(Jarmino, Dona Tere e familiares)
O anoitecer do sábado, 18, nos surpreendeu com uma noticia postada nas redes sociais: "Morre Terezinha Maria Bof de Freitas" - Sim, a notícia era real, verdadeira, triste. Dona Tere, assim como era carinhosamente chamado pelos familiares a amigos, vinha sofrendo muito com sua doença e Deus a levou para junto de si. Foi reencontrar o marido Jarmino e o filho que se foi prematuramente. Ela foi presença constante na Escola Major Cipriano Rodrigues de Almeida e na Capela de Santa Catarina, em Zortéa.
Conheci a Tere em 1977, quando fui morar em Zortéa, antigo distrito de Campos Novos, hoje município. O marido, Jarmino, foi eu colega de escola, nos formamos no curso técnico de contabilidade do Colégio Cenecista Padre Anchieta, em 1971. Adiante, trabalhei com o casal na empresa Zortéa Brancher S.A., onde ele chegou a ser contador e ela era telefonista. A Tere tinha aquele jeito sutil e afável de tratar os colegas de trabalho, era muito eficiente em seu trabalho, uma mãezona para todos, uma fiel conselheira. Não há como não lembrar dela com carinho. Fui amigo também de seu irmão Itacir e do Luiz Carlos, do qual também fui colega de trabalho nos Colégios Mater Dolorum e Sílvio Santos, em Capinzal e Ouro, respectivamente.
Seus filhos foram meus alunos, todos muito educados, afáveis, respeitosos, estudiosos e inteligentes. Família de gente muito responsável, que nos deixa bons legados. Se Dona Tere sofreu co a doença, teve o carinho de seus filhos e netos até seus últimos momentos. Na página "Eu me criei em Zortéa", está o gentil e sensível texto que aqui reproduzo, e que traduz o quanto ela era amada e o quanto é de dor este momento para os familiares:
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