terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Como chuvas de outono


 



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Como chuvas de outono

Caem, como no Outono, chuvas torrenciais
Molham a terra e verdejam as paisagens
Protegem-se, as pessoas, dos ventos fatais
Que fazem tombar plantas e pastagens.

Esconde-se, o passaredo sob folhas planas
Buscam ocos nos troncos os animaizinhos
E nas velhas árvores frondosas e soberanas
Agazalham-se os sabiás e os passarinhos.

Espantam as chuvas as pessoas das praias
Afugentam os homens que aram os campos
Já não correm os cavalos zainos nas raias
O balido das ovelhas assemelha-se a prantos.

Riem, os idosos, do medo dos meninos
Não se abalam com fenômenos conhecidos
Não temem as intempéries e os desatinos
As marcas da vida os deixaram fortalecidos.

Enquanto isso, penso nos anos que se vão
Penso em você e nas tormentas da sua vida
Rezo a Deus para que lhe dê Sua proteção
Mas chora a minha alma débil e sofrida...

Euclides Riquetti

Eu sou o mar... sou o grão que queima!

 


 


 



Eu sou o mar

Sou o grão que teima

Sou a areia que queima

Sou o sol que arde

Até o fim da tarde!


Eu sou o mar

Que baila revolto

Como um madeiro solto

Livre a flutuar

Sob o sol a queimar!


Eu sou o mar

E sofreria se não me ouvisses

E lamentaria se não repetisses

Meus versos ao declamar

Na tarde sem par!


Sim, eu sou o mar!


Euclides Riquetti

www.blogdoriquetti.blogspot.com


Diamante cor de rosa


 


 



Diamante cor de rosa

As mais belas flores desabrocharam
Na manhã ensolarada e juvenil
Quando já era outubro primaveril
E as rosas vermelhas me encantaram.

Surpreendeu-me a roseira bem viçosa
Engalanada em seu vestido escuro
Espalhando seu encanto mais puro
Com seu fulgor de diamante cor de rosa.

Esse mesmo diamante que admiro tanto
Me anima, me instiga, me desperta
Poe minha alma negra bem alerta
Devolve-me as lágrimas de meu pranto...

Ora, eu não quero apenas te contemplar
Prefiro-te basalto do que diamante
Quero-te mais amada do que amante
Quero-te ao meu lado e não num altar!

Euclides Riquetti

Botão de rosa bordô


 




Botão de rosa bordô


A rosa bordô chegou na manhã fria
Ela e toda a sua timidez
Para dissipar a insensatez
Para me trazer alegria...

A rosa bordô veio num pequeno botão
Com toda a coragem de uma flor
Determinada a me contagiar com sua cor
A dar ânimo ao meu coração...

A rosa bordô veio devagarinho
Para me inspirar a lhe compor
Um poema romântico, de amor
Pra lhe mostrar meu carinho...

A rosa bordô é sua, é minha
Divinamente sedutora
E, na manhã fria e inspiradora
Me fez compor-lhe um poeminha...

Poeminha que quero que guarde
Como dela guardarei
As pétalas que recolherei
Para um dia poder dar-lhe...

Dar-lhas-ei em dia ensolarado
Quando eu estiver ao seu lado!

Apenas farei isso... bem assim!

Euclides Riquetti

Corpos e almas que se esculpem e se queimam

 


 


 




Corpos que se esculpem e se queimam
Imersos nas brasas da paixão
Corpos que se jogam nas areias
Corpos que se estendem pelo chão...

Almas que se julgam e se penam
Imersas nos pecados, na ilusão
Almas que insurgidas se condenam
Almas enegrecidas de carvão...

Corpos que se vestem de vaidade
Belos, formosos, sedutores
Com almas que se esquivam da verdade
Belos, charmosos, pecadores...

Corpos que se deitam em falso chão
Almas que se atormentam na  razão
Vidas que navegam em  incertezas...
São corpos que envelhecem cedo,  cedo
São almas que levitam,  sem sossego
São vidas que flutuam nas correntezas.

(E se vão embora!...)

Euclides Riquetti

Preciso encontrar o sonho

 


 


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Preciso encontrar o sonho que não consegui sonhar
Aquele que desejei, mas não voltou na noite passada
E todos os outros antigos sonhos eu preciso resgatar
Todos os que eu sonhei ao longo de minha estrada.

Todos os sonhos bonitos eu os sonhei intensamente
Criei jardins onde coloquei você, jardins imaginários
Pintei-os com as cores mais lindas, pintei suavemente
Idealizei e coloquei você em todos os meus cenários.

Relembro com muito carinho dos sonhos e da realidade
Revivo cada momento em minha imaginação atiçada
Revivo beijos e abraços,  de tudo tenho muita saudade.

Relembro e quero a sonhar, ter sonhos simplesmente
Revivo porque quero sentir a emoção já vivenciada
Revivo porque quero sonhar, amar você eternamente!

(Bem assim...)

Euclides Riquetti

Em que nível anda a sua felicidade?

 


 



Em que nível anda a sua felicidade?

De cinco a dez, que nota você consegue?

O que a incomoda, diga de verdade

Seja ela boa ou ruim, a sua vida segue!


Faça uns pequenos cálculos, some

Veja o que de bom no dia lhe acontece

Da hora em que levanta, até a em que dorme

Subtraia-lhe  tudo o que a aborrece!


Realizadas as contas, e visto a passivo

Reflita sobre a condução de sua vida

Se algumas decisões a deixam no ativo

Ou se as perdas seguem indefinidas.


Ainda consegue amar o que está perto

Ou já não há mais sentimentos?

Será que você escolheu o caminho certo

Ou os sonhos se foram com o vento?


Uma vida, pessoa, não precisa seguir  torta

Ao menos, deixe seu coração sonhar

Ser feliz é sempre o que mais importa

Mantenha  sua chama da esperança no ar!


Euclides Riquetti

Marilda e Graciele (poema-canção)


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Meninas que vejo sorrindo
Me deixam feliz e contente
Meninas de rosto tão lindo
Que bom tê-las perto da gente.

Meninas que prezo bastante
Meninas da alma inocente
Adoro seu tipo galante
Pureza e beleza presente.

Meninas, formosas meninas
Vocês são a inspiração
Os moços as acham queridas
E querem o seu coração.

Meninas do encanto e do sonho
Meninas, seu jeito me encanta
Meninas do rosto risonho
Meninas de alma de Santa.

Meninas da grande amizade
Vocês são a vida e a flor
Só querem a felicidade
Na forma mais pura do amor.

Meninas a grande vitória
É ser horizonte de luz
Não é a aparência ilusória
Que ao bom futuro conduz.

Por isso, queridas meninas
Dedico-lhes este poema
São versos alçados em rimas
Dos quais vocês duas são o tema.

Euclides Riquetti

Champanhe

 


 



 

 


Para as tradicionais fotos do brinde cruzado, a Noiva deve ...



Comemore, vibre, entusiasme-se intensamente
Beba uma taça de vinho, uma bebida, champanhe
Eu farei a minha parte,  farei feliz, alegremente
Quero que me abrace, me queira, me acompanhe.

Busque realizar seus sonhos, mas  comigo presente
Torne-me parte integrante de seus projetos pessoais
Agarre-me com seus braços, com força, fortemente
Dividamos nosso coração, nossos laços sentimentais.

Entendamos que o mundo nos impõe muitos desafios
E que é preciso, de nossa parte, muita determinação
Ter coragem para enfrentar todos os mares bravios
E acalmar dentro de nós as inquietudes do coração!

Euclides Riquetti

Homenageando amigos: Valdomiro Corrêa, Willy Otto Lamb, Pedro Édison Lamb - replay

 





Em pé: Valdomiro Correa, treinador; Zucco,
Altair Secchi, Ademir Rech, Euclides Riquetti
(eu mesmo..., o mais alto de todos), 
Vicente Gramázzio, Malmir (Mazzo) Padilha.
Agachados: Domingos dos
Santos (Mingo Balbina), Valêncio de Souza,
Braguinha Ramos, Carmelino Nora e Sérgio
Scarton. 

       Na semana, perdemos amigos de longa data, que marcaram nossa vida. Partiram Valdomiro Correa e Willy Otto Lamb. Recentemente, Pedro Édison Lamb, o Pedrão do Besc. Pessoas com quem vivi ao longo de minha vida e que posso dizer que, por todos eles, nutri grande amizade. Agora, tanto quanto seus familiares, compartilho a saudade e rezo por eles!

       O Valdomiro fora meu vizinho ali em Ouro na década de 1960. Eu tinha meus 10 anos e ele 27. Era ponta esquerda do Arabutã, canhoto habilidoso. Dezenas, quem sabe centenas de vezes, vi-o jogando com a vermelhinha, ali no antigo campo municipal, perto da estação ferroviária, em Capinzal. Morava perto do valo da usina da família Zortéa, trabalhou como tipógrafo na antiga Tipografia Capinzal, ali em Ouro.  Depois esta passou a pertencer à família Baretta. Também com seu irmão Elói e, adiante, com o Osmar Capeletti, em Capinzal. Até recentemente, bem idoso, com a pastinha embaixo do braço, visitava as prefeituras e o comércio de Ouro e Capinzal para oferecer serviços gráficos. As pessoas lhe davam atenção, porque ele sempre foi uma pessoa muito humilde, respeitosa, responsável em tudo o que fazia. Gostava de  que tudo fosse feito com capricho, perfeição. 

        "Riquetti, como vai a Dona Miriam? E o piá? E as meninas?" - Fazia esse tipo de pergunta às pessoas que encontrava na rua, após estender a mão para o habitual e formal cumprimento. 

        Foi meu treinador no Arabutã Futebol Clube, no estádio da Baixada Rubra. Cheguei em 1980, fiz alguns treinos com os aspirantes, contra os titulares. Eu viera do Grêmio Lírio, de Zortéa. Saí para o futsal com meus colegas professores e voltei, definitivamente, em 02 de fevereiro de 1983, aos 30 anos, mas direto na categoria de veteranos, onde eu me sentia bem. Nos vestiários, primeiro ele dava uma preleção, dizia como queria que o jogo andasse, distribuía as camisas. Primeiro a do goleiro, depois a minha, a dois, de lateral direito. Outras vezes a quatro, de quarto zagueiro. Nos intervalos, nos dava água, cobrava empenho no segundo tempo, fazia substituições, não queria nunca que perdêssemos os jogos. Vibrava com nossas vitórias. Foi assim por mais de uma década! 

       Tivemos grande participação, juntos, em celebrações de missas convencionais e celebrações de despedidas, na Matriz São Paulo Apóstolo. Trabalhamos nas festas de nosso Padroeiro, em muitos eventos. Em eventos sociais, ele trabalhou como garçom e até encaminhou os filhos. Valdomiro sempre foi um marido e pai zeloso. Seus familiares e a comunidade muito vão sentir a sua falta. E as centenas de jogadores que passaram pelas suas mãos no futsal e no campo gramado. 




       Willy Otto Lamb, o Willão, era mais um cara do bem. Simpático, educado e atencioso, dedicava a vida a sua família: Esposa e filhos. Exímio cozinheiro, sabia o gosto das pessoas que frequentavam seu estabelecimento, desde os tempos do Ginásio Dileto Betaioli até os dois últimos, no Parque e Jardim Ouro, primeiro em dependências do comércio da família Bernardi, até o seu próprio estabelecimento, nas proximidades da Escola Felisberto Vilarino Dutra. 

       Quantas vezes me ligava: "Riquetti, hoje vai ter feijoada!". "Riquetti, hoje tem coelho com macarrão". E lá eu costumava me encontrar com nossos amigos em comum, o Sérgio Durigon, o Alfeu Volpato, o saudoso Vinícius Golin, o Antônio Gramázzio (Pitchas), Beto Bazo, Vilson Farias, Odilon Gomes, Guiomedes Proner, e muitos outros. Era boa conversa, uma mesa de snooke, um baralhinho, umas caipirinhas, e assim por diante. 

       Além da comida, seu comércio sempre foi um ponto de encontro de amigos. Sua esposa, filho e filha, eram atenciosos. Os filhos foram meus alunos na Escola Prefeito Sílvio Santos. O sogro, Chico Minozzo, era meu amigão e até foi meu colaborador, em 1989, quando fui prefeito em Ouro. Recentemente, soube que ele não andava muito bem de saúde, mas não imaginei que partisse tão cedo, na casa dos 60 anos. Foi uma pessoa que eu nunca vi triste, estava sempre com o sorrisão estampado no rosto.  A simpatia e a amizade do Willão ficam eternizadas em minha memória. Deus lhe dê o merecido descanso eterno.




       O Pedrão do Besc, Pedro Édison Lamb,  foi meu aluno na sua juventude, nas disciplinas de Português e Inglês. Filho da Dona Catarina, a fiel auxiliar do ex-Prefeito Celso Farina, quando este tinha loja em Capinzal, era a perfeita vendedora: Atenciosa, afável e competente. Trabalhou em diversas lojas daquela cidade.  Minha esposa, Miriam, diz que comprou dela o primeiro sofá. 

       O Pedrão morou, nos últimos anos, aqui em Joaçaba, no Bairro Clara Adélia. Tinha ali sua família, falava dela com orgulho. Eu o encontrei, na primeira vez, na Borracharia do Batatinha, no trevo próximo da nossa Rodoviária de Joaçaba. Mais de 10 anos que não o via, ele me chamou pelo nome, reconheci-o pela voz. Os cabelos já não eram mais escuros, ele não era mais o menino que fora meu aluno, com quem eu tive grande amizade. 

       Nas vezes que o fui encontrando, num comércio aqui perto de casa, ele me relatava sobre coisas que eu falava para eles nas aulas, os conselhos que eu lhes dava. Acho que muito influenciei meus queridos alunos enquanto exerci o magistério. Sua irmã, Sônia, também fora minha aluna, no Mater Dolroum. E eu lhe falava do pai dele: Ido Pedro Lamb! 

        Ido Pedro Lamb era motorista de caminhão, dirigia um Chevrolet. Era conhecido como o "Lampa", pela gurizada. Era valente, assim como o fora o João D´Agnoluzzo. Os dois tiveram o mesmo destino, perderam a vida ainda jovens. Eram fortes e a vida lhes foi tirada bestamente. O "Lampa", assim como o João D ´Agnoluzzo, foram uma espécie de ídolos da galera. Os Adolescentes dos anos 60 admiravam pessoas que davam atenção a eles, que dirigiam, portentosamente, os seus caminhões. Eu falava do pai, e os olhos do Pedrão se enchiam de brilho, era alegria e não lágrimas. E eu tinha o prazer que narrar alguns feitos da fama do seu pai, capaz de enfrentar várias pessoas numa contenda, dada a sua força e valentia. Rendo, aqui, através do Pedro, minha homenagem ao Ido Pedro Lamp e ao João D´Agnoluzzo. 

       Então, aqui deixo registrada a minha homenagem a três grandes pessoas, cada um no seu tempo, na sua época. Meus amigos, amigos de verdade, que levam e merecem, igualmente, minhas orações. Um fraterno abraço nos que ficam!

Euclides Riquetti e Família

10-06-2023

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Dois olhos tristes

 


 




Escondem-se, dois olhos tristes, atrás de uma cortina
Divinamente tristes, sóbrios,  muito encantadores
Beleza de mulher: de senhora, de moça e de menina
Olhos que me atraem, sempre  meigos e sedutores.

Dois olhos tristes, calmos, tímidos e fugidios
Que se perdem nas profundezas do pensamento
Dois olhos tristes, ternos, porém arredios
Que fitam, intensamente, o azulado firmamento.

Os olhos que se escondem e que querem atenção
Que permitem vislumbrar mais do que as paisagens
Que enxergam muito além da alma e da imaginação
Que nos transportam pela vida e as suas passagens.

Olhos, singelo par dos tão importantes elementos
Olhos, o permitir conhecer,  o perceber e o sonhar
Olhos alegria de definir-se o caminho sem tormentos
Olhos, o prazer de poder ver, sentir, admirar, amar!

Euclides Riquetti
www.blogdoriquetti.blogspot.com 

A última melodia...



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Quando a última melodia seu quarto invadir
Saindo de detrás das cortinas esvoaçantes
Porque você voltará  de novo a me sorrir
Aquele sorriso belo e angelical como antes...

Quando essa mesma melodia vier a roçar
As maçãs rosadas de seu rosto encantador
E o seu sorriso contagiante  voltar a brilhar
Estarei rezando por você ao Deus Senhor!

Quando aqueles sinos novamente repicarem
Na torre da igreja onde nos encontramos
E a emoção fizer as lágrimas rolarem
Lembrarei dos lugares onde nos amamos...

Porque o amor é eterno e indestrutível
Porque o amor jamais  pode  enfraquecer
Porque meu amor é forte e indescritível
Porque o amor verdadeiro nunca vai morrer!

Euclides Riquetti

A voz que veio da lua

 





A voz que veio da lua

E que chegou mansa e suave

Veio pelos trilhos do vento

Ou então pelas pedras da rua

Talvez embarcada numa nave

Que flutuou no firmamento...


A voz que veio na noite

Trouxe-me paz, me acalmou

Deu-me o sono reparador.

Fez como a água em seu açoite

Que na minha pele se lançou

E que amainou minha dor...


Tua voz veio na noite estrelada

Sussurrar em meus ouvidos

Trazer-me do gozo o gemido

Fazer-me a carícia esperada.


E então meu sonho te abraçou

Te beijou...

Te amou!


Te amou de verdade!


Euclides Riquetti

Na manhã de amanhã


 


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Na manhã de amanhã
Vou abrir a janela do meu quarto
Vou abrir as portas de meu coração
E, sem nenhum lapso
Vou lembrar de o quanto foi bom
Ter conhecido você
E poder me lembrar de você
Na manhã de amanhã...

Na manhã de amanhã
O sol vai brilhar o brilho discreto
E eu vou compor um poema modesto   (pra você...)
Na manhã de amanhã!

Na manhã de amanhã
Depois que as horas da noite tiverem passado
Vou pretender que o novo dia chegado
Me traga os odores das flores silvestres
Que crescem em meio aos ciprestes
Que eu mesmo plantei
E que cresceram e me dão sombra
Nas tardes quentes
E também na manhã de amanhã...

Na manhã de amanhã
As estrelas já estarão escondidas
E muitas almas já estarão arrependidas   (por você...)
Na manhã de amanhã!

E, então, na manhã de amanhã
Todas as almas serão perdoadas
E todas as esperanças estarão renovadas
Porque vem um dia e virão outros ainda
E nós precisamos viver a vida
Porque o tempo passa enquanto dormimos
Enquanto sonhamos e ouvimos
Canções de anjos vestidos de branco
Canções de ninar e acalanto
Que nos animam para uma nova amanhã!

Sim, na manhã de amanhã
Vamos celebrar, com toda a alegria
A chegada de um novo dia    (com você...)
Na manhã de amanhã!

Euclides Riquetti

Você é meu sol, o sol de minha vida

 


 



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Você é meu sol, é o sol de minha vida
Que brilha e me dá o ânimo necessário
O sol que se estende na praia comprida
Onde caminho em meu trajeto diário...

Você é o sol que doura aqueles corpos
Que os deixa mais bonitos, desejáveis
Que ilumina galés paradas nos portos
Onde eu lembro de momentos afáveis.

E você sendo meu sol, me dá um norte
Um rumo seguro em que possa trilhar
Um aroma exalado, um perfume forte.

E eu, sendo um ser que precisa de amor
Preciso do sol que você está a irradiar
Absorver seu carinho, seu suave calor!

Euclides Riquetti

www.blogdoriquetti.blogspot.com