segunda-feira, 6 de maio de 2024

Homenagem ao Professor

 


 


 



Defende, com toda a honra,  a profissão que escolheste

Orgulha-te de pode ajudar a melhorar tantas vidas

E, mesmo que não te valorizem, lembra-te que venceste

Que superaste obstáculos, que virtudes foram colhidas.

Plantaste sementes boas, ajudaste a quebrar os espinhos

Permitiste colherem flores, a saborearem os frutos

E os ensinamentos deixados ao lado do longo caminho

Dar-te-ão toda a certeza de ter formado homens astutos.


O valor de teu digno trabalho, nem todos reconhecerão

Mas ajudaste a formar mestres, quantas senhoras e senhores

E se no mundo há progresso, é porque houve  tua mão

Houve a luz que tu acendeste, na mente de tantos doutores.


Relembra com muita alegria de quantas almas conduzistes

Anima-te pelo dever cumprido, por todos os bons exemplos

Que Deus te abençoe e guarde, nos momentos mais tristes

E que te abra todas as portas dos palácios e dos templos.


Aceita esta homenagem sincera deste que é um teu igual

Tenha saúde e colha o êxito em todos os teus  projetos

E que a nobreza de teu caráter torne-se ampla e  universal

Conta sempre com meu incentivo, meu carinho e meu afeto!



Euclides Riquetti

Brilho para teus olhos, força contra o que te deprime...

 




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Peço a Deus que o sol te aqueça nas manhãs de inverno
E que o vento fresco venha te afagar nas tardes de verão
Assim como peço que as estrelas, num movimento eterno
Te abençoem nas noites longas e protejam o teu coração...

Peço que as andorinhas te tragam os melhores recados
Ao sobrevoarem o telhado de tua casa, trazendo alegria
E que,  nas horas em que teu coração se sentir desolado
Tu te lembres de meus versos, de todas as nossas poesias.

Peço que as chuvas lavem os caminhos onde que tu pisas
Que o belo colorido das flores nas plantas sempre te anime
E Deus te dê tudo o que for bom e do que tanto precisas:
Brilho  para teus belos olhos, força contra o que te deprime.

Euclides Riquetti

domingo, 5 de maio de 2024

Fez-se noite o dia de tempestade

 



 
 
 

 

Fez-se noite o dia de tempestade
Em que escureceram no céu as nuvens cor de asfalto
Fez-se noite a manhã, perdeu-se a claridade
A negritude tomou a tarde como que de assalto
Choveu, à noite, no campo e na cidade.

Fez, Deus, que chovesse a chuva dos justos
A chuva que lavou as almas dos pecadores
Que energizou os gramados e os arbustos
Que regou as terras da plebe e dos senhores
A chuva que inspira os sábios e os incultos.

Fez, a chuva violenta,  os danos e os estragos
Pôs pânico nos canários, pardais e nas andorinhas
Veio em gelos esféricos, ovais ou alongados
Maltratou os espinhos  e as ervas daninhas
Estraçalhou as flores nos jardins florados.

A chuva calma e amena, gentil e  reparadora
Parceira do sol, abençoada, chuva leve e  divina
Que cai doce e serena , fresca e redentora
Poe as cores de volta e a  paisagem  recombina
Cumpre seu papel na natureza sedutora...

Euclides Riquetti

Apenas uma contrapartida (perder-me totalmente em você)

 


 




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Quero me perder totalmente em você
E que seja uma perdição bem perdida
Quero ainda me reencontrar em você
Caminharmos naquela estrada florida.

Quero me jogar cego em seus braços
Morder  seus lábios ardentes, fogosos
Poder apertá-la com meu forte abraço
Eu, você e meu sonhos pecaminosos.

Quero sim, me perder, tanto assim
Navegarmos  na doce magia do vento
Quero ter você , ter somente pra mim
Satisfazer o nosso desejo sedento.

Quero você, quero amar, quero ter
Quero ter todo o carinho possível
Quero você, dia e noite,  querer
Para vivermos o amor mais incrível.

Então, apenas me cante uma canção
Não importa qual delas, não importa
Quero romance, fogo, desejo, paixão
Aquela chama que anima e conforta.

E eu quero apenas uma contrapartida:
Pegue meus versos, e nossas poesias
Pegue-os e guarde em toda a sua vida
Para lembrar de mim em todos o dias.

Mas nada valerá se você não os quiser
Pouco me adiantará se você não os ler
Quero você como minha musa mulher
Pra me fazer sonhar, ser feliz e viver.

Euclides Riquetti

Feliz aniversário, Michele e Caroline!

 


                                               Fabrício, Caroline, Michele, Miriam, Euclides


Nasceram as duas belas meninas

Nossas queridas filhas, que encanto!

Michele e Caroline, as campesinas

Nascidas em "Lírios do Campo". 


Cinco de maio, uma beleza outonal

Dia de sábado, da madrugada fria

No "N S Das Dores", de Capinzal

Chegada das gêmeas, nossa alegria.


Uma vida de buscas e conquistas

O persistente buscar das vitórias

Nos palcos da vida, duas artistas.


Caroline e Michele, filhas amadas

Uma vida de êxito e belas histórias

O amor de irmãs, a vida consolidada!


Euclides Riquetti

05-05-2024

















Os primeiros pingos da chuva

 





 

Quando os primeiros pingos da chuva rolaram na vidraça

E embaçaram teu rosto angelical

Me pareceu que foram as tristes lágrimas

De uma despedida bem sentimental

Há muito tempo acontecida.


Quando meu pensamento misturou-se às gotas da chuva

E meu coração pulsou intensamente

Pareceu-me reviver aquele dia

Em que em mim morreu toda a alegria

Pois foste embora de repente...


Quando meu corpo de moveu para procurar o teu

E não encontrou  mais teus lábios junto aos meus

O mundo se tornou uma grande incerteza

O mundo então perdeu sua beleza

Ficou sem o sorriso de era meu e teu...


Euclides Riquetti

Quando a lua prateada voltar

 


 



Quando a lua cheia de novo chegar
Para por romance nos corações dos namorados
E voltar-nos o seu  brilho lunar prateado
Estarei esperando por seus olhos encantados
Que me fazem viver, sentir, respirar...

Quando, solitário,  eu ouço a suave sinfonia
Da natureza que repousa abençoada
Que me cobre com seu manto sagrado
E eu olho para a imensidão estrelada
Sou arrebatado por tênue nostalgia.

Ah, doce sensibilidade de poeta
Vem me confortar com sua inspiração
Vem me animar a alma e o coração
Vem trazer-me a palavra certa
Que me faz rimar amor com paixão.

Vem ensinar-me a esperar
A lua prateada  voltar!
 
Euclides Riquetti

A celebração do amor e da vida

 


A celebração do amor e da vida

 


Celebro o amor porque celebro a vida
Celebro a vida porque celebro o amor
Celebro ambos com alegria desmedida
Abstratos ou concretos, a vida sem dor!

Celebro cada um dos momentos felizes
Nos anos, nos meses, nas semanas e dias
Pois não sabemos do amanhã, bem o dizes
Se virão tristezas ou se virão alegrias.

Importam as alegrias  mais que as primeiras
Pois que elas nos animam e nos confortam
Importam as sensações mais verdadeiras.

Importa a mim e a ti a felicidade presente
Os teus abraços e beijos também importam
Importa-nos sermos felizes hoje e sempre!

Euclides Riquetti

Aos meus mestres, com todo o meu carinho!

 


 


       Os professores sempre me ajudaram desde minha infância. Tirei deles as letras, os números, as vivências múltiplas. As primeiras letras, aprendi em casa, com meu próprio pai, aos sete anos. Também, nessa idade, vi algumas aulas em Linha Bonita, Distrito de Ouro, no município de Capinzal. com o professor Ebenezer Brasil. Eu estava morando uns tempos com meus nonnos maternos, Severina Coltro e Victório Baretta.   Não fui mais do que uma semana para entender o que seria uma escola. Isso depois de ter vivido minha infância em Leãozinho, com meus padrinhos, Rachele Vitorazzi e João (Joanin) Frank. Ainda aos sete, na casa de meus pais, em Ouro, fui com meu velho Guerino acompanhá-lo na escola de Linha Savóia, em Capinzal, algumas vezes. Íamos e voltávamos a pé, pelos trilhos de trem, em direção ao Avaí, hoje Ricardópolis. Em 1961, com oito anos feitos e indo para os nove, matricularam-me no Colégio Mater Dolorum, em Capinzal. 

       Em meu primeiro ano escolar, tive como professora a interna Judite Marcon, pois o colégio Mater Dolorum  era mantido pelas Irmãs Servas de Maria Reparadoras. No mesmo ano, passei por Mariza Calza e Noemi Zuanazzi; no segundo, por umas quatro professoras (Marlene Mattos, Tarcila Boff, uma Enderle e uma Stares). No terceiro ano, dividi o primeiro lugar da sala com o saudoso Vitalino Buselatto, tivemos a Marli Sartori (Sobreira) como professora. No quarto ano, Marilene Lando. A todas elas devoto gratidão sincera e muito carinho. 

       No antigo Ginásio Padre Anchieta, fiz minhas duas primeiras séries. Lembro de Frei Gilberto (Giovanni Tolu - Matemática e Ciências), Wanda Meyer (Inglês, Geografia), Lorena Moraes ( História), Vanda Faggion Bazzo (Português). Eles acumulavam também outras matérias, como Desenho e Geografia. No Ginásio Normal  Juçá Barbosa Callado, que funcionava junto ao Grupo Escolar Belisário Penna, a terceira e a quarta série do ginásio. Ali tive Holga Maria Siviero Brancher como professora de Matemática, Português e Didática; Vera Lúcia Bazzo, com Português; Waldemar Baréa com Ciências; Dioni Maestri e depois Paulo Bragatto Filho com Psicologia e Desenho Pedagógico; Íria Flâmia com Desenho Geométrico; João Bronze Filho com História e Inglês, Frei Adelino Frigo com Religião. 

       Fiz meu equivalente ao Ensino Médio no curso de Técnico em Contabilidade na Escola Técnica de Comércio Capinzal. Elba Andrioni (Baretta) com Português; Wolfgang Behling e Roberto (Bolinha) Boratti com Matemática; Vilamil Sbardelotto com Ciências; Luiz Siviero Sobrinho com Contabilidade Geral; Normélio Masson e Ricardo Kozak  com Contabilidade Pública; Antônio Maliska Sobrinho com Elementos de Economia; Ênio Gregório Bonissoni e Benoni Zóccoli com Direito Usual; Ilton Maestri com Contabilidade Bancária; João Bronze Filho com Inglês. 

       Vejam que, tanto no antigo ginásio como no secundário eu tive uma variedade grande de matérias, convivendo com professores que nos traziam as suas experiências da atividade profissional privada. Isso me ajudou muito em minha vida!

       Na FAFI, em Uni]ao da Vitória, de 1972 a 1975, fiz minha faculdade de Lestras-Inglês. Guardo muito carinho de meus professores: Nelson Sicuro, de Língua Portuguesa; Francisco Filipak, Abílio Heiss de Teoria Literária; Nilvaldo Oliveira, de Literatura Brasileira; Fahena Porto Horbatiuk, Literatura e Língua Portuguesa; Geraldo Feltrin, de Língua Inglesa; Francisco Boni, de Literatura Inglesa e Norte-americana; os padres Leo Horst, de Latim e Leopoldo Meltz, de Linguística; Professora Abigail, de Didática e afins; Rosa Maria da Maia Filha, nas áreas ligadas ao Civismo, e Delci Hausen Christ, de Psicologia. 

       No meu curso de Inglês do Yázigy, no edifício Jacobs, em União da Vitória, Geraldo Feltrin, que também me deu a primeira oportunidade de ministrar aulas de Inglês em seu curso. 

        E, por fim, ao Professor multi-titulado Wálter Medeiros, do Rio de Janeiro, na minha especialização em Língua Portuguesa, na Fauldade Plínio Augusto do Amaral, em 1994, em Amparo - SP. Conhecia e dominava quase que uma centena de línguas entre entre as mater e os dialetos. Era diretor do Museu Histórico do Rio de Janeiro.

       Fui privilegiado, sim! Todos deixaram em mim um pouco de seus conhecimentos, experiências e exemplos.  Tudo o que somei guardei para a avida e empreguei ensinando. Então, aos meus queridos mestres, meu carinho e gratidão sempre!

Euclides Riquetti

15-10-2021

Tempestades na alma



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Tempestades na alma


Tempestades nas vidas atormentadas
Turbulências nos corações despedaçados
Tribulações nas almas  desesperadas
Conflitos pelos sonhos sepultados
Desesperança nas almas dilaceradas...

Caminhos sem volta, desencontros
Rumos mal traçados, horizontes sumidos
A busca infrutífera dos reencontros
Espíritos desagregados e feridos
A esperança de novos santos encontros...

Haverá esperança, quando os horizontes
Mal traçados, se omitem se escondem?

Euclides Riquetti

Cuide bem do sol




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Cuide bem do sol
Cuide bem!
Porque hoje tem
Chuva e sol.

Porque hoje é sábado
Um dia encantado
De chuva e sol
De sol e de chuva
De vinho e de uva.

Porque é tarde quente
De sorvete napolitano
De coração que sente.

Cuide das gaivotas
No céu a voar
Mas cuide do sol
E cuide do mar.

Então, cuide bem do sol
E de meu coração espartano
Mas cuide bem do sol!

E, se quiser
E se você se dispuser
Também cuide de mim
Cuide de meu corpo, sim
Bem assim!

Euclides Riquetti

Agarra-te aos teus sonhos...

 






Agarra-te aos teus sonhos,  firmemente
Não permitas que eles se afastem de ti
Sonha-os, nas tuas noites, alegremente
Transforma-os em realidade, docemente
Em abraços com todo o frenesi.

Lembra-te de que o tempo anda depressa
E que um novo dia pode não se repetir
Poderás não ver outra manhã como esta
A vida não é apenas um teatro, uma peça
Agarre o mundo que está a te sorrir.

Vive, com intensidade e emoção,  cada bom momento
Cada instante, cada hora, todos os dias.
Quisera eu que o tempo andasse muito lento
E que meus versos chegassem a ti através do vento
Levando-te meu amor, meu carinho, minha alegria.

Somente isso!

Euclides Riquetti

Canção para Eduarda

 





Ilha do Mel - litoral paranaense - um lugar de encantos e próprio para cantos...


Ao cantar esta canção
Me lembro, com emoção
Da praaaaia!...

Foi lá que eu te conheci
Me encantei quando te vi
Na praaaaia!...

Encontrei-te junto ao mar
Com a  areia a te queimar
Da praaaaia!...

/Hoje eu canto esta canção/Que me traz tanta emoção/
Ao lembrar o som do mar/Ao lembrar o som do mar... do mar!/
(duas vezes)

Foi amor, foi alegria
Foi amor naquele dia
Na praaaaia!...

Eu me lembro bem feliz
Do ceú claro, azul aniz
Da praaaaia!...

Na verdade eu nunca tinha
Visto algo tão bonito
Na praaaaia!...

/Hoje eu canto esta canção/Que me traz tanta emoção/
Ao lembrar o som do mar/Ao lembrar o som do mar... do mar!/
(duas vezes)

Foi  minha vez primeira
A pisar naquela areia
Da praaaaia!...

Não me deste o telefone
Mas escreveste teu nome
Na areeeeia!...

Até hoje te procuro
Seja claro, seja escuro
Na areeeeia!...

/E hoje eu canto esta canção/Que me traz tanta emoção/
Ao lembrar o som do mar/Ao lembrar o som do mar... do mar!/
(duas vezes)

Nota:

Canção poética composta especialmente para a filha da prima
Vero Richetti, Eduarda, de Cascavel-PR. Descendente de meu Tio
Marcelino Richetti.
Euclides Riquetti

Feliz aniversário, Michele e Caroline!

 


                                         

       Mais um 5 de maio, mais um aniversário de nossas amadas filhas, Michele e Caroline. Parece que foi ontem que vocês nasceram, lá no Hospital Nossa Senhora das Dores, em Capinzal. A gente morava no Zortéa, tinha um fusquinha novo, branco, com o qual levei a Miriam, no fim da noite de 04 de maio daquele ano, para que as tivesse. Dei minhas aulas na Escola Major, cheguei em casa e a Miriam estava inquieta, tinha a sacola das roupas arrumadinha, o enxoval para vocês carinhosamente preparado por ela pronto. 

       Por volta de meia-noite chegamos ao  hospital. Tinha uma ala para as parturientes, a mãe foi internada num apartamento. Vieram as dores, as enfermeiras ajudavam a acalmar, tinha uma freira que era enfermeira e dava apoio. Depois das 02 horas, foi encaminhada para a sala de parto. O Doutor Acioly Viecelli, que a acompanhara no pré-natal, viajara, mas deixara o Doutor Adão Tatin para dar atenção. Às três horas uma enfermeira veio para o corredor e disse-me: "Nasceu! Onde está a faixinha?" Não tínhamos comprado nenhuma, pegamos emprestado de uma outra jovem senhora que estava esperando por uma bebê. Logo depois, a enfermeira volta correndo e diz: "Precisamos de mais uma faixinha, tem mais um neném chegando"! E lá fomos nós pegar mais uma faixinha... Uma que era para a Gisele Bérgamo e outra para a Sionara Formentão! Até hoje, quando as encontro, relato sobre aquela situação. Nasceram 4 meninas naquela noite, naquele hospital!

       Naquela correria toda, fui até a casa de minha mãe para que viesse ajudar! Ela ficou inicialmente assustada, mas depois vibrou muito com a chegada de nossas gêmeas. E, como eram duas, ficou fácil decidir pelos nomes: Michele, que era um nome cogitado, e Caroline, o outro. Naquele tempo, não havia exames de ultrassom naquele hospital, as mães tinham que esperar para ver se era menino ou menina somente depois do parto realizado. Duas meninas, provindas de placentas diferentes, ambas com 2,900 Kg, quase 3 quilos cada uma! Foi uma alegria! Pelo amanhecer, minha mãe acompanhava a Miriam e as meninas, e eu tive que ir para as Casas Pernambucanas comprar mais roupas, reforçar o enxoval. O Marcos Ceigol me atendeu, meu irmão Vilmar fez os pacotes. 

       Próximo afazer: Ligar para União da Vitória, para minha irmã Iradi. Liguei para um sindicato, eles deram o recado para ela, ela foi avisar minha sogra, Dona Anna, que viria no primeiro ônibus. Deixei o enxoval no hospital e fui para o Zortéa, onde morávamos. Havia reunião pedagógica na Escola, cheguei lá era metade da manhã, estavam em reunião, comandados pela diretora Vitória Leda Brancher Formighieri. Ela tinha uma minivam marrom e a professora Terezinha Andrade um fusca. Encerraram a reunião e foram todas para a cidade, foram ao hospital visitar a mãe e as recém-nascidas. A Vitória acabou se tornando a madrinha da Caroline, junto com o esposo Aníbal. Meu irmão Hiroito  e minha irmã Iradi, padrinhos da Michele. 

       Paralelamente, a notícia andou, meus irmãos vibraram, meus amigos também. Foi alegria, foi comemoração, foi um dos bons acontecimentos que tivemos em nossas vidas. Oito anos depois, veio o Fabrício, nosso filho.

       Parabéns, Michele e Caroline, pelo carinho que nos dispensam, a sua atenção, os bons momentos que passamos juntos e outros que ainda virão. Parabéns, Miriam, por ter sido sempre uma mãe carinhosa para com os filhos, sempre dando a eles conselhos, força, e fazendo orações. !

Euclides Riquetti

05-05-2024

       

Sorriso de mulher

 


 




foto-miriam



Sorriso de mulher
Inspiração de poeta
Jovem, bonita, discreta
Mulher mãe, mulher mulher!

Sorriso exuberante
Amor, carinho, paixão
Desejo, luz, sedução
Mulher contagiante!

Sorriso que não envelhece
Sorriso doce e franco
Sorriso jogado a lanço
Que veio, ficou, permanece!

Euclides Riquetti