Em toda a
história da Humanidade, personagens se tornaram mais ou menos importantes segundo sua atuação como aventureiros, políticos, empreendedores ou
desportistas. Nas relações do Brasil, mesmo há pouco mais de 500 anos,
apareceram Cristóvão Colombo, Vasco da
Gama e Pedro Álvares Cabral. Em nosso contexto histórico, Dom Pedro I, Princesa
Leopoldina, Tiradentes, Nas Letras e jurídico foram muitos, com destaque para
Machado de Assis, José de Alencar e Rui Barbosa. Hoje, há tantos em todos os
meios e todos os cantos de nosso imenso território, que seria difícil
enumerá-los.
No contexto
mundial, na atualidade, mundo, o mais
famoso, ativista, ousado e contestado, aparece o Presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump. Também seu
antagonista, mas nem tanto, Vladimir Putin, da Rússia. Wolodimir Zelenski, da
Ucrânia, Benjamin Netaneahu, de Israel, Nicolás Maduro, o presidente
deposto da Venezuela, e até o argentino Javier Milei. Os governantes da China e
do Japão, por sua discrição, Só abrem a boca quando têm algo realmente muito
importante a dizer.
No Brasil, ah,
no nosso querido e maltratado Brasil, o território da grande confusão
política, dos muitos versados em corrupção, os personagens famosos se alternam.
Alguns aparecem e somem, nem deixando saudades. Outros, são cometas que
aparecem e se vão, alguns sem deixar nada de útil. Já tivemos Jânio Quadros,
Leonel Brisola. Temos o Fernando Henrique Cardoso, duas vezes presidente, que
acaba de ser interditado na Justiça pelos seus filhos, pois sua mente já não o
consegue orientá-lo para a clareza das ideias. Jair Bolsonaro, preso após condenação que até
hoje não se justifica e que não se reelegeu por causa de suas falas polêmicas, Lula,
ancião que tenta seu quarto mandato;
Romeu Zema, ex-Governador de
Minas Gerais e pré-candidato a Presidente da República pelo Partido Novo, que
está em conflito com o decano do STF, ministro Gilmar Mendes, o próprio,
Alexandre de Moraes, o Xandão, auto-empoderado
e vingativo, que quer colocar na cadeia todos os que pensam diferente dele. Tem
aquele Dias Toffolli, do STF, que só é famoso porque não autorizou Lula a ir ao
enterro do irmão dele e por ser aliado de outro famoso da atualidade, Daniel
Vorcaro, dono do Banco Master. E tem
aquele Fábio, filho de Lula, que este diz ser o Ronaldinho dos negócios, que
trabalhava num zoológico e se tornou muito rico.
Você, leitor,
até tem o direito de pensar diferente, de condenar uns e idolatrar outros, ter
suas preferências. Mas sabe que nem tudo é santidade na vida dos personagens.
No futebol,
Neymar Júnior e Renato Gaúcho, Arrascaeta, Abel (treinador do Palmeiras) e
Leila Pereira, a sua Presidente. Claro que cada torcedor tem seu ídolo, mas
isso não quer dizer que sejam “top da balada”. Aqueles jogadores, todos, da
seleção brasileira, bem sucedidos no dinheiro, mas que ainda devem ao Brasil.
Deveriam espelhar-se em Pelé e Garrincha, em todos os craques da deleção de
1970, em Ayrton Senna, em Oscar “Mão Santa” Schmidt, Hortência do Basquete, e
alguns outros.
Tenho alguns
que, preferencialmente, merecem o meu respeito e que alguns talvez você nem
conheça: Incontestável é a atuação de Luciano Hang, em Santa Catarina e no
território nacional, O Véio da Havan é engraçado, inteligente, ciativo,
empreendedor, e um ser humano que só é criticado por questões ideológicas. Mas
temos personagens que nos deleitam na internet, como o Piá da Lambari, a Nena
Prefeita, que fundou a Nenelândia, Chico Raiz, cheio de talento e excelente na
sua comunicação engraçada, Sobrinho ca Gerardina e seus familiares e compadres.
Na história
recente da TV: Sílvio Santos, o fundador do SBT, que alegrou muitos domingos
dos brasileiros, e Serginho Groismann, que aos sábados à noite apresenta o seu
Altas Horas na Vênus Platinada e a saudosa Hebe Camargo.
Mas temos todos
aqueles malas que viram notícias, que poluem os noticiários com suas atitudes,
que fazem demagogia, que mentem conforme sua conveniência, e assim por diante. Mas
você, cidadão de bem, deve ter seus ídolos, alguns bem perto de você, que são
seus pais e avós, seus irmãos, filhos, pessoas que merecem o seu, o meu, o
nosso respeito. Que nossos ídolos sejam os mais autênticos e verdadeiros, não
os produzidos pelas mídias, não os oportunistas, não os que nos dão com uma mão
e nos tiram com duas.
Euclides Riquetti – Escritor – www.blogdoriquetti.blogspot.com
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