segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Cheiro de amor, cheiro de paixão




Contato com a natureza melhora qualidade de vida


Cheiro de amor, cheiro de paixão
Teu corpo tem...
Cheiro de desejo, cheiro de sedução
Tem também...
Tem cheiro de mulher nova
Adorável
Carinhosa...

Tem cheiro de fruta fresca
Maçã vermelha, maçã rosada
Uva madura, avermelhada
Que igual nunca antes senti!

Tem perfume de flores frescas
Infinitamente atraentes
Como teu rosto contente
Que me sorri!

Amor e paixão que se confundem
Duas almas  que se completam
Corpos e almas que se locupletam
Almas e corpos que se querem e se fundem
Num só!

Cheiro de desejo, cheiro de sedução
Cheiro de amor e paixão
Teu corpo tem.

Será que o meu tem também?

Euclides Riquetti

Re-mar!



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Eu quero te dar este poema
Que, mesmo com rimas pobres
Enseja sentimentos nobres
Por isso te faço  este poema...

No mar, o barqueiro rema
(Ou será o canoeiro?)
E eu articulo palavras e versos
Procuro ordenar pensamentos incertos
Enquanto o barqueiro rema...
(Ou será o canoeiro?...)

Fiz para ti um desenho na areia
De sóis, de estrelas, de musas
Foram apenas imagens confusas
Mas fiz para ti um desenho na areia...

E, no a(noite)cer, apenas o murmúrio do mar
Harmoniado no embalo da triste canção
Escura é  a paisagem na imensidão
Mas agora, no a(noite)cer, apenas o murmúrio do mar...

E lá, mais lá, como cá, sopra o vento...
Move as folhas verde-escuro tingidas de noite
A maré lança às pedras  o seu doce açoite...
E lá, como cá, sopra o vento!

E eu penso em ti...
Euclides Riquetti

Fera desprotegida


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Vejo
Desejo
Não o horizonte azul
Nem a neve no sul
Apenas vejo ... e desejo!

Espero
Quero
O melhor momento
Do mundano pensamento
Calmamente,  eu espero... porque quero!

Tu sorris
Tu, ali
Indefesa e desprotegida
Fera desassistida
Em meio a meus pensamentos banais... e vis!

Entendo
Compreendo
Há uma lógica destoante
Em teu rosto fascinante
Belo, formoso, estupendo!

E eu me declaro
Na negra noite, ou no dia claro:
Sou teu fã incondicional!
Não, o mundo não é banal:
Tu és bonita, e resistes
Porque tu és real, e existes!

Euclides Riquetti

domingo, 29 de setembro de 2019

Meus sonhos são teus...



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Meus sonhos são teus e os teus são meus
Descobri isso agora, não faz muito tempo
Teus sonhos são meus e os meus são teus
Não deixe que sejam levados pelo vento.

Quando meus sonhos aos teus se misturam
E, juntos, caminham na mesma estrada
Perceba que eles se fortalecem e maturam
Na busca da paz e da felicidade desejada.

Nossos sonhos se somam e se completam
São uma combinação harmônica e perfeita
Entre eles se degustam e se  locupletam.

Sonhar com você, simplesmente adoro
É o momento em que minha alma é refeita
Quando também me refaço e me enamoro!

Euclides Riquetti

Bamerindus 1980 - Assalto frustrado em Ouro




Tentativa de assalto ao Bamerindus completa hoje 37 anos

Foto a) Dr Pedro Morosini, hoje advogado  mora
em Ouro - SC. foto b) - sargento Morosini, que
atuava como Delegado Especial de Polícia na
mesma cidade. Créditos: Rádio Capinzal (RC).

          Setembro de 1980, eu havia voltado há poucos meses ao Ouro.  Lecionava na Escola Sílvio Santos. Em setembro, a oportunidade de ganhar um dinheirinho extra. Fui contratado para trabalhar durante o mês  na execução do serviço de recenseamento de toda a área urbana do município. Lá fui eu, de casa em casa, mapa da cidade na mão, maletinha  do IBGE sob o braço.  Era a época ideal para isso, estávamos  fugindo do Inverno, prestes a chegarmos à Primavera.

          Meu supervisor era o Rogério Baretta. Fizemos, em agosto, o  treinamento nas dependências do antigo Ginásio Padre Anchieta, juntamente com o pessoal de Capinzal. Naquela cidade, lembro que havia o Bragato e o Régis Golin atuando. Eu tinha outros companheiros: o Dirceu Cadore, popular Cadorna, na ára rural, e Francisco Miquelotto, na região de Linha Sete de Setembro. Lembro bem desses.

          Eu havia ficado oito anos morando fora, entre Porto União da Vitória e Duas Pontes, hoje Zortéa. Muitas pessoas não me conheciam mais. Comecei pelo centro da cidade, fui para o Bairro Navegantes e depois para o Parque e Jardim Ouro. Havia, no máximo, trinta famílias somando-se os dois bairros.

          Tenho alguns  fatos que ficaram fortemente registrados em minha memória. Primeiro, quando fui fazer o censo na casa do João Tessaro, ali na Rua Pinheiro Machado, ao terminar, agradeci a atenção da Dona Jaci e ela foi cuidar de seus afazeres domésticos. Ao descer da escada, revestida com cacos de cerâmica, foi "um tombo só". Fui parar lá na rua. Olhei para todos os lados e não vi ninguém, graças a Deus. Ia ser uma vergonha para mim. Uns pequenos esfolões, mas o produto do meu trabalho estava salvo: a maleta preservada, com os formulários dentro. Os óculos, que voaram longe, também intactos. Bem, os esfolões seriam resolvidos com um pouco de mertiolate...

          Dias depois, o maior e mais inesperado ( e inusitado) acontecimento da história de minha cidade: o assalto ao Banco Bamerindus. Lá trabalhavam alguns amigos e alunos, dentre eles: Minha futura cunhada, Marise Früauf, a Zanete Helt (Miqueloto), que virou minha comadre, O Ladir Reina, filho do Texaco, o Ivan Vitorazzi, sobrinho de minha madrinha Raquel, e o vigia, Onorino da Silva, irmão do Terto, e outros.

          Três bandidos, sendo um  menor em idade, que vieram de São Paulo para trabalhar na construção de um frigorífico em Capinzal, realizaram o assalto ao Banco, no horário de almoço.  Lembro que fecharam alguns funcionários no banheiro. Minha cunhada estava voltando do almoço com meu irmão, Piro,  e viram que o assalto estava acontecendo. Tiveram sorte. Funcionários, como o Texaco e o Onorino, foram feridos.

          A notícia espalhou-se em instantes pela cidade.As pessoas colocaram um caminhão atravessado em cada saída da Felip Schmidt para que os assaltantes não pudessem fugir. Lembro que algumas pessoas atiravam contra o Banco, como o Sr. Santo Segalin, com espingarda, e o Rangel, conhecido como  "Alemão da Carlota",  com seu 38.

          Mas a bravura maior veio com o então Delegado de Polícia, Sargento Pedro Morosini, que adentrou à agência dando tiros nos bandidos. Até saía fumaça pela porta, de tantos tiros trocados. Quando acabaram as balas, de ambos os lados, os assaltantes partiram de faca para cima do amigo  Mosorini, que acabou sendo projetado por sobre um banco de corvin preto (aquele em que a gente senta na frente do gerente para pedir empréstimo...) e ficou  defendendo-se com os pés.  Levou golpes de  faca na cabeça, tendo, inclusive, restado uma ponta de faca alojada ali  próximo do cérebro. E alguns chumbos de tiros de espingarda restaram cravados em seu pé.

          Foi um grande e sangrento combate: Ao final, dois assaltante mortos, estendidos ao chão. E o menor, sendo conduzido a pé, pelo Carleto Póggere, que o segurava pelo pescoço com o braço esquerdo e carregava seu revólver na mão direita. Encontrei-o e ele me disse: "Esse não vai incomodar mais ninguém", e o levou para a Cadeia do Ouro. Este, depois, foi recambiado para São Paulo, terra de origem.

          O Delegado Morosini teve muitos ferimentos. Mas, com coturno nos pés, defendeu-se bravamente dos golpes de faca desferido contra ele. E teve muita sorte de sobreviver.

          Nos dias que se seguiram, o pânico rondava as casas. Mal escurecia e todos trancavam portas e janelas. O trauma levou muitos meses para ser amenizado. Eu lembro que, quando fui fazer o censo na casa do Serafim Andrioni, a esposa dele não queria abrir a porta porque não me conhecia. E, na época, a cidade tinha 6.000 habitantes. Só depois que eu disse que era o filho do Guerino Riquetti que havia estudado em Porto União e voltado para casa,  que ela concordou em abrir.

         Seguramente,o assalto  foi um fato que ficará registrado em nossa Hístória. Já são 39 anos passados. Mas, coisas assim, a gente não esquece nunca...

Euclides Riquetti
11-03-2013

Todos os dias "te amo"!

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Em todos os dias eu te amo
Em todos eles eu te amei
Em todos os dias eu te amo
E em todos eles te amarei!

Te quis desde há tempos
Te quis e continuarei querendo
Te quero desde há muito tempo
E sempre te quererei querendo!

Penso em ti todos os dias
Em ti eu penso todas as horas
Penso em ti com alegria
Como estou pensando bem agora!

Com meu pensamento disperso
Com meu pensamento em ti
Componho versos e versos
E todos eles são pra ti!

Escrevo poemas com antecantos
Alguns inspirados, outros não
Componho-os para teus encantos
Escrevo-os com meu coração!

Euclides Riquetti
29-09-2019


sábado, 28 de setembro de 2019

Nas incertezas do tempo...




Fotos de Sereias


Flutuam nas águas serenas as sereias
Prateiam-se nos lustros raios solares
E, depois, vêm deitar-se nas areias
Vêm deleitar-se nas orlas dos mares.

Cantam, as sereias, os cantos líricos
Dançam, as sereias, as coreografias
Desfilam, nas areias, corpos líricos
Cantam canções de amor e nostalgia.

Enquanto as garças e  gaivotas voam
Os grunhidos espalham-se nas dunas
Nos rochedos, nossos gritos ecoam
Planam nos ares suas brancas plumas.

E se ocultam nas incertezas do tempo
As dores mais fortes e inimagináveis
Enquanto olho o mar e te contemplo
Nas lembranças suas, inapagáveis...

Euclides Riquetti
Nas

Rosa Champanhe



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Voltou minha rosa champanhe, voltou, sim
E eu a recebi com alegria, com muito gosto
Crescida ali num cantinho de meu jardim
Veio para enfeitar os dias do mês de agosto.

Uma rosa bonita, rosa linda, simplesmente
Que se ampara em galho verde e espinhoso
Foi plantada com carinho, verdadeiramente
Rosa delicada, com seu cheiro perfumoso...

Voltou, tinha que voltar, pois eu a esperava
E eu a abençoei com todo o  meu carinho
Veio me trazer o amor com que eu contava.

Uma rosa sublime, levemente encantadora
Seivada pelo amor, defendida pelo espinho
Rosa champanhe, sim, fortemente sedutora.

Euclides Riquetti

Um abraço eterno





Um poema romântico extraordinário
Algo assim, com palavras escolhidas
Escrevê-lo e guardá-lo num sacrário
Palavras singelas por você ouvidas...

Versos perfeitos, muito bem rimados
Estrofes harmonicamente organizadas
Pensamentos nossos tanto combinados
Almas gêmeas há muito encontradas...

Tão valiosos versos quanto um afago
Um passar de mão num rosto moreno
Por você eu me perco e me embriago...

Um poema de amor, algo até fraterno
O seu olhar sutil e meu amor sereno
Um beijo ardente, um abraço eterno.

Euclides Riquetti

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Poeta estradeiro



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Meu coração é maltrapilho
Mas meu coração é verdadeiro
Minha alma é serena
Minha alma é caprichosa
Minha alma é bondosa
Mas não é nada pequena.

Tenho um coração andarilho
Pois sou poeta estradeiro
Minha mente é secreta
Mas perpassa as fronteiras.
Minha mente é faceira
Minha conduta é discreta.

Meu coração é palpitante
Minha alma é prodigiosa
Tenho os braços de um gigante
Pra te abraçar, pra te agarrar
Lábios sedentos de te beijar
Mulher bonita e carinhosa!

Euclides Riquetti

Obrigado por me amar!




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Obrigado por me amar e me querer
Eu te amo!
Obrigado por sempre me ouvir te dizer:
Eu te amo!


Obrigado pelo teu sorriso
Eu te amo!
É de ti que eu tanto preciso
Porque eu te amo!

Obrigado por me entender
Eu te amo!
Obrigado pelo teu jeito de ser
Eu te amo!

Obrigado pelo beijo fatal
Eu te amo!
Obrigado, et... cetera e tal
Eu te amo!

Obrigado por me ouvir e compreender
Eu te amo!
Obrigado por me fazer viver
Eu te amo!

Obrigado por querer que eu te queira
Eu te amo!
Minha doce e leal companheira
Eu te amo!


Euclides Riquetti

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Versos brancos e rosas vermelhas




Sorriem os cravos e as rosas vermelhas
Como se a primavera tivesse chegado
No primeiro dia de agosto,  ensolarado
Dia de sol, amor explodindo em centelhas.

Sorriem as dálias e as sempre-vivas
Sorriem também os lírios acanhados
Saúdam você , que busca em sua vida
Ver os seus sonhos todos realizados.

Sorri você o seu sorriso qual criança
O gentil sorriso do rosto e da voz que fala
Que você guarda desde a sua infância.

E eu escrevo versos nas pétalas macias
E tomo o vinho que me inspira e embala
Com as palavras que me contagiam.

Euclides Riquetti

Eu vim te ver de madrugada






Transpus muralhas e paredes
Pra vir te ver de madrugada
Eu vim matar a minha sede
Voltei sedento, ganhei nada...

Não ganhei beijo, nem abraço
Nem o frescor de teu perfume
Vim e voltei com meu cansaço
Voando qual um vaga-lume...

Agora quero a compensação
Um "sim te quero, sim te amo"
Pra amainar minha frustração
Pra alegrar meu fim de ano!

Porque as muralhas e paredes
Não serão barreiras a impedir
Passá-las-ei por muitas vezes
Nada me impedir[a de vir!

Volto a  te ver de madrugada
Venho pra poder ficar contigo
Morena atraente, bronzeada
É só de ti que eu tanto preciso!

Euclides Riquetti

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O som que vem do tempo



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Escute, com seu coração, o som do tempo
Uma melodia agradável, afável, infinita
Uma música leve, divina, bonita
Escute, com seu coração, em cada momento
O som que vem... do tempo!

Escute e perceba a carga de sentimentos
A sensibilidade que aguça e que envolve
Até as lembranças que a vida não nos devolve
E que nos trouxeram dilemas e tormentos
No som que vem do tempo...

Não se importe  se ele não se move célere como o raio
Não se aflija  se ele não corresponde aos seus anseios
Não se intimide se ele a olha de frente ou de soslaio
Se ele vem beijar os seus lábios ou afagar seus seios
Mas escute o som... que vem do tempo!

O som do tempo, sim!
Aquele que vem para acalmar seu coração
Abrandar sua alma cheia de paixão
O som do tempo. Apenas ele, sim!

Euclides Riquetti