sábado, 28 de dezembro de 2013
Pós-Natal em Erechim
Fui passar meu Pós-Natal em Erechim. 150 Km de Joaçaba, indo por Capinzal/Piratuba. Umas estradas muito sinuosas, o extremo calor da quinta-feira. Objetivo: Buscar as origens de uma pessoa de 83 anos, bonita e elegante. Sobre isso vou escrever nos próximos dias.
Erechim sempre me surpreende. Mesmo as coisas que não mudaram por lá, como a estrutura viária da cidade. A Avenida Maurício Cardoso, cortando a área central, que, de olho, assim, julgo ter uns 30 metros de largura. Estacionamento em ambos os lados, um canteiro central que formata uma praça, com largura entre 9 e 10 metros, e as pistas duplas de rolamento para os "autos". Magnífica; As calçadas para pedestres são de um padrão que estava na mora há 30 anos atrás, aquelas em qu metade dos ladrilhos é preta e a outra metade é branca. Nos canteiros centrais, petit-pavê, lembrando Copacabana. Meu olho palpiteiro e minha mania de propor soluções para consertar o mundo diria: Colocar as guias para os deficientes visuais que não existem, recuperar a estrutura dos canteiros na Rua Alemanha, plantar muitas flores. Muitas e muitas flores. Ficaria uma cidade maravilhosa.
Uma das coisas boas que fiz por duas manhãs foi buscar uma confeitaria na área central. Descobri o "Planeta Pão", uma confeitaria e padaria na esquina da maurício Cardoso com a Joaquim Brasil Cabral. Atendimento nota 10, salgados e doces nota dez, café nota dez. E, olha, que sou muito exigente no quesito "qualidade dos locais onde comer".
Passei numa casa agropecuária e vi cabos para machado. Vou comprar um, de madeira consistente, pesada. Lá em casa foram três cabos de machado quebrados em poucos dias. Num mesmo domingo, meu filho quebrou o do meu e o do machado do vizinho, o Pedro. Comprei dois, devolvi o dele e, no domingo seguinte, quebrou o do meu. Ele só faz churrasco com lenha "da boa" e, como tem muita força, e pega no machado com vontade, acaba quebrando. Ficou muito forte, fez muitos exercícios físicos e foi bem alimentado na infância, o tourinho lá de casa. Saudades dele...
Tenho muitas coisas boas a escrever sobre Erechim e o Distrito de Capo Erê, o Campo das Pulgas. Fazendo anotações num caderno, conversando com pessoas, os parentes: Anzolin, Rosseto, Rigo, Reginato, Cavaletti, Duarte, Michelin, Campesato, Pescador, Dalla Costa, . Parentes por parte da Miriam, a Dona Patroa. A turma era grande...
Adoro Erechim, a cidade do Ipiranga, hiper industrializada, os campos cobertos de trigo no inverno e, agora, de milho e soja. E a chuva que caiu ontem, ao final do dia, mais a que, certamente, virá nas próximas tardes, vai garantir uma "safra cheia", o que é muito bom para a economia da região e do país e, por conseguinte, para ´nós, sul brasileiros!
Euclides Riquetti
28-12-2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Parabéns, com muito mérito!
À meritocracia não tem sido dado o valor que se deveria dar, lamentavelmente. E, atualmente, há um aprimoramento (ou aparelhamento?...) sofisticado no ato de, legalmente, se compensar a incompetência, através de apadrinhamentos, para que alguns possam ter acesso a cargos púlicos. Através dos chamados "Cargos de Confiança", muitas pessoas são alçadas ao Poder. Não ao trabalho, simplesmente, mas ao exercício do Poder...Para depois se tornarem cabos eleitorais. São contratados porque têm "cotas de votos".
Diferente de tudo isso, Legislação brasileira já garante espaços, muitíssimo justos, a pessoas portadoras de determinadas limitações ou deficiências. Estas estão sendo contratadas através de concursos públicos e também pelas empresas privadas. E, independentemente da Lei, empregar pessoas com limitações, além de um ato muito digno, também é indicativo de que as empresas estão preocupadas com o seu caráter social. Aqui em Joaçaba, a maioria dos supermercados já emprega jovens assim, que nos atendem muito bem e com surpreendente eficiência. Gosto muito de conversar com eles, tratando-os em igualdade aos demais. E eles se tornam meus leais amigos.
O Brasil é uma dos países que segue muito bem as recomendações das convenções internacionais. Ratificou as Normas Internacionais da Convenção nº 159/83 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), e da Convenção Interramericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Pessoas Portadoras de Deficiências, a chamada "Convenção da Guatemala".
A limitação física, mental, sensorial ou múltipla não poderá ser impeditiva de seu acesso ao trabalho e as Convenções, devidamente ratificadas e até regulamentadas por Decretos posteriores, visa a proteger pessoas que tenham dificuldade em fazer sua inserção social.
Recentemente, aconteceram aqui em Joaçaba os PARAJASC. Atletas com deficiências estiveram participando e surpreendendo os que viram suas atuações. Buscam superar suas limitações, tornam-se vencedores, pelos seus próprios méritos. Precisam continuar a serem aplaudidos e incentivados. Contemplados com bolsas e trabalho para que possam trabalhar, estudar e competir. Converso muito com eles e sei que eles querem apenas isso.
A nós todos cabe apoiá-los, defendê-los e cobrar as autoridades que seus direitos ao trabalho, ao estudo e à mobilidade sejam garantidos!
Saudações muito especiais neste Fim de Ano a todos os que conquistam seu espeço pelos próprios méritos!
Euclides Riquetti
27-12-2013
Diferente de tudo isso, Legislação brasileira já garante espaços, muitíssimo justos, a pessoas portadoras de determinadas limitações ou deficiências. Estas estão sendo contratadas através de concursos públicos e também pelas empresas privadas. E, independentemente da Lei, empregar pessoas com limitações, além de um ato muito digno, também é indicativo de que as empresas estão preocupadas com o seu caráter social. Aqui em Joaçaba, a maioria dos supermercados já emprega jovens assim, que nos atendem muito bem e com surpreendente eficiência. Gosto muito de conversar com eles, tratando-os em igualdade aos demais. E eles se tornam meus leais amigos.
O Brasil é uma dos países que segue muito bem as recomendações das convenções internacionais. Ratificou as Normas Internacionais da Convenção nº 159/83 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), e da Convenção Interramericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra as Pessoas Portadoras de Deficiências, a chamada "Convenção da Guatemala".
A limitação física, mental, sensorial ou múltipla não poderá ser impeditiva de seu acesso ao trabalho e as Convenções, devidamente ratificadas e até regulamentadas por Decretos posteriores, visa a proteger pessoas que tenham dificuldade em fazer sua inserção social.
Recentemente, aconteceram aqui em Joaçaba os PARAJASC. Atletas com deficiências estiveram participando e surpreendendo os que viram suas atuações. Buscam superar suas limitações, tornam-se vencedores, pelos seus próprios méritos. Precisam continuar a serem aplaudidos e incentivados. Contemplados com bolsas e trabalho para que possam trabalhar, estudar e competir. Converso muito com eles e sei que eles querem apenas isso.
A nós todos cabe apoiá-los, defendê-los e cobrar as autoridades que seus direitos ao trabalho, ao estudo e à mobilidade sejam garantidos!
Saudações muito especiais neste Fim de Ano a todos os que conquistam seu espeço pelos próprios méritos!
Euclides Riquetti
27-12-2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Navegam seus olhos fundos, entristecidos
Navegam seus olhos fundos, entristecidos
Buscando no horizonte algumas respostas
Talvez buscando entender alguns desatinos
Escrevendo o poema certo nas linhas tortas.
Navegam seus olhos bonitos nas incertezas
Buscando entender os difíceis mistérios da vida
No rio que leva distante, em suas correntezas
Histórias de traumas, de lutas, confrontos e brigas.
Navegam seus olhos com medo de ver as verdades
Estradas que levam no tempo, na busca da cura
E trazem consigo lembranças e muitas saudades
Dos tempos de amor, de ilusão e aventura.
Navegam seus olhos e, ao longe, encontram os meus
Despertos na espera do encontro que tanto desejam
Que aguardam respostas que venham de dentro dos seus
Respostam que acalmem meu ser e também me protejam.
Eu olho seus olhos, seguro suas mãos e você nem me vê
Em pensamentos, desejos, pecados, pecados, desejos
Só quero sentir o perfume sutil que vem de você
E, se possível, roubar de seus lábios apenas um beijo.
Um beijo do amor sentido e não correspondido
Um beijo para não mais ser esquecido!
Um beijo meu
Um beijo seu
Nada mais!
Euclides Riquetti
26-12-2013
Buscando no horizonte algumas respostas
Talvez buscando entender alguns desatinos
Escrevendo o poema certo nas linhas tortas.
Navegam seus olhos bonitos nas incertezas
Buscando entender os difíceis mistérios da vida
No rio que leva distante, em suas correntezas
Histórias de traumas, de lutas, confrontos e brigas.
Navegam seus olhos com medo de ver as verdades
Estradas que levam no tempo, na busca da cura
E trazem consigo lembranças e muitas saudades
Dos tempos de amor, de ilusão e aventura.
Navegam seus olhos e, ao longe, encontram os meus
Despertos na espera do encontro que tanto desejam
Que aguardam respostas que venham de dentro dos seus
Respostam que acalmem meu ser e também me protejam.
Eu olho seus olhos, seguro suas mãos e você nem me vê
Em pensamentos, desejos, pecados, pecados, desejos
Só quero sentir o perfume sutil que vem de você
E, se possível, roubar de seus lábios apenas um beijo.
Um beijo do amor sentido e não correspondido
Um beijo para não mais ser esquecido!
Um beijo meu
Um beijo seu
Nada mais!
Euclides Riquetti
26-12-2013
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
O Natal do Amílcar
Ligou-me o Amílcar para me cumprimentar, desejando Feliz Natal para minha família. Retribuí, conversamos um pouco. Está reclamando do preço da erva-mate: "Óia, Riquetto, tenho saído pra uma entrega com o zenro aqui por Palmas, Pato Branco e no Porto. Mais num tá fácile. A reclamaçón tá muita. Non quá qualidade, que o produto aqui de General (Carneiro) é muito bom. Ma co preço, rapaiz! Imazine que aquele mesmo pacote que era de seis reais agora é de deis, onze!" Falei-lhe que por aqui a situação está igual, mas eu não abro mão de meu mate Charrua. me faz bem, dá um ânimo. Como não ligo pra cerveja, meu negócio, mesmo, é um amargo bem cevado na cuia.
Encontrei o Amílcar e a sua Nena faz menos de um mês, em Canasvieiras. Ele vai uma vez por ano passar uns dias por lá. Eu também vou com frequência e já marco quendo ele também vi que é a forma de nos encontrarmos com facilidade. Na última vez, tive que pegar no pé dele. Deu um óculos "do Paraguay" pra Nena. Ela achou bonito, usou uma manhã e, de tarde, ao colocá-lo, quebrou. Ele ficou lamentando que perdeu os quinze reais que investiu...
O Amílcar gosta de fazer uns agrados pra Nena, pra filha e até pro genro. E pra netinha também. Pra Nena, vai dar um óculos bom, daqueles de ótica, com garantia. Pra filha, uma caixinha de bom-bom Ferrero Rocher e uma saída de banho que a Nena ajudou a escolher. Para o genro, uma bomba de chimarrão, daquelas que tem um detalhe com o distintivo, em vermelho, do Internacional de Porto Alegre. Fazer o quê, o Amílcar é do Grêmio, mas agradar o genro também é preciso, pra que ele cuide bem da filha e da neta. Pra netinha, uma sacola cheia de coisas, tudo na cor rosa, que é a que ela gosta: sandálias Pinókio, Camisetas e acessórios Monster High, roupinhas da Lilica Repilica. Claro que foi tudo a Nena que escolheu e ele só "passou o cartón"! Comemos uma porção de camarão do Boka´s de Canasvieiras (Ah, que delícia! Meu primo Juvelino Riquetti, lá de Cascavel e a esposa, também costumam fazer "penitência" na Sexta-feira Santa no Boka´s). Bom que de lá até a Pousada são cinco minutos apenas e, se tomar umas caipiras, volta a pé, sem risco.
Perguntei-lhe se estava tudo bem em casa, disse que estava. Que esperava, ansiosamente, pelo Natal. Acho que vai ganhar uma bermuda da nena, de brim, não quer de Tergal. A única bronca, em casa, é que passou no Mercadinho, lá em Palmas e comprou dois potes de sorvete. Quando chegou em casa, quase apanhou da Nena. Estava tudo derretido, ficou muito tempo dentro do carro.
Maldito do jogo de sinuca, que o fez parar duas horas para uma partidinha com os amigos!
Mas, no mais, tudos nos "trinques"! Retribuo, com alegria, o Feliz natal do Amigo Amílcar, meu colega de Juventude dos tempos do Porto!
Euclides Riquetti
25-12-2013
Encontrei o Amílcar e a sua Nena faz menos de um mês, em Canasvieiras. Ele vai uma vez por ano passar uns dias por lá. Eu também vou com frequência e já marco quendo ele também vi que é a forma de nos encontrarmos com facilidade. Na última vez, tive que pegar no pé dele. Deu um óculos "do Paraguay" pra Nena. Ela achou bonito, usou uma manhã e, de tarde, ao colocá-lo, quebrou. Ele ficou lamentando que perdeu os quinze reais que investiu...
O Amílcar gosta de fazer uns agrados pra Nena, pra filha e até pro genro. E pra netinha também. Pra Nena, vai dar um óculos bom, daqueles de ótica, com garantia. Pra filha, uma caixinha de bom-bom Ferrero Rocher e uma saída de banho que a Nena ajudou a escolher. Para o genro, uma bomba de chimarrão, daquelas que tem um detalhe com o distintivo, em vermelho, do Internacional de Porto Alegre. Fazer o quê, o Amílcar é do Grêmio, mas agradar o genro também é preciso, pra que ele cuide bem da filha e da neta. Pra netinha, uma sacola cheia de coisas, tudo na cor rosa, que é a que ela gosta: sandálias Pinókio, Camisetas e acessórios Monster High, roupinhas da Lilica Repilica. Claro que foi tudo a Nena que escolheu e ele só "passou o cartón"! Comemos uma porção de camarão do Boka´s de Canasvieiras (Ah, que delícia! Meu primo Juvelino Riquetti, lá de Cascavel e a esposa, também costumam fazer "penitência" na Sexta-feira Santa no Boka´s). Bom que de lá até a Pousada são cinco minutos apenas e, se tomar umas caipiras, volta a pé, sem risco.
Perguntei-lhe se estava tudo bem em casa, disse que estava. Que esperava, ansiosamente, pelo Natal. Acho que vai ganhar uma bermuda da nena, de brim, não quer de Tergal. A única bronca, em casa, é que passou no Mercadinho, lá em Palmas e comprou dois potes de sorvete. Quando chegou em casa, quase apanhou da Nena. Estava tudo derretido, ficou muito tempo dentro do carro.
Maldito do jogo de sinuca, que o fez parar duas horas para uma partidinha com os amigos!
Mas, no mais, tudos nos "trinques"! Retribuo, com alegria, o Feliz natal do Amigo Amílcar, meu colega de Juventude dos tempos do Porto!
Euclides Riquetti
25-12-2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Meu Poema de Natal (Oh, oh, oh, oh! ...)
Chega, de novo, o Natal das Crianças
No mundo todo, o Natal de Jesus
O Natal das canções e das belas lembranças
O Natal das noites de luz.
O Natal que aguça a tua sensibilidade
O Natal do Menino envolto em mantos
Que enseja partilha e caridade
Mas tanbém saudades e copiosos prantos.
Vem o esperado Natal do presentes
Da Missa do Galo, das renas e dos trenós
No Norte o frio, no Sul as noites quentes
Natal do amor pleno ou dos corações sós...
Espero o Natal que chega amanhã
Dos docinhos, das uvas, peras e panetones
Das ceias com aves, pêssegos e maçãs
De "emotions, emoções e emociones".
Que venha, pois, o Papai Noel
Com a neve no Norte, ou aqui tropical
A pé, em trenó, ou num carrossel
Só pra te dizer: Feliz Natal!
Oh, oh, oh, oh!!!
Euclides Riquetti
24-12-2013
No mundo todo, o Natal de Jesus
O Natal das canções e das belas lembranças
O Natal das noites de luz.
O Natal que aguça a tua sensibilidade
O Natal do Menino envolto em mantos
Que enseja partilha e caridade
Mas tanbém saudades e copiosos prantos.
Vem o esperado Natal do presentes
Da Missa do Galo, das renas e dos trenós
No Norte o frio, no Sul as noites quentes
Natal do amor pleno ou dos corações sós...
Espero o Natal que chega amanhã
Dos docinhos, das uvas, peras e panetones
Das ceias com aves, pêssegos e maçãs
De "emotions, emoções e emociones".
Que venha, pois, o Papai Noel
Com a neve no Norte, ou aqui tropical
A pé, em trenó, ou num carrossel
Só pra te dizer: Feliz Natal!
Oh, oh, oh, oh!!!
Euclides Riquetti
24-12-2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Quatro anos de uma tragédia (As lembranças de Dona Noeli)
Conheci a Dona Noeli Lorenzetti Gabriel num jogo de "voleibol câmbio", na Colônia de Férias do Hotel SESC do Cacupé, em Florianópolis, na tarde do dia 07 de novembro deste ano. Estava ali, ao lado da quadra, vendo o jogo. Convidei-a a entrar no jogo, pelo nosso time. Justificou-se, disse que não estava acostumada a jogar. Era educada, demonstrava ser uma pessoa muito respeitosa e sensível. Acabou aceitando o convite e participou das brincadeiras que nos eram oferecidas pelos recreadores do SESC. No seu crachá, o nome: Noeli. As amigas a chamavam de Noila!
No dia 9, sábado, nos encontramos na fila do Restaurante, na hora do almoço. Já havíamos retirado as bagagens dos alojamentos, deveríamos voltar a Joaçaba logo depois. E, nessas ocasiões, costumamos fazer amizades com pessoas que trazem si seus segredos, suas histórias, seus dramas. E, assim, nem me lembro como, começamos a conversar, eu e a Noila, como se fôssemos amigos de longa data. Foi imediata empatia. Falamos de família, de filhos. Ela é de Concórdia, eu disse que morava em Joaçaba, então passou a me relatar sobre um filho que morara em Joaçaba quando ele tinha 22 anos, era piloto de aviões e instrutor de voo. Viera para Joaçaba para dar aulas de voo no Aeroclube.
Dona Noila falava-me com alegria do filho, com muito orgulho. Disse-me que aqui ele viera jovem e surpreendeu os Srs. Beló e Avelino Dorini Primo, pois estes não imaginavam que alguém tão jovem pudesse vir ensiná-los a pilotar aviões.
Perguntei-lhe onde ele estava e seu rosto serenou, mas sem perder o brilho do semblante de uma mãe que fala com orgulho do filho: "Meu filho morreu, foi em 23 de dezembro de 2009, no Maranhão. Ele estava pilotando um helicóptero, que caiu numa mata. Ele e o co-piloto morreram só foram achados quatro dias depois... "
Fiquei enternecido. Aquela senhora bondosa, que deixava simpatia transbordar de seu coração, falava com alegria do filho que perdera. Contou-me sobre o drama de esperar, por quatro dias, notícias sobre a localização do filho desaparecido nos céus de Carolina, uma cidade do Maranhão, para onde fora pilotar depois que foi embora de Joaçaba. E, quando a notícia veio, apenas a confirmação de que ele, Enndel Gabriel, e seu co-piloto Aloysio, havia perdido a vida, seus corpos foram encontrados carbonizados.
Imaginei o sofrimento daquela mãe, que tudo fez para que seu filho tivesse uma boa educação, apoiando-o na realização de seus sonhos. E ela me dizia que não estava triste, pois sabia que ele estava fazendo aquilo de que gostava. Disse que ele estava num grande momento da vida, muito feliz com o relacionamento que mantinha com a noiva, Daniele Leite, e com o seu trabalho. Pediu-me que quando encontrasse o Primo lhe falasse que a conhecera, perguntasse sobre a vida o Enndel Gabriel aqui em Joaçaba.
Pois tive contato com o Primo, meu amigo dos tempos de adolescência, lá de Capinzal. Encontrei-o nesta semana numa loja no centro de Joaçaba, ele mora e trabalha aqui. Disse-me que o piloto era formidável, que foi o melhor instrutor que conhecera. Que o rapaz morou no centro de Joaçaba, tinha muitos amigos por aqui. Aprendera muito sobre aviões com ele. Fez seu serviço e depois foi embora..,
Uma das coisas que muito me marcou foi o reconhecimento de Dona Noeli com relação ao pessoal aqui de Joaçaba. Disse que, mesmo depois de mais de uma década, foram lá confortar a família quando da tragédia. E reafirmava-me que, mesmo tendo perdido o filho, aos 36 anos, tinha saudades, mas estava feliz, pois sabia que ele fora um piloto feliz e realizado.
Na viagem de volta, conversamos sobre outros assuntos, sobre "viver a vida", sobre ter família, sobre gostar das pessoas, admirá-las. Pois, que este Natal seja para ela e seus familiares um belo momento, o de celebrar as lembranças boas que lhe ficaram no coração.
Abraço bem afetuoso, Noila!
Euclides Riquetti
23-12-2013
No dia 9, sábado, nos encontramos na fila do Restaurante, na hora do almoço. Já havíamos retirado as bagagens dos alojamentos, deveríamos voltar a Joaçaba logo depois. E, nessas ocasiões, costumamos fazer amizades com pessoas que trazem si seus segredos, suas histórias, seus dramas. E, assim, nem me lembro como, começamos a conversar, eu e a Noila, como se fôssemos amigos de longa data. Foi imediata empatia. Falamos de família, de filhos. Ela é de Concórdia, eu disse que morava em Joaçaba, então passou a me relatar sobre um filho que morara em Joaçaba quando ele tinha 22 anos, era piloto de aviões e instrutor de voo. Viera para Joaçaba para dar aulas de voo no Aeroclube.
Dona Noila falava-me com alegria do filho, com muito orgulho. Disse-me que aqui ele viera jovem e surpreendeu os Srs. Beló e Avelino Dorini Primo, pois estes não imaginavam que alguém tão jovem pudesse vir ensiná-los a pilotar aviões.
Perguntei-lhe onde ele estava e seu rosto serenou, mas sem perder o brilho do semblante de uma mãe que fala com orgulho do filho: "Meu filho morreu, foi em 23 de dezembro de 2009, no Maranhão. Ele estava pilotando um helicóptero, que caiu numa mata. Ele e o co-piloto morreram só foram achados quatro dias depois... "
Fiquei enternecido. Aquela senhora bondosa, que deixava simpatia transbordar de seu coração, falava com alegria do filho que perdera. Contou-me sobre o drama de esperar, por quatro dias, notícias sobre a localização do filho desaparecido nos céus de Carolina, uma cidade do Maranhão, para onde fora pilotar depois que foi embora de Joaçaba. E, quando a notícia veio, apenas a confirmação de que ele, Enndel Gabriel, e seu co-piloto Aloysio, havia perdido a vida, seus corpos foram encontrados carbonizados.
Imaginei o sofrimento daquela mãe, que tudo fez para que seu filho tivesse uma boa educação, apoiando-o na realização de seus sonhos. E ela me dizia que não estava triste, pois sabia que ele estava fazendo aquilo de que gostava. Disse que ele estava num grande momento da vida, muito feliz com o relacionamento que mantinha com a noiva, Daniele Leite, e com o seu trabalho. Pediu-me que quando encontrasse o Primo lhe falasse que a conhecera, perguntasse sobre a vida o Enndel Gabriel aqui em Joaçaba.
Pois tive contato com o Primo, meu amigo dos tempos de adolescência, lá de Capinzal. Encontrei-o nesta semana numa loja no centro de Joaçaba, ele mora e trabalha aqui. Disse-me que o piloto era formidável, que foi o melhor instrutor que conhecera. Que o rapaz morou no centro de Joaçaba, tinha muitos amigos por aqui. Aprendera muito sobre aviões com ele. Fez seu serviço e depois foi embora..,
Uma das coisas que muito me marcou foi o reconhecimento de Dona Noeli com relação ao pessoal aqui de Joaçaba. Disse que, mesmo depois de mais de uma década, foram lá confortar a família quando da tragédia. E reafirmava-me que, mesmo tendo perdido o filho, aos 36 anos, tinha saudades, mas estava feliz, pois sabia que ele fora um piloto feliz e realizado.
Na viagem de volta, conversamos sobre outros assuntos, sobre "viver a vida", sobre ter família, sobre gostar das pessoas, admirá-las. Pois, que este Natal seja para ela e seus familiares um belo momento, o de celebrar as lembranças boas que lhe ficaram no coração.
Abraço bem afetuoso, Noila!
Euclides Riquetti
23-12-2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
Não entregue o seu coração por inteiro
Não entregue o seu coração por inteiro
Guarde pra mim um pedacinho dele
Quero ser seu fiel companheiro
Quero me alojar, esconder-me nele.
Não deixe que o maltratem em nenhum momento
Cuide-o com carinho, é seu valioso bem
Não permita que lhe venha o sofrimento
O direito de ser feliz é seu e de mais ninguém.
Defenda o direito dele de ser amado
E o seu direito de poder sonhar
O direito de amar e de ser amado.
E, que o respeitem se tiver defeito
Principalmente se este for o de "amar"
Este verbo perfeito tão imperfeito...
Euclides Riquetti
22-12-2013
Guarde pra mim um pedacinho dele
Quero ser seu fiel companheiro
Quero me alojar, esconder-me nele.
Não deixe que o maltratem em nenhum momento
Cuide-o com carinho, é seu valioso bem
Não permita que lhe venha o sofrimento
O direito de ser feliz é seu e de mais ninguém.
Defenda o direito dele de ser amado
E o seu direito de poder sonhar
O direito de amar e de ser amado.
E, que o respeitem se tiver defeito
Principalmente se este for o de "amar"
Este verbo perfeito tão imperfeito...
Euclides Riquetti
22-12-2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
O Rei do Brega - Meu tributo a Reginaldo Rossi
O Brasil perdeu, nesta sexta-feira, pela manhã, o cantor Reginaldo Rossi, o "Rei do Brega". Nascido Reginaldo Rodrigues dos Santos, na cidade do Recife, aos 14 de fevereiro de 1944, Reginaldo Rossi era um moço muito inteligente e estudioso. Cursou Engenharia Civil por quatro anos e, simultaneamente, lecionava Física e Matemática. Mas, nos anos 60, passou a dedicar-se exclusivamente à música. Foi lider do grupo musical "The Silver Jets" - Em sua carreira de mais de 50 anos, gravou 21 LPs. Fez muito sucesso!
Na minha juventude, as rádios Clube de Capinzal, Catarinense de Joaçaba, Fátima de Vacaria, Bandeirtantes de São Paulo e Tupi, do Rio de Janeiro, as que eu costumava ouvir, rodavam, incessantemente, as músicas de Reginaldo Rossi. As meninas suspiravam quando o ouviam. E ele vendia milhões de discos. Gravou, inicialmente, na Chantecler, mas foi na poderosa CBS que viu seus discos invadirem as lojas. Somente grandes cantores, a exemplo de Roberto Carlos, cantor que Rossi iniciou imitando, gravavam na CBS. E RR foi mais um dos grandes representantes da geração que ficou conhecida como a Jovem Guarda, da qual faziam parte o Rei, Erasmo Carlos, Jerry Adriani, Vanderlei Cardoso, Vanderléa e Martinha. Rossi cantava o "rock nordestino", como ele mesmo classificava. Era fã dos Beatles, que faziam o maior sucesso nas paradas mussicais do mundo inteiro na época.
Não há quem, um dia, não tenha ouvido:
"Lembro com muita saudade
Daquele bailinho
Onde a gente dançava
Bem agarradinho
Onde a gente ia mesmo
É pra se abraçar.
Você, com laquê no cabelo
E um vestido rodado
E aquelas anáguas
Com tantos babados
E você sentou
Só pra me mostrar..."
Pois nosso Rei do Brega fez muito sucesso com essa música chamada "A Raposa e as Uvas", onde manifesta, se uma forma simples e sutil, usando palavras bem do vocabulário da época, o seu amor por uma namoradinha. Do tempo das lambretas, os anos passaram e a música que mais ficou na memória do brasileiro é aquela que, até hoje, em altas horas dos bailes ou mesmo nos grupinhos que se regam a cerveja, entoam:
"Saiba que meu grande amor
Hoje vai se casar
Mandou-me uma carta pra me avisar
Deixou em pedaços meu coração.."
que faz parte da letra de "Garçom", música que representa sua "marca registrada".
Reginaldo Rossi, depois de três semanas internado em Recife, faleceu em decorrência de câncer nos pulmões. Está sendo velado na Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde Município e Estado decretaram três dias de luto oficial.
Hoje, com muito carinho e saudades, vou ouvir um CD que tenho guardado e em que estão inclusos seus maiores sucessos. Fique com Deus, RR, você que encantou tanto os corações das pessoas que hoje estão na casa dos 60 a 80 anos!
Euclides Riquetti
21-12-2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
O Sucesso do Balneário Termas Leonense
Quem iria imaginar que uma vila que fora progressista no auge da extração da madeira, em meados do Século XX, fosse um dia sucumbir e quase que ser varrida do mapa catarinense? Mas que, por uma outra razão, pudesse ressurgir como um local de desenvolvimento primeiramente promissor e, ainda, isso tornando-se uma realidade? Pois isso tudo aconteceu com a sede do Distrito de Barra do Leão, um povoado localizado entre os Municípios de Capinzal e Lacerdópolis, no território de Campos Novos, no Vale do Rio do Peixe.
Meu pai foi Diretor do grupo Escolar André Rebouças, na Barra do Leão, no final da década de 1960. Justamente a década em que os empresários que foram pioneiros no lugar começaram a transferir suas empresas para outros lugares. A localização, ao lado da Estrada-de-Ferro, já não era mais um atrativo ou garantia de facilidade para escoamento dos produtos. Distante da Sede Municipal em 50 Km, as estradas de ligação com Barra Fria, Capinzal e Campos Novos eram estreitas e altamente sinuosas. E da prograssista vila, restaram apenas meia dúzia de casas...
Mas, em pleno Novo Milênio, um jovem arrojadíssimo, Sérgio Coronetti, teve a "doida" ideia de mandar perfurar um poço tubular profundo para captar águas termais do Aquífero Guarani na sua propriedade, a mesma em que ele e seus irmãos se criaram. Poucos acreditavam que o jovem de espírito empreendedor pudesse realizar o que conseguiu: Implantou ali o seu Balneário Termas Leonene, um empreendimento que conta hoje com nove piscinas de águas termais em que estas já podem ser desfrutadas em banhos de até 37 graus. Piscina de hidromassagem, tobogã aquático, piscina semi-olímpica, piscina coberta, com as opções que vão dos 0,40 até os 1,80 metros. Uma grande área para camping em meio ao verde da natureza, com toda a infra-estrutura necessária para a segurança e bem-estar dos campistas. Diversão garantida para pessoas de todas as idades. E, a partir de agora, funcionamento nos 365 dias do ano!
Serviço de retaurante, lanchonete e bares, sala de jogos, som ambiente durante todo o dia, um atendimento muito especial e personalizado pela própria família Coronetti, mais uma equipe de funcionários bem preparada para o atendimento, tudo isso completa o complexo termal. Barra do Leão, hoje, tem disponíveis, em pousadas e chalés, capacidade para hospedar 300 pessoas.
Os dois principais acessos ao local, por enquanto, são em estradas macadamizadas ou britadas. Pelo sentino Norte, fica distante 30 Km do centro de Joaçaba. Em Lacerdópolis, cruza-se o Rio do Peixe e, margeando-o, segue-se pela Barra Fria. Há 10 Km de estrada não pavimentada, mas muito bem drenada e macadamizada, em que é possível trafegar com chuva ou sol. Que vai por Capinzal, o Balneário está localizado a menos de 10 Km do centro desta cidade. E é aí que vem o grande diferencial em relação aos anos anterior. Já está implantada e em fase de preparação da base para pavimentação, uma estrada em que foram eliminadas as curvas mais acentuadas e ocorreu o seu alargamento. Agora, pode-se dizer que tornou-se uma Rodovia. Nestes dias, está sendo concluída todas a britagem do leito. E a previsão é de que, antes da chegada do inverno, esteja totalmente asfaltada e devidamente sinalizada.
Admira-me, muito, ver como a coragem de uma pessoa, no caso o Sérgio Coronetti, pode mudar os destinos de uma comunidade. Hoje, além da geração de 35 empregos diretos no Balneário, há toda uma cadeia de atividades econômicas ali, com destaque ao Pesque-Pague Pasquali, onde as pessoas poderão pescar ou mesmo deliciar-se comendo no próprio local. Alías, um empreendimento bem estruturado, com excelente atendimento, e muita natureza disponível para o visitante desfrutar.
Visitei o local na última quarta-feira, fiquei encantado. A mudança ali foi extraordinária. Já estou imaginando como é que estará em breve, quando toda a sede do distrito estiver com suas ruas asfaltadas. Coisas que acontecem somente quando uma pessoa empreendedora "tem uma ideia" e luta, obstinadamente, para que se torne uma realidade. Parabéns, Sérgio Coronetti e família!
(E você, leitor, está convidado a visitar o local, pois vale a pena! Veja, no www.termasleonense.com.br como está aquele complexo turístico.)
Euclides Riquetti
20-12-2013
Meu pai foi Diretor do grupo Escolar André Rebouças, na Barra do Leão, no final da década de 1960. Justamente a década em que os empresários que foram pioneiros no lugar começaram a transferir suas empresas para outros lugares. A localização, ao lado da Estrada-de-Ferro, já não era mais um atrativo ou garantia de facilidade para escoamento dos produtos. Distante da Sede Municipal em 50 Km, as estradas de ligação com Barra Fria, Capinzal e Campos Novos eram estreitas e altamente sinuosas. E da prograssista vila, restaram apenas meia dúzia de casas...
Mas, em pleno Novo Milênio, um jovem arrojadíssimo, Sérgio Coronetti, teve a "doida" ideia de mandar perfurar um poço tubular profundo para captar águas termais do Aquífero Guarani na sua propriedade, a mesma em que ele e seus irmãos se criaram. Poucos acreditavam que o jovem de espírito empreendedor pudesse realizar o que conseguiu: Implantou ali o seu Balneário Termas Leonene, um empreendimento que conta hoje com nove piscinas de águas termais em que estas já podem ser desfrutadas em banhos de até 37 graus. Piscina de hidromassagem, tobogã aquático, piscina semi-olímpica, piscina coberta, com as opções que vão dos 0,40 até os 1,80 metros. Uma grande área para camping em meio ao verde da natureza, com toda a infra-estrutura necessária para a segurança e bem-estar dos campistas. Diversão garantida para pessoas de todas as idades. E, a partir de agora, funcionamento nos 365 dias do ano!
Serviço de retaurante, lanchonete e bares, sala de jogos, som ambiente durante todo o dia, um atendimento muito especial e personalizado pela própria família Coronetti, mais uma equipe de funcionários bem preparada para o atendimento, tudo isso completa o complexo termal. Barra do Leão, hoje, tem disponíveis, em pousadas e chalés, capacidade para hospedar 300 pessoas.
Os dois principais acessos ao local, por enquanto, são em estradas macadamizadas ou britadas. Pelo sentino Norte, fica distante 30 Km do centro de Joaçaba. Em Lacerdópolis, cruza-se o Rio do Peixe e, margeando-o, segue-se pela Barra Fria. Há 10 Km de estrada não pavimentada, mas muito bem drenada e macadamizada, em que é possível trafegar com chuva ou sol. Que vai por Capinzal, o Balneário está localizado a menos de 10 Km do centro desta cidade. E é aí que vem o grande diferencial em relação aos anos anterior. Já está implantada e em fase de preparação da base para pavimentação, uma estrada em que foram eliminadas as curvas mais acentuadas e ocorreu o seu alargamento. Agora, pode-se dizer que tornou-se uma Rodovia. Nestes dias, está sendo concluída todas a britagem do leito. E a previsão é de que, antes da chegada do inverno, esteja totalmente asfaltada e devidamente sinalizada.
Admira-me, muito, ver como a coragem de uma pessoa, no caso o Sérgio Coronetti, pode mudar os destinos de uma comunidade. Hoje, além da geração de 35 empregos diretos no Balneário, há toda uma cadeia de atividades econômicas ali, com destaque ao Pesque-Pague Pasquali, onde as pessoas poderão pescar ou mesmo deliciar-se comendo no próprio local. Alías, um empreendimento bem estruturado, com excelente atendimento, e muita natureza disponível para o visitante desfrutar.
Visitei o local na última quarta-feira, fiquei encantado. A mudança ali foi extraordinária. Já estou imaginando como é que estará em breve, quando toda a sede do distrito estiver com suas ruas asfaltadas. Coisas que acontecem somente quando uma pessoa empreendedora "tem uma ideia" e luta, obstinadamente, para que se torne uma realidade. Parabéns, Sérgio Coronetti e família!
(E você, leitor, está convidado a visitar o local, pois vale a pena! Veja, no www.termasleonense.com.br como está aquele complexo turístico.)
Euclides Riquetti
20-12-2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Eu quisera que tu me quisesses com eu te quero!
Eu quisera que tu me quisesses como eu te quero
Eu quisera que tu me entendesses como eu te entendo
Eu quisera que tu me dissesses, pois não compreendo
Por que não dizes as palavras que eu tanto espero?
Eu pensei que em teus sonhos divinos estivesse presente
E mergulhei na paixão desmedida que tanto nutri
E agora me vejo sozinho, afastado de ti
Sedento de amor e desejo na noite fervente!
Os anos passam, o mundo anda ligeiro, ligeiro
Não há porque não deixar as coisas acontecerem
E os sonhos precisam ser vividos agora, por inteiro.
Os anos passam e as pessoas também se vão
Sem que elas possam tudo isso perceberem
Sem conviver com a alegria de uma paixão...
Euclides Riquetti
19-12-2013
Eu quisera que tu me entendesses como eu te entendo
Eu quisera que tu me dissesses, pois não compreendo
Por que não dizes as palavras que eu tanto espero?
Eu pensei que em teus sonhos divinos estivesse presente
E mergulhei na paixão desmedida que tanto nutri
E agora me vejo sozinho, afastado de ti
Sedento de amor e desejo na noite fervente!
Os anos passam, o mundo anda ligeiro, ligeiro
Não há porque não deixar as coisas acontecerem
E os sonhos precisam ser vividos agora, por inteiro.
Os anos passam e as pessoas também se vão
Sem que elas possam tudo isso perceberem
Sem conviver com a alegria de uma paixão...
Euclides Riquetti
19-12-2013
O Drama dos Pofessores ao final do ano
A chegada do fim de ano e as férias escolares para professores e alunos deveriam sempre ser comemoradas por todos eles. Afinal, alunos têm a oportunidade de livrar-se do compromisso de levantar cedo, de sair de casa logo após o almoço ou, ainda, chegarem tarde e cansados em seu lar, após um dia em que, normalmente, consorciam trabalho e estudo. Vêm as formaturas, a entrega de boletins para os demais, a comemoração pela aprovação ou a decepção de pais e alunos quando da perda do ano. É gente cansada e esperando pelas festas de Natal e Ano Novo, o dar e receber presentes, as festas com os amigos, os banhos nos balneários, a ida à praia, os bailinhos, a bebidinha bem gelada (que deve ser consumida com muita moderação, muita, mesmo!).
Alguns professores, por força das circunstâncias, no dia em que iniciam as férias passam a ser os "novos desempregados do pedaço"! Que triste isso!
Nos 31 anos em que atuei em sala de aula, já a partir de outubro, quando iniciava a revisão de todos os conteúdos do ano, eu utilizava muito o quadro-negro e isso me deixou com algumas dores no braço direito, das quais nunca mais me livrei. Movimentos repetitivos por três décadas, apertar aquele giz duro no quadro, até segurar, com a mão esquerda, o braço direito levantado, para poder escrever. E, mesmo agora, cinco anos depois de haver-me aposentado como professor, o mesmo desconforto. Mas isso pouco representa quando comparado ao drama dos professores ACTs que, ao final de cada ano, ficam desempregados. Você parabeniza um colega pelas férias e ele já está demitido! Assim é o serviço público, cercado por suas leis e suas características peculiares.
Todo o ano, o Estado e os Municípios lançam editais de processos seletivos para a contratação de professores para atuar em caráter temporário, em razão de que há a necessidade de substituir os que entram em Licença para Tratamento de Saúde, Licença-prêmio, os afastados para ocupar cargos de confiança ou em funções gratificadas. Quando chega lá pelo mês de março ou abril, praticamente todos eles já estão empregados. Alguns conseguem contratos temporários para 20 horas, outros para 40 horas semanais de trabalho. E ficam esperando os concursos, que muitas vezes demoram para a contecer. Angustiados, não há outra coisa a fazer.
A Legislação assim prevê. Se os procedimentos não forem realizados na conformidade com as normas, tornam-se ilegais. Mas já houve um tempo em que era possível a prorrogação dos contratos por mais anos. E os que tivessem trabalhado por cinco anos ininterruptos ou 10 intercalados, adquiriam estabilidade. É uma pena que não possa ser assim, pois seriam reduzidas as despesas, as escolas teriam profissionais já adaptados com elas e com o perfil dos alunos. E a vida de quem estudou e se preparou para o exercício do magistério ficaria facilitada.
Como isso difícilmente irá acontecer, o negócio é os que desejam tornar-se profissionais na Educação ir estudando muito, preparando-se, conhecendo os conteúdos de suas disciplinas, as normatizações e a leis relativamente à mesma.
Então, quero manifestar-me solidariamente aos professores ACTs, pois que, além de enfrentarem todas as situações adversas do próprio sistema educacional, ainda têm que amargar a angústia e muitas vezes a depressão. Só quem conhece o drama deles é que pode avaliar o quanto são sofredores.
Um forte abraço e o desejo de que todos possam ter seu trabalho no ano que vem, pois sei que vontade de trabalhar não lhes falta.
A todos, enfim, uma férias bem "auspiciosas"!
Euclides Riquetti
18-12-2013
Euclides Riquetti
18-12-2013
Alguns professores, por força das circunstâncias, no dia em que iniciam as férias passam a ser os "novos desempregados do pedaço"! Que triste isso!
Nos 31 anos em que atuei em sala de aula, já a partir de outubro, quando iniciava a revisão de todos os conteúdos do ano, eu utilizava muito o quadro-negro e isso me deixou com algumas dores no braço direito, das quais nunca mais me livrei. Movimentos repetitivos por três décadas, apertar aquele giz duro no quadro, até segurar, com a mão esquerda, o braço direito levantado, para poder escrever. E, mesmo agora, cinco anos depois de haver-me aposentado como professor, o mesmo desconforto. Mas isso pouco representa quando comparado ao drama dos professores ACTs que, ao final de cada ano, ficam desempregados. Você parabeniza um colega pelas férias e ele já está demitido! Assim é o serviço público, cercado por suas leis e suas características peculiares.
Todo o ano, o Estado e os Municípios lançam editais de processos seletivos para a contratação de professores para atuar em caráter temporário, em razão de que há a necessidade de substituir os que entram em Licença para Tratamento de Saúde, Licença-prêmio, os afastados para ocupar cargos de confiança ou em funções gratificadas. Quando chega lá pelo mês de março ou abril, praticamente todos eles já estão empregados. Alguns conseguem contratos temporários para 20 horas, outros para 40 horas semanais de trabalho. E ficam esperando os concursos, que muitas vezes demoram para a contecer. Angustiados, não há outra coisa a fazer.
A Legislação assim prevê. Se os procedimentos não forem realizados na conformidade com as normas, tornam-se ilegais. Mas já houve um tempo em que era possível a prorrogação dos contratos por mais anos. E os que tivessem trabalhado por cinco anos ininterruptos ou 10 intercalados, adquiriam estabilidade. É uma pena que não possa ser assim, pois seriam reduzidas as despesas, as escolas teriam profissionais já adaptados com elas e com o perfil dos alunos. E a vida de quem estudou e se preparou para o exercício do magistério ficaria facilitada.
Como isso difícilmente irá acontecer, o negócio é os que desejam tornar-se profissionais na Educação ir estudando muito, preparando-se, conhecendo os conteúdos de suas disciplinas, as normatizações e a leis relativamente à mesma.
Então, quero manifestar-me solidariamente aos professores ACTs, pois que, além de enfrentarem todas as situações adversas do próprio sistema educacional, ainda têm que amargar a angústia e muitas vezes a depressão. Só quem conhece o drama deles é que pode avaliar o quanto são sofredores.
Um forte abraço e o desejo de que todos possam ter seu trabalho no ano que vem, pois sei que vontade de trabalhar não lhes falta.
A todos, enfim, uma férias bem "auspiciosas"!
Euclides Riquetti
18-12-2013
Euclides Riquetti
18-12-2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Preciso que tu me faças sorrir
Preciso que tu me faças sorrir
Preciso que tu me faças cantar
Preciso que me faças ouvir
A doce canção de ninar.
Preciso, sim, que me faças sonhar
Pois sonhar é algo que eu posso
Um sonho assim, singular
Que devolva os momentos só nossos.
Mas os anos passam ligeiro
Mudam destinos e trocam caminhos
O tempo fugaz é passageiro
Não me imagino ficar sozinho.
Preciso que tu me faças sorrir
Preciso que tu me faças viver
Quero dar meu amor só pra ti
Quero que sejas meu bem-querer!
Te amo!
Euclides Riquetti
16-12-2013
Preciso que tu me faças cantar
Preciso que me faças ouvir
A doce canção de ninar.
Preciso, sim, que me faças sonhar
Pois sonhar é algo que eu posso
Um sonho assim, singular
Que devolva os momentos só nossos.
Mas os anos passam ligeiro
Mudam destinos e trocam caminhos
O tempo fugaz é passageiro
Não me imagino ficar sozinho.
Preciso que tu me faças sorrir
Preciso que tu me faças viver
Quero dar meu amor só pra ti
Quero que sejas meu bem-querer!
Te amo!
Euclides Riquetti
16-12-2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Pedaços de amor (em teus sonhos, quero ser o primeiro)!
Amor em pedaços, quero mais, mais
Adoro tanto, que não me satisfaço
Quero amor com sabores reais
Quero nozes, morangos, melaços
Quero sabores com amor, demais!
Quero um amor inteiro, de pedaço em pedaço!
Amor em fatias enormes, colossais
Amor da saudade que volta e que bate.
Quero o pedaço cheiroso que me atrai
A polpa da maçã vermelha escarlate
E, da uva, o suco bordô que se extrai
Pedaços de amor com sabor chocolate!
Quero, sim, nas noites de calor
Que busques os recheios no teu coração
Quero, sim, teus pedaços de amor
Que trazem os sabores da forte paixão
Apenas amor: em pedaços ou inteiro
E em teus sonhos, quero ser o primeiro!
Euclides Riquetti
16-12-2013
Adoro tanto, que não me satisfaço
Quero amor com sabores reais
Quero nozes, morangos, melaços
Quero sabores com amor, demais!
Quero um amor inteiro, de pedaço em pedaço!
Amor em fatias enormes, colossais
Amor da saudade que volta e que bate.
Quero o pedaço cheiroso que me atrai
A polpa da maçã vermelha escarlate
E, da uva, o suco bordô que se extrai
Pedaços de amor com sabor chocolate!
Quero, sim, nas noites de calor
Que busques os recheios no teu coração
Quero, sim, teus pedaços de amor
Que trazem os sabores da forte paixão
Apenas amor: em pedaços ou inteiro
E em teus sonhos, quero ser o primeiro!
Euclides Riquetti
16-12-2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
Sábado, bem no fim da tarde!
A chuva da tarde de sábado
Veio fresca, em meio ao vento
Veio para expiar meus pecados
(Os que ainda não estavam confessados).
Veio trazer-me de volta os alentos
A chuva que escondeu o firmamento.
Fugiram os pássaros assustados
E foram juntar-se às borboletas
Migraram por todos os lados
Ficaram tristes e acanhados
Enquanto que a água enchia as valetas
Das ruas estreitas!
Mas, bem no final da tarde
O céu se recompôs
Sem nennhum alarde!
Então, o coral do passaredo voltou
O céu reazulou
E o sol se redourou
Sábado, bem no fim da tarde!
Euclides Riquetti
15-12-2013
Veio fresca, em meio ao vento
Veio para expiar meus pecados
(Os que ainda não estavam confessados).
Veio trazer-me de volta os alentos
A chuva que escondeu o firmamento.
Fugiram os pássaros assustados
E foram juntar-se às borboletas
Migraram por todos os lados
Ficaram tristes e acanhados
Enquanto que a água enchia as valetas
Das ruas estreitas!
Mas, bem no final da tarde
O céu se recompôs
Sem nennhum alarde!
Então, o coral do passaredo voltou
O céu reazulou
E o sol se redourou
Sábado, bem no fim da tarde!
Euclides Riquetti
15-12-2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
A sobrevivência da incompetência
Uma vez conversava com um cidadão que atuava nos meios de comunicação. Nem sequer cursara a quinta série do fundamental. Sugeri-lhe que estudasse e ele me respondeu que para o serviço dele estava bom assim. Agora, dez anos depois, constato que o cara ficou estacionado no patamar em que estava à época...
Ultimamente, como tenho tempo disponível, tenho-me dado a observar mais atentamente aquilo que as pessoas fazem, como se portam no trabalho, qual o nível de desempenho em suas funções. Uma espécie de "estudo sociológico" de terceira categoria, mas um estudo, sim. Observar, analisar, concluir.
Faço perguntas às pessoas e, felizmente, ainda ninguém me respondeu ou disse: "O que que você tem a ver com isso?" Mas posso asseverar-lhe, caro leitor, que me preocupo, muito, com o que vejo. Vendedores que trabalham em empresas especializadas em algo, elétrica, por exemplo. Quanta divergência de opinião sobre materiais dentre os funcionários de uma mesma empresa! Vejo que as pessoas têm apenas o conhecimento funcional, bem básico, que angariaram junto aos vendedores mais antigos. São reprodutores de informações que ouviram dos outros e nem sequer procuraram verificar se o que dizem tem algum fundamento.
Fui vendedor de peças "Mercedes-Benz" de 1972 a 1877 em união da Vitória, no Mallon. Fui uma grande escola para mim, pois tínhamos a supervisão e os treinamentos por técnicos altamente gabaritados, em Curitiba, mesmo com pessoal vindo da Alemanha e da Holanda para nos orientar. Aprendi muito com eles em termos de organização, planos de negócios e sobre a necessidade de conhecer cada detalhe do serviço e dos produtos. Assim, quando não havia grande movimento na seção de peças, eu ia para a oficina ver como faziam para desmontar e remontar caixa de câmbio, diferencial, sistemas de freios e carcaças. E a aprender os números das peças de reposição para não bater muito a cuca na hora de emitir notas fiscais ou anotação nas Ordens de Serviço. E ia aprendendo para ter melhor desempenho no atendimento, com agilidade e segurança. Isso me permitia uma boa folha de pagamento de salários ao final do mês.
Acho que a maturidade nos torna muito exigentes. Cobro, com minha ação que normalmente resulta inócua, das operadoras de Tv a Cabo, Telefonia e Internet, a eficiência. Quando me dizem que têm 24 horas para resolver meus problemas, digo: "Gravem bem aí: O direito e a obrigação vocês conhecem, mas a eficiência está longe de vocês!" Sei que, se todo mundo reclamar, um dia alguém cria vergonha e as coisas podem melhorar. Eles cobram dos seus colaboradores resultados quantitativos e os funcionários fazem tudo às pressas para ir atender a outro reclamante. A incompetência está muito presente em concessionárias de serviços púlicos. Ganham rios de dinheiro e prestam péssimos serviços. Então, é a incompetência sobrevivendo ali também.
Ora, caro leitor, leitora, você deve ter imaginado sobre os critérios que tem para escolher seu atelier, sua farmácia, seu posto de gasolina, confeiteira, cabeleireira, manicure, maquiadora. E, se você volta a esses lugares com frequência, é porque eles lhe estão propocionando algo que lhe agrada. Estão sendo competente em satisfazer suas necessidades de consumidora (a) de produtos ou serviços. Quando você muda de cidade, mais ainda fica atento à qualidade do atendimento, podendo escolher com discernimento e formando seu novo rol de lugares de convivência.
Os incompetentes sempre existirão e cruzarão seu caminho. Mas você é que tem o poder de estimulá-los ou ajudar cortar-lhes as asas. Aliás, nem é preciso tanto. O tempo fará com que tropecem em suas próprias limitações. E chegará o dia em que os incompetentes e os molengas deixarão de existir, certamente. Rui Barbosa já esperava por isso...
Euclides Riquetti
112013
Ultimamente, como tenho tempo disponível, tenho-me dado a observar mais atentamente aquilo que as pessoas fazem, como se portam no trabalho, qual o nível de desempenho em suas funções. Uma espécie de "estudo sociológico" de terceira categoria, mas um estudo, sim. Observar, analisar, concluir.
Faço perguntas às pessoas e, felizmente, ainda ninguém me respondeu ou disse: "O que que você tem a ver com isso?" Mas posso asseverar-lhe, caro leitor, que me preocupo, muito, com o que vejo. Vendedores que trabalham em empresas especializadas em algo, elétrica, por exemplo. Quanta divergência de opinião sobre materiais dentre os funcionários de uma mesma empresa! Vejo que as pessoas têm apenas o conhecimento funcional, bem básico, que angariaram junto aos vendedores mais antigos. São reprodutores de informações que ouviram dos outros e nem sequer procuraram verificar se o que dizem tem algum fundamento.
Fui vendedor de peças "Mercedes-Benz" de 1972 a 1877 em união da Vitória, no Mallon. Fui uma grande escola para mim, pois tínhamos a supervisão e os treinamentos por técnicos altamente gabaritados, em Curitiba, mesmo com pessoal vindo da Alemanha e da Holanda para nos orientar. Aprendi muito com eles em termos de organização, planos de negócios e sobre a necessidade de conhecer cada detalhe do serviço e dos produtos. Assim, quando não havia grande movimento na seção de peças, eu ia para a oficina ver como faziam para desmontar e remontar caixa de câmbio, diferencial, sistemas de freios e carcaças. E a aprender os números das peças de reposição para não bater muito a cuca na hora de emitir notas fiscais ou anotação nas Ordens de Serviço. E ia aprendendo para ter melhor desempenho no atendimento, com agilidade e segurança. Isso me permitia uma boa folha de pagamento de salários ao final do mês.
Acho que a maturidade nos torna muito exigentes. Cobro, com minha ação que normalmente resulta inócua, das operadoras de Tv a Cabo, Telefonia e Internet, a eficiência. Quando me dizem que têm 24 horas para resolver meus problemas, digo: "Gravem bem aí: O direito e a obrigação vocês conhecem, mas a eficiência está longe de vocês!" Sei que, se todo mundo reclamar, um dia alguém cria vergonha e as coisas podem melhorar. Eles cobram dos seus colaboradores resultados quantitativos e os funcionários fazem tudo às pressas para ir atender a outro reclamante. A incompetência está muito presente em concessionárias de serviços púlicos. Ganham rios de dinheiro e prestam péssimos serviços. Então, é a incompetência sobrevivendo ali também.
Ora, caro leitor, leitora, você deve ter imaginado sobre os critérios que tem para escolher seu atelier, sua farmácia, seu posto de gasolina, confeiteira, cabeleireira, manicure, maquiadora. E, se você volta a esses lugares com frequência, é porque eles lhe estão propocionando algo que lhe agrada. Estão sendo competente em satisfazer suas necessidades de consumidora (a) de produtos ou serviços. Quando você muda de cidade, mais ainda fica atento à qualidade do atendimento, podendo escolher com discernimento e formando seu novo rol de lugares de convivência.
Os incompetentes sempre existirão e cruzarão seu caminho. Mas você é que tem o poder de estimulá-los ou ajudar cortar-lhes as asas. Aliás, nem é preciso tanto. O tempo fará com que tropecem em suas próprias limitações. E chegará o dia em que os incompetentes e os molengas deixarão de existir, certamente. Rui Barbosa já esperava por isso...
Euclides Riquetti
112013
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