Há uma luz em ti, que irradia encantamento
Que brota de teu sorriso natural
Que adorna teu rosto divinal
Que me incita ao profano pensamento...
Há uma luz em ti, que a torna muito mais bonita
Que põe uma aura em redor de teu belo corpo
De cabelos dourados, de um fantástico rosto
Uma beleza singela, uma alma bendita!
Há uma luz que brilha em todas as horas
A luz própria de uma verdadeira diva
E que mesmo na noite não se vai embora.
Há uma mulher determinada e atraente
Uma mulher serena, deslumbrante e altiva
A mulher do sorriso leve e da paixão ardente.
Euclides Riquetti
18-01-2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Rolezinho com a Jujuba na Rodoviária Nova e a Inauguração do Varal
A Jujuba sempre gostou de "dar um rolê". Gosta de ir dar um rolezinho no mercado com a mãe dela. Ou num parquinho. Faz isso desde pequena. No rolê, ganha um sorvete, quem sabe um x-salada. Por isso gosta de rolezinho. Bem antes de os rolezinhos virarem notícia na TV ela já fazia isso e falava nisso. Em novembro foi dar um rolezinho no Floripa Shopping, na Ilha da Magia. Viu o filme "Tá Chovendo Hamburguer" e ficou encantada. Ficou contando o filme pra todo mundo. Depois comeu "hot dog" com batata palha, brincou e correu muito. Deu um suador na Mama Ine e na Vó Mi.
Nesta semana, esteve empenhada em me ajudar a fazer um varal para as roupas. Gosto de fazer tudo bem planejado. Uma semana inteira desde o planejamento até a execução. Trinta e cinco quilos de cano galvanizado, umas soldas, muita lixa, pintura, concretagem da base. Varal assim só pode ter que mora em casas com quintal. E, num espaço ocioso, um varal com 40 metros de cabinho de aço encapado e cordões de náilon. E a Jujubinha me acompanhou em tudo. Agora ela sabe como se faz um bom apetrecho para estender as roupas.
Durante toda a ação, fomos, como é de nosso costume, trocando umas ideias bem massa. Perguntei-lhe o que fizera na casa da Vovó Marlene, lá em Herval d ´Oeste, na semama passada, e ela foi detalhando:
"Eu e a Rafa, a minha priminha que mora lá na praia, brincamos de fazer gesso. A gente pega o pó de gesso, põe água e mexe bem. Depois coloca nas forminhas e deixa secar. Quando está bem seco a gente pinta com tinta colorida e fica tudo bonito. Mas tem que deixar a tinta secar também. E depois lavar a mão, né?"
Na quinta-feira à tardinha fui devolver a lixadeira para um amigo, numa mercânica aqui perto. Lá havia cinco crianças... Fomos eu e ela. Devolvi a maquinete e ela o óculos de proteção. Ambos dissemos muito obrigado!
Eu havia prometido que a levaria ver a nova Rodoviária de Joaçaba tão logo ficasse pronta. A construção começou quatro anos antes de ela nascer. Foi um empurra-empurra de culpas e atrapalhos. De tanto ouvir falarem no rádio sobre a tal rodoviária, ela ficou muito curiosa e queria saber o que era e como era uma Rodoviária. Falou:
"Vovô, vamos dar um rolezinho na Rodoviária?" - Pensei: Ih, agora o rolé dela virou rolezinho. Deve ter visto os noticiários na TV...
Fomos. Estacionamos no belo e bem urbanizado estacionamento. O guarda sinalizava para entrarmos. Floreiras muito bonitas. Aliás, em termos de jardinagem e flores aqui em Joaçaba o pessoal é muito bom. O Valdir Souza, que chamam de Valdirzinho, casado com uma prima, Jacinta, filha do Tio César, é o responsável pelos jardins da cidade. Se eu disser que ele é caprichoso vão achar que isso é casuísmo de minha parte... Mas a cidade está com os jardins bem cuidados e boitos.
Entramos nas dependências do belo terminal. Vidros fumê, banheiros com pias em granitos, boxes das transportadoras novinhos, com belíssimo visual, loja de conveniências bem organizada, restaurante charmoso. As cadeiras de espera bem bonitas, melhor que as de muitos aeroportos. E o terminal, agora, é lugar de visitação púlica. Nós, aqui da parte alta da cidade, das imediações da BR 282, estamos muito contentes com a nova rodoviária.
Para a estreia da Jujuba na área, ela olhou através das paredes envidraçadas e falou: "Vovô, tá vendo aquelas molas coloridas? Eu tinha uma quando era pequena. Não sei onde foi parar"! Não pediu nada, é educada, mas senti que ela adoraria ter uma mola maluca. Entramos e a senhora simpática nos vendeu uma. A Jujuba saiu feliz, brincando com a mola. Fizemos um rolezinhos de uma meia hora, cumprimentamos os taxistas, vimos o abrigo para os passageiros dos ônibus urbanos, fuçamos por tudo, eu e ela.
Saltitante, feliz, linda, esqueceu-se da vida por causa da mola colorida. Descuidou-se e levou um pequeno esfolão no joelhinho delicado. Fez jeito de chorar, colocou charme no andar, coloquei-a na cadeirinha do carro e viemos para casa.
Ontem inauguramos o varal de roupas. Ficou uma maravilha de funcionalidade. E, para comemorar, o Tio Fá fez uma "janta no disco" : cubinhos de carne e um coquetel de legumes, regados a cerveja. A Jujuba estava muito feliz com o novo varal. Colocou o rádio a funcionar e dançava. Pulava muito e jogava, com charme, o cabelão dela pra frente e pra trás. E fazia a mãe dela dançar também.
Na hora de comer, sentou-se, falou: Gostei do piquenique. Em piquenique as meninas têm que tomar suco. e os homens podem tomar cerveja. E ninguém pode falar com comida na boca que é feio. Primeiro tem que comer pra depois poder falar. A Vovó só é que pode tomar cerveja porque ela é uma menina bem grande. Perguntei-lhe: "E você, o que é?" - Respondeu-me: "Eu sou uma menina média, medinha"!
E tivemos um início de fim de semana muito felizes com noaa Jujubinha!
Euclides Riquetti
18-01-2014
Nesta semana, esteve empenhada em me ajudar a fazer um varal para as roupas. Gosto de fazer tudo bem planejado. Uma semana inteira desde o planejamento até a execução. Trinta e cinco quilos de cano galvanizado, umas soldas, muita lixa, pintura, concretagem da base. Varal assim só pode ter que mora em casas com quintal. E, num espaço ocioso, um varal com 40 metros de cabinho de aço encapado e cordões de náilon. E a Jujubinha me acompanhou em tudo. Agora ela sabe como se faz um bom apetrecho para estender as roupas.
Durante toda a ação, fomos, como é de nosso costume, trocando umas ideias bem massa. Perguntei-lhe o que fizera na casa da Vovó Marlene, lá em Herval d ´Oeste, na semama passada, e ela foi detalhando:
"Eu e a Rafa, a minha priminha que mora lá na praia, brincamos de fazer gesso. A gente pega o pó de gesso, põe água e mexe bem. Depois coloca nas forminhas e deixa secar. Quando está bem seco a gente pinta com tinta colorida e fica tudo bonito. Mas tem que deixar a tinta secar também. E depois lavar a mão, né?"
Na quinta-feira à tardinha fui devolver a lixadeira para um amigo, numa mercânica aqui perto. Lá havia cinco crianças... Fomos eu e ela. Devolvi a maquinete e ela o óculos de proteção. Ambos dissemos muito obrigado!
Eu havia prometido que a levaria ver a nova Rodoviária de Joaçaba tão logo ficasse pronta. A construção começou quatro anos antes de ela nascer. Foi um empurra-empurra de culpas e atrapalhos. De tanto ouvir falarem no rádio sobre a tal rodoviária, ela ficou muito curiosa e queria saber o que era e como era uma Rodoviária. Falou:
"Vovô, vamos dar um rolezinho na Rodoviária?" - Pensei: Ih, agora o rolé dela virou rolezinho. Deve ter visto os noticiários na TV...
Fomos. Estacionamos no belo e bem urbanizado estacionamento. O guarda sinalizava para entrarmos. Floreiras muito bonitas. Aliás, em termos de jardinagem e flores aqui em Joaçaba o pessoal é muito bom. O Valdir Souza, que chamam de Valdirzinho, casado com uma prima, Jacinta, filha do Tio César, é o responsável pelos jardins da cidade. Se eu disser que ele é caprichoso vão achar que isso é casuísmo de minha parte... Mas a cidade está com os jardins bem cuidados e boitos.
Entramos nas dependências do belo terminal. Vidros fumê, banheiros com pias em granitos, boxes das transportadoras novinhos, com belíssimo visual, loja de conveniências bem organizada, restaurante charmoso. As cadeiras de espera bem bonitas, melhor que as de muitos aeroportos. E o terminal, agora, é lugar de visitação púlica. Nós, aqui da parte alta da cidade, das imediações da BR 282, estamos muito contentes com a nova rodoviária.
Para a estreia da Jujuba na área, ela olhou através das paredes envidraçadas e falou: "Vovô, tá vendo aquelas molas coloridas? Eu tinha uma quando era pequena. Não sei onde foi parar"! Não pediu nada, é educada, mas senti que ela adoraria ter uma mola maluca. Entramos e a senhora simpática nos vendeu uma. A Jujuba saiu feliz, brincando com a mola. Fizemos um rolezinhos de uma meia hora, cumprimentamos os taxistas, vimos o abrigo para os passageiros dos ônibus urbanos, fuçamos por tudo, eu e ela.
Saltitante, feliz, linda, esqueceu-se da vida por causa da mola colorida. Descuidou-se e levou um pequeno esfolão no joelhinho delicado. Fez jeito de chorar, colocou charme no andar, coloquei-a na cadeirinha do carro e viemos para casa.
Ontem inauguramos o varal de roupas. Ficou uma maravilha de funcionalidade. E, para comemorar, o Tio Fá fez uma "janta no disco" : cubinhos de carne e um coquetel de legumes, regados a cerveja. A Jujuba estava muito feliz com o novo varal. Colocou o rádio a funcionar e dançava. Pulava muito e jogava, com charme, o cabelão dela pra frente e pra trás. E fazia a mãe dela dançar também.
Na hora de comer, sentou-se, falou: Gostei do piquenique. Em piquenique as meninas têm que tomar suco. e os homens podem tomar cerveja. E ninguém pode falar com comida na boca que é feio. Primeiro tem que comer pra depois poder falar. A Vovó só é que pode tomar cerveja porque ela é uma menina bem grande. Perguntei-lhe: "E você, o que é?" - Respondeu-me: "Eu sou uma menina média, medinha"!
E tivemos um início de fim de semana muito felizes com noaa Jujubinha!
Euclides Riquetti
18-01-2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Beijar teus lábios... acariciar teus cabelos
Há coisas que faço com muito gosto:
Beijar teus lábios me deixa excitado
Acariciar teus cabelos me deixa encantado
O teu olhar me tem perturbado...
Mas, o que mais me apraz, é afagar teu rosto.
Beijar-te com volúpia e voracidade:
Despertar em ti instintos adormecidos
Abraçar teu corpo totalmente despido
Andar por caminhos desconhecidos...
Amar-te por toda a eternidade.
Dizer ao mundo que somos felizes:
Distribuir rosas em todos os lugares
Surpreender mentes, suscitar olhares
De mãos dadas, por onde quer que andares...
Viver as cores do amor em todos os matizes.
Andemos, musa inspiradora de meus pobres versos
Apenas nós dois, nos vales do universo!
Apenas nós dois, por caminhos incertos
Andemos nas cidades, andemos nos desertos
Mas andemos, de mãos dadas, andemos...
Euclides Riquetti
17-01-2014
Beijar teus lábios me deixa excitado
Acariciar teus cabelos me deixa encantado
O teu olhar me tem perturbado...
Mas, o que mais me apraz, é afagar teu rosto.
Beijar-te com volúpia e voracidade:
Despertar em ti instintos adormecidos
Abraçar teu corpo totalmente despido
Andar por caminhos desconhecidos...
Amar-te por toda a eternidade.
Dizer ao mundo que somos felizes:
Distribuir rosas em todos os lugares
Surpreender mentes, suscitar olhares
De mãos dadas, por onde quer que andares...
Viver as cores do amor em todos os matizes.
Andemos, musa inspiradora de meus pobres versos
Apenas nós dois, nos vales do universo!
Apenas nós dois, por caminhos incertos
Andemos nas cidades, andemos nos desertos
Mas andemos, de mãos dadas, andemos...
Euclides Riquetti
17-01-2014
Não me deixe só
Não me deixe só
Perdido em devaneios
Sonhando com seus olhos meigos
Não me deixe só!
Nunca me diga não:
Cuide para que eu não fique sem chão
Ajude-me a ser luz na noite escura
Ajude-me, você e sua alma pura
A ser o claro na escuridão
E não me diga não!
Não me deixe só
Perdido em indagações
Em dúvidas e desilusões
Não me deixe só...
Nunca me diga não:
Cuide para que eu não me torne um vilão
Ajude-me para que sempre me sinta protegido
Ajude-me para que não eu não seja um bandido
A ser a força que brota do amor
E não me diga não!
Não me deixe só
Não me diga não
Ajude-me por amor, não por dó
Ajude-me a tornar feliz o meu coração!
Ajude-me:
Não me deixe só!!!
Euclides Riquetti
16-01-2014
Perdido em devaneios
Sonhando com seus olhos meigos
Não me deixe só!
Nunca me diga não:
Cuide para que eu não fique sem chão
Ajude-me a ser luz na noite escura
Ajude-me, você e sua alma pura
A ser o claro na escuridão
E não me diga não!
Não me deixe só
Perdido em indagações
Em dúvidas e desilusões
Não me deixe só...
Nunca me diga não:
Cuide para que eu não me torne um vilão
Ajude-me para que sempre me sinta protegido
Ajude-me para que não eu não seja um bandido
A ser a força que brota do amor
E não me diga não!
Não me deixe só
Não me diga não
Ajude-me por amor, não por dó
Ajude-me a tornar feliz o meu coração!
Ajude-me:
Não me deixe só!!!
Euclides Riquetti
16-01-2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Doce pecado de amar
Doce pecado
Da maçã vermelha
Da lingerie preta
Do beijo roubado
Doce pecado
Do sangue quente
Dos labios ardentes
Do desejo malvado
Doce pecado do corpo molhado...
Da gula que teima
Do fogo que queima
Da incontrolável paixão.
Doce pecado
Da mente mundana
Na alma insana
Do prazer desregrado, indecente, impensado...
Doce pecado que não tem dor
Doce pecado de sexo, com ou sem amor
Na noite sem cor...
Doce pecado que não quer perdão
Doce pecado da doida ilusão
Que arde no peito...
Apenas um suave e delicioso pecado
Sem apego
Sem medo
Sem punição
Assim, desse jeito
Escrachado, largado
Mas apena pecado....
Doce e eterno pecado de sonhar
Pecado de gostar
Pecado de amar!
Pecado...
Euclides Riquetti
15-01-2014
Sinta-se carinhosamente abraçada...
Sinta-se carinhosamente abraçada
Desejada
Beijada
Amada...
Sinta-se completamente querida
Envolvida
Sentida
Enternecida....
Sinta-se uma mulher pousada nas nuvens flutuantes
Cortejada por andantes
Por ávidos amantes
Como nunca antes...
Sinta-se a mulher formosa
Bonita e poderosa
Que me encanta,me atrai
Me balança por demais
E me estonteia
E que me chama para deitar-me
Contigo na areia.
E eu vou...
Euclides Riquetti
14-01-2014
Desejada
Beijada
Amada...
Sinta-se completamente querida
Envolvida
Sentida
Enternecida....
Sinta-se uma mulher pousada nas nuvens flutuantes
Cortejada por andantes
Por ávidos amantes
Como nunca antes...
Sinta-se a mulher formosa
Bonita e poderosa
Que me encanta,me atrai
Me balança por demais
E me estonteia
E que me chama para deitar-me
Contigo na areia.
E eu vou...
Euclides Riquetti
14-01-2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
Eu queria ser os pingos da chuva
Eu queria ser os pingos da chuva
Que molham você
Que escorrem pelo seu corpo
Que alisam seus cabelos loiros
E que beijam seus lábios vermelhos!
Eu queria ser o sol que seca sua roupa
Os lábios que enfeitam sua boca
E que você admira no espelho
E que a tornam uma bela mulher
Mas você não me quer...
Eu queria ser a letra da canção
Ser também o seu repetido refrão
Mas você não me quer
Eu queria ser a noite de lua
A parreira onde você colhe as uvas
Mas você não me quer...
Então só me resta pensar
Desejar
Escrever
E ser os pingos da chuva
Que refrescam a uva
Que você colhe!
Euclides Riquetti
13-01-2014
Que molham você
Que escorrem pelo seu corpo
Que alisam seus cabelos loiros
E que beijam seus lábios vermelhos!
Eu queria ser o sol que seca sua roupa
Os lábios que enfeitam sua boca
E que você admira no espelho
E que a tornam uma bela mulher
Mas você não me quer...
Eu queria ser a letra da canção
Ser também o seu repetido refrão
Mas você não me quer
Eu queria ser a noite de lua
A parreira onde você colhe as uvas
Mas você não me quer...
Então só me resta pensar
Desejar
Escrever
E ser os pingos da chuva
Que refrescam a uva
Que você colhe!
Euclides Riquetti
13-01-2014
Há uma loba voraz dentro de ti!
Há uma loba voraz dentro de ti
Capaz de atacar e de ferir...
Há uma alma oprimida e assustada
Esperando a hora de ser libertada
Para buscar o teu "Ser Feliz":
Sim, há uma loba faminta dentro de ti!
Garras e dentes afiados
Um coração que não quer ser domesticado
Mas que procura a desejada liberdade:
O direito de ter o amor puro e verdadeiro
E de sentir a merecida felicidade
Em todos os dias ... e no ano inteiro.
Solta um uivo forte e assustador
E liberta-te do mundo opressor!
Exercita até mesmo a tua vaidade
Distribui sorrisos, abraços, beldade!
Faze valer a tua capacidade infinita
De ser mulher poderosa e loba bonita
De amar, de querer e de ser desejada!
Solta teu uivo, corajosa mulher
Há uma loba voraz dentro de ti
Pois só queres amar e também ser amada!
Euclides Riquetti
12-01-2014
Capaz de atacar e de ferir...
Há uma alma oprimida e assustada
Esperando a hora de ser libertada
Para buscar o teu "Ser Feliz":
Sim, há uma loba faminta dentro de ti!
Garras e dentes afiados
Um coração que não quer ser domesticado
Mas que procura a desejada liberdade:
O direito de ter o amor puro e verdadeiro
E de sentir a merecida felicidade
Em todos os dias ... e no ano inteiro.
Solta um uivo forte e assustador
E liberta-te do mundo opressor!
Exercita até mesmo a tua vaidade
Distribui sorrisos, abraços, beldade!
Faze valer a tua capacidade infinita
De ser mulher poderosa e loba bonita
De amar, de querer e de ser desejada!
Solta teu uivo, corajosa mulher
Há uma loba voraz dentro de ti
Pois só queres amar e também ser amada!
Euclides Riquetti
12-01-2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
Há um horizonte azul a nos esperar
Há um horizonte azul a nos esperar
E corpos que flutuam embalados em canções
Nas ruas da terra , através das gerações.
No azul da cor do céu, no azul da cor do mar.
Há um horizonte azul a nos amparar
Em todas planícies verdes deste mundo
Nos mares que cobrem do sol rotundo
E ombros que me esperam pra chorar.
Havia um horizonte azul no teu olhar
Que me buscou entre os andantes do universo
E um doce abraço teu a me chamar:
Agora, em cada nova manhã de invernos e verões
O Poeta te exalta em prosa e verso
Ó musa de meus encantos e paixões!
Euclides Riquetti
11-01-2014
E corpos que flutuam embalados em canções
Nas ruas da terra , através das gerações.
No azul da cor do céu, no azul da cor do mar.
Há um horizonte azul a nos amparar
Em todas planícies verdes deste mundo
Nos mares que cobrem do sol rotundo
E ombros que me esperam pra chorar.
Havia um horizonte azul no teu olhar
Que me buscou entre os andantes do universo
E um doce abraço teu a me chamar:
Agora, em cada nova manhã de invernos e verões
O Poeta te exalta em prosa e verso
Ó musa de meus encantos e paixões!
Euclides Riquetti
11-01-2014
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
De Alfred Hitchcock e de Rogério Sganzerla
Neste quinta feira, 09 de janeiro, é aniversário do falecimento do cineasta brasileiro Rogério Sganzerla. Partiu aos 57 anos, em 2004, depois de acometido por doença grave. O Joaçabense ainda tem um crédito a cobrar de nossa cidade: uma mostra de seus filmes, dentre eles "O Bandido da Luz Vermelha", de 1969, que o projetou na sétima arte. Uma considerável filmografia, interrompida com sua morte. Inspirado em Orson Welles, mas buscando sua linha própria conforme sua índole contestadora, e ainda em outros ícones do cinema mundial, foi um dos principais produtores do cinema brasileiro. Longas-metragens, curtas e documentários cumpuseram uma fiilmografia de 27 películas, dentre elas Copacabana, Mon Amour e Carnaval na Lama. Seu último filme, o Signo do Caos, foi rodado em 2003.
Num desses canais de Telecine, assisti, ao final da tarde, ao filme "Hitchcock - Biografia", uma produção norteamericana de 2012, do Diretor Sacha Gervasi. Conta a história dos tempos em que o cineasta produziu "Psicose" (Psycho), em 1960. Ele é interpretado por Anthony Hopkins e sua esposa, Alma Reville, por Helen Murren. A belíssima Scarlet Johansson vive a protagonista de Psicose. A película biográfica mostra os eventos que acontecem durante o período de filmagem deste fabuloso filme. O drama de ter que por em risco sua própria casa para bancar Psicose, com a anuência da mulher, quando ninguém mais queria patrocinar seus filmes. É uma biografia bem disfarçada, um drama que nos envolve do começo ao fim do filme. Psicose teve um orçamento muito reduzido em razão da falta de apoio: US 800.000.00 - mas faturou US 60.000.000.00 nas bilheterias dos cinemas de todo o mundo. Quando achavam que ele estava ultrapassado, com sua inteligência e criatiividade, surpreendeu o mundo.
Algumas nuances de Hitchcock, que imprimia na vida real e nos filmes o mesmo método de observação da realidade, com ousadia, determinação e inteligência, estão muito bem transparecidas em toda a ação do filme. Mistério, terror, horror presentes em seus filmes. Na biografia, apenas mostrados indiretamente. Mostra-nos, ainda, que em sua vasta filmografia houve o dedo opinativo de Alma, sua esposa. Tirei a conclusão de que a presença dela foi fundamental para o seu sucesso. Seus filmes denotam suspense e fogem do convencional "água-com-açúcar" costumeiro.
Mas, voltando ao Rogério Sganzerla, que foi para São Paulo para correr em Interlagos ainda antes de completar os 18 anos e se transformou em cineasta, para se ter noção da importância dele no contexto cultural do final da década de 1960, no maior sucesso da cantora bahiana Gal Costa, sucesso de 1969, em que ele lançou "O Bandido da Luz Vermelha", ela cantava:
"Meu nome é Gal, tenho 24 anos
Nasci na Barra Avenida, Bahia
Todo dia eu sonho alguém pra mim.
Acredito em Deus, gosto de baile, cinema
Amo caetano, Gil, Roberto, Erasmo, Macalé
Paulinho da Viola, Lanny, ROGÉRIO SGANZERLA
Jorge Ben, Rogério Duprat,
Wally, Dircinho, Nando
E o pessoal da pesada"
Dois grandes do cinema, guardadas as devidas propoções. Produziram fora do padrão convencional, produziram o diferente, merecem minha homenagem pelo seu talento!
Parabéns, Hitchcok, parabéns, Sganzerla!
Euclides Riquetti
10-01-2014
Num desses canais de Telecine, assisti, ao final da tarde, ao filme "Hitchcock - Biografia", uma produção norteamericana de 2012, do Diretor Sacha Gervasi. Conta a história dos tempos em que o cineasta produziu "Psicose" (Psycho), em 1960. Ele é interpretado por Anthony Hopkins e sua esposa, Alma Reville, por Helen Murren. A belíssima Scarlet Johansson vive a protagonista de Psicose. A película biográfica mostra os eventos que acontecem durante o período de filmagem deste fabuloso filme. O drama de ter que por em risco sua própria casa para bancar Psicose, com a anuência da mulher, quando ninguém mais queria patrocinar seus filmes. É uma biografia bem disfarçada, um drama que nos envolve do começo ao fim do filme. Psicose teve um orçamento muito reduzido em razão da falta de apoio: US 800.000.00 - mas faturou US 60.000.000.00 nas bilheterias dos cinemas de todo o mundo. Quando achavam que ele estava ultrapassado, com sua inteligência e criatiividade, surpreendeu o mundo.
Algumas nuances de Hitchcock, que imprimia na vida real e nos filmes o mesmo método de observação da realidade, com ousadia, determinação e inteligência, estão muito bem transparecidas em toda a ação do filme. Mistério, terror, horror presentes em seus filmes. Na biografia, apenas mostrados indiretamente. Mostra-nos, ainda, que em sua vasta filmografia houve o dedo opinativo de Alma, sua esposa. Tirei a conclusão de que a presença dela foi fundamental para o seu sucesso. Seus filmes denotam suspense e fogem do convencional "água-com-açúcar" costumeiro.
Mas, voltando ao Rogério Sganzerla, que foi para São Paulo para correr em Interlagos ainda antes de completar os 18 anos e se transformou em cineasta, para se ter noção da importância dele no contexto cultural do final da década de 1960, no maior sucesso da cantora bahiana Gal Costa, sucesso de 1969, em que ele lançou "O Bandido da Luz Vermelha", ela cantava:
"Meu nome é Gal, tenho 24 anos
Nasci na Barra Avenida, Bahia
Todo dia eu sonho alguém pra mim.
Acredito em Deus, gosto de baile, cinema
Amo caetano, Gil, Roberto, Erasmo, Macalé
Paulinho da Viola, Lanny, ROGÉRIO SGANZERLA
Jorge Ben, Rogério Duprat,
Wally, Dircinho, Nando
E o pessoal da pesada"
Dois grandes do cinema, guardadas as devidas propoções. Produziram fora do padrão convencional, produziram o diferente, merecem minha homenagem pelo seu talento!
Parabéns, Hitchcok, parabéns, Sganzerla!
Euclides Riquetti
10-01-2014
Vem afagar-me na noite de janeiro
Vem tua alma encontrar-se com a minha
Alegremente
E teu corpo encostar-se ao meu
Vem sutilmente...
Acariciam-me as tuas mãos
Suavemente
Beijam-me teus lábios
Docemente!
Vêm teus olhos fitar os meus
Com toda a tua candura
E tuas palavras encontrar as minhas
Com brandura...
És a musa que Deus me concedeu
De alma pura
A flor que colho e beijo
Com ternura!
Vem, alma escondida em corpo escultural
Vem afagar-me na noite de janeiro
Vem me levar contigo, pra qualquer lugar
Vem pra tornar-me teu amado companheiro
Vem, afaga-me
Leva-me
Ama-me
Na noite de janeiro!
09-01-2014
Alegremente
E teu corpo encostar-se ao meu
Vem sutilmente...
Acariciam-me as tuas mãos
Suavemente
Beijam-me teus lábios
Docemente!
Vêm teus olhos fitar os meus
Com toda a tua candura
E tuas palavras encontrar as minhas
Com brandura...
És a musa que Deus me concedeu
De alma pura
A flor que colho e beijo
Com ternura!
Vem, alma escondida em corpo escultural
Vem afagar-me na noite de janeiro
Vem me levar contigo, pra qualquer lugar
Vem pra tornar-me teu amado companheiro
Vem, afaga-me
Leva-me
Ama-me
Na noite de janeiro!
09-01-2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Traz-me a voz do vento o teu sorriso
Traz-me a voz do vento o teu sorriso
De que eu preciso!
Traz-me teu rosto sorridente
Que perpassa portas, janelas, jardins
E que chega até a mim
Em teu perfume envolvente.
Traz-me o barulho do vento o teu ninar
O teu sonho
O teu semblante risonho
Que vem me acalmar!
Traz-me o vento tuas palavras doces
Dizendo-me que fostes
Andar ao mar.
E o sol te deixou mais morena
Com teus cabelos cacheados
E teus ombros bronzeados
Uma mulher bonita, dócil, serena!
Traz-me a voz do vento o teu sorriso
E é meu destino
Te esperar!
Euclides Riquetti
08-01-2014
De que eu preciso!
Traz-me teu rosto sorridente
Que perpassa portas, janelas, jardins
E que chega até a mim
Em teu perfume envolvente.
Traz-me o barulho do vento o teu ninar
O teu sonho
O teu semblante risonho
Que vem me acalmar!
Traz-me o vento tuas palavras doces
Dizendo-me que fostes
Andar ao mar.
E o sol te deixou mais morena
Com teus cabelos cacheados
E teus ombros bronzeados
Uma mulher bonita, dócil, serena!
Traz-me a voz do vento o teu sorriso
E é meu destino
Te esperar!
Euclides Riquetti
08-01-2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
O tempo nos mostrará (todas as verdades)
Não te aflijas se não te dão o devido valor
Não esperes compensações de onde não podem vir
Não te preocupes se recusarem te dar o amor
Pois sempre haverá quem olhará por ti.
O mundo é assim mesmo, tem imperfeições
E estas são em número altamente expressivo
Mesmo os que amamos nos dão desilusões
Mas tu podes sempre contar comigo.
Não te aflijas ele não é como tu queres
Pois cada coisa tem o seu devido momento
Busque em ti mesma a calma, não te desesperes.
O tempo nos mostrará todas as verdades
As razões que fazem os acontecimentos
O verdadeiro caminho da felicidade.
Euclides Riquetti
07-01-2014
Não esperes compensações de onde não podem vir
Não te preocupes se recusarem te dar o amor
Pois sempre haverá quem olhará por ti.
O mundo é assim mesmo, tem imperfeições
E estas são em número altamente expressivo
Mesmo os que amamos nos dão desilusões
Mas tu podes sempre contar comigo.
Não te aflijas ele não é como tu queres
Pois cada coisa tem o seu devido momento
Busque em ti mesma a calma, não te desesperes.
O tempo nos mostrará todas as verdades
As razões que fazem os acontecimentos
O verdadeiro caminho da felicidade.
Euclides Riquetti
07-01-2014
Nelson Ned - Tributo ao pequeno gigante da canção
Nos anos 60 surgiu uma fortíssima corrente musical no Brasil, a Jovem Guarda, nome que veio de um programa que o jovem Roberto Carlos e seus amigos Vanderlea e Erasmo Carlos apresentavam na TV Record. Dezenas de excelentes cantores fizeram muito sucesso no estilo de cantar denominado "iê, iê, iê!", que era uma alusão aos ritmos ditados por The Beatles, a partir de Liverpool.
Paralelamente, alguns cantores românticos também faziam muito sucesso, tinham voz de um padrão de médio para bom, alguns com voz de excelência. Agnaldo Rayol era conhecido como o "Rei da Voz". Moacir Franco, Antônio Marcos e Agnaldo Timóteo faziam muito sucesso no gênero. E, um rapaz de baixíssima estatura, com apenas 1,12 metro, Nelson Ned, nascido Nelson Ned d´Ávila Pinto, de Ubá, MG, em 02 de março de 1947, surgia como uma grande promessa.
Dado a cantar em bares e boates, Nelson Ned foi levado à TV por Abelardo Barbosa, o Chacrinha, que viu nele um grande potencial tanto como compositor como que cantor. Não é à toa que Antônio Marcos, Algnaldo Timóteo e Moacir Franco gravaram canções de sua autoria.
Lembro-me que no ano de 1969 ele lançou a música "Tudo Passará" e com ela começou a ganhar seus discos de ouro. Era assim a letra inicial:
"Eu te dei meu amor
Por um dia
E depois, sem querer, te perdi
Não pensei que o amor existia
E também choraria por ti...
Mas tudo passa, tudo passará
E nada fica, nada ficará
Só se encontra a felicidade
Quando se entrega o coração"
A letra simples, mas bem conectada à sua maravilhosa voz, garantira o sucesso. As rádios tocavam à exaustão, Nelson Ned era estrela em todos os programas de TV, sua música alcançava os primeiros lugares em todas as paradas de sucesso. E contrariava todas aquelas máximas de que cantor, para fazer sucesso junto à juventude, tinha que ser bonito, ser galã.
Nelson Ned foi bem sucedido também cantando música gospel a partir de 1990, mas seu uge internacional foi com a gravação de "Happy Birthday My Darling", que em 1974 estourou nas paradas dos Estados Unidos, dando-lhe um disco de Ouro por lá também. Seus sucessos foram gravados em Português e Espanhol, por ele mesmo. Era tocado em fazia shows em teatros e estádios em toda a América Latina. "Tudo Passará" foi gravada em cerca de 40 versões.
Neste domingo pela manhã Nelson Ned nos deixou, aos 66 anos. Estava internado em Cotia, SP. Com muitas deficiências desde 2003, quando sofreu um AVC, sua saúde estava muito debilitada. Nosso "pequeno gigante" da canção, em toda a sua simplicidade e humildade, mostrou ao público que tamanh, realmente, não é documento.
Fique bem junto de Deus, Nelson Ned!
Euclides Riquetti
06-01-2014
Paralelamente, alguns cantores românticos também faziam muito sucesso, tinham voz de um padrão de médio para bom, alguns com voz de excelência. Agnaldo Rayol era conhecido como o "Rei da Voz". Moacir Franco, Antônio Marcos e Agnaldo Timóteo faziam muito sucesso no gênero. E, um rapaz de baixíssima estatura, com apenas 1,12 metro, Nelson Ned, nascido Nelson Ned d´Ávila Pinto, de Ubá, MG, em 02 de março de 1947, surgia como uma grande promessa.
Dado a cantar em bares e boates, Nelson Ned foi levado à TV por Abelardo Barbosa, o Chacrinha, que viu nele um grande potencial tanto como compositor como que cantor. Não é à toa que Antônio Marcos, Algnaldo Timóteo e Moacir Franco gravaram canções de sua autoria.
Lembro-me que no ano de 1969 ele lançou a música "Tudo Passará" e com ela começou a ganhar seus discos de ouro. Era assim a letra inicial:
"Eu te dei meu amor
Por um dia
E depois, sem querer, te perdi
Não pensei que o amor existia
E também choraria por ti...
Mas tudo passa, tudo passará
E nada fica, nada ficará
Só se encontra a felicidade
Quando se entrega o coração"
A letra simples, mas bem conectada à sua maravilhosa voz, garantira o sucesso. As rádios tocavam à exaustão, Nelson Ned era estrela em todos os programas de TV, sua música alcançava os primeiros lugares em todas as paradas de sucesso. E contrariava todas aquelas máximas de que cantor, para fazer sucesso junto à juventude, tinha que ser bonito, ser galã.
Nelson Ned foi bem sucedido também cantando música gospel a partir de 1990, mas seu uge internacional foi com a gravação de "Happy Birthday My Darling", que em 1974 estourou nas paradas dos Estados Unidos, dando-lhe um disco de Ouro por lá também. Seus sucessos foram gravados em Português e Espanhol, por ele mesmo. Era tocado em fazia shows em teatros e estádios em toda a América Latina. "Tudo Passará" foi gravada em cerca de 40 versões.
Neste domingo pela manhã Nelson Ned nos deixou, aos 66 anos. Estava internado em Cotia, SP. Com muitas deficiências desde 2003, quando sofreu um AVC, sua saúde estava muito debilitada. Nosso "pequeno gigante" da canção, em toda a sua simplicidade e humildade, mostrou ao público que tamanh, realmente, não é documento.
Fique bem junto de Deus, Nelson Ned!
Euclides Riquetti
06-01-2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
Tu tens a mim e eu tenho a ti!
Entrego-te meu corpo e minha alma
Sem ressalvas
Para que os uses
E abuses.
Reservo-me a parte negra, e dou-te a alva...
E te ofereço meus beijos
Que se perdem com os teus
Que satisfazem teus desejos
E os desejos meus
Os que se avivam agora e os que hão de vir:
Tu tens a mim e eu tenho a ti!
Entrego-te, de olhos fechados
Meu coração flechado
Despido
Livre, ou
Atingido
Pelo cupido!
Entrego-me o que tenho de mais sagrado:
A parte de min´alma sem pecado
E fico com o lado carvão.
(O lado escuridão)!
Entrego-te o melhor de mim:
Entrego-te meus versos, minhas estrofes e meus sonetos
Os limitados e os perfeitos
Os livres e os alexandrinos
Que só têm um destino:
Dizer que tu podes ter a mim
E que eu posso ter a ti!
Euclides Riquetti
05-01-2014
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