Na sexta-feira, na metade da manhã, voltava de minha caminhada quando, no Trevo da BR 282, aqui em Joaçaba, conhecido como o Trevo da Reunidas, observei que uma bela garota, vestida discretamente de branco, seguraça uma plaqueta de cartolina com esta mensagem: "Estudante - Chapecó". Mais do que o sentimento de curiosidade, veio ao meu coração o sentimento da preocupação, do cuidado. A gente sabe dos perigos do mundo...
Aproximei-me, cumprimentei-a, perguntei se era acadêmica da UNOESC, o que cursava. "Medicina!", respondeu-me. E disse-me que as pessoas que passam não param. Mencionei-lhe de minha preocupação: Há dois lados a serem considerados, o primeiro é o de que ela está ali, exposta aos lobos. O segundo, é a de que as pessoas que transitam com os veículos também têm desconfiança em pegar caroneiros ao lado das rodovias. Ela concordou comigo.
Recomendei que saíde do local em que se encontrava, fiz-lhe ver que os veículos que vinham em velocidade não iriam possibilitar que os condutores lessem a mensagem. Indiquei-lhe um lugar para poicionar-se que fosse visto pelos que vinham do centro de Joaçaba, por duias razões: Tinham que parar para esperar pelo momento de entrarem na BR e seriam pessoas que, algumas delas, poderiam ir para Chapecó ou para o Oeste Catarinense. E, ainda, quando os carros parassem, ela poderia avaliar o tipo de pessoa que era. Ela assim o fez. Espero qu tenha dado certo para ela, conseguido sua carona e ido rever seus familiares com segurança.
Mas isso tudo me remeteu ao passado, a 1972, quando estudava em União da Vitória. Uma vez, num feriado de sábado, vim de lá até Joaçaba para visitar meus familiares no Ouro. Se viesse de trem, faria uma viagem de 13 horas. Gastaria o sábado para vir e o domingo para voltar. Apenas ficaria uma horas com meus queridos pais e irmãos e depois voltaria. Vindo de ônibus, via Palmas, sairia de lá às 6,30 e estaria em Joaçaba às 13 horas. Fiz isso. E, chegando na antiga Rodoviária, fui a pé até as proximidades do Hospital São Miguel.
Naquele tempo, não havia horários de ônibus no sábado, eram poucos os carros e a estrada era de chão, não tinha asfalto. raramente alguém ia a Capinzal ou Piratuba num sábado. Mas minha saudade era muita, meu pensamento era forte, precisava conseguir. Em menos de meia hora, parou um carro, um Corcel, com um casal bastente jovem, elegantes, óculos escuros. Conheci o cara. Vibrei. Pedi carona, eles gentilmente me deram a carona. Eu já o conhecia, ele vendia livros no Baixo Vale do Rio do Peixe. Eu era frentista e abasteci o carro dele muitas vezes, nos postos Dambrós e depois no Ipiranga.
Aquel bela e encantadora jovem, alguns anos depois, acabou minha colega de magistério. Professora na área de Letras em Joaçaba. Ele continuou como representante comercial, vendendo material didático-pedagógico para escolas e prefeituras. Hoje, encontro-o em Joaçaba, tenho muito carinho por eles, que me ajudaram a ficar pelo menos cinco horas a mais com meu familiares, num tempo em que não tínhamos carro nem telefone, e que a vida era muito dura. Eu trabalhava no Mallon, em União da Vitória e tinha aulas na FAFI aos sábados à terde. Não tinha como comprar um carro e nem como faltar vo serviço, pois o dinheiro era "contadinho". Pagava a "República Esquadrão da Vida", ali na Rua Professora Amazília, ao lado do Banco do Brasil. E meu pai me mandava dinheiro para pagar a mensalidade da faculkdade e o Inglês do Yázigy.
Minha filha, Michele, fez o que essa menina faz hoje. E eu me preocupava, achava que era doidice dela. Mas sei que imperava seu espírito de independência e de aventura. Quem sabe essa estudante de Medicina tenha que cuidar direitinho do seu dinheiro, pois estuda numa faculdade que não é pública. Imaginei o esforço da família para que ela possa estudar...E me emocionei.
Quantas vezes vi soldados do Batalhão de Porto União esperando caronas nas BRs. Quantas vezes dei carona a estudantes dos Colégios agrícolas de Água Doce e de Concórdia, aqui no Trevo do Chocodinho, até Ouro e Capinzal. Faço isso com alegria, reporto-me ao tempo, tenho saudades, amo isso! E me comovo só de lembrar...
Você deve estar curioso para saber qual o casal de Joaçaba que me deu carona. Pois hoje sei que eles têm uma filha médica, o pai, orgulhosamente, me falou dela. Ele costuma passar por algumas lojas da cidade, especialmente na Bortoluzzi, e deixar-lhes espigas de minho verde. Meu filho trabalhou por quatro anos lá e ganhou milho verde também. Com o tempo, descobriu que eu era amigo do cidadão Zeno.
Rendo, com muito carinho, esta homenagem ao ZENO e à professora IONE GAUZE. Que tenham muitos e muitos belos anos de vida! Que a generosidade de vocês se espalhe pelos corações de todas as pessoas. Grande abraço. Jamais esquecerei de vocês!
16-03-2014
sábado, 15 de março de 2014
Sentindo-me feliz
Eu hoje estou contente
Sentindo-me feliz
Nem bem sei o porquê
O que será que eu lhe fiz
Mas algo assim, de repente
Me deixou muito feliz.
Eu hoje descobri
Aquilo que eu sempre sabia
Saudade é nostalgia
É uma dorzinha que contagia
Mas não me impede nadinha
De eu ser feliz, feliz...
Eu hoje encontrei você
Porém você não me viu
Chamei pelo seu nome
Mas você não me ouviu
Então escrevi um poema
Igual a tantos que eu fiz
Declamei na madrugada
Pra deixar você feliz
Pois você em minha vida
É a musa que eu sempre quis
E você ouviu ali de longe
E como eu, ficou feliz!
Euclides Riquetti
15-03-2014
Sentindo-me feliz
Nem bem sei o porquê
O que será que eu lhe fiz
Mas algo assim, de repente
Me deixou muito feliz.
Eu hoje descobri
Aquilo que eu sempre sabia
Saudade é nostalgia
É uma dorzinha que contagia
Mas não me impede nadinha
De eu ser feliz, feliz...
Eu hoje encontrei você
Porém você não me viu
Chamei pelo seu nome
Mas você não me ouviu
Então escrevi um poema
Igual a tantos que eu fiz
Declamei na madrugada
Pra deixar você feliz
Pois você em minha vida
É a musa que eu sempre quis
E você ouviu ali de longe
E como eu, ficou feliz!
Euclides Riquetti
15-03-2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
As camisinhas do Amílcar
Me lembrei de uma das confusões em que o Amílcar se meteu. Comecei a rir sozinho e até olhei para os lados. Imaginei que, se alguém notasse, iria pensar que eu estava ficando maluco. (E teria razão, acho...) - Pois que o amigo dos tempos de Porto União da Vitória (você já sabe disso, mas não custa lembrar, pois assim conto que morei lá, estudei lá, trabalhei lá, casei-me lá!), quando esteve aqui em Joaçaba, ganhou de meu amigo Israel uns pacotinhos de sementes de verduras. Colocou no bolso, aquele que não era furado, o esquerdo. É que o direito, de tanto ele por o dedo lá no fundo pra coçar a perna, estava furado, já. Levou os envelopinhos de cor inox para casa e colocou sobre a mesa...
A Nena levantou-se cedo na terça-feira. Fez o chimarrão, olhos para a mesinha de centro, viu sobre ela os envelopinhos. Saiu dando tiros: "Quem foi que trouxe todas essas camisinhas para casa?!
O Amílcar, sem ver direito o que estava acontecendo, falou: "Asso que ganhei na sinalera no Dia do Carnaval, lá no Porto." E foi lavar o rosto, escovar os dentes, que só toma o chimarrão com os dentes bem escovados, que, diz, é uma questão de capricho. Concordo com ele!
Feita a higienização "total", foi para a cozinha e a nena veio com uma pedra em cada mão: "Véio, não me venha com conversa mole. "Qual é a tua intenção de trazer tanta camisinha para casa?"
Pois o Gringo de Palmas começou a rir, desatadamente. Ria, ria, que as veias do pesçoco pareciam duas mangueiras de jardim enroladas no seu pescoço. E, quanto mais ria, mais a Nena esbravejava...
Quando conseguiu se conter, disse: "Nena, minha véia querida. Essas daí num son camiseta, são semença de arface, cenora, sarsa, raditi e otras ainda. Ela olhou bem, pegou os pacotinhos, os óculos, e viu, nas letras pequenas, que eram sementes de hortaliças. E, também, deu boas risadas.´
Então, lembrei-me de uma ocasião em que um cara comprou preservativos e mandou pendurar porque estava com pressa. A mulher foi comprar medicamentos e, quando o atendente foi guardar a nota do fiado junto com as outras, ela viu que tinha a pendura das camisinhas, com data de uma semana em que ela tinha ido a uma excursão em Foz do Iguaçu. Foi um Deus-nos acuda na casa deles. E houve choro e ranger de dentes...
Diante de tudo, o Amilcar já tem uma concusão: Com a Nena não se brinca!
Euclides Riquetti
13-03-2014
A Nena levantou-se cedo na terça-feira. Fez o chimarrão, olhos para a mesinha de centro, viu sobre ela os envelopinhos. Saiu dando tiros: "Quem foi que trouxe todas essas camisinhas para casa?!
O Amílcar, sem ver direito o que estava acontecendo, falou: "Asso que ganhei na sinalera no Dia do Carnaval, lá no Porto." E foi lavar o rosto, escovar os dentes, que só toma o chimarrão com os dentes bem escovados, que, diz, é uma questão de capricho. Concordo com ele!
Feita a higienização "total", foi para a cozinha e a nena veio com uma pedra em cada mão: "Véio, não me venha com conversa mole. "Qual é a tua intenção de trazer tanta camisinha para casa?"
Pois o Gringo de Palmas começou a rir, desatadamente. Ria, ria, que as veias do pesçoco pareciam duas mangueiras de jardim enroladas no seu pescoço. E, quanto mais ria, mais a Nena esbravejava...
Quando conseguiu se conter, disse: "Nena, minha véia querida. Essas daí num son camiseta, são semença de arface, cenora, sarsa, raditi e otras ainda. Ela olhou bem, pegou os pacotinhos, os óculos, e viu, nas letras pequenas, que eram sementes de hortaliças. E, também, deu boas risadas.´
Então, lembrei-me de uma ocasião em que um cara comprou preservativos e mandou pendurar porque estava com pressa. A mulher foi comprar medicamentos e, quando o atendente foi guardar a nota do fiado junto com as outras, ela viu que tinha a pendura das camisinhas, com data de uma semana em que ela tinha ido a uma excursão em Foz do Iguaçu. Foi um Deus-nos acuda na casa deles. E houve choro e ranger de dentes...
Diante de tudo, o Amilcar já tem uma concusão: Com a Nena não se brinca!
Euclides Riquetti
13-03-2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
Liberta-te das amarras que te prendem
Liberta-te das amarras que te prendem
De quem te sufoca, de quem te reprime
Livra-te das almas que não te entendem
De quem te confunde e também te divide.
Busca encontrar quem te dê afeto
Quem te compreenda e te valorize
Busca encontrar o lugar certo
Onde possa ver que o céu azul existe...
Procura alguém na multidão imensa
Que possa ter um belíssimo coração
Onde possa colocar tua energia intensa
Alguém que possa compreender teus sonhos
Que possa te dar amor e viver a paixão
E conquistar teus belos olhos... e teus lábios risonhos...
Euclides Riquetti
13-03-2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
A Primeira Jipeira de Rio Capinzal
Quando criança, passava a pé pela antiga Rua do Comércio, hoje Presidente Kennedy, em Ouro, este ainda Distrito de Capinzal. Ia até a chácara do Nono Victório Baretta buscar laranjas e ameixas. Havia uma casa lá, sem moradores. Bem mais adiante foi o lugar onde meus avôs, Victório e Severina viveram seus últimos dias...
Quando subia pela rua, ainda de chão batido revestido com macadames, meu irmão mais velho, o Ironi, falava-me: "Aquela mulher, ali, que chegou com o jipe, não tem mais marido. Ele morreu. É irmã do Severino Dambrós". Filha do Seu Silvano e da Dona Deolinda, morava junto a eles.
E eu observada aquela jovem morena, cabelo escuro, sobrancelhas escuras, que tinha o rosto e os olhos parecendo ser de descendente de asiáticos, não de nossa colônia italiana. Consigo, no jipe, as filhas Rosane e Rejane, bem crianças ainda. Trazia também mantimentos no jipe, que encostava na frente de sua casa. Era meio esverdeado, tipo um verde abacate, muito bonito. Inteirinho!
Dona Ilse, de sobrenome Dambrós Busato, perdera o marido aos 24 anos. Tinha que trabalhar duro, indo quase todos os dias para os lados do Engenho Novo, em Capinzal, para cuidar de suas terras. Criava gado, teve que aprender a lidar com isso. Pegar, vacinar, tratar, cuidar... E até cerca costumava arrumar. Era uma brava mulher, de muita fibra. Chegava na cidade à tardinha, era muito bonito ver. Vinha pela Ponte Nova, descia pela Felip Schmidt e, na altura da atual Praça Pio XII, pegava o rumo da Coxilha Seca. Todos admiravam aquela senhora de postura séria, firme, bonita, morena...trabalhadeira e determinada!
Os anos foram-se passando, fui estudar em Porto União da Vitória, ao voltar fique três anos no Zortea. Em 1980 voltei ao Ouro, fui fazer o "Censo 80", do IBGE, na casa dela. Recebeu-me amavelmente, prestou todas as informações. Sempre reservada, mas já bem madura, tinha o carinho dos pais, dos irmãos, das filhas. Mais adiante, estive lá em minha campanha eleitoral, em 88, e fui muito bem recebido de novo. O Ivanor de Souza, marido da Rejane, fora meu aluno na Escola Sílvio Santos. Era mecânico. Hoje toca as granjas da família. É um rapaz muito forte e simpático.
Agora, aos 79 anos, Dona Ilse vive sua vida tranquila, tem o carinhoa das filhas e netos, é respeitada ve valorizada. Só quem acompanhou sua trajetória de vida pode avaliar o que ela representou para todos, inclusiva para a comunidade.
Na época em que apenas os homens dirigiam veículos automotores, ela dirigia seu jipe Willys e o fazia com habilidade, segurança, maestria. Era algo incomum uma mulher dirigir. Mas ela o fez. Foi pioneira nisso. Como muitas outras que perderam o esposo, e antigamente muitos homens morriam bastante jovens, tendo as viúvas que darem conta do cuidado com as propriedades e a educação dos filhos.
Parabéns, Dona Ilse,
Quando subia pela rua, ainda de chão batido revestido com macadames, meu irmão mais velho, o Ironi, falava-me: "Aquela mulher, ali, que chegou com o jipe, não tem mais marido. Ele morreu. É irmã do Severino Dambrós". Filha do Seu Silvano e da Dona Deolinda, morava junto a eles.
E eu observada aquela jovem morena, cabelo escuro, sobrancelhas escuras, que tinha o rosto e os olhos parecendo ser de descendente de asiáticos, não de nossa colônia italiana. Consigo, no jipe, as filhas Rosane e Rejane, bem crianças ainda. Trazia também mantimentos no jipe, que encostava na frente de sua casa. Era meio esverdeado, tipo um verde abacate, muito bonito. Inteirinho!
Dona Ilse, de sobrenome Dambrós Busato, perdera o marido aos 24 anos. Tinha que trabalhar duro, indo quase todos os dias para os lados do Engenho Novo, em Capinzal, para cuidar de suas terras. Criava gado, teve que aprender a lidar com isso. Pegar, vacinar, tratar, cuidar... E até cerca costumava arrumar. Era uma brava mulher, de muita fibra. Chegava na cidade à tardinha, era muito bonito ver. Vinha pela Ponte Nova, descia pela Felip Schmidt e, na altura da atual Praça Pio XII, pegava o rumo da Coxilha Seca. Todos admiravam aquela senhora de postura séria, firme, bonita, morena...trabalhadeira e determinada!
Os anos foram-se passando, fui estudar em Porto União da Vitória, ao voltar fique três anos no Zortea. Em 1980 voltei ao Ouro, fui fazer o "Censo 80", do IBGE, na casa dela. Recebeu-me amavelmente, prestou todas as informações. Sempre reservada, mas já bem madura, tinha o carinho dos pais, dos irmãos, das filhas. Mais adiante, estive lá em minha campanha eleitoral, em 88, e fui muito bem recebido de novo. O Ivanor de Souza, marido da Rejane, fora meu aluno na Escola Sílvio Santos. Era mecânico. Hoje toca as granjas da família. É um rapaz muito forte e simpático.
Agora, aos 79 anos, Dona Ilse vive sua vida tranquila, tem o carinhoa das filhas e netos, é respeitada ve valorizada. Só quem acompanhou sua trajetória de vida pode avaliar o que ela representou para todos, inclusiva para a comunidade.
Na época em que apenas os homens dirigiam veículos automotores, ela dirigia seu jipe Willys e o fazia com habilidade, segurança, maestria. Era algo incomum uma mulher dirigir. Mas ela o fez. Foi pioneira nisso. Como muitas outras que perderam o esposo, e antigamente muitos homens morriam bastante jovens, tendo as viúvas que darem conta do cuidado com as propriedades e a educação dos filhos.
Parabéns, Dona Ilse,
terça-feira, 11 de março de 2014
Você é o sol, a luz, a água, o vinho
Você é o sol que me alimenta
Você é a luz que nunca se apaga
É a água que me sustenta
É o vinho que me embriaga.
Você é a flor que mais me encanta
Você é a estrela que não se extingue
É minha força e minha esperança
É a cor que meu horizonte cinge.
E, por ser sol e ser luz
Por me alimentar e não se apagar
É a estrela que me seduz
É o vinho que me faz amar.
E, por ser flor e ser encanto
Encanta minhas tardes de verão
E, por ser a lágrima de meu pranto
Alenta as mágoas de meu coração...
Euclides Riquetti
11-03-2014
Você é a luz que nunca se apaga
É a água que me sustenta
É o vinho que me embriaga.
Você é a flor que mais me encanta
Você é a estrela que não se extingue
É minha força e minha esperança
É a cor que meu horizonte cinge.
E, por ser sol e ser luz
Por me alimentar e não se apagar
É a estrela que me seduz
É o vinho que me faz amar.
E, por ser flor e ser encanto
Encanta minhas tardes de verão
E, por ser a lágrima de meu pranto
Alenta as mágoas de meu coração...
Euclides Riquetti
11-03-2014
domingo, 9 de março de 2014
Perdas que nos entristecem.
Perdas acontecem e nos entristecem. Principalmente quando envolvem pessoas a quem queremos bem. Viver uma história, em cada cidade, em cada lugar em que se viveu, ou mesmo esteve de passagem, sempre nos prmite registrar a presença de pessoas queridas e simpáticas. E, quando ficamos sabendo de que elas nos deixaram, foram morar com Deus, começamos a relembrar de situações que com elas compartilhamos.
Há poucos dias, em Capinzal, falaram-me de que a amiga Ivone (Dorini) Benetti, havia falecido. Fiquei muito surpreso, até assustado. Ela foi uma grande amiga. Nossa amiga! A Ivone, professora no Belisário Penna durante muitos anos, foi nossa companheira nos tempos em que construímos a sede da APROC - Asociação dos Professores de Ouro e Capinzal. Nos eventos que promovíamos para angariar fundos para as obras, lá estava ela juntamente com as duas Nair, a Andrioni e a Toigo, a Dona Saydi, mais a Dona Nadir, que chamávamos de "Tia da Auto Elite". O mesmo time, juntamente com outras guerreiras, também atuava fortemente nas Festas de São Paulo Apóstolo. Gente que tinha no sangue o desejo de servir sua comunidade, suas intituições. Lamentei profundamente a perda da amiga Ivone. Fiquei com seu sorriso bondoso em mim, não esquecerei jamais da colega e amiga Professora Ivone Benetti.
Nesta tarde de domingo, recebo um recado de que a mãe da colega de muitos anos na Escola, Sílvio Santos, em Ouro, da Neusa Bonamigo, Dona Lúcia, viera a falecer. E, nessas ocasiões, meu pensamento volta ao passado, busca lembrar dos momentos de convivência. Conheci-a em 1989, quando estávamos apoiando a construção do Salão Comunitário de Novo Porto Alegre. Esposa de seu Jacob Bonamigo, que eu conheci aos doze anos. Os Bonamigo de Novo Porto Alegre, Jacob, Ermínio, Alduíno e Basílio, com suas esposas, logicamente, vinham com suas pick ups e rurais trazer queijos coloniais para o comércio de Capinzal e Ouro. Era tudo feito com muito capricho, tinha a dosagem de sal perfeita.
Há mais de 20 anos, um dia, recebi em meu Gabinete o Sr. Jacob. Viera pedir-me uma máquina para desvirar seu carro, que havia capotado na curva localizada próximo à residência de Félix Masson, na subida para a Coxilha Seca. Estava bem, nada de grave lhe acontecera, graças a Deus. Ia levar o carro para a Auto Elite e pegar um novo. Assim o fez. Era um agricultor muito bem organizado, sério, religioso, por isso mesmo bem sucedido.
Nossa amizade sempre foi muito efetiva e sincera com o Sr. Jacob e sua esposa Dona Lúcia. Lembro-me, quando em 1989, levei a Maria Salete, Gerente da antiga Telesc até a casa deles no Novo Porto Alegre, para resolver uma pendência com relação ao telefone que havia adquirido e não fora instalado. Algumas palavras, uma pequena negociação e, poucos dias depois, estavam felizes com o telefone fixo em casa, numa época em que nem todas as pessoas da área urbana podiam ter um. O conforto, a organização e o capricho eram três características deles.
Sempre muito amigos, visitei-os algumas vezes em sua nova morada, no Parque e Jardim Ouro. Eu sentia que o casal gostava de conversar comigo. E eu também posso dizer o mesmo em relação a eles. A Dona Lúcia tinha problemas com os dedos dos pés, provavelmente uma artrite muito aguda. Mostrava-me os pés, eu lhes dava ânimo. E ela ria. Sorria, animava-se! O Seu Jacob me contava sobre os cuidados que tinha com seu coração, era assíduo frequentador do Consultório do Doutor Dantas, o famoso cardiologista de Joaçaba, em quem muito confiava. E estava muito bem enturmado com os amigos da Terceira idade do Parque e Jardim Ouro.
No ano passado o Jacob nos deixou. Estive lá, conversei com a esposa, com os filhos e netos. Ela me dizia que o marido havia ido juntar-se à filha que perderam há alguns anos e que, com o tempo, ela iria para lá também. Argumentei que ela tinha os filhos e netos, que devia lutar para não deprimir-se, ficar firme para ver todos bem encaminhados.
Agora nossa simpática e gentil amiga nos deixa definitivamente, vai juntar-se ao esposo amado, à filha amada, que partiu muito jovem. Pode partir com toda a certeza de que todos os que a conheceram e com ela conviveram, com a mesma força que lhe devotaram respeito e admiração, vão devotar-lhe orações. E, como diz a neta Camila, virou uma estrela que foi juntar-se aos demais entes queridos, lá no céu, e fica protegendo os que aqui ficaram....
Estejam bem, amiga Ivone, amiga Lúcia, amigo Jacob!
Euclides Riquetti
09-03-2014
Há poucos dias, em Capinzal, falaram-me de que a amiga Ivone (Dorini) Benetti, havia falecido. Fiquei muito surpreso, até assustado. Ela foi uma grande amiga. Nossa amiga! A Ivone, professora no Belisário Penna durante muitos anos, foi nossa companheira nos tempos em que construímos a sede da APROC - Asociação dos Professores de Ouro e Capinzal. Nos eventos que promovíamos para angariar fundos para as obras, lá estava ela juntamente com as duas Nair, a Andrioni e a Toigo, a Dona Saydi, mais a Dona Nadir, que chamávamos de "Tia da Auto Elite". O mesmo time, juntamente com outras guerreiras, também atuava fortemente nas Festas de São Paulo Apóstolo. Gente que tinha no sangue o desejo de servir sua comunidade, suas intituições. Lamentei profundamente a perda da amiga Ivone. Fiquei com seu sorriso bondoso em mim, não esquecerei jamais da colega e amiga Professora Ivone Benetti.
Nesta tarde de domingo, recebo um recado de que a mãe da colega de muitos anos na Escola, Sílvio Santos, em Ouro, da Neusa Bonamigo, Dona Lúcia, viera a falecer. E, nessas ocasiões, meu pensamento volta ao passado, busca lembrar dos momentos de convivência. Conheci-a em 1989, quando estávamos apoiando a construção do Salão Comunitário de Novo Porto Alegre. Esposa de seu Jacob Bonamigo, que eu conheci aos doze anos. Os Bonamigo de Novo Porto Alegre, Jacob, Ermínio, Alduíno e Basílio, com suas esposas, logicamente, vinham com suas pick ups e rurais trazer queijos coloniais para o comércio de Capinzal e Ouro. Era tudo feito com muito capricho, tinha a dosagem de sal perfeita.
Há mais de 20 anos, um dia, recebi em meu Gabinete o Sr. Jacob. Viera pedir-me uma máquina para desvirar seu carro, que havia capotado na curva localizada próximo à residência de Félix Masson, na subida para a Coxilha Seca. Estava bem, nada de grave lhe acontecera, graças a Deus. Ia levar o carro para a Auto Elite e pegar um novo. Assim o fez. Era um agricultor muito bem organizado, sério, religioso, por isso mesmo bem sucedido.
Nossa amizade sempre foi muito efetiva e sincera com o Sr. Jacob e sua esposa Dona Lúcia. Lembro-me, quando em 1989, levei a Maria Salete, Gerente da antiga Telesc até a casa deles no Novo Porto Alegre, para resolver uma pendência com relação ao telefone que havia adquirido e não fora instalado. Algumas palavras, uma pequena negociação e, poucos dias depois, estavam felizes com o telefone fixo em casa, numa época em que nem todas as pessoas da área urbana podiam ter um. O conforto, a organização e o capricho eram três características deles.
Sempre muito amigos, visitei-os algumas vezes em sua nova morada, no Parque e Jardim Ouro. Eu sentia que o casal gostava de conversar comigo. E eu também posso dizer o mesmo em relação a eles. A Dona Lúcia tinha problemas com os dedos dos pés, provavelmente uma artrite muito aguda. Mostrava-me os pés, eu lhes dava ânimo. E ela ria. Sorria, animava-se! O Seu Jacob me contava sobre os cuidados que tinha com seu coração, era assíduo frequentador do Consultório do Doutor Dantas, o famoso cardiologista de Joaçaba, em quem muito confiava. E estava muito bem enturmado com os amigos da Terceira idade do Parque e Jardim Ouro.
No ano passado o Jacob nos deixou. Estive lá, conversei com a esposa, com os filhos e netos. Ela me dizia que o marido havia ido juntar-se à filha que perderam há alguns anos e que, com o tempo, ela iria para lá também. Argumentei que ela tinha os filhos e netos, que devia lutar para não deprimir-se, ficar firme para ver todos bem encaminhados.
Agora nossa simpática e gentil amiga nos deixa definitivamente, vai juntar-se ao esposo amado, à filha amada, que partiu muito jovem. Pode partir com toda a certeza de que todos os que a conheceram e com ela conviveram, com a mesma força que lhe devotaram respeito e admiração, vão devotar-lhe orações. E, como diz a neta Camila, virou uma estrela que foi juntar-se aos demais entes queridos, lá no céu, e fica protegendo os que aqui ficaram....
Estejam bem, amiga Ivone, amiga Lúcia, amigo Jacob!
Euclides Riquetti
09-03-2014
sábado, 8 de março de 2014
Na noite serenada
Na noite serenada
Bem de madrugada
Eu te encontrei.
Estavas caminhando
Quem sabe procurando
Me encontrar na estrada
Bem de madrugada
Na noite serenada.
Na noite serenada de março
Também te procurei
E eu não disfarço...
Viramos dois caminhantes
Duas almas errantes
Que vagavam naquela estrada
Divinamente serenada.
Naquele sábado de março
De baixo para cima
E de cima para baixo
Com os pés descalços.
Era um corpo desnudo
De mãos dadas e pensamentos afinados
Sintonizados
Despidos de tudo.
Apenas vestidos de amor e de paixão
Andávamos sem destino
Procurando abrigo
No nada
Na noite estrelada
Mas serenada!
.
Euclides Riquetti
09-03-2014
Bem de madrugada
Eu te encontrei.
Estavas caminhando
Quem sabe procurando
Me encontrar na estrada
Bem de madrugada
Na noite serenada.
Na noite serenada de março
Também te procurei
E eu não disfarço...
Viramos dois caminhantes
Duas almas errantes
Que vagavam naquela estrada
Divinamente serenada.
Naquele sábado de março
De baixo para cima
E de cima para baixo
Com os pés descalços.
Era um corpo desnudo
De mãos dadas e pensamentos afinados
Sintonizados
Despidos de tudo.
Apenas vestidos de amor e de paixão
Andávamos sem destino
Procurando abrigo
No nada
Na noite estrelada
Mas serenada!
.
Euclides Riquetti
09-03-2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
À mulher amada, no Dia da Mulher!
À mulher, o poeta mandou flores vermelhas
E lhe deu paixão
Em centelhas.
Escreveu-lhe versos de amor
Que desenhou
Nas pétalas de uma flor.
Desenhou também um coração
E nele seus nomes pincelou
Com toda a sublime devoção:
A de armá-la, infinitamente
A de respeitá-la, eternamente
A de cortejá-la, docemente
A de valorizá-la, certamente.
E o poeta fez-lhe versos supreendentes
Alegres
Bonitos
Românticos
Comoventes!
Pintou com suas palavras um retrato sem igual
Fantástico
Belíssimo
Magistral.
O poeta queria mandar-lhe um jardim todo.
Mas seria tolo
Se assim o fizesse.
Melhor que ele mesmo lhe dissesse:
Mando-lhe um ramalhete de cada vez
Assim me diz minha sensatez.
Educado,
Preciso fazer-lhe um agrado
Mostrar-lhe minha alegria
Um pouco de cada dia.
À mulher amada
A certeza de ser cortejada
Desejada
Endeusada!
Ao poeta
Que não é Deus nem profeta
Apenas uma certeza:
Poder descrever sua beleza
Infinita
De mulher bonita.
E fazê-la sentir-se, todos os dias
Muito bem amada
Pois é assim que ele a quer:
Feliz sempre, ter muita alegria
Pois todo o dia é dia
É Dia da Mulher!
Euclides Riquetti
08-03-2014
E lhe deu paixão
Em centelhas.
Escreveu-lhe versos de amor
Que desenhou
Nas pétalas de uma flor.
Desenhou também um coração
E nele seus nomes pincelou
Com toda a sublime devoção:
A de armá-la, infinitamente
A de respeitá-la, eternamente
A de cortejá-la, docemente
A de valorizá-la, certamente.
E o poeta fez-lhe versos supreendentes
Alegres
Bonitos
Românticos
Comoventes!
Pintou com suas palavras um retrato sem igual
Fantástico
Belíssimo
Magistral.
O poeta queria mandar-lhe um jardim todo.
Mas seria tolo
Se assim o fizesse.
Melhor que ele mesmo lhe dissesse:
Mando-lhe um ramalhete de cada vez
Assim me diz minha sensatez.
Educado,
Preciso fazer-lhe um agrado
Mostrar-lhe minha alegria
Um pouco de cada dia.
À mulher amada
A certeza de ser cortejada
Desejada
Endeusada!
Ao poeta
Que não é Deus nem profeta
Apenas uma certeza:
Poder descrever sua beleza
Infinita
De mulher bonita.
E fazê-la sentir-se, todos os dias
Muito bem amada
Pois é assim que ele a quer:
Feliz sempre, ter muita alegria
Pois todo o dia é dia
É Dia da Mulher!
Euclides Riquetti
08-03-2014
Nada há no céu azul
Nada há no céu azul
Além de meus pensamentos que trilham
Buscando encontrar teus olhos que brilham
E o desejo de mergulhar profundamente
Infinitamente e perdidamente
Em teu corpo fogoso e... atraente!
E, por detrás das nuvens esparsas
A vontade de encontrar encantamentos
De acasalar corpos e sentimentos
De abraçar-te com vigor e tenacidade
De refutar as fugacidades e veleidades
De trocar a dor pela inspiração
De ouvir as notas de uma sublime canção
De amor e de saudades!
Nada há no céu azul que não seja o nosso sonhar
Nada há no céu azul que não seja a vontade de te encontrar!
É no céu azul que flutuam as almas serenas
É no céu azul que eu disperso meus versos
E que nos abraçamos e nos beijamos
Nós dois. Apenas nós dois!
Euclides Riquetti
06-03-2014
Além de meus pensamentos que trilham
Buscando encontrar teus olhos que brilham
E o desejo de mergulhar profundamente
Infinitamente e perdidamente
Em teu corpo fogoso e... atraente!
E, por detrás das nuvens esparsas
A vontade de encontrar encantamentos
De acasalar corpos e sentimentos
De abraçar-te com vigor e tenacidade
De refutar as fugacidades e veleidades
De trocar a dor pela inspiração
De ouvir as notas de uma sublime canção
De amor e de saudades!
Nada há no céu azul que não seja o nosso sonhar
Nada há no céu azul que não seja a vontade de te encontrar!
É no céu azul que flutuam as almas serenas
É no céu azul que eu disperso meus versos
E que nos abraçamos e nos beijamos
Nós dois. Apenas nós dois!
Euclides Riquetti
06-03-2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Sorria a Lua
Sorria a Lua com seu jeito acanhado
O seu sorriso dócil, gentil, encantado
Sorria aquele sorriso de alma pequenina
Que me deixava deslumbrado
Porque eu amava o seu sorriso de menina.
Amei desde sempre
Desde que eu estava no ventre
De minha mãe (querida!).
Certamente!
Oh, terno sorriso a ameigar meus sentimentos
A amainar meus instintos
A me confortar em todos os momentos:
Vem abraçar o amor que eu sinto
E que me faz poeta e cantador
E que faz de mim um amante trovador.
Sorria levemente
Delicadamente
O seu sorriso bendito
Bonito
Envolvente.
Sorria. Apenas sorria.
E deixe seu prateado beijar
Com seu afeto lunar
Os meus lábios sedentos!
Euclides Riquetti
06-03-2014
O seu sorriso dócil, gentil, encantado
Sorria aquele sorriso de alma pequenina
Que me deixava deslumbrado
Porque eu amava o seu sorriso de menina.
Amei desde sempre
Desde que eu estava no ventre
De minha mãe (querida!).
Certamente!
Oh, terno sorriso a ameigar meus sentimentos
A amainar meus instintos
A me confortar em todos os momentos:
Vem abraçar o amor que eu sinto
E que me faz poeta e cantador
E que faz de mim um amante trovador.
Sorria levemente
Delicadamente
O seu sorriso bendito
Bonito
Envolvente.
Sorria. Apenas sorria.
E deixe seu prateado beijar
Com seu afeto lunar
Os meus lábios sedentos!
Euclides Riquetti
06-03-2014
terça-feira, 4 de março de 2014
Duas Campeãs no Carnaval de Joaçaba!
O Carnaval de Joaçaba, que começou na sexta-feira à noite com o Carnafolia realizado na Praça da Catedral, chega ao seu fim na noite de hoje com mais folia. Durante o ano todo as Escolas de Samba de Joaçaba e Herval d 'Oeste se preparam e organizam para brilhar em apenas duas noites. No sábado e na segunda, os dois desfiles na Avenida XV de Novembro, área central de Joaçaba, conferem brilho ao melhor carnaval do Sul do Brasil.
Nossas 4 escolas, Acadêmicos do Grande Vale (convidada pelo segundo ano), Aliança, Vale Samba e Unidos do Herval (esta de Herval d 'Oeste), fizeram bonito na Avenida do Samba. Amantes do carnaval de nossa microrregião e até do exterior invadiram Joaçaba e Herval para nosso grande evento, que é desproporcional ao número de habitantes das duas cidades (Joaçaba 28.000 e Herval d'Oeste 22.000 = 50.000 habitantes). Mas, aqui, não apenas o samba corre nas veias da maior parte da população: infiltra-se e aflora a paixão pelo carnaval.
Quem aqui chega pela primeira vez, surprende-se pela gandiosidade do evento. Mais de 5.000 pessoas desfilando. Quase três dezenas de carros alegóricos. Mestre-salas e porta-bandeiras, casais, madrinhas de bateria, rainha do Carnaval,baterias, anônimos e famosos, times de cantores puxando os sambas-enredos e... muito samba no pé. Muita gente bonita! Posso garantir que a criatividade é extraordinária. E que temos escolas que se equivalem, na qualidade e organização, a escolas do grupo principal de São Palo e do Rio de Janeiro. E não é ufanism é constatação!
Estão de parabéns os presidentes das agremiações pela dedicação e grande liderança, que fazem com que os liderados deem de seu suor para que o evento tenha o brilhantismo que teve: Unidos do Herval: Sérgio Gioacometti;Vale Samba: Elânderson Correa; Alinça: Junior de Sá; e Acadêmicos do Grande Vale, Jorge Zamoner.
Agora há pouco, a apuração dos resultados. 24 jurados trazidos do Rio de Janeiro, conhecedores do carnaval e de seus fundamentos e regras, atribuíram notas que resultaram na seguintes classificação, lembrando que a Acadêmicos não é valiada ainda, o que vai acontecer somente em 2015.
Neste carnaval, tivemos:
Segundo lugar: Vale Samba
Escolas Campeãs: ALIANÇA E UNIDOS DO HERVAL
Nota importante: A Unidos do Herval perdeu 2/10 de ponto por não ter colocado na avenida o número adequado de bahianas. Se o tivesse feito, seria a campeã isolada.
No Carnafolia, realizado de sexta a terça-feira, participaram sete blogos, sendo que pelos critérios de avaliação dos organizadores, houve premiação para dois deles:
Vice-campeão: Bloco DNA
Campeão: Bloco Os Iguanas
Vale ressaltar o grande empenho do Presidente da LIESJHO, Sérgio Giacometti e do Tesoureiro Gilmar Bonamigo ( o Bona), para o sucesso do evento e toda uma equipe de dirigentes da Liga e de cada uma das escolas.
Parabéns, Joaçaba, parabéns Herval d 'Oeste, parabéns às escolas campeãs!
Euclides Riquetti
04-03-2014
Nossas 4 escolas, Acadêmicos do Grande Vale (convidada pelo segundo ano), Aliança, Vale Samba e Unidos do Herval (esta de Herval d 'Oeste), fizeram bonito na Avenida do Samba. Amantes do carnaval de nossa microrregião e até do exterior invadiram Joaçaba e Herval para nosso grande evento, que é desproporcional ao número de habitantes das duas cidades (Joaçaba 28.000 e Herval d'Oeste 22.000 = 50.000 habitantes). Mas, aqui, não apenas o samba corre nas veias da maior parte da população: infiltra-se e aflora a paixão pelo carnaval.
Quem aqui chega pela primeira vez, surprende-se pela gandiosidade do evento. Mais de 5.000 pessoas desfilando. Quase três dezenas de carros alegóricos. Mestre-salas e porta-bandeiras, casais, madrinhas de bateria, rainha do Carnaval,baterias, anônimos e famosos, times de cantores puxando os sambas-enredos e... muito samba no pé. Muita gente bonita! Posso garantir que a criatividade é extraordinária. E que temos escolas que se equivalem, na qualidade e organização, a escolas do grupo principal de São Palo e do Rio de Janeiro. E não é ufanism é constatação!
Estão de parabéns os presidentes das agremiações pela dedicação e grande liderança, que fazem com que os liderados deem de seu suor para que o evento tenha o brilhantismo que teve: Unidos do Herval: Sérgio Gioacometti;Vale Samba: Elânderson Correa; Alinça: Junior de Sá; e Acadêmicos do Grande Vale, Jorge Zamoner.
Agora há pouco, a apuração dos resultados. 24 jurados trazidos do Rio de Janeiro, conhecedores do carnaval e de seus fundamentos e regras, atribuíram notas que resultaram na seguintes classificação, lembrando que a Acadêmicos não é valiada ainda, o que vai acontecer somente em 2015.
Neste carnaval, tivemos:
Segundo lugar: Vale Samba
Escolas Campeãs: ALIANÇA E UNIDOS DO HERVAL
Nota importante: A Unidos do Herval perdeu 2/10 de ponto por não ter colocado na avenida o número adequado de bahianas. Se o tivesse feito, seria a campeã isolada.
No Carnafolia, realizado de sexta a terça-feira, participaram sete blogos, sendo que pelos critérios de avaliação dos organizadores, houve premiação para dois deles:
Vice-campeão: Bloco DNA
Campeão: Bloco Os Iguanas
Vale ressaltar o grande empenho do Presidente da LIESJHO, Sérgio Giacometti e do Tesoureiro Gilmar Bonamigo ( o Bona), para o sucesso do evento e toda uma equipe de dirigentes da Liga e de cada uma das escolas.
Parabéns, Joaçaba, parabéns Herval d 'Oeste, parabéns às escolas campeãs!
Euclides Riquetti
04-03-2014
Quando tu me disseste adeus
Quando tu me disseste adeus
Não tiveste coragem de olhar
Nos olhos meus
E nem eu consegui fitar
Os olhos teus.
Quando tu me disseste adeus
O mundo desabou:
O céu escureceu
O sonho se apagou
E minha alma feneceu.
Quando tu te arrependeste
E já era tarde
Tu me surpreendeste.
Respondi, sem alarde
Que há muito me perdeste.
Talvez eu tenha mentido
E tu tenhas sentido
A mágoa que se instalara
Em meu ser.
Resolvi tomar novo rumo
Um caminho novo, presumo
Onde encontre o amor que eu buscara
E que me faça reviver.
Apenas reviver...
Euclides Riquetti
04-03-2014
Não tiveste coragem de olhar
Nos olhos meus
E nem eu consegui fitar
Os olhos teus.
Quando tu me disseste adeus
O mundo desabou:
O céu escureceu
O sonho se apagou
E minha alma feneceu.
Quando tu te arrependeste
E já era tarde
Tu me surpreendeste.
Respondi, sem alarde
Que há muito me perdeste.
Talvez eu tenha mentido
E tu tenhas sentido
A mágoa que se instalara
Em meu ser.
Resolvi tomar novo rumo
Um caminho novo, presumo
Onde encontre o amor que eu buscara
E que me faça reviver.
Apenas reviver...
Euclides Riquetti
04-03-2014
domingo, 2 de março de 2014
Carnaval em Joaçaba - considerações sobre desfile de sábado
No sábado, 01, aconteceu, na Avenida XV de Novembro, em Joaçaba, o desfile das Escolas de Samba que concorrem ao título deste ano, e da Acadêmicos do Grande Vale, que desfilou em seu segundo ano como convidada. Seguramente, após provar que é bem estruturada e organizada, estará apta a concorrer em 2015. É muito bem dirigida: O seu Presidente é também seu carnavalesco, o experiente ator e professor Jorge Zamoner. É dirigida e integrada por dissidentes de outras escolas, principalmente da Vale Samba. Claro que, para competir de verdade, terá que evoluir bem mais. Mas o que se viu neste seu segundo ano é que houve uma grande evolução em relação ao anterior.
Na sequência, a Aliança, que é a escola mais poderosa da cidade, dirigida por gente que "pode". O Presidente Júnior Sá, que sofreu acidente de moto recentemente, fez a parte dele como de costume. É um grande articulador e, mesmo em cadeira de rodas, esteve conferindo todos os lances. Alegorias perfeitas, muita gente bonita nos carros e nas alas. Aliás, gente bonita foi a tônica deste ano nas escolas, nas arquibancadas, nas ruas, no Carnafolia. A Aliança trouxe o ator global Nando Rodrigues, o Virgílio, da segunda fase em "Em Família, novela da TV Globo". Traz, também, muitos profissionais de fora para executar dar consultoria nos trabalhos. Aqui é conhecida como "A Escola dos Médicos" por ter alguns deles envolvidos.
A Vale Samba, que tem sempre muito samba no pé, trouxe a esplendorosa Mara Kelly, do carnaval paulista. É presidida pel Elânderson Correa, filho do Elói e da Dora, lá de Capinzal. Gosto e admiro muito o trabalho do Elan aqui em Joaçaba. Aliás, desde os tempos da Fanfarra de Capinzal, em que ele era um menino ainda, ele vem mostrando seu inegável talento. Hoje, professor universitário de publicitário, tem grande espaço na área profissional e social aqui em Joaçaba. A amiga Dora deve estar orgulhando-se dele lá no céu... A Vale tem sempre muita arte em suas alegorias e alas. Como tem menos recursos disponíveis, usa muito a criatividade para compensar. Contou com o apoio iprescindível do laticínio Tirol de Treze Tílias.
E, por fim, a Unidos do Herval, que neste ano teve o patrocínio da poderosa Havan. Todos os anos há reclamações de seus dirigentes e integrantes com relação aos resultados. No ano passado, reclamaram muito. E com razão, penso eu. Um jurado deu-lhe uma nota ridícula num quesito, destoando das demais. parecia que o cara tinha raiva da Escola. A presença do ator Felipe Tito, que participou da novela "Viver a Vida", foi positiva e negativa, infelizmente. Positiva porque participou de eventos da escola nos dias que antecederam o do desfile, integrando-se à mesma e aos seus adeptos, dando-lhes grande motivação. Negativa, porque andou mostrando o dedo numa posição muito inconveniente para um grupo de pessoas durante o desfile. A foto ganhou espaço nas redes sociais e estão desancando-o, com razão. Eu acho que, no entusiasmo do desfile, com muita empolgação e vibração, alguns dos que desfilam pecam por pequenos detalhes que são muito considerados pelos jurados, prejudicando a mesma nos pontos. Gosto de ver o amigo Nolberto Zulian, que trabalhou comigo no passado, na bateria da Unidos. É um apaixonado por carnaval e pela Unidos.
Vi o desfile na posição de largada de cada escola. Há, guardadas as proporções (locais), muito luxo. Ainda ótimos puxadores de samba e músicos que os acompanham. Baterias que mexem bem com o público em todas as escolas. Li, nas redes sociais, o comentário de um rapaz que acha que a vinda de muitas pessoas de fora para desfilar, com pouca identidade com as escolas, reduz a vibração e o entusiasmo na Avenida. Acho que ele tem razão. É como time de futebol: quando o jogador é "prata da casa", ele se doa muito ao time. Quando contratado a peso de ouro, nem tanto. Por outro lado, a presença de pessoas das outras cidades vai criando uma grande fraternidade entre os membros de cada uma.
Como nos anos anteriores, a campeão vai ser decidida nos detalhes. Ainda há o desfile desta segunda, em que algumas considerações são levadas em conta pelos jurados. São 24 jurados e um Coordenador, todos vindos do rio de Janeiro, conhecedores de Carnaval. Isso prova que nosso carnaval é bem profissional. os investimentos são fabulosos. A vontade de vencer é muita. A divergência de opinião sobre fazer ou não no centro da cidade, bem como sobre os investimentos públicos e sobre os transtornos que o evento causa ao trânsito e as perdas dos comerciantes na área central são colocadas, em todo o momento, na internet, nos portais locais e no facebook.
Bem, sempre dizem que toda a unanimidade é burra, por isso mesmo há as divergências. Sabemos que, após a divulgação dos resultados oficiais, vamos ter a comemoração dos campeões e a reclamação dos demais, que dura por pelo menos um mês. Se ficar em 15 dias está bom. Se durarem apenas uma semana, vai ser "aquela paz".
Euclides Riquetti
03-03-2014.
Na sequência, a Aliança, que é a escola mais poderosa da cidade, dirigida por gente que "pode". O Presidente Júnior Sá, que sofreu acidente de moto recentemente, fez a parte dele como de costume. É um grande articulador e, mesmo em cadeira de rodas, esteve conferindo todos os lances. Alegorias perfeitas, muita gente bonita nos carros e nas alas. Aliás, gente bonita foi a tônica deste ano nas escolas, nas arquibancadas, nas ruas, no Carnafolia. A Aliança trouxe o ator global Nando Rodrigues, o Virgílio, da segunda fase em "Em Família, novela da TV Globo". Traz, também, muitos profissionais de fora para executar dar consultoria nos trabalhos. Aqui é conhecida como "A Escola dos Médicos" por ter alguns deles envolvidos.
A Vale Samba, que tem sempre muito samba no pé, trouxe a esplendorosa Mara Kelly, do carnaval paulista. É presidida pel Elânderson Correa, filho do Elói e da Dora, lá de Capinzal. Gosto e admiro muito o trabalho do Elan aqui em Joaçaba. Aliás, desde os tempos da Fanfarra de Capinzal, em que ele era um menino ainda, ele vem mostrando seu inegável talento. Hoje, professor universitário de publicitário, tem grande espaço na área profissional e social aqui em Joaçaba. A amiga Dora deve estar orgulhando-se dele lá no céu... A Vale tem sempre muita arte em suas alegorias e alas. Como tem menos recursos disponíveis, usa muito a criatividade para compensar. Contou com o apoio iprescindível do laticínio Tirol de Treze Tílias.
E, por fim, a Unidos do Herval, que neste ano teve o patrocínio da poderosa Havan. Todos os anos há reclamações de seus dirigentes e integrantes com relação aos resultados. No ano passado, reclamaram muito. E com razão, penso eu. Um jurado deu-lhe uma nota ridícula num quesito, destoando das demais. parecia que o cara tinha raiva da Escola. A presença do ator Felipe Tito, que participou da novela "Viver a Vida", foi positiva e negativa, infelizmente. Positiva porque participou de eventos da escola nos dias que antecederam o do desfile, integrando-se à mesma e aos seus adeptos, dando-lhes grande motivação. Negativa, porque andou mostrando o dedo numa posição muito inconveniente para um grupo de pessoas durante o desfile. A foto ganhou espaço nas redes sociais e estão desancando-o, com razão. Eu acho que, no entusiasmo do desfile, com muita empolgação e vibração, alguns dos que desfilam pecam por pequenos detalhes que são muito considerados pelos jurados, prejudicando a mesma nos pontos. Gosto de ver o amigo Nolberto Zulian, que trabalhou comigo no passado, na bateria da Unidos. É um apaixonado por carnaval e pela Unidos.
Vi o desfile na posição de largada de cada escola. Há, guardadas as proporções (locais), muito luxo. Ainda ótimos puxadores de samba e músicos que os acompanham. Baterias que mexem bem com o público em todas as escolas. Li, nas redes sociais, o comentário de um rapaz que acha que a vinda de muitas pessoas de fora para desfilar, com pouca identidade com as escolas, reduz a vibração e o entusiasmo na Avenida. Acho que ele tem razão. É como time de futebol: quando o jogador é "prata da casa", ele se doa muito ao time. Quando contratado a peso de ouro, nem tanto. Por outro lado, a presença de pessoas das outras cidades vai criando uma grande fraternidade entre os membros de cada uma.
Como nos anos anteriores, a campeão vai ser decidida nos detalhes. Ainda há o desfile desta segunda, em que algumas considerações são levadas em conta pelos jurados. São 24 jurados e um Coordenador, todos vindos do rio de Janeiro, conhecedores de Carnaval. Isso prova que nosso carnaval é bem profissional. os investimentos são fabulosos. A vontade de vencer é muita. A divergência de opinião sobre fazer ou não no centro da cidade, bem como sobre os investimentos públicos e sobre os transtornos que o evento causa ao trânsito e as perdas dos comerciantes na área central são colocadas, em todo o momento, na internet, nos portais locais e no facebook.
Bem, sempre dizem que toda a unanimidade é burra, por isso mesmo há as divergências. Sabemos que, após a divulgação dos resultados oficiais, vamos ter a comemoração dos campeões e a reclamação dos demais, que dura por pelo menos um mês. Se ficar em 15 dias está bom. Se durarem apenas uma semana, vai ser "aquela paz".
Euclides Riquetti
03-03-2014.
Razões para viver
Procure encontrar razões para viver
Imaginando que cada manhã é apenas o início de um novo dia
E que, mesmo que nem tudo esteja como é de seu querer
Sempre haverá motivos para se ter alegria.
Procure olhar ao seu redor com mais atenção
E ver quanta gente se importa com você
Há muito amor em cada ser, em cada coração
E sempre uma fonte de água onde possa beber.
Nunca deixe que o pessismismo a contamine
Nem que a desesperança venha alojar-se em seu interior
Haverá sempre um tempo para que Deus determine
Quanto poder amar e quanto receber de amor.
Acredite na força do bem que pode nos ajudar
E enseje pensamentos sempre muito positivos
Conjugue, diariamente, amar e sonhar
Os verbos balsâmicos que nos mantêm vivos.
E, mesmo que as coisas não aconteçam como espera
Lembre que o tempo pode curar todas as feridas
Depois do inverno voltará a primavera
Para florir a minha, a tua, as nossas vidas!
Euclides Riquetti
02-03-2014
Imaginando que cada manhã é apenas o início de um novo dia
E que, mesmo que nem tudo esteja como é de seu querer
Sempre haverá motivos para se ter alegria.
Procure olhar ao seu redor com mais atenção
E ver quanta gente se importa com você
Há muito amor em cada ser, em cada coração
E sempre uma fonte de água onde possa beber.
Nunca deixe que o pessismismo a contamine
Nem que a desesperança venha alojar-se em seu interior
Haverá sempre um tempo para que Deus determine
Quanto poder amar e quanto receber de amor.
Acredite na força do bem que pode nos ajudar
E enseje pensamentos sempre muito positivos
Conjugue, diariamente, amar e sonhar
Os verbos balsâmicos que nos mantêm vivos.
E, mesmo que as coisas não aconteçam como espera
Lembre que o tempo pode curar todas as feridas
Depois do inverno voltará a primavera
Para florir a minha, a tua, as nossas vidas!
Euclides Riquetti
02-03-2014
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