de um Waldemar que trabalhou em Capinzal e Porto União e ele confirmou-me isso. Fomos trocando frases curtas e eu lhe disse que gostaria de ter contato com o amigo da adolescência, o Waldemar Pilger. Pedi se podia frnecer-me o número dos telefones celular e fixo e ele vacilou um pouco... algo o impedia! Mais umas tecladas e a informação que me emocionou e entristeceu: "O Alemão Pilger faleceu em 03 de janeiro deste ano. Infarto fulminante, era diabético, aos 62 anos".
Foi-me chocante, isso. Em pouco minutos, saí da situação de alegria por ter descoberto o paradeiro do colega, que vinha morando em Salto do Lontra, no Paraná, onde fez carreira como professor e aposentou-se. na msma época em que eu, para a de tristeza ao descobrir que ele foi morar no céu...
E, dizia-me seu filho, partiu sem conhecer o quinto neto, que estava por chegar. Preferia não ter sabido dele, mas que tivesse permanecido entre seus familiares que o adoravam. Então comecei a lembrar de outros clegas de nossa turma que foram-se perdendo: O Ézio (Bijujinha) Andrioni, o José Luiz Pelegrini, o Adelmir Costenaro (Gauchinho), que se foi numa tragédia em Treze Tílias, e o Vitalino Buselato. A vida é assim: uns vão, outros ficam. Mas, mesmo que passem, a figura e o jeito deles ficam eternizados em nossa mente. E, como desses outros que foram antes, ficou-me a do Alemão do Bar do Canhoto, o rapaz claro, que gostava de usar roupa clara, que foi nosso colega de escola.
Nossos caminhos se distanciaram, tomos rumos deferentes, mas há algo de muito comum entre nós: Saímos da mesma regiâo, estudamos na mesma cidade (Capinzal), continuamos nossos estudos em Porto União da Vitória, casamo-nos por lá, torcemos pelo mesmo Vasco, tornamo-nos professores, aposentamo-nos com um ano de diferença, tínhamos pouca diferença em idade. E, certamente, tivemos muitos amigos em comum... Agora, apenas me resta rezar por ele! Deus o tenha, amigo Waldemar Alemão Pilger!
Euclides Riquetti
18-08-2013
O meu amigo tinha uma irmã que era amiga de minha irmã Iradi e de minhas primas. Ela morava com os Caldart, ali no Ouro. Lembro muito bem de ambos. Pela sua descendência germânica, eram pssoas de pele, olhos e cabelos claros. O rapaz tinha um bom porte físico, era dois anos mais velho do que eu.
Mas o tempo separa, involuntariamente, as pessoas, e o Waldemar sumiu de nossa cidade. Em 1972, quando fui morara em Porto União da Vitória, , reencontrei-o. Parece-me que se virava trabalhando como pintor, mas com o tempo tornou-se professor. Uma tia sua possuía um restaurante, o "Meu Cantinho", onde comprei marmitas por um ano, em 1975. Depois disso, nunca mais ouvi falar dele, ninguém me informava de seu paradeiro.
Lembro que em nossa época de ginásio costumávamos jogar bola na quadra do Padre Anchieta durante o recreio e, no sábado, fazíamos Educação Física. Nosso professor era o Frei Gilberto, de nome Giovani Tolu, padre vindo da Itália. O Alemão era de jogar bola com calças sociais, compridas e de uma cor cáqui muito clara. E camisa social branca. (Naquele tempo só uns raros universitários conseguiam ter uma calça Lee, importada. E agasalhos eram raridades...)
No aniversário da Escola, em 1966 fizeram uma grande atividade recreativa, em dia letivo. . Lembro que fomos escalados para uma competição que consistia em nos amarrarem vendas nos olhos, tipo "gata-cega" e nos davam um pedaço de madeira roliça, como se um pedaço de cabo de vassoura. E tínhamos que ir, olhos vendados, até um cordão estendido ao longo da quadra, próximo do muro de pedras de contenção do acesso ao Hospital Nossa Senhora das Dores. Quando julgávamos estar no ponto certo, tínhamos que bater, até derrubar uma lata e ajuntar. Nela havia um número e quem tivesse um que coincidisse com outro que havia na mesa da organização, ganhava um prêmio.
O Alemão foi lá e derrubou umas 5 latas e isso enfureceu o Frei, que era muito nervosinho, e armou uma grande briga com ele. Pior que sua mãe tinha vindo vê-lo e encontrou-o na briga com o doublê de padre e diretor. Isso o deixou muito envergonhado, ficando com a face bem vermelha, o que acontecia com todos nós quando em situações embaraçosas. Lembro que peguei a lata número 7 e ganhei um pequeno prêmio.
Outros grupos tinham que calcular quantos grãos de feijão havia num vasilhame. Podiam pesar até 50 gramas e fazer um cálculo matemático que permitisse obter o resultado aproximado de grãos num Kg. Inventavam brincadeiras simples mas divertidas e inteligentes. Meu amigo Altivir Souza foi chutar bolas num pneu de jipe... Cada aluno chutava uma série de 5 bolas. Havia muitas boas brincadeiras que os professores prepararam, até uma gincana.
Falei qu fiquei uns 40 anos sem notícias do Alemâo. Na semana, vibrei quando vi alguns perfis no facebook. Havia o de um jovem, Waldemar Pilger, que mora em Foz do Iguaçu e trabalha na Iatipu Binacional. E outro de uma senhora com uma foto junto com o marido, Waldemar. Mandei-lhes proposta de amizade no facebook e o jovem aceitou. Tão logo perebi isso perguntei-lhe se era filho de um Waldemar que trabalhou em Capinzal e Porto União e ele confirmou-me isso. Fomos trocando frases curtas e eu lhe disse que gostaria de ter contato com o amigo da adolescência, o Waldemar Pilger. Pedi se podia frnecer-me o número dos telefones celular e fixo e ele vacilou um pouco... algo o impedia! Mais umas tecladas e a informação que me emocionou e entristeceu: "O Alemão Pilger faleceu em 03 de janeiro deste ano. Infarto fulminante, era diabético, aos 62 anos".
Foi-me chocante, isso. Em pouco minutos, saí da situação de alegria por ter descoberto o paradeiro do colega, que vinha morando em Salto do Lontra, no Paraná, onde fez carreira como professor e aposentou-se. na msma época em que eu, para a de tristeza ao descobrir que ele foi morar no céu...
E, dizia-me seu filho, partiu sem conhecer o quinto neto, que estava por chegar. Preferia não ter sabido dele, mas que tivesse permanecido entre seus familiares que o adoravam. Então comecei a lembrar de outros clegas de nossa turma que foram-se perdendo: O Ézio (Bijujinha) Andrioni, o José Luiz Pelegrini, o Adelmir Costenaro (Gauchinho), que se foi numa tragédia em Treze Tílias, e o Vitalino Buselato. A vida é assim: uns vão, outros ficam. Mas, mesmo que passem, a figura e o jeito deles ficam eternizados em nossa mente. E, como desses outros que foram antes, ficou-me a do Alemão do Bar do Canhoto, o rapaz claro, que gostava de usar roupa clara, que foi nosso colega de escola.
Nossos caminhos se distanciaram, tomos rumos deferentes, mas há algo de muito comum entre nós: Saímos da mesma regiâo, estudamos na mesma cidade (Capinzal), continuamos nossos estudos em Porto União da Vitória, casamo-nos por lá, torcemos pelo mesmo Vasco, tornamo-nos professores, aposentamo-nos com um ano de diferença, tínhamos pouca diferença em idade. E, certamente, tivemos muitos amigos em comum... Agora, apenas me resta rezar por ele! Deus o tenha, amigo Waldemar Alemão Pilger!
Euclides Riquetti
18-08-2013
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