A vida em tempo
de eleições – E razão das eleições em outubro, os olhos dos eleitores se voltam
aos acontecimentos em nível de Brasília. Em termos de Santa Catarina, pesquisas
apontam o atual governado Jorginho Melo como favorito a vencer o pleito. As
novidades correm por conta dos candidatos ao Senado, com pesquisas apontando o
Senador Esperidião Amin em primeiro lugar, seguido de Carlos Bolsonaro, Carol
De Toni e Gelson Merísio. Observa-se nítido crescimento da campanha de Amin.
Corrupção,
Falta de Segurança Pública e Economia são os assuntos que estão em debate e que
são fortes na tomada de decisão do eleitor para escolher seu candidato de
preferência. O fator Economia é o que
mais pega no momento, pois ela vai muito mal. Lá atrás Fernando Henrique
Cardoso foi bem porque, com o Plano Real, surfou em estabilidade e crescimento
econômico. Agora, empresas importantes estão buscando recuperação judicial, há
grande fechamento de empresas e outras ainda se instalar no vizinho Paraguai. As
poderosas BRASKEN e Casas Bahia são a bola da vez.
Nos dois
primeiros mandatos de Lula, a economia lhe favoreceu, o povo se sentia com bom
poder de compra. A nossa estava favorecida pelo ambiente econômico mundial.
Agora a situação é bem diferente, pois temos guerras e outros conflitos
acontecendo em muitos lugares do mundo. E não se veem perspectivas de que isso
acabe.
Agora, na
tentativa de reeleição para Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva
enfrenta um cenário bem desfavorável: juros altos, luta para debelar o risco de
inflação, as empresas quebrando, grandes
despesas de todas as formas e gêneros. A dura realidade nos apresenta algumas
situações que estão na pauta dos noticiários e independem da agressão da
oposição ou da defesa do Governo. Observem isso!
Cortar gastos
não gera votos mas, se não ocorrerem, o
Brasil quebra. Ninguém sobrevive gastando mais do que ganha. É um princípio
simples que vale para as empresas privadas e para as famílias ou pessoas
individualmente.
As empresas
estão deixando de investir na produção para formar caixa. Não podem ficar na
dependência de contrair empréstimos com os juros altos. As perspectivas para
2027, segundo agências de investimentos, não são das melhores. O deficit das
contas públicas atingiu 157,2 bilhões de reais no acumulado dos últimos 12
meses. E está em franco crescimento. As bondades eleitorais ocasionarão um
preço alto ali adiante. As despesas obrigatórias em saúde e educação não podem
ser ignoradas, e os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário terão que
cortar gastos.
O debate
esvaziado na Band –
Apenas três candidatos ao cargo de residente da República estiveram participando
no debate promovido pela TV Bandeirantes na noite do último domingo. Ronaldo
Caiado, Renan Santos e o escritor Augusto Cury. Caiado, com muita experiência na
administração publica e com parlamentar, defende suas ideias com mais clareza,
diz o que pretende fazer e como fazer. Renan Santos, do antigo MBL, é
reacionário e atacou tanto o ausente Lula quanto Flávio Bolsonaro. Ninguém se
lembrou de Romeu Zema, o outro faltante. Setenta por cento das críticas foram
dirigidas ao ausente Lula e trinta a Flávio.
O debate, assim
como as sabatinas que vêm acontecendo, vão muito às críticas, pouco sobrando de
tempo para a apresentação e defesa dos seus Programas de Governo e as propostas
contidas neles. As críticas se avolumam a Lula nos meios de comunicação, pois
no mesmo horário do debate, concedeu entrevista à Record TV. Flávio alegou que
seu adversário e Lula e que não via razões para ir contendar com candidatos
cujos eleitores podem votar nele no possível Segundo Turno.
Enquanto isso, a
cabeça de grande parte dos brasileiros fica cada vez mais confusa.
Informações, verdadeiras ou falsas, povoam o pensamento dos brasileiros!
O aniversário de
Joaçaba, Herval d ´Oeste e Luzerna – Em pleno aniversário, comemorações tímidas. Chapecó também
faz aniversário. Comparar aqui com lá seria covardia, pois perderíamos de
lavada.
Euclides Riquetti – Escritor – www.blogdoriquetti.blogspot.com
Minha coluna no Jornal Cidadela de Joaçaba na semana passada!
Teu artigo de hoje, para mim, tem o sabor insosso da subserviência, que naturaliza todos os males promovidos por essa gente que faz coro a um império que assalta, mata e ainda recebe aplausos.
ResponderExcluirÉ uma ode ao pensamento do psicopata da Casa Branca.
A eleiçao de outubro representa, para nós a soberania, para os entreguistas e o imperio a transfotmação final do Brasil em colônia, uma espécie de Venezuela pós Nicolas Maduro..
Apesar de tudo, a nós compete escolher;