terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Esvazia teu coração

Esvazia teu coração do que não te faz bem
Joga fora tudo o que não serve pra ti
Despe-o de tudo o que acumulaste ali
Livra-te de tudo conforme te convém.

Esvazia teu coração cumulado de erros
Joga para a terra as experiências inservíveis
Despe-o das lembranças frágeis e sofríveis
Livra-te de tudo o que te causa os medos.

Coloca  dentro dele os  meus versos francos
Sinceros mensageiros que te levam conforto
Mistura-os com teus dotes e teus encantos.

E, quando constatares que já raiou a aurora
Quando perceberes que ele não está mais morto
Abre-o para receber novas  paixões de agora.

Euclides Riquetti
09-12-2014

domingo, 7 de dezembro de 2014

Receba meus versos como se fossem rosas

Aceite meus versos como se fossem  rosas delicadas
Leia-os com o doce sabor de seus lábios vermelhos
Livre como as garças que voam elegantes e encantadas
Alente seu coração, acalente e alma e alimente os desejos
Seja mais que  a musa que inspira as canções eternizadas....

Apenas abra-se a eles, sem nenhuma condição a impor
Receba-os com amor, frutos de  minha  tênue  inspiração
Creia nos propósitos, nas palavras, nos sonhos do sonhador
Dono  de sentimentos nobres que se transformam em paixão .
Antes de fechar seus  olhos para seu  sono reparador
Atice os seus pensamentos que navegam na imensidão
Diga, então, que também me quer,  e me deseja com ardor.

Idealizada, imaginada, concebida com elegância extremada   
Divinamente descrita nos versos mais bonitos e singelos
Avalanche de amor, de sedução, uma pintura redesenhada
Discretamente, mando-lhe rosas vermelhas ou lírios amarelos
Andante do universo estrelado, musa bela e encantada
Dádiva de Deus a semear beleza a enfeitar,  a perfumar castelos...

Euclides Riquetti
08-12-2014


sábado, 6 de dezembro de 2014

Buscar em ti as respostas...


Sentir saudades  por ter perdido alguém
Isso  gera em mim um  sentimento profundo
Eu fico como se desabasse o mundo
Como se meu corpo ficasse desnudo
E isso não me faz bem...
.
Sentir saudades  mexe com meu coração
Dá-lhe asas para que possa voar
Para que possa tentar reencontrar
Onde quer que seja, em qualquer lugar
Tudo o  que eu perdi por minha omissão.

Mas há o lado bom em sentir saudades
E isso vem como um sinal de alerta
É quando então algo em mim desperta
Para curar as feridas abertas
É  quando supero minhas fragilidades.

Sentir saudades nas noites enluaradas
Como se a andar numa praia deserta
Buscar alento às feridas abertas
Buscar no tempo as respostas certas
Buscar em ti as respostas esperadas

Euclides Riquetti

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Caminhar juntos...em alguma estrada!

 
Caminhar juntos, depois afastar-se
Lembrar do sorriso, e  imaginar...
E então...   reencontrar-se!
Rever-se, entender-se,  com  apenas  um olhar
Caminhar juntos, em direção ao nada!
Caminhar juntos, pensar, sonhar..
E mais nada!

Sorrir o sorriso que diz tudo
Acenar o aceno da alma leve
Dar falas ternas ao coração que está  mudo
Não dizer adeus, pois a despedida fere...
Ver-nos-emos de novo, ao longo da estrada
Ver-nos-emos de novo, num momento breve
Em alguma estrada...

E, no encontro de todos os caminhos
Nos aclives e declives, com ou sem espinhos:
Você!
Mesmo quando tudo parecer longe, distante
A silhueta divina, doce, elegante:
De novo você!  Para caminharmos juntos
De novo
Eu e você! Só nós dois...

Euclides Riquetti

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Cuide de seus sentimentos


Busque dar sentido aos seus sentimentos
Dê-lhes a solidez de que tanto precisam
Enseje para que eles não se tornem um tormento
Faça-os fluírem em direção à vida.

Busque fortalecê-los em plena abundância
Canalize-lhes energia que lhes dê alento
Faça com que se nutram de doce fragrância
Cuide por demais se seus sentimentos.

Libere-os das amarras que  tanto  a torturam
Mergulhe num mar de novas possibilidades
Dê o grito de liberdade que seu  coração precisa
Para que possa encontrar um amor de verdade.

E ser feliz!

Euclides Riquetti

Jogo de sedução

Não quero que me vejas como um fútil galanteador
Nem  quero despertar em ti uma faísca de paixão
Quero apenas que sinta em mim um poeta sonhador
Não como alguém vulgar que faz o jogo da sedução...

Não imagino que possamos dar luz a uma realidade
Apenas que possamos surfar nas ondas de uma ilusão
Em cada verso far-te-ei  uma jura de lealdade
Em cada um de meus poemas um recado ao teu coração...

Quero, sim, que penses em mim, como quero pensar em ti
Quero, sim, que tu me queiras, como eu quero te querer
Quero, sim,  que escrevas na noite, como quero escrever aqui...

Quero, sim, te seduzir, com palavras de amor e paixão
Quero, sim, que tu te percas, como quero me perder
Quero, sim, que guardes pra mim, a tua alma e teu coração...

Euclides Riquetti
03-12-2014

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Brancas gaivotas


 Brancas gaivotas flutuam no ar
E mergulham no mar...
É um grande mar oceano
Que balança, soberano
E desenha o reflexo solar!

O azul do Sul, do céu claro
Não precisa nenhum reparo...
O verde da imensidão, infinito
E o barco abençoado, bendito
Projetam um espetáculo raro!

Na tarde bela de abril
Passa morena-jambo, passa loira bronzeada
E fica-me a lembrança gravada
Da nuvem descansada
No céu pintado de anil!

Poeta pintor das almas alheias
Pinta corpos esbeltos, jogados no chão
Num belo cenário de contos de sereias
Pinta os pés desnudos que alisam as areias
E os pensamentos se ancoram no porto ilusão.

É tudo assim
É um mar sem fim
É uma verdadeira beleza
É nossa pródiga natureza
São lembranças que levo pra mim!...



Praia de Canasvieiras, Florianópolis, 12 de abril de 2010.

Uma folha de papel na areia...

Perdi uma folha de papel na areia
Que alguém encontrou e me devolveu sorrindo
E, a manhã que poderia tornar-se feia
Deu lugar a um indescritível horizonte infindo...

Um pedaço de papel com uma das faces em branco
O espaço ideal para um poema de teor inefável
Descrevendo venturas ou simplesmente um pranto
Uma declaração de amor ou uma mensagem amável.

E, na manhã do sorriso largo, de tanta gente bonita
As galés flutuam, deliciosamente, sobre as águas
Decorando o mar azul na sua beleza infinita.

E, enquanto eu relembro de outras manhãs como esta
Quando  as horas apagam os ressentimentos e mágoas
Eu contemplo as ondas que me trazem o vendo que refresca...

Euclides Riquetti
01-12-2014

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Por qual janela?


Por qual janela devo olhar?
Pela da rua barrenta
Ou pela que me mostra o mar?

Por qual janela devo olhar?
Pela que  vejo a manhã cinzenta
Ou pela que me mostra o azul celestial?

Por qual janela devo olhar?
Pela que me leva até você
Ou pela que me quer afastar?

Você é quem escolhe
Quem determina meu destino:
Se faz de mim o amado lorde
Se faz de mim um mendigo
Se me mostra um caminho nobre
Ou aquele cheio de espinhos...

Há uma janela entreaberta
Que esconde indesvendáveis mistérios
Atiça minha mente inquieta
Me afunda em mil sortilégios.

(Mas há algo que emotiva
Que me acende minha paixão
Pois detrás daquela cortina
De onde vem a doce canção
Deve estar alguém que anima
Que mexe com meu coração).

Mas... por qual janela devo olhar?
Para poder encontrar
Aquela que me faz pensar
Aquela que pode domar
Meu indefeso coração?

Euclides Riquetti

sábado, 29 de novembro de 2014

Quando a chuva molhou as roseiras

Quando a chuva molhou as tuas roseiras
E as gotículas pousaram sobre a tenra folha
Os  cravos bailaram, serenos, nas fileiras
Ali dispostos, solitários, sem ter quem os colha.

Jazem, felizes e exalam seu perfume masculino
A excitar o mais erótico pensamento
A mesclar-se em meio ao frescor matutino
Com seu doce aroma de encantamento.

Cravos e rosas, uma comunhão singular
Na manhã que chegou um tanto acabrunhada
Rosas e cravos, lembranças sutis a me atiçar.

Sonhos, lembranças, paixão e beleza
Na tarde que te deixa deslumbrada
Lembranças, sonhos, majestosa realeza.

Euclides Riquetti
29-11-2014

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Jujubinha: Vovó ou professora?

          A Jujubinha continua fazendo nossa alegria. Sempre tem novidades a nos contar. No domingo, 23, veio cedo cumprimentar-me pelo aniversário. Trouxe um "cartão de aniversário" que ela mesma confeccionou. Nele havia o desenho de um coração em azul e a frase:  "para Béns Vovô!" (sic). Fiquei animado com a desenvoltura e o desenvolvimento da netinha de 4 anos.  Perguntei-lhe se estava aprendendo a ler e ela me disse: "Claro! Não leio Lu...a;  leio lua, tudo junto"!   Muito falante, sempre tem resposta pra tudo...

         No domingo, fomos para o Clube 10 de Maio, na sua sede campestre, com o Tio Fá, a Tia Lu, a Mama Ine, o Vô Cride e a Vó Mi. É assim que ela nos trata. Piscina de manhã e de tarde, onde encontrou-se com coleguinhas da escola girassol e outros novos amiguinhos. Não se contentava com a piscina rasa, dizia: Vovô, quero mergulhar na piscina funda!" E lá ia o vovô e o Tio Fabrício para cuidar dela, que pulava na água, da mesma forma que faz na escolinha de natação. Depois, já na infantil, enturmou-se com meia dúzia de meninas e meninas.

          A Miriam, com aquele jeito de "vovó pedagoga", ia ensinando-os como deviam  movimentar os braços e as pernas para nadar. E gritavam: "Professora, me ensina!  Professora, aqui! Professora, me ajude!" A Jujubinha chegou para a vovó e falou: Vovó, por que chamam você de professora? A vovó riu e ela continuou: "Vovó, posso chamar você de vovó professora? Posso chamar você de professora?"

          Dia desses, eu estava na garagem de casa e escutei um barulho de algo caindo, tipo vidro quebrando, no andar de cima. E a Júlia: Vovó, foi mal...   Vovó... foi mal! A Vovó, com o barulho da máquina de lavar centrifugando, não percebera o que tinha acontecido: ela derrubara uma mesinha com tampo de vidro, que quebrou...  Certamente que, em algum lugar, aprende esse tipo de expressão, "foi mal" - falado por jovens e adultos.

          Ontem, terça, comprei um potinho de doce de abóbora. Deixei na mesa, ela foi lá, abriu e começou a comer. E a Vó: "Julinha, ai de você se sua mãe encontrar você comendo isso aí. Esconda antes que ela veja!" Hoje, bem cedo, fui pegar o doce na geladeira e nada. Não estava em nenhum lugar, não o encontrei. Ela escondeu não sei onde! Bem do jeito dela. Segue tudo na risca...

Euclides Riquetti
29-11-2014

          

Guardo em mim o direito de sonhar


Andas em busca de algo perdido
Não tens rumo certo, és um barco já sem  direção
Apenas te resta um coração partido
Um par de pés que caminham sem ter chão.

Restam-te, também, lembranças antigas
Bons e maus momentos no diário
Passagens que registram conflitos e brigas
Que podes guardar em mil chaves no armário.

Ora, cada um teu sua história, seus segredos
A tua eu bem posso imaginar
Guardas em ti tuas glórias e teus medos
E eu guardo em mim... o direito de sonhar!

Sonhar contigo
Com teus beijos
E com meu desejo:
Apenas sonhar!

Euclides Riquetti
 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Sinfonia na manhã de novembro

A sinfonia do passaredo me acorda
Neste  primeiro sábado de novembro...
É o novembro das madrugadas quentes
É o novembro das almas  que se tocam
É o novembro dos pensamentos que atiçam as mentes...

Reviro as páginas antigas de meus bagunçados apontamentos
E me vêm à mente as  lembranças de momentos
De antigas primaveras, antigos verões
De antigos versos, antigas melodias e canções
Porque, simplesmente, é novembro!

É uma manhã pra  pensar em ti
É uma  manhã pra rezar por ti.
É uma manhã para olhar o céu e nada pedir
Apenas agradecer por estar aqui
Apenas me alegrar por existir!


Me voltam os embalos das noites e tardes dançantes
De corpos que bailam, que acalentam, que seduzem
Há  lábios rosados, azulados,  vermelhos que reluzem
Há  risos que me afagam e  mãos que me conduzem
Há um rosto num corpo, um corpo a me provocar...

Eu divago no despertar pela  soberana orquestra
Harmoniosa  na manhã de novembro, extensa aldeia em festa
Não haverá, jamais, outra sensação como esta:
Regida pela mão de Deus, habilidosa Maestra
Vem como a suave brisa,  vem me acariciar.

Euclides Riquetti

terça-feira, 25 de novembro de 2014

As Pedras e a Pedra - (Pedras de moinhos...)

          Pedras são teimosas por natureza. Quem já não deu uma topada numa delas?! Ah, coitado do dedão do pé! São tão teimosas,  que insistem em ficar no caminho das pessoas. Ou defronte ao seu olhar... Duvido que você, leitor, leitora, também não tenha uma história com pedras para lembrar.

          Pois eu lembro das pedras das taipas. No Leãozinho, onde nasci, e em Linha Bonita, onde morei um pouco de minha infância, lá na antiga Rio Capinzal, as taipas serpenteavam-se nos morros, feitas pelos descendentes de italianos que vieram da Serra Gaúcha. Também pelos "lageanos", que vinham da região dos Campos de Lages. O professor Cornélio Marcon refere-se, em seu livro, sobre as taipas da propriedade de sua família, ali entre o Novo Porto Alegre, o Leãozinho, São Pedro e Nossa Senhora das Graças, que são compreendidas nos territórios atuais de Ouro e Lacerdópolis.

          Mas têm as rodas dos moinhos nas minhas lembranças: Da Família Moresco, em Novo Porto Alegre;  do Viganó, em Linha São Paulo; Do Antônio Biarzi e depois do Ivo Broll, em Linha Vitória, dos Lago, em Santa Lúcia; do Clementino Toscan, que pertenceu aos Penso, em Nossa Senhora da Saúde; dos Rempel, no Pinheiro Baixo; do Zitro Brum, na Linha Carmelinda; do Clemente Vidi (que incendiou quando eu era criança)  e depois do Tonial, em Linha Bonita; dos Casagrande e depois do Fiorindo Bernardi, dos Costenaro, do Valdir Bonato e, por último, do Moresco e do João Luiz Beviláqua, no Parque e Jardim Ouro. Na Linha Dambrós o mais antigo, fora construído por eles junto a um núcleo de empreendimentos que comportava fábrica de cadeiras, açúcar mascavo, melado, cachaça e outros produtos de primeira necessidade para as três  primeiras décadas da colonização de nosso antigo "Distrito de Abelardo Luz". E outros mais, todos com muita importância para os antigos colonizadores.

          Depois as pedras da Barragem no Rio do Peixe, que até hoje estão ali, entre as cidades de Ouro e Capinzal, bem como das obras de artes correntes da Estrada de Ferro.

         Pois tenho uma história que aconteceu comigo na minha campanha a Prefeito, em 1988: Fui pedir votos no Bairro Nossa Senhora dos Navegantes e lá havia um casal de amigos com quem em me dava muito bem. Eu chamava o cara de "Kiko", porque ele era muito parecido com meu cunhado Anilton Carmignan, de saudosa memória. A filha deles, uma bel menina, era minha aluna. Ele me mostrou uma pedra enorme que estava depositada no meio do leito da rua. Coisa de mais de 30 toneladas. (Pedras pesam, sabe??!!). Disse-me que aquela pedra estava ali há tempos e que não conseguiam retirá-la, pois era muito pesada e não havia máquina com potência suficiente para fazerem isso. E que só votaria em quem tivesse uma ideia convincente  de como faria para remover ela dali. Detonar, impossível, pois detonariam também as casas com a explosão!

          Olhei para ele, abri um sorriso e pensei: "Levo os votos!"  E me lembrei de uma história que o taxista Santo Sartor me contou: "Lá em Capinzal, no Bairro São Luiz, uma pessoa tinha terra de uma escavação para ser levada embora, mas não podia pagar frete. Alguém lhe disse: "Faça um buraco e enterre a terra"! O homem ficou pensativo e julgou que podia fazer isso. Mas depois lembrou-se "O que fazer com a terra produzida para fazer o buraco?"

         Pois eu apresentei a solução na hora: "É só fazer um buraco grande no meio da rua, enterrar a pedra e levar a terra embora com a caçamba"! O cidadão me deu parabéns pela ideia criativa e me garantiu os votos.

         Depois de ganhar a eleição e tomar posse como Prefeito, chamei o Secretário Ademar Zóccoli e o Diretor de Obras, Amantino Garcia dos Anjos,  e pedi que fizessem o serviço lá. O Ade tinha muita experiência nessas coisas, foi lá e, com alguns furos e um pouco de pólvora, sem usar bananas de dinamite, partiu-a em diversos pedações de tamanho suficiente para serem carregados na pá carregadeira e transportados pela caçamba. Nem foi preciso fazer o buraco e enterrá-la...

          Sem muita força, nem muito esforço, é possível resolver muitas coisas, não acham?!

Euclides Riquetti
25-11-2014

     

Sobre as areias brancas

Puseste teus pés a deslizar sobre as areias brancas
Das dunas desprotegidas que bordam o mar
Puseste teu frágil coração a pulsar
Buscando no horizonte, quem sabe, um olhar
Em meio a santas lembranças, tantas!

Andaste minutos, horas, um dia inteiro
Pelo trajeto desconhecido que teu coração escolheu
Andaste sobre  pedras que vieram para o caminho teu
Procurando reviver o passado que se escondeu
Mas  não consegues  reencontrar  teu amor verdadeiro.

Para onde podem te levar teus  pés bonitos e elegantes?
Para onde podem te guiar os teus sentimentos mais sagrados?
Para onde querem olhar os teus olhos brilhantes?
Ah, para os braços de alguém que te tenha um dia amado...
Para que dois corações voltem a pulsar juntos, como antes...

Euclides Riquetti