quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Eu vim pra te fazer feliz!

 



Em termos de sentimentos
Já não sou nenhum aprendiz:
Aprendi  a sentir os ventos
A evitar os tormentos
A lembrar sempre de ti!

Em termos de emoções
Aprendi a lidar com elas:
Há, na vida, decepções
Há também desilusões
Quando menos se espera!

Em termos de felicidade
Digo sem nenhum receio:
Com toda a sinceridade
Amo-te bem de verdade
E jamais eu titubeio!

Eu vim pra te dar amor
Dar-te o melhor de mim:
Ofereço-te a vermelha flor
Ofereço meu mundo de cor
Eu vim pra te fazer feliz!

Euclides Riquetti

Coloque sua alma dentro de meu coração






Coloque sua alma dentro do meu coração
Levemente
Suavemente
Sutilmente...

Feche seus olhos e apenas me abrace
Gentilmente
Carinhosamente
Firmemente...

Traga seus lábios vermelhos para junto dos meus
E me beije
Deliciosamente
Perdidamente
Amadamente...

Apenas porque
O lugar de sua alma é estar em mim
O lugar de meus lábios é estarem em você
Juntos de novo... sempre...bem assim!


Euclides Riquetti

Sentir o teu perfume no ar

 



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Na manhã,  depois da tempestade
Volta o vento calmo do Sul
E lembro-me,  com muita saudade
De teu rosto de divindade
De teu  olhar verde-azul...

Na manhã, depois da tormenta
Volta-me toda a alegria
Meu coração já não  lamenta
E minha alma deseja, sedenta
Navegar nesta calmaria...

Na manhã do dia que chega
O canto dos pássaros a me alegrar
Para mandar embora a tristeza
E, no despertar da natureza
Sentir teu perfume no ar...

Euclides Riquetti

Buscar-te na noite, embalado ao vento...

 



O vento que move as folhas das aroeiras arredias
É o mesmo que me acaricia com seu dileto açoite
Que me traz as estrelas e o frescor da noite
Após as chuvas ditosas do final do dia...

O vento que beija teus lábios de vermelho maçã
É o que me inspira na noite sedutora
Que me acalma com sua aragem redentora
E alenta meu corpo e minha alma sã.

Ah, noite de verão que meus medos esconde
No aguardo do outono que derruba a folha
Noite para pensar em quem está longe.

Pensar, sim, viajar pelo ignoto  firmamento
Que essa seja a nossa melhor escolha
Buscar-te  na noite, embalado ao vento...

Euclides Riquetti

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

A música da noite

 




A música da noite
Veio embalando a brisa suave
Entrou em meu quarto
E pousou junto de mim.

Foi algo assim
Indescritível
Incrível
A música da noite...

A música da noite
Trouxe-me uma mensagem de amor
Uma mensagem de paz
Uma mensagem muito singela
Que veio pela janela
E me deu uma flor.

A música da noite
Trouxe-me a doce lembrança
De minha infância
E de  um rosto com traços suaves.

Ah, quantas saudades
Dessa mulher criança!

Trouxe-me o céu estrelado
A lembrança do passado
Dos anos dourados e dos sonhos sonhados
Mas não realizados.

A música da noite me trouxe você!
E eu me apaixonei...

Euclides Riquetti

Palavras mágicas de amor

 


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Três palavras mágicas:

Querer
Beijar
Amar

Uma frase mágica:

Eu te amo!

Euclides Riquetti

Decorshop - 23 anos - Parabéns, Marise, Hiroito e Naiana!

 




       A DECORSHOP, que há 23 anos vem ajudando você a sentir-se melhor no seu cotidiano, e cumprindo rigorosamente aquilo a que se propunha quando de sua fundação, ou seja, "levar requinte, beleza e conforto a lares e ambientes de convivência e de trabalho", está há pouco mais de um ano com  uma nova loja. 

       Seus idealizadores, Marize e Hiroito Riqueti, mais adiante com a agregação da filha Naiana Laís, sempre tiveram o entendimento de que os ambientes, por mais simples que possam ser, desde que bem preparados, podem ser alçados a padrões de sofisticação apenas com a introdução de alguns acessórios, se forem adequadamente escolhidos e dispostos. Esse conceito, desde a sua criação, evoluiu muito, e surgiram novas tendências no mercado da decoração, enriquecendo os espaços de residências, de trabalho, e de convivência, podendo-se melhorá-los com alguns pequenos investimentos. 

        A empresa, que veio para proporcionar a satisfação dos proprietários e dos clientes, pela sensação de estar ajudando estes a sentirem a alegria de morar ou trabalhar em locais agradáveis e aconchegantes, agora, com duas décadas de atuação no mercado de decorações do Baixo Vale do Rio do Peixe, Meio Oeste Catarinense e Norte do Rio Grande do Sul, ainda com  o pensamento de que "quem compra, quer receber em troca bens e serviços que justifiquem seus investimentos", amplia seu campo de atuação, em sua cidade sede, Capinzal - SC, oferecendo aos seus clientes um leque maior de oportunidades de escolha, em novo espaço, situado na Rua Dona Linda Santos, no centro da cidade.

    Assim, toda a região conta, há 13 meses, com a nova loja, num espaço maior e projetado por profissionais do ramo de decorações. Todo o design e o lay out da "Nova Decorshop" em favor de seus clientes. E, ao mesmo tempo, a Decorshop Tradicional, a matriz, localizada nos altos da Rua XV de Novembro, em Capinzal. 

       A satisfação de seus clientes, conquistados à custa de bom atendimento personalizado e da oferta de produtos de grande beleza e alta qualidade, são um motivo a mais para animar a família proprietária e suas colaboradoras a continuarem disponíveis à distinta clientela, com produtos das melhores marcas. Tradição, atendimento e bons produtos, sempre à disposição de todos, com uma gama ainda maior de opções para seu lar ou ambiente de trabalho ou de vivência.

Decorshop - com duas lojas para melhor atender os clientes. Na Rua Dona Linda Santos e na XV de Novembro, em Capinzal. Requinte, satisfação,  e negócios bons para todas as partes continuam sendo nossa proposta!



Marize, Hiroito e Naiana

Dionísio Ganzala - Cabo do 5º BE - padrinho e afilhado! Anos 1970...

 





Relembrando de amigos...
          Recebi, no sábado, a informação do falecimento do amigo Dionísio Ganzala. Ligou-me sua sobrinha, Kátia Bazzo, minha ex-aluna, ex-colega de trabalho, que mora em Ouro. Ela sabia do carinho e apreço que eu tinha por ele. Fiquei muito triste por ele ter partido. Um pouco mais velho do que eu, natural do interior de Campos Novos, localidade de Pouso Alto, perto do Rio Pelotas, no hoje município de Zortéa. Conheci-os em União da Vitória, em março de 1972. Era Cabo do Exército Brasileiro, servindo ao 5º BE, em Porto União.

          Fui convidado pelo conterrâneo Leoclides Frarom, o Leo Fra, para morar na "República Esquadrão da Vida", localizada na Rua Professora Amazília, 322, bem em frente a onde se localiza o Banco do Brasil, em União da Vitória. Era uma casa de madeira com frente em alvenaria, amarela. Formamos uma turma de 10 jovens, todos estudantes, a maioria universitários. A antiga "CABOLÂNDIA" que antes abrigava cabos do 5º BE, estava hibrizada, agora com muitos civis, pois os que se desligavam do Exército, acabavam trabalhando em bancos e na iniciativa privada.

          Aderbal Tortato era ex-Cabo e trabalhava no Banco do Brasil. Mineo Yokomizzo e Francisco Samonek eram meus colegas de Letras na Fafi e também atuavam no BB. Evaldo Braun e Osvaldo Bet em companhias que construíam rodovias. Odacir Giaretta era moveleiro. E havia os Cabos Frarom, Backes (João), Dionísio (Ganzala). Depois vieram os Cabos Figueira (local), Maciel (Concórdia) e Godoi (Caçador).  E o Boles (Boleslau Myscza ), taxista e depois empresário, virou hoteleiro (Rio Hotel). O Aclair (Dias), também Cabo, que veio de Caçador, já havia buscado outro rumo, casara com uma bela de uma loira. O mesmo acontecera com o Cabo Arnaldo Della Giácomo. Também moraram conosco o João Luiz Agostini, seu irmão Carlos, que estão em União da Vitória, e o Eduardo Bet, de Bituruna, que fez carreira militar em Brasília. O Celso Lazarini, que jogou no Iguaçu, e está morando no Porto. Lodovino Pilatti, de Tangará, era uma espécie de convidado, também se alojava lá nos tempos de FAFI. Tínhamos um grupo com muita força intelectual e até física.

          O Dionísio era uma "santa alma". Um cidadão muito simples, levantava de madrugada e, às 5 horas, era normal ouvi-lo fazendo exercícios físicos e tomando banho com o chuveiro desligado naquelas madrugadas frias de inverno, que só quem morou lá sabe como é. Maior do que eu, que tenho 1,83 metros. Muito forte, um gigante. Competia nos jogos do Batalhão. Rastejava na lama sob arame farpado, subia pelas redes, pulava obstáculos, era um exímio remador. Corria atletismo e, nas marchas a pé, ia até São Mateus do Sul com seus companheiros. Nem cansava. Assim era meu colega Dionísio, com quem desenvolvi grande afinidade por sermos oriundos da mesma região.

          Fui estudar Letras e não tinha boa base em Inglês. Ele me deu seu livro básico para eu fosse resolvendo exercícios (ele estudava no São José, num curso intensivo que denominavam de mini-Ginásio, à noite). Depois, vendo que eu gostava de jogar bola e não tinha chuteiras, deu-me sua "Gaetta nº 43", que ficava um pouco folgada no meu pé, mas que quebrava o galho. Era assim o amigo. O que era seu era dos outros também.

          Quando criaram a Loteria Esportiva, começou  a jogar adoidadamente. Ensinou-me que "zebra" era quando um time grande perdia para um pequeno.  Era muito festeiro, frequentador de casas noturnas, de todos os ambientes possíveis. Fazia sucesso com as gatas. Me apresentava aos outros como "Sargento Riquetti", pois eu havia raspado o cabelo ao passar no vestibular e parecia mesmo um milico. Dava-me moral. Contava-me suas histórias de pescarias e caçadas na beira do Pelotas. Tinha planos, mas teria que deixar o Exército porque não conseguira estabilizar a "QM", como dizia ele.

          Aplicou suas economias de cinco anos num Fundo de Investimentos que quebrou e ele ficou sem nada. Saiu do batalhão e não tinha mais tudo o que economizara. Mesmo assim, com um colega do Exército, que era de Concórdia, compraram a"Boite Karandache", que acabaram vendendo porque há uma diferença muito grande entre você ser frequentador e ser administrador.

          Num fim de tarde, chegou um recado através de um vizinho, um funcionário gentil da Copel que tinha telefone: seu pai havia falecido em Pouso Alto, interior de Campos Novos. Veio com o Corcel 4 portas do Boles para dar adeus ao seu progenitor. Em razão disso, voltou para o sítio da família, definitivamente. E, quando fui morar em Zortéa, encontrei-o no escritório da Zortéa Brancher, onde eu trabalhava à tarde no Financeiro e lecionava pela manhã e noite na Escola Major. Ele, por sua vez, estava lecionando na Escola Municipal de Três Porteiras, ali perto de onde morava.

          A vida dele deu uma guinada extraordinária. Um dia, disse-me: "Riquetti, você sabe tudo o que eu já fiz na minha vida, de bom e de ruim. Mas agora estou com Deus. Fui um pecador, mas agora deixei de ser. Deus é minha vida e meu norte é a Bíblia". E o Cabo Dionísio, que baixara das Forças Armadas como Terceira Sargento da Reserva, era um soldado de Deus. Ficava muito nervoso quando as coisas saíam do rumo, defendia a moral e os bons costumes.

          As pessoas o jugavam doido, mas eu o compreendia e respeitava. Fora um bravo soldado no 5º BE e era o responsável pelo "Paiol de Munição", um serviço que era outorgado somente para pessoas de extrema confiança do Comando Militar. Um atleta vigoroso e obstinado e eu ficava chateado porque as pessoas não davam a ele o devido valor. Muitas vezes, as pessoas tratam os outros pelas aparências, sem conhecer as virtudes que eles têm. Nos últimos anos, juntou-se aos companheiros de Igreja, fez pregações, realizou batizados nos rios, foi servente de pedreiro, agricultor e até participou dos Movimentos  dos  Sem-terra. Eclético, nunca perdeu a candura...nem sua alma deixou de ser nobre, nem seus gestos deixaram de ser polidos!

          Ele e o Cabo Backes me apelidaram de "Alegria". Também me chamavam de "Sorriso". E o Backes o chamava de "Triste". Coisa de jovens! O Jair Backes, que é meu vizinho aqui em Joaçaba, informou-me que o Backes, João, seu irmão, o Cabo, faleceu há três anos,  no Mato Grosso. Tinha casado com a namorada, Holga, me parece, que era vendedora na Loja Vencedora, ali em União da Vitória.

          Ontem escrevi um poema que postei no meu blog: "No dia em que você partiu". Era minha homenagem aos amigos que se foram. vale para o Dionísio, o Backes, o Godoy, que fez carreira no Exército e já faleceu. Enquanto escrevia, as lágrimas dificultavam-me ver a tela do computador. Amigo verdadeiro é sempre amigo verdadeiro! Que os três amigos se encontrem lá no céu e possam continuar com o lema de nossa república de estudantes do início da década de 1970: "Neste Natal, nós, da República esquadrão da Vida, estaremos alertas e vigilantes". E continuamos sempre vigilantes, rezando pelos amigos que se espalharam pelo Brasil, tiveram suas famílias e são pessoas muito honradas.


           O Dionísio sempre me procurava lá em Ouro. Imaginei que aquela fortaleze devesse durar 100 anos! Mas não foi assim, infelizmente. Tenho algumas histórias que eu poderia escrever sobre ele. Quem sabe, num sonho, ele me autorize a contar. Ao contrário, serão segredos que ficaram em mim e nas pessoas que melhor o conheceram... De qualquer forma, em algumas ocasiões, pude ajudá-lo a resolver problemas seus. Ele me dizia que eu era "seu padrinho". E eu dizia que não, que era ele que era meu padrinho, desde os meus 19 anos, lá no Porto. Importa-nos, tanto a mim quanto a ele, que éramos amigos e o que eu posso fazer por ele é rezar e poder dizer aos amigos quem ele foi, o que foi, e quanto bom ele foi.


Grande abraço, amigo Dionísio, de seu amigo Riquetti, "sempre alerta e vigilante"!

Euclides Riquetti
07-09-2014

Eu, você, nós dois apenas... E o mar!

 


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Eu, você, nós dois apenas...
E o mar!

O mar das ondas revoltas
Que leva embora as folhas soltas
Que o vento traz....
Sim, ele, o mar!

Eu, você, nós dois apenas...
E o mar!

Olhe para ele e sua imensidão
Olhe com os olhos do seu coração...
Para seu balanço que barulha
Enquanto você mergulha!

Eu, você, nós dois apenas...
E o mar!

E escute a sua canção
Aquela que vem junto com o vento
E, que por um momento,
Me enche de inspiração!


Eu, você, nós dois apenas...
E o mar!



Euclides Riquetti

Liberta-te das angústias que te afligem

 



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Liberta-te das angústias que te afligem
Que te incomodam, que te atormentam
Afasta-te de todos os que te agridem
Que o teu ânimo abalam e violentam.

Liberta-te de tudo o que te entristece
Agarra-te a aquilo que te traz o bem
Não é saudável aquilo que te aborrece
Não há o que receber de quem nada tem.

Busca, nas pessoas meigas ter o bom dia
O bom ânimo, o otimismo, a motivação
Alia-te a quem possa te dar toda a alegria.

Busca, procura encontrar toda a felicidade
A palavra de conforto, de apoio e atenção
Em quem lhe devota amor, luz e lealdade!

Euclides Riquetti

Alegria de escritor: 500.000 páginas visualizadas, graças a você!

 




Fiquei muito contente, ontem. As estatísticas me mostram que já tive 500,000 visualizações de minhas páginas no meu blog. Para um blogger amador, ter gente lendo o que escreve, é uma satisfação muito grande.

Comecei com 150 leituras por mês e, com o tempo, a marca foi subindo. Isso significa que há muitas pessoas que gostam de ler poemas. E que o mundo existe também para as pessoas românticas. Hoje mais de 30.000 leituras por mês. 

Obrigado a você que lê meus poemas, minhas crônicas e meus artigos! 

Grande e carinhoso abraço em você, meu caro leitor, leitora!


Euclides Celito Riquetti - Joaçaba - SC

09-12-2020


A alegria de sentir saudades

 


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A cor do teu beijo
É de tom vermelho
E brilham os olhos teus
Que seduzem os meus.

O sabor do teu sorriso
E o cheiro de teu cabelo liso
Me encantam, me embriagam 
E, meus pensamentos, divagam...

Se hoje é dia de comemorar
À vida devemos brindar.
Enquanto o sol vem e vai
Bronzeia tua pele e sai...

Feliz seja nosso novo dia!
Que venham montes de alegria
Alegria pura, alegria de verdade
Alegria de sentir saudade!

Euclides Riquetti

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

O passarinho que queria voar...

 



Pretendia voar o passarinho 

Era um filhote, na verdade

Queria libertar-se do ninho 

Voar para sua liberdade!


Era frágil o pequeno alado

Suas asas ainda fraquinhas

E o irmãozinho, coitado...

Tivera frágeis as perninhas.


O maninho já caíra, (voara?)

E ele também precisava voar

Fazer o que antes planejara

Para o mundo conquistar.


Nem tudo, porém deu certo

Caiu no chão, machucado

Sentiu seu fim estar perto

Pois estava bem fragilizado.  


Mas veio uma mão caridosa

Que o  recolheu e deu carinho

Então a avezinha gloriosa

Saiu voando de mansinho.



História: Um casal de pombinhas costuma fazer um ninho sobre um caibro, diante de minha janela. Ali põe ovos e os choca. Há duas semanas, nasceram dois filhotes. Nesta manhã, um deles caiu sobre a calçada dura e não resistiu às dores. O irmãozinho, como que a procurar o outro, acabou saindo do ninho e caindo ao lado do que já não tinha vida. Toquei em suas asas e percebi que ainda vivia, mas parecia estar com frio. Coloquei-o ao sol, debaixo de uma roseira. Refeito, voou e ganhou o mundo, uma hora depois. Fiquei muito contente, ganhei meu dia. E, a forma que tenho de eternizar o momento, é compor-lhes este poema...

Euclides Riquetti

08-12-2020




Obrigado, meu Deus!

 



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Meu Deus,
Tu que é tão bom
Tu que podes tanto, tanto
Eu te faço esta oração
Porque só Tu és Santo.

Meu Deus,
Tu que me  compreendes
Tu que me dás atenção
Eu peço e Tu me atendes
Porque me dás Tua proteção.

Meu Deus,
Tu que estás sempre comigo
Tu que estás em todo o lugar
Eu Te peço o bom abrigo
Porque quero estar em  meu lar.

Meu Deus,
Tu podes sempre contar
Com a minha fidelidade
Eu aprendi que se eu Te amar
Só vou ter a  Felicidade.

Obrigado meus Deus!

Euclides Riquetti

O sorriso que brilha

 





O sorriso que brilha
É como ouro que reluz
É como o corpo que seduz
Mesmo que em alma maltrapilha.

O sorriso singular
É aquele que me atrai
É aquele que vem e que vai
Que me convida a viver e sonhar.

O sorriso mais puro
É aquele que me encanta
É aquele da voz que canta
Que brilha no claro e no escuro.

O teu sorriso aberto
Estampa em ti a sutileza
Em teu rosto de luz e beleza
Que inspira a compor-te os versos:

Versos românticos para quem partilha
O sorriso que tanto brilha!

Euclides Riquetti