terça-feira, 13 de agosto de 2024

Um beijo com embalo de tango

 


 



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Não quero  beijo sabor chuchu
Quero apenas um bem vermelho...
Mas que venha de ti, venha de tu
Um beijo desenhado no espelho.

Pode ser um beijo bem curtinho
Um beijinho doce, apenas beijo
Com o sabor do beijo,  beijinho
Bejinho cheio de amor e desejo...

Vai, me dá um, ou me dá dois
Três... quatro...  infinitamente
Daqueles pra relembrar depois
Pra relembrar ... eternamente!

Tão bom como aquele de chima
Ou como aquele de morango
Um de cereja também combina
Um beijo com embalo de tango!


Euclides Riquetti

Confinei meu coração

 



Quer matar a fome sem deixar de cuidar da saúde? Faça crepe Verde!


Confinei meu coração e tu confinaste o teu
Guardados e isolados durante a pandemia
Escondeste teu coração e eu escondi o meu
Não sei por quanto tempo, nem até qual dia...

Guardei-o para que fique longe dos perigos
Para que não corra o risco da contaminação
Mas bem que ele queria estar ali contigo
Para irmos à praia, eu segurando a tua mão.

Meu coração esperará o quanto for preciso
Esperará para depois ter uma compensação
Poder ver bem de perto seu delicioso sorriso.

Teu coração pode esperar pois o meu espera
Por um grande encontro com amor e paixão
Pois tudo será melhor quando vier a primavera.

Assim espero
Bem assim!

Euclides Riquetti

Ao cheiro dos perfumes


 


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Ao cheiro dos perfumes

Deslumbrante é o imenso cenário natural
Que se perde na vastidão do horizonte
Tem como pano de fundo o mar colossal
E o som das ondas à minha voz responde...

Águas verdes, infinitas, quando amanhece
Azuladas quando o sol as ilumina
Escuras quando a cor da noite as enegrece
Como um longa rota que nunca termina!

Ao sabor do sol e da quentura das areias
Desfilam as gentes descontraídas e felizes
No dia que se acinzenta e depois clareia...

Ao cheiro dos perfumes os mais diversos
Dos corpos esbeltos e cheios de vida
Contemplo este mar e componho meus versos!

Mar de Canasvieiras

Canção para o amor verdadeiro


 


Canção para o amor verdadeiro

Meu coração bem que sabia
Quando me dizia
Que eu te amava...

Meu coração era zeloso
Me controlava feito um bobo
Pois eu te amava...

Meu coração maior que o mundo
Meu coração de amor profundo
Não me largou nenhum segundo
Pois só queria que eu te amasse, te queresse
Que eu te beijasse e não perdesse
Queria apenas a felicidade entre nós dois!

Meu coração bem que sabia
Quando me dizia
Que eu te amava...

Meu coração era zeloso
Me controlava feito um bobo
Pois eu te amava...


Meu coração bem que sabia
Por isso mesmo, me dizia
Para cuidar de noite e dia:
Cuide melhor de quem te ama além da cama
Cuide melhor dessa tua alma tão cigana
Queria apenas a felicidade entre nós dois!

Meu coração bem que sabia
Quando me dizia
Que eu te amava...
Meu coração era zeloso
Me controlava feito um bobo
Pois eu te amava...

Então os anos se passaram
E as coisas melhoraram
Co´s bons  ventos que sopraram
Anos e ventos nos trouxeram toda a felicidade
Ventos dos anos nos uniram para toda a eternidade
E garantiram a felicidade entre nós dois!

Agora somos companheiros
Somos amantes verdadeiros
Somos dois  inseparáveis companheiros

Namorados verdadeiros
Verdadeiros companheiros
Somos dois inseparáveis companheiros!

Euclides Celito Riquetti

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segunda-feira, 12 de agosto de 2024

Flores amarelas pra você


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Acariciar o seu cabelo liso
Sentir seu  cheiro seco e perfumado
Imaginar um campo ensolarado
Com flores simples, simplesmente belas
Gramados verdes, flores amarelas
É apenas disso que eu tanto preciso.

Sentir calor em seu abraço quente
Beijar sua boca doce e bem moldada
E no seu corpo que me atiça a mente
Viajar no tempo da vida passada....

Perder-me em sonhos e encantamentos
Nos campos verdes, natureza viva
Flores amarelas brancas, flores vida
Ver nos seus olhos aquele brilho breve
E  no seu rosto um sorriso leve
Alimentar a alma com meus sentimentos

Sentir o vento que sopra num  repente
Devanear sem me lembrar das horas
Comemorar aquilo que a gente sente
Viver  o presente, o aqui e o agora...

Euclides Riquetti

Sobre as areias brancas

 


 


 



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Puseste teus pés a deslizar sobre as areias brancas
Das dunas desprotegidas que bordam o mar
Puseste teu frágil coração a pulsar
Buscando no horizonte, quem sabe, um olhar
Em meio a santas lembranças, tantas!

Andaste minutos, horas, um dia inteiro
Pelo trajeto desconhecido que teu coração escolheu
Andaste sobre  pedras que vieram para o caminho teu
Procurando reviver o passado que se escondeu
Mas  não consegues  reencontrar  teu amor verdadeiro.

Para onde podem te levar teus  pés bonitos e elegantes?
Para onde podem te guiar os teus sentimentos mais sagrados?
Para onde querem olhar os teus olhos brilhantes?
Ah, para os braços de alguém que te tenha um dia amado...
Para que dois corações voltem a pulsar juntos, como antes...

Euclides Riquetti

Travesseiro

 


 



Separas-te de teu companheiro

Com aquele travesseiro

Branco, do fino algodão

Macio, como a palma de tua mão.

Um obstáculo entre dois seres

Que sentem prazer.


Dormes profundamente agarrada

Ao amparo sonolento

Que te traz alento

E a mim desconforto

Enquanto, em meus pensamentos 

Mergulho tranquilo e absorto!


É meu vil rival e vilão

Disputa comigo teu corpo gentil

Que se estende sobre o colchão.

Eu, teu inimigo declarado 

Com minha pele quente, febril

Quero abraçar-te apaixonado!


Euclides Riquetti

Na beira do mar

 


 



Fui me pretear
Na beira do mar.
Preteei-me um pouco
Na beira do mar
Pois queria morenar.

Foram sete manhãs
Foram algumas tardes
Sem alardes
Apenas com saudades...

Apenas com a convicção
De que corpo e coração
Poderiam descansar
Na beira do mar.

E me morenei
Quase me preteei
Na beira do mar
Onde havia gavotas brancas
E algumas pardas dentre tantas
Voavam no mar.

Comiam o pão que lhes jogava aquela senhora
Que ali se soleou outrora
Mas que agora
Leva o neto
Esperto
Para ver o mar.

E eu, contemplativo
Fico olhando aquilo
Com a saudade a me  matar
Dos anos que se foram
Passados a sonhar
Vendo a vida passar.
(E melancolia a me judiar)
Na beira do mar.

Euclides Riquetti

Alcedir Bebber e a Tv em Capinzal e Ouro - pioneirismo! reedição

 


 



          Quando eu tinha uns doze anos,  eu ouvia falar que nas grandes cidades as pessoas tinham em sua casa um aparelho parecido com um rádio, maior, onde se viam outras pessoas que falavam, longe, até em outros países. Era o televisor e ele possibilitava que víssemos até jogos de futebol através de seu vídeo. Claro que o futebol, o jogo de domingo ä tarde, as pessoas conseguiam  ver ali pela segunda-feira ä noite, bem tarde, quase terça. E com muitos grilos pulando na tela. Diziam que eram os chuviscos.

          Lembrode  quando e trabalhava com o Clarimundo Bazzi, ali em Ouro, no predinho do João Zaleski, e apareceu  por lá o Leonardo Goelzer, que soube que o Bazzi tinha um desses aparelos, pois viera de São Paulo e se estabelecera com comércio em Ouro, em 1966. Estava mentalizando um projeto de instalar uma antena receptora/repetidora que possibilitaria assistirmos TV. O Bazzi se comprometeu a emprestar o aparelho para os testes, mas constatou-se que o mesmo estava "queimado".

          O Goelzer aliou-se ao Alcedir Bebber, que junto com os irmãos tinha uma oficina de consertos de rádios, localizada sob a loja do Celso Farina, na Rua XV de Novembro, em Capinzal, ali onde fica o prédio do Cartório do Maliska. Iniciaram o arrojado projeto e instalaram a antena repetidora, como chamavam, nos altos do morro de Capinzal, aquele mesmo que abrigava o Colégio Mater Dolorum, mas num ponto bem mais alto, onde já havia a antena da antiga Rádio Sulina, provavelmente nas terras dos Lagni, ou pelo menos nas suas imediações.

          Foram tempos de glória para nossa cidade. Os bares do Arlindo Henrique e do Canhoto tinham, num canto, ao fundo da sala, ao alto, um aparelho de TV, e os clientes assistiam à programação da época, o Telecatch Montilla, o Jota Silvestre, o Flávio Cavalcanti, a Hebe Camargo, em programação gerada pela Excelsior e pela Tupi. E havia filmes, noticiários, mas nada era em tempo real como agora.

        As lojas do Farina, em Capinzal, e do Parizotto, em Ouro, passaram a vender televisores, além das geladeiras, rádios, máquinas de costura. E instalavam antenas com hastes de alumínio, nos telhados das casas. Conforme a localizacáo das casas se tinha melhor ou pior qualidade de imagens.

          Durante 20 anos convivemos com isso. Nesse tempo, transferiu-se a antena para o morro de Nossa Senhora dos Navegantes, em Ouro, o que faciltaria a qualidade das imagens para Capinzal. E os que tinham aparelho, pagavam uma taxa de TV, nas prefeituras, que era para manter a torre e substituir as válvulas "Phlips"quando queimavam. E quem cuidava da antena e do aparelho retransmissor? O Alcedir Bebber, da Eletrônica Bebber, que recebia muitas ligações de reclamacão quando  a TV não estava no ar. E lá subia com o seu fusca cinza para ver do que se tratava.E não foram raras as vezes em que vendavais colocaram a antena no chão.

          Lembro bem que num domingo pela mannhã, em 1982, procurou-me para que fôssemos a Sede Sarandi, em Herval D 'Oeste, onde ficava a antena grande, que retransmitia a imagem recebida por satélite das geradoras até a repetidora de nossa cidade. Pegamos a rural azul e branca da Prefeitura, junoto com o Luciano Baretta, e lá fomos para ver o que acontecia. E o Alcedir,  na  época com seus 39 anos, subiu na torre e consertou o aparelho, substituiu válvulas, e ä tarde pudemos ver jogos de futebol. Nos domingos em que havia grenal, então, não podia faltar a imagem na TV. Nem quando era Vasco e Flamengo, ou Palmeiras e Corínthians. E, na semana, havia as mulheres que queriam ver as novelas...

          Mas o auge de seu trabalho foi em 1986, quando trouxe as parabólicas da Amplimatic, fabricadas em São José dos Campos, e passou a vender. Lembro que ele e o José Dambrós foram os primeiros a terem a parabólica. Era um antenão, um círculo parabólico de almínio, com um pequeno aparelho receptor, que possibilitava receber mas de 20 canais de TV em casa. E custava uma fortuna. Era o mesmo valor que um autmóvel 1.6, de luxo, um Chevete ou um Gol. 
         E, posteriormente, o valor  foi baixando, apareceram muitas marcas no mercado, vieram as TVs por assinatura, HDTV, essa evolução toda que você, leitor, leitora, bem conhecem.

          O Alcedir nos deixou na manhã do dia 11 de outubro de 2012, véspera do Dias das Crianças e de Nossa Senhora Aparecida, o mesmo dia que o Sr. Ivo Luiz Bazzo. Deixou, como este, a marca de seu nome  e de seu trabalho registrados em nossa história. E sua esposa, filhos, noras e netos, podem orgulhar-se del`. Não foi uma folha de papel em branco. Foi uma página com muitos registros no meio social, empresarial e cultural de nossas cidades. Nossa sincera homenagem ao amigo com quem convvemos muitos anos.

Euclides Riquetti
20-10-2012

domingo, 11 de agosto de 2024

Desculpa-me por dizer "te amo"!

 


 




Desculpa-me por dizer "te amo"!

Desculpa-me pela minha ousadia

É uma forma de disfarçar a timidez

E, longe de agir com sensatez

Encorajo-me a fazer-te a cortesia.


Desculpa-me por dizer "te amo"!

Desculpa-me por chegar a tanto

Isso saiu de minha boca, de mim

Eu, que já derramei meus prantos

Até me censuro por agir assim.


Desculpa-me por dizer "te amo"!

Desculpa-me por não me controlar

Digo isso com toda a sinceridade

Com a lucidez que me é peculiar:

Amor é amor, amizade é amizade!


Euclides Riquetti

Nas ondas do sonho

 






Nas ondas do sonho
Ganhei  teu abraço
Um beijo gostoso
Um olhar carinhoso
Depois do cansaço...

Nas ondas do sonho
Enrolaste-me em laço
Entreguei-me de todo
A teu corpo cheiroso
Perdi-me em seus braços!

Mulher carinhosa
Na tarde de verão
Na tarde gostosa
Me atacas fogosa
Roubas meu coração.

E nas ondas do sonho
Me levas embora
Com teus beijos de fogo
De amor e de gozo
Me levas, senhora
Me levas embora.

E eu
Por minha própria vontade
Me deixo levar!

Leva-me
Para algum lugar
Onde possas me amar
E me fazer sonhar.
Leva-me
E não me deixes voltar!

Euclides Riquetti

Ao Meu Pai

 





Dias sem pássaros, noites sem estrelas
Dias de densas nuvens, o vento a volvê-las
Noites tão escuras, luar contido, ausente
Fazem dos meus sonhos futuro sem presente...

Dias de chuva forte, sem sol, sem luz no céu
Dias sem esperança, cinzento mausoléu
De alguém que foi distante, buscando seu destino
Tombando para sempre, subindo ao céu divino.

Conforto-me em saber que fez o bem na terra
Que pela sua bondade fará novos amigos
No céu que é manto azul, é flor da primavera
Verá,  mais uma vez, seus entes tão queridos.

E entre dias sem lindas noites, noites sem dias lindos
Eu fico recordando, pensando nos já findos
Em que você se foi, naquele longo inverno
Buscando nova vida, buscando o Pai Eterno!

Euclides Riquetti
Composto em julho de 1993.

Que legado sua mãe lhe deixou? - Homenageando minha saudosa mãe, nbi dia de seu aniversário!

 


 



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          "Que legado uma mãe pode deixar para uma filha? Que tipo de lembranças, de lições, ensinamentos?"

          Imagino que a amiga leitora deve estar  remetendo seu pensamento de volta ao seu tempo de criança. Às   saudosas lembranças daquele ser que a pôs  no mundo, deu-lhe educação, orientou-a, ajudou-a  de alguma fora. Até a amparou na hora em que teve  filhos. Muitas, felizmente, ainda as têm por perto, muitas vezes dividindo  com elas o mesmo teto. Mas mesmo meninos e  rapazes seguem os ensinamentos de suas mães, pois são elas que estão presentes na maioria do nosso "tempo de criança".

          Perguntei a uma jovem senhora que lembranças ela tinha de sua mãe, que hoje já está velhinha:

         "Minha mãe teve uma presença muito forte e marcante em minha vida, embora eu tenha saído de casa muito jovem, antes de meus dezoito anos. Ela me deixou alguns príncípios e valores que sempre procuro seguir. Respeitar as pessoas e dar-lhes o devido valor. Não ter nada do que não é legitimamente nosso. E, se alguém nos der algo, fazer um serviço para retribuir. Oferecer-se para fazer-lhe alguma coisa. Todos podem pagar por aquilo que recebem".

          Certamente que, seguindo essas orientações, ela se deu bem, constituiu sua familia, estudou, trabalhou e pode-se considerar uma pessoa realizada e feliz.  Claro que também aprendeu os afazeres do lar, os cuidados com a casa, com a comida, com as roupas. E, aquilo que se aprende com a mãe se internaliza, fixa, preserva-se.

          Ora, como é bonito ver uma pessoa dizer:  "Esta cuca me faz lembrar das cucas que minha nona fazia. E que, depois, minha mãe também fazia!"  E, agora, certamente que esta mãe, que pode já estar também sendo avó, ensinará suas filhas ou netas a fazer. Mas também poderia dizer em relação à macarronada  com seu delicioso e incomparável molho, o bolo de anivesário carinhosamente preparado ou enfeitado, a bolacha pintada com açúcar cristal colorido ou  com aqueles chumbinhos de confeitos. Ou a toalha bordada, o jogo de cama bordado e crocheteado, a blusa tricoteada, a toalha franjeada.

           Por falar em toalha, quando fui para a Faculdade e mudei-me para Porto União, minha mãe me fez uma toalha de algodão com uma belas franjas bem  trabalhadas. Era macia, gostosa, linda! Mas, naquele tempo, eu não entendia muito desse valor que as coisas têm, que trazem na sua elaboração o carinho das mãos dadivosas ou mesmo as lágrimas de uma saudade que ainda virá... E, para mim, veio, muitas, muitas vezes, fazendo brotarem-me lágrimas de saudades!

          Ah, cara leitora, que bom ter tido uma mãe presente, mesmo que morando longe dela!  Ou podido partilhar com ela todas as emoções de ter gerado os filhos, ver chegarem  os netos!

          Pois convido você a meditar. A voltar ao passado. A lembrar, relembrar. A analisar, com profundidade, quantas e quantas belas lições ela lhe deixou. Quantas vezes foi ombro para você chorar e, com sabedoria, ensinou-lhe a dar tempo ao tempo, aguardar a chegada de soluções para os problemas, respostas para suas angústias?  E, se ela não está mais aqui, faça-lhe uma bela e silenciosa oração. Deixe seu coração rezar por você. Se ainda vive, ligue pra ela, agradeça por aquilo que ela lhe deixou e lhe ensinou. Ou, se ela está perto de você, dê-lhe um abraço, enregue-lhe uma flor, deixe que ela perceba que você é aquela filha que ela quis ter.

          Hoje, em especial, da forma que for possível, dê-lhe seu mais profundo carinho! Para minha querida e saudosa mãe, minhas orações e meu eterno carinho!

Euclides Riquetti

Bom dia, mamãe... (Hoje, no Dia dos Pais, aniversário de minha saudosa mãe!)

 







Bom dia, mamãe!
Bom dia pra você que cuidou de seus filhos, que os educou com carinho, que teve o apoio do esposo com quem dividir as tarefas de cuidar, educar e prover...

Bom dia pra você que, por uma ou outra razão, teve que cuidar deles sozinha, sem um companheiro leal e digno com quem dividir as responsabilidades (porém com quem não precisou dividir o mérito e o êxito da tarefa bem cumprida...), foi mãe e pai...

Bom dia pra você, que não teve como ficar junto ao filho ou à filha, não por questões de preferência, mas por causa de circunstâncias que levaram a isso, causando-lhe dor e sofrimento...

Bom dia pra você, que perdeu seus filhos, cuja vida tornou-se um recordar de bons momentos, sem a condição da presença deles, mas que sabe que os amou e foi por eles amada, e que um dia se reencontrarão num outro plano...

Bom dia pra você que teve que ralar, teve que trabalhar desde o amanhecer de cada dia, até tarde da noite, mas que o fez sem queixar-se, sabendo que como resposta e prêmio terá sempre o amor incondicional de filhos e dos demais descendentes...

Bom dia pra você que partiu cedo, foi morar com Deus, mas que ficou confortada pelas orações dos filhos que ficaram, e que sempre sentirão saudades...

Bom dia pra você que abre mão de seu conforto, de seu próprio lazer, para dedicar aos filhos e netos o seu tempo, provendo-os de amor e, muitas vezes, de seu sustento...

Bom dia pra você que pode orgulhar-se de seus filhos, de tê-los amado sempre, lhes dado a maior atenção e digno apoio, e que os viu seguirem seus ensinamentos e buscado propagar o bem...

Bom dia a você, criatura adorável, que teve o coração do tamanho do mundo, que fez caber neles tanta gente, que conseguiu dar-lhes amor incondicional e sem tamanho, foi uma verdadeira mãe...

Bom dia a você, que de alguma forma, com sua  complexidade ou simplicidade, com seu orgulho ou sua humildade, com sua força ou fraqueza, com sua determinação ou timidez, mas que, sempre, foi uma verdadeira mãe!

Parabéns a vocês, queridas Mães!
 Orações à minha saudosa mãe que completaria 101 anos hoje!

Euclides Riquetti
11-08-2024

Parabéns a você, pai!

 


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Parabéns a você, pai, que em nenhum momento abandonou o seu filho querido
Parabéns a você, filho, que em nenhum instante se esqueceu de seu pai amado
Parabéns a você, pai,  que lhe deu muito amor e muito carinho
Parabéns a você, filho, que retribuiu com respeito ao pai dedicado.

Parabéns, pai, que nunca mediu esforços para que o filho crescesse na harmonia
E buscasse na vida retribuir com honradez e  com dignidade
Parabéns, pai, que renunciou ao conforto pessoal em favor da família
E que, quando teve que partir, deixou em todos muitas saudades.

Parabéns, pai, que exerce a paternidade com responsabilidade
E que coloca, em favor dos filhos, a renúncia aos privilégios
Que sabe educar com carinho, firmeza e amabilidade.

Parabéns a você, pai, que mais do que apenas colocar um filho no mundo
Legou-lhe a dignidade, a educação e os sentimentos mais régios
Que o tornam merecedor de seu reconhecimento e de seu  amor profundo.

Euclides Riquetti